terça-feira, 6 de julho de 2010

GEORGE LUCAS | STAR WARS EPISÓDIO I - A AMEAÇA FANTASMA



 DE FÉRIAS E NUMA GALÁXIA MUITO DISTANTE...
...com muita vontade de postar, já que o bicho da escrita picou as minhas mãos, assisti recentemente no intervalo entre TCC e férias acadêmicas, para voltar a ser muleque e conferir pela vigésima vez: STAR WARS: EPISÓDIO UM - A AMEAÇA FANTASMA do ermitão cineasta de meio período e empresário: George Lucas.



Muito bem, desta vez não taparei o sol com a peneira e serei mais adulto na minha crítica, porque não seria justo e sou um adorador desta saga espacial. e creio que uma resenha deste episódio é o suficiente para a hexalogia.

O projeto foi concebido por LUCAS, originalmente em nove partes. Porém, é certo que ele contou em apenas seis espisódios. Na verdade, a história é focada em Anakin Skywalker ( o Darth Vader) e não em Luke Skywalker, como é ao assistir a primeira trilogia ( últimos episódios na cronologia). Curiosamente, a história começa a ser contada a partir do quarto episódio ( a primeira fita Guerra Nas Estrelas de 1977), que mostra o jovem fazendeiro Luke, tendo de procurar um velho sábio Jedi Ben Kenobi para entregar-lhe uma mensagem recebida por um dróide astromecânico, R2D2. Luke acaba indo para outro vale do planeta para salvá-lo e acaba se envolvendo na causa da princesa Léia e a Aliança Rebelde do domínio imperialista das Forças do Império e do malígno Sith Darth Vader.


No segundo filme, O IMPÉRIO CONTRA - ATACA (1980), Luke está treinando para ser um cavaleiro Jedi com a ajuda do puppet mestre Yoda, enquanto Vader planeja uma contra-ofensiva.

No RETORNO DE JEDI, terceira fita de 1983, Luke tenta resgatar seus amigos Han Solo e Léia das garras do gangstêr Al Capone gosmento Jabba , o Hutt , mostrando suas habilidades de mestre Jedi e enfrenta definitivamente, um segredo (revelado no episódio anterior) de seu passado. Esta é a premissa da trilogia (IV, V e VI).

Lucas retomaria o projeto em 1997, depois de trabalhar como produtor em muitos filmes mágicos (Labirinto, Caravana da Coragem, Indiana Jones, Assassinatos na Rádio WBN etc) e como diretor de pós - produção (Jurassic Park do amigo Spielberg, enquanto este dirigia A Lista de Schindler), e voltaria com uma edição especial, refazendo os efeitos especiais (principalmente do espisódio IV) com tecnologia digital.

A primeira parte da nova trilogia, que ele resolveu lançar em 1999, é basicamente um longo prólogo, porque o final já é conhecido. Neste, A AMEAÇA FANTASMA, conta-se a história de Anakin Skywalker ( o futuro Darth Vader) quando criança, sendo descoberto e libertado por um cavaleiro Jedi, Qui-Gom Jim que quer treiná-lo.


Voltando no tempo... o sucesso de AMERICAN GRAFFITTI ( um filme de verão- 1973) deu a George Lucas o poder independente para apresentar um velho e querido projeto seu sobre um épico espacial, um gênero que estava fora de moda.

A história básica, Lucas inspirou-se no filme A FORTALEZA ESCONDIDA (1958) de Akira Kurosawa e na série antiga FLASH GORDON ( para compor a narrativa como HQ). A FOX concordou, depois de um breve discurso do empresário Alan Ladd Jr. (que ajudou Lucas no processo), em produzir o filme, mas com lançamento limitado, e por isso, Lucas conservou para si o direito às continuações e para o merchandising - o que lhe rendeu uma ENORME fortuna, parte investida no desenvolvimento tecnológico das suas empresas: INDUSTRIAL LIGHT & MAGIC, LUCAS ARTS, LUCAS FILM LTD., SKYWALKER SOUND (sediados numa fazenda).


Como preferia produzir ao invés de dirigir, contratou realizadores para os filmes seguintes da primeira trilogia, respectivamente Irvin Kershner e Richard Marquand, ambos considerados pela crítica mais competentes que o feito por ele.

Todos eles foram espetaculares sucessos de bilheteria, mas tiveram de contentar-se com Oscar técnico: Guerra Nas Estrelas (direção de arte, figurino, montagem, trilha musical, som, efeitos visuais e efeitos sonoros); O Império Contra- ataca (som e efeitos visuais); O Retorno de Jedi (efeitos especiais) e NADA para o Ameaça Fantasma - Episódio I, que obteve apenas quatro indicações.



O primeiro Star Wars foi rodado nas seguintes localidades: Guatemala, Tunísia, Vale da Morte, África e nos estúdios ingleses. Uma tempestade ( a mesma coisa aconteceu no Ameaça Fantasma) no deserto da Tunísia arrasou grande parte da locação e fez Lucas quase desistir do projeto por causa do baixo orçamento - apenas 10 milhões!



O diretor escolheu para os papéis centrais, rostos desconhecidos ( o que alarmou a Fox), o estreante MARK HAMILL ( hoje conhecido como a única voz do Coringa nos desenhos animados do Batman), seu personagem até o primeiro dia de filmagem era chamado de Luke Starkiller - que sofria grave acidente de carro antes do segundo filme. Para explicar seu rosto reconstituído, ela já se machuca no começo de O Império Contra-ataca. O carpinteiro HARRISON FORD, que já havia trabalhado com Lucas em American Graffitti, foi selecionado para Han Solo (Lucas rejeitou Kurt Russel, Nick Nolte e Christopher Walken). Como a princesa Léia de cabelos engraçados, ele escolheu CARRIE FISHER - a filha de 19 anos da estrela de Cantando Na Chuva, Debbie Reynolds e do cantor Eddie Fisher. Carrie já havia trabalhado no ótimo filme de Hal Ashby - SHAMPOO e havia feito testes para Brian De Palma (para o filme Carrie, a estranha). Sir ALEC GUINESS (1914-2000), contratado para ser Obi-Wan Kenobi, reclamou muito quando seu papel foi reduzido e pelo resto da vida, irritou-se por ser reconhecido só por este personagem. JAMES EARL JONES recusou o crédito para a voz de Darth Vader, personificada por DAVID PROWSE (Laranja Mecânica - o fortão, empregado do velho na cadeira de rodas).



Quanto aos dois robôs andróides foram feitos por atores; o inglês ANTHONY DANIELS foi o "mordomo" C-3PO e o anão KENNY BAKER foi R2D2. O gigante PETER MAYHEW fez Chewbacca. Em o ImpérioContra-ataca há a importante participação do mestre Yoda; na verdade um boneco criado pela equipe de Jim Henson (Os Muppets) com movimentos e voz de FRANK OZ. E para contrabalançar as críticas ao primeiro filme, que não havia atores negros, entrou no elenco BILLY DEE WILLIAMS como Lando Calrisian.

O Retorno de Jedi iria se chamar originalmente: A VINGANÇA DE JEDI ( The Revenge of Jedi) até que alguém com bom senso percebeu que Jedi é altruista e não comete vingança e todo o material publicitário teve de ser refeito. O diretor DAVID LYNCH chegou a ser convidado para dirigir este episódio (assim como a escolha pessoal de Lucas- Spielberg), mas foi rodado pelo inglês Richard Marquand (1938-1987), morto num bizarro acidente em um hospital.


O mundo ficou sabendo apenas em 1980, quando estreou O IMPÉRIO... que na verdade, aquele era apenas o quinto episódio de uma série de nove, ou seja, três trilogias ( acabou sendo duas), que o diretor-produtor-autor George Lucas pretendia realizar num determinado período de tempo. Eventualmente a primeira trilogia foi concluída em 1983 com JEDI e os admiradores (eu ainda não era nascido) ficaram esse tempo todo esperando que Mr. Lucas se dignasse a cumprir a promessa e realizar os projetos. Nesse meio tempo, ele deixou de dirigir, mas em compensação criou um império de pós- produção Industrial Li, especialista em efeitos especiais. produziu outra trilogia ( a de INDIANA JONES, sempre dirigida por Spielberg [agora a ponta de uma nova série], que é melhor realizador que ele), uma série ruim de TV O JOVEM INDIANA JONES e alguns fracassos ( o mais notável é o trash HOWARD THE DUCK: O SUPER HERÓI - lembram deste filme na sessão da tarde com a Lea Thompson)?



Finalmente chegou o primeiro filme da primeira trilogia e com certeza não foi um novo 'Titanic'. Não precisou tirar a mãe de casa juntamente com as vizinhas para correrem ao cinema. Nem provocar frissons nos adolescentes (como atualmente na saga CREPÚSCULO).
Com excessiva promoção (hyper como dizem os americanos) ele fez milhões nos EUA, apesar das críticas negativas. Na verdade, ele parece ter sido feito basicamente para vender bonecos e video games. É uma máquina de fazer dinheiro.



Como cinema, vários erros foram cometidos. O primeiro é o produtor George lucas deixar o próprio Lucas como diretor. Ele nunca foi bom realizador e já disse não gostar muito do métier. Nem mesmo American Graffitti é 100% bem realizado e o primeiro Star Wars é magnífico porque teve interferência de outras pessoas ( principalmente o diretor de fotografia Gilbert Taylor) e que com toda certeza Império contra-ataca, feito por Irvin Kershner, é melhor que o primeiro Star Wars. O resultado aqui, no Ameaça, foi um filme frio, sem emoção, com personagens mal delineados. Sem qualquer citação por parte do diretor.

O erro básico, porém, foi ter decidido realizar os primeiros episódios, a primeira trilogia, ou seja, o prólogo, em vez da trilogia posterior. Na verdade, nesta fase de produção, declarou que não pretende mais fazê-los em vez de nove episódios serão apenas os seis e os dois outros desta primeira parte estrearam em 2002 ( ATAQUE DOS CLONES - Episódio II) e 2005 ( A VINGANÇA DOS SITH - Episódio III). Com o mesmo elenco básico, só que, desta vez, rodado na Austrália ao invés da Inglaterra e do Marrocos, como aqui.



Segundo Lucas, ele só fez o filme naquele momento, porque já existia a tecnologia necessária que lhe permitiu colocar na tela o que havia imaginado. Embora Jurassic Park, filmado já alguns anos, tenha-se utilizado de um momento decisivo na criação de figuras em CGI por computação gráfica.



Vale ressaltar que, ao fazer um prólogo, ele armou para si próprio uma armadilha da qual foi complicado escapar. Não pôde fugir de certos detalhes que já sabemos; aconteceu. Assim, o menino, herói central do filme, será necessariamente o Darth Vaderm que passará para o lado negro da força e que enfrentará o próprio filho, Luke Skywalker. Mais estranho ainda é que Darth irá namorar e casar-se com a rainha do filme, que é, obviamente muito mais velha do que ele (sendo que Natalie Portman tem quase a mesma idade de Hayden Christensen), uma diferença de idade perturbadora. Portanto, tudo aqui é teve de explicar e justificar a outra trilogia, provocando limitações de todo tipo, inclusive tecnológica. Fica esquisito o passado ter mais tecnologia que o futuro, ainda distante, mostrado nos filmes anteriores. Pode ser um jogo interessante para os fanáticos da série, mas inútil para o espectador despreparado. E deixa o filme com uma trama fraca, difícil até hoje de descrever e seguir. Principalmente porque o filme custa a começar, demora a apresentar os personagens e quase todos eles não deixam qualquer impressão, como é o caso de EWAN McGREGOR, que por sinal engordou e perdeu a juventude, e que não tem nada a fazer como Obi-Wan. Fica muito difícil acreditar que ele vai envelhecer e virar o Alec Guinness do filme original.





O problema é que a facilidade da tecnologia de computador (responsável pelo orçamento de 120 milhões de dólares) acabou prejudicando o filme. Há excesso de bichinhos fofinhos, de figuras exóticas e de multidões de exércitos. Nenhum deles memorável, e, por vezes, até irritantes. As crianças se divertem (mas que nunca o filme teve apelo infantil), mas o verdadeiro fã da saga, aquele que atualmente ou em 1999, tem por volta de 40 anos, se decepciona. Até mesmo porque o filme tem pouca ação. A única seqüência verdadeiramente forte e longa é uma corrida de espaçonaves que foi confessadamente inspirada na corrida de bigas de BEN HUR (e o original ainda continua melhor). Parece trailer para vender o game.



A cena final de luta de sabres de luz, apesar de eletrizante, (e coreografias mais violentas) tem um teor um tanto banal e de rotina.





Não que (pelo amor de deus) A AMEAÇA FANTASMA seja um filme ruim. Dá para assistir sem incômodo. Mas só isso. Faltou um pouco de tudo, inclusive de um diretor que saiba controlar os atores. A figura central é interpretada por LIAM NEESON ( A Lista de Schindler) da forma habitual dele. E o fato dele se enganar com o futuro do garoto, incomoda.


A adorável NATALIE PORTMAN (lançada em O Profissional, 1994 de Luc Besson) está muito fraca como a rainha de Naboo excessivamente vestida por roupas orientalizadas, mas sai-se melhor como a escrava.
A sueca PERNILLA AUGUST teve poucos diálogos bons e teve pouco a fazer como a mãe escrava do menino e outra coisa que causa mal-estar: é Lucas ter inventado que nasceu sem pai, como se fosse Jesus Cristo/Messias. O único que tem presença é o ótimo SAMUEL L. JACKSON que faz uma ponta no conselho Jedi. Ele é fã e voltou muito bem nos outros.

Outra coisa que envelheceu é sua mensagem sobre " a força está com você". Nos anos 70 era até novidade, agora excessivamente imitado, parece besteira de Nova Era. Lucas não caiu em si ( no fundo acho que ele preferiu dirigir para economizar dinheiro e não dividir o bolo com ninguém) e não contratou outros diretores mais talentosos para melhorar o segundo e terceiro episódios. Porque este aqui é somente uma diversão de domingo para crianças e adolescentes.



STAR WARS EPISÓDIO I - A AMEAÇA FANTASMA
'Star Wars Episode One - The Phantom Menace'
de George Lucas
Aventura/ Ficção Científica
Cor
EUA - 1999
FOX
136 min.
✩✩✩ BOM




 STAR WARS
EPISODE I 
THE PHANTOM MENACE

Estrelando 
LIAM NEESON  EWAN McGREGOR  NATALIE PORTMAN
JAKE LLOYD   PERNILLA AUGUST  IAN McDIARMID
Co-estrelando 
Anthony Daniels   Kenny Baker  Ahmed Best  
Silas Carson   Samuel L. Jackson
e FRANK OZ como Yoda
Música de JOHN WILLIAMS Design de Som BEN BURTT
Fotografia de DAVID TATTERSALL
Direção de Arte GAVIN BOQUETTE Figurinos TRISHA BIGGAR
Produzido por RICK McCALLUM
Produtor executivo GEORGE LUCAS
Efeitos Especiais: ILM
Escrito e Dirigido por
GEORGE LUCAS

10 comentários:

Hugo disse...

Vejo George Lucas muito mais como um visionário do que um diretor. Ele foi bem em "American Graffiti" e a série "Guerra nas Estrelas" é um caso a parte. O primeiro filme foi como acertar na mega sena. Lucas criou algo que agradou adultos e crianças e soube explorar a "marca" criada até a última gota.

Considero a trilogia original superior a mais recente e "O Retorno de Jedi" o melhor da série.

Na nova trilogia acredito que os erros na foram na escolha de Jake Lloyd e posteriormente Hayden Christensen para o papel do futuro Darth Vader.

Abraço

Davi Coelho disse...

Mudou o layout!
Rodrigo, parabéns pelo texto. Bastante informação interessante e muitas inclusive novas pra mim.
Eu só não digo que amo a nova trilogia, pq sou muito fã da clássica. E a diferença de conteúdo e qualidade narrativa entre as duas é bem visível...
Mesmo assim, eu amo A Vingança dos Sith. Reconheço os erros, sei que é um filme com desfecho apressado, pra deixar tudo pronto pro episódio IV, mas, meu.. eu choro sempre no final da sequencia da luta entre o Obi-wan e o Anakin.
Faz muito tempo que não vejo Ameaça e Ataque dos Clones, mas A Vingança dos Sith eu vejo sempre.
Abração, Rodrigo! :D

Mirella Machado disse...

Eu nunca gostei muito desse tipo de filme, n verdade já até tentei assistir, mas nunca ia até o final, no entanto, eu gostei de saber esse tanto de curiosidades e... Ewan McGregor foi melhor fazendo Moulin Rouge mesmo.
No resto se um dia eu resolver ver de verdade quero ver as versões antigas, pelo visto são melhores tirando o fato dos efeitos.

Alan Raspante disse...

Nunca fui frande fã de star wars, mas o filme é curioso e convidativo, rs
George Lucas imortalizou esta saga, com certeza inesquecível!

Dewonny disse...

Ñ sou muito fã de Star Wars, mas curto lógico, gostei de todos os filmes da série, grande trabalho do George Lucas, parabéns pelo post completo, é o melhor texto q li na net sobre a saga Star Wars, simplesmente excelente!
Abs! Diego!

Rodrigo Mendes disse...

HUGO: Isso mesmo! Só acho que ' O Império Contra - Ataca ' é o melhor da primeira trilogia e empata com o episódio III em toda hexalogia.

Os erros na nova trilogia foi o período de produção. E Lucas na falta de controle dos atores. Uma direção mais teatral.

DAVE Mudei! Curtiu? rs!
Já vi que você é fã como eu. fanático? rs! Obrigado. E de fato, as coisas foram feitas para levar-mos ao episódio IV onde tudo "começou". Uma armadilha do tempo para Lucas.

MIRELLA: Eu entendo você moça. As meninas não tem muita paciência para Star Wars mesmo, rs! Que bom que curtiu as curiosidades da produção! Eu prefiro o Ewan nos filmes do Danny Boyle. BJS!

ALAN: Sem dúvida é muito convidativo. Lucas sempre convida as crianças e colecionadores no merchandising, rs! mas positivamente é um marco do cinema e uma escola de efeitos especiais.

DIEGO: Valeu pelos elogios cara! Fico sem palavras, rs! Obrigadão.

Abraços à todos!
Rodrigo

Vitor Silos disse...

oi rodrigo, obrigado pelo comentário lá no meu blog, gostei muito do seu texto sobre Star Wars, não sou nenhum fã xiita mas gosto muito de Star Wars.

Parabéns pelo blog

Vitor Ribeiro Silos
www.volverumfilme.blogspot.com

Rodrigo Mendes disse...

VITOR: OI cara, obrigado e seja bem vindo aqui!

o VOLVER um filme é ótimo. Sigo vcs tbm!

De qualquer maneira, é impossível nao curtir Star Wars. Eu sou xiita em relação a série, rs!

Abs!

Anônimo disse...

Este post é um prato cheio pros admiradores de Star Wars.

Muito bom.

Tb não sou muito fã do Lucas diretor, viu.

E parabéns para o novo visual do blog!

Abraços.

Rodrigo Mendes disse...

INTRATECAL: Obrigado Bruno! Valeu mesmo cara. Lucas é um homem de negócios, rs!

Abs,
Rodrigo

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