
A nova onda de hollywood é trazer de volta a noltalgia de décadas tão pop como os anos 80. Sua irmã mais velha a década de 70, também já foi recriada para o século 21. Não muito tempo atrás Rob Zombie trouxe de volta o clássico de 1978 Halloween de John carpenter (planeja a sequência ainda para este ano). Michael Bay, o diretor dos filmes que precisam de pílulas para dor de cabeça
( Armageddon, Pearl Harbor, A Ilha, Transformers I & II) agora como produtor, uniu-se ao artesão Marcus Nispel, diretor do Masacre Da Serra Elétrica (2003), outra obra requintada do terror dos anos setenta de Tobe Hooper ( Poltergeist), sucesso até inesperado, decidem mirar em outra franquia "terror-teen trash" - Sexta- Feira 13. Criado originalmente pelo roteirista Victor Miller e sempre "quase" produzido por Sean S. Cunningham, diretor do Sexta-feira 13 de 1980. Agora a responsabilidade maior ficou à cabo de Bay e Nispel, que fazem aqui um filme não muito abençoado como os originais. Ora e porque? Resposta: O Jason não é um serial killer comum. Onde está aquele Jason Voorhees sobre-humano? Tudo bem que ele é caladão e não repudio o seu visual nesta versão, mas ficou arrastado transformar o psicopata mais "Duro de Matar", como o Bruce Willis, em um simples homem comum como o Michael Myers.
( Armageddon, Pearl Harbor, A Ilha, Transformers I & II) agora como produtor, uniu-se ao artesão Marcus Nispel, diretor do Masacre Da Serra Elétrica (2003), outra obra requintada do terror dos anos setenta de Tobe Hooper ( Poltergeist), sucesso até inesperado, decidem mirar em outra franquia "terror-teen trash" - Sexta- Feira 13. Criado originalmente pelo roteirista Victor Miller e sempre "quase" produzido por Sean S. Cunningham, diretor do Sexta-feira 13 de 1980. Agora a responsabilidade maior ficou à cabo de Bay e Nispel, que fazem aqui um filme não muito abençoado como os originais. Ora e porque? Resposta: O Jason não é um serial killer comum. Onde está aquele Jason Voorhees sobre-humano? Tudo bem que ele é caladão e não repudio o seu visual nesta versão, mas ficou arrastado transformar o psicopata mais "Duro de Matar", como o Bruce Willis, em um simples homem comum como o Michael Myers.
O erro principal foi no roteiro, não assumiram a idéia de um remake propriamente dito e ficou um filme de rotina. Não exploraram muito bem a mãe de Jason, a assassina do Sexta-Feira 13 original, Pamela Voorhees, que se vinga dos monitores do acampamento Cristal Lake, depois que seu filhinho, um garoto deformado, "morre" afogado no lago cristal enquanto os monitores faziam sexo. Poderiam mostrar tudo isso, já que na série original tudo é mencionado nas entrelinhas. Seria um filme melhor se realizassem uma fiel refilmagem dividida em três atos: Acampamento Cristal Lake Sexta-Feira 13 de 1958, onde mostra como Jason se afogou; Outra Sexta-Feira 13 de 1980, em que a Senhora Voorhees comete sua sangrenta vingança e por fim a fatídica Sexta-Feira 13 de 2009, deixando nosso amigo Jason colocar muitos jovens no espeto por praticarem sexo antes do casamento e pelo uso ilegal de drogas.
O ponto alto do filme ao menos, é o figurino e o físico de Jason, o ator é o Derek Mears, e aqui fazem a referência do pano na cabeça, igual a do clássico segundo filme da série de Steve Miner e a já tão famosa máscara de hóquei, que está correta. No entanto as mortes são banais e o roteiro não explica, o que todo mundo sabe muito bem para os dias de hoje. Este novo Friday The 13th não é nem um pouco nostálgico e decepciona na maior parte do tempo, preenchendo o espaço da metragem com saídas óbvias e rotineiras.
Pode-se classificar a série assim:
- Do 1º ao 4º (Capítulo Final, mas não o último) : Suspense, roteiros amarrados e dejavu de cada trecho final do filme anterior. Excelente.
- Do 5º (Um Novo Começo, o assassino aqui não é o Jason, como se fosse uma Pamela Voorhees) ao 8º: Trash, sangues, víceras, difunto que volta da tumba depois de um raiozinho, protagonista idêntica a Carrie, A Estranha, uma desculpa esfarrapada de mostrar Manhattan, a bela Nova York. Péssimo, porém divertido. A mágica dos anos 80.
- O 9º e o 10º: Para o inferno e direto para o Espaço. Filmes e roteiros.
E agora nesta Sexta- Feira: Tentando encontrar sua irmã desaparecida, Clay Miller (Jared Padalecki- da série Sobrenatural e A Casa de Cera) resolve ir ao lendário acampamento Lago Cristal. Contra as recomendações da polícia e os avisos dos habitantes locais, Clay vai atrás das poucas pistas que tem, com a ajuda de Jenna (Danielle Panabaker - decepção o que acontece com ela no filme), uma jovem que ele conhece entre um grupo de faculdade que pretende passar um final de semana aos arredores do local. Mas, ao entrar nos domínios da floresta, eles estão prestes a encontrar o assassino que assombra Crystal lake: Jason Voorhees.
Muito bem, a história não é tão brilhante, nem nos originais eram, e nem é pra ser nesses filmes, só que a forma que você vai narrar é a chave do negócio e Nispel não foi muito inteligente em diversos momentos do filme. Pois é 13 pode ser um número de azar. Tanto que até a trilha musical de Harry Manfredini , presente em toda série original, não esta aqui,a não ser o famoso barulhinho:"Tchê,tchê, tchê....Ha, ha, ha, ha..." Que na verdade veio de "Kill her mammy, kill her..",assim; " Kill,kill,kill,kill, her, her, her..." quando a adorável Betsy Palmer, a Sra. Voorhess do filme original ouvia vozes do seu Jason na sua cabeça, dizendo para matar a única sobrevivente do massacre que decepa sua cabeça, momento único no original, banal neste. Só espero que Jason não se revire no túmulo por terem estragado seu filme..opa! Ele não morreu!


Um comentário:
Olá!!
TUdo bem??
Bem de cinema não entendo nada, mas acompanharei seu blog...quem sabe assim não aprendo né?!
bjocas
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