domingo, 15 de agosto de 2010

CINE MONSTRO CAP. III : A ANARQUIA DO CINEMA TERROR


I- INTRODUÇÃO:
Estou revisitando as fitas de terror e dentre a lista: Halloween de John Carpenter; Bad Taste- Náusea Total e Braindead - Fome Animal de Perter Jackson; The Evil Dead: A Morte do Demônio - A Trilogia de Sam Raimi; Scream - Pânico (trilogia) de Wes Craven e os avôs clássicos da Universal: Drácula, Frankenstein, A Múmia, O Homem Invisível etc.




Okay! Não é temporada do dia das bruxas e a sexta feira 13 já passou, mas sou admirador deste gênero que nunca foi levado muito a sério genericamente. A maioria dos críticos os classificam inferiores ou como uma brincadeira entre amigos, mas certamente o cinema terror não segue as regras da política cinematográfica e aplaudo de pé, cineastas como Raimi, Jackson e Carpenter que realizavam estes filmes com anarquia. Obviamente todos eles hoje tem dinheiro demais. Raimi fez com certa maestria o seu Arraste-me Para O Inferno (terror de 2009), mas com um baita orçamento como uma super produção após a franquia Homem-Aranha e que perdeu o tempero agridoce do velho Sam Raimi. O mesmo para com Peter Jackson, que depois de O Senhor Dos Anéis e King Kong não conseguiu voltar muito bem as raízes daquele cineasta de filmes baratos e impressionantes feitos na Nova Zelândia. Mas o pior de todos foi mesmo John Carpenter, que tornou-se egocêntrico colocando seu nome acima das titulagens: "John Carpenter´s" ...., e mesmo com idéias atraentes como Fantasmas de Marte ou Vampiros, não soube realizar uma película ao nível de Halloween em 1978, o divisor de águas dos filmes com psicopatas mascarados, apresentando o primeiro deles: Michael Myers.
De fato os filmes de terror dos anos 70, 80 e 90 são obras pequenas perto das obras clássicas dos monstros da Universal ( Lugosi, Karloff, Lon Chaney, Claude Rains), mas que sem dúvida tinham uma anarquia contra os estúdios. Já nos anos 90 quando o gênero estava em baixa, Wes Craven ao aceitar o convite para dirigir um roteiro de Kevin Williamson com Scream ( o famoso Pânico) lutou contra a polêmica da premissa que apresentava no filme, onde um assassino com máscara de fantasma torturava as moças com perguntas sobre filmes de terror pelo telefone. A idéia usou artifícios não convencionais até com relação ao próprio Craven que criou outra franquia A Hora do Pesadelo com o famoso Freddy "Robert Englund" Krueger e que na ocasião há citações da série Pesadelo num prólogo da fita com Drew Barrymore. Diz Craven: " Fazer Scream era como trabalhar para a CIA". Foi uma febre mundial e teve seguidores cultuados pela série. Agora Craven esta filmando Pânico 4. Será que vai perder a sua anarquia? Será que Craven, hoje com muita grana fará o seu filme de terror mais cult pelo telefone? Medo!


II- A Anarquia dos filmes de terror INGLESES:
O Horror cinematográfico nos anos dourados do medo (1950 e 1960) também seria marcado pela ampla produção da companhia inglesa HAMMER FILMS, uma especie de Universal Studios, cujos produtos de baixo orçamento se tornariam cult nos quarenta anos seguintes. Uma de suas marcas foram as versões para velhos monstros clássicos (que parecia domínio particular da Universal) Frankenstein de Mary Shelley e Drácula de Bram Stoker, que na Inglaterra consagraram mundialmente os atores PETER CUSHING ( o general da estrala da morte em Star Wars) e CHRISTOPHER LEE ( Também da série Star Wars como o Sith Conde Doku), assim como aconteceu com Boris Karloff e Bela Lugosi vinte anos antes. Na verdade, a empresa remontava a 1913 , ano em que Enrique Carreras comprou o seu primeiro cinema em Hammersmith ( Londres). Duas décadas depois, após ampliar seu negócio para uma rede de salas, o empresário associou-se com William Hinds, que trabalhava com jóias e seguia uma carreira paralela no teatro de variedades, com o nome artístico de Will Hammer.
Portanto em 1935, ambos criaram uma companhia distribuidora de filmes, a Executive Films Ltd., que atuava com produções baratas. Com o fim da guerra, a Hammer, braço da Executive, começou a produzir filmes como a forma de ampliar sua atuação diferenciada (tirando o posto de certa maneira da Universal) e colocando o mercado inglês de cinema em evidência. Primeiro, com thrillers de ação e espionagem. Para se tornar mais competitiva, optou por produções de terror e ficção científica com novas leituras de clássicos da literatura anos antes adaptados por Carl Laemmle Jr. na Universal. O primeiro longa foi TERROR QUE MATA ( The Quartermass Xperiment), de 1955, dirigido por Val Guest e baseado numa série de TV. Na trama, um astronauta é afetado por uma força alienígena que se apossa dele e o transforma num monstro!
O filme foi um sucesso e motivou a Hammer em continuar com a anarquia de filmes de terror. Alguns filmes como A MALDIÇÃO DE FRANKENSTEIN de Terence Fisher com Peter Cushing no papel, foi um dos sucessos cult dos britânicos. As produções eram tão charmosas e recíprocas como os da Universal e com o seu toque individual de produção barata e com certo carinho e cuidado.
Outro sucesso aconteceu em 1959, com a refilmagem de A MÚMIA ( The Mummy) de Jimmy Sangster, mais uma vez com Christopher Lee no papel do cadáver morto que é ressuscitado depois de 3.000.000 anos. Isso mostrou a eficiência das adaptações que por conseguinte tornaram-se muito seguras. Se o original A Múmia com Karloff mostrava ser uma produção anárquica da Universal, o remake da Hammer deu mais "maquiagem" ao monstro e uma interpretação fiel e típica de sua nacionalidade em relação a cenários e roteiro.




III- DE VOLTA À HOLLYWOOD COM UMA NOVA TRUPE DE TERROR:
Houve uma reciclagem com o computador que tornou-se importante e um forte aliado do terror monstruoso, na década de 90. Não por acaso, mais uma vez, as mais conhecidas criaturas da literatura foram recriadas e atualizadas. Em 1992, Francis Ford Coppola conseguiu o que parecia impossível:reinventar o Drácula. Fez isso num filme aclamado pela crítica por sua ousadia conceitual e tratamento de superprodução, mas com uma equipe de cineastas apaixonada pelo gênero dando um toque politicamente incorreto em cada nuance da fita. Ora no figurino (vencedor do Oscar), ora na direção de arte e obviamente com um roteiro diferente e atuações (principalmente de Gary Oldman como o Conde Drácula) soberbas. Dois anos depois foi a vez de Frankenstein, estrelado e dirigido por kenneth Branagh como o cientista Frankenstein e co estrelado por Helena Bonhan Carter como a sua "Noiva" e Robert De Niro como o trágico monstro. O filme é tão belo e orquestrado com uma narrativa nova e rápida. O filme se apresentou seleto para um tipo de platéia. O mesmo aconteceu na mesma década quando o diretor Stephen Frears ( A Rainha) recontou, mais uma vez, a história de O MÉDICO E O MONSTRO com a estrela Julia Roberts no papel principal de O SEGREDO DE MARY REILLY (também estrelado por John Malkovich e Glenn Close), um filme anti-hollywood e totalmente diferente para a estrela Julia Roberts. Mas os efeitos de computação gráfica no quesito nova roupagem anárquica mostrariam a sua força em 1999 com o mega sucesso do primeiro filme da série A MÚMIA, uma aventura-terror-ação criada por Stephen Sommers (que perdeu sua anarquia ao realizar G.I JOE) e estrelada por Brendan Fraser, ou seja, foi uma ótima idéia fazer uma saudação com a fita original de 1932 (estrelada por Karloff) onde Sommers faz um divertido filme somando Os Caçadores da Arca Perdida com O Exteminador do Futuro sendo fiel a anarquia do terror com os efeitos especiais criativos e exagerados, um toque diferente que perdeu-se nas continuações.
O meu favorito está nas realizações dos diretores Neil Jordan e Tim Burton, quando eles apareceram com filmes de sucesso e marcantes protagonizados por personagens monstros. O primeiro dirigiu: ENTREVISTA COM O VAMPIRO, com os galãs Tom Cruise, Brad Pitt e Antonio Banderas, uma moderna e gay/andrógina versão das velhas histórias de vampiros, mas aqui baseado em Anne Rice (uma melhor Stephanie Meyer). Já Burton havia dirigido o gótico e encantador EDWARD MÃOS DE TESOURA, inspirando em Frankenstein sobre a imcompletude dos seres e da sociedade. Ainda o anarquista Burton, fez a animação (isto é visionário na produção e personagens) O ESTRANHO MUNDO DE JACK em 1993, uma fita para crianças com espírito para adultos pelo visual dark fiel a si e não como acartilha de Walt Disney,e sem dúvidas A LENDA DO CAVALEIRO SEM CABEÇA (já discutido no blog), um filme de arrepiar e com trucagens nem um pouco convencionais utilizando muito bem os artifícios da computação CGI.
E pra completar, com poucos efeitos visuais ou quase nenhum, na década de 90 os novos adolescentes fãs do gênero e sua anarquia, não tiveram do que se queixar com fitas como: EU SEI O QUE VOCÊS FIZERAM NO VERÃO PASSADO, iniciada em 1997 pelo diretor Jim Gillespie do roteiro do mesmo autor de Pânico, Williamson e que só precisava de algumas moças correndo de um pescador com um "HOOK"estilo capião-Gancho querendo matá-las. O filme é posterior a Pânico e tem uma química entre os atores e um movimento eletrizante. Aliás, como foi dito, foi graças a Pânico que seguiram-se estes novos filmes fiéis a nova linguagem para os jovens apreciadores, mas isso deve-se ao quadro O GRITO ( SCREAM) de Edward Munch onde a idéia central de Pânico surgiu.
O término dos anos 90 teve mais ousadia e mistura híbrida com o documentário,quando dois cineastas decidem rodar uma lenda local sobre uma tal BRUXA DE BLAIR. A premissa acontece na floresta de Black Hills, nos EUA e o filme é tão anarquista que desmistificou de vez o gênero e até mesmo com o padrão do cinema terror, com movimentos amadores e uma atmosfera assustadora.



IV- OS PSICOPATAS FAVORITOS
Eu nunca tive medo de filme de terror, pois eu encaro como uma divertida bobagem séria por parte de seus realizadores com uma bem bolada e diferenciada história. Talvez os filmes com assassinos psicopatas sejam os mais assustadores do que com os filmes de figuras fantasmagóricas e/ ou demoníacas e também de produções mais trash/gore. Confesso apenas que tive medo de dois caras quando era mais moleque.Trata-se de Norman Bates (PSICOSE, Hitchcock, 1960) e Michael Myers ( Halloween, Carpenter, 1978). O que mais me fez acender todas as luzes da casa foi mesmo Myers, um cara de máscara branca que assusta as babás nas noites do dia das bruxas não foi um filme fácil de encarar aos 9 anos pela primeira vez!


E sem dúvidas dentre estas séries com assassinos e facas, HALLOWEEN original de John Carpenter, estrelado por Jamie Lee Curtis ( a filha da rainha do grito Janet Leigh- Psicose), trouxe uma nova fórmula para o terror com uma violência extrema ( diferenciado pela câmera subjetiva, trilha musical e todo um suspense), aliás iniciada com O MASSACRE DA SERRA ELÉTRICA noa anos 70 pelo diretor Tobe Hooper e aprimorada na saga SEXTA - FEIRA 13. Estes anarquistas estabeleceram os clichês que aqui são explorados: assassinatos em série numa pequena área do interior, onde adolescentes que praticam sexo sem segurança são mortos por um monstro e justamente no momento do ato sexual. Talvez parece reforçar o sentimento de culpa e o moralismo? Só sei que
em Halloween, o assassino Michael Myers inexplicavelmente possuído por um demônio começa sua carreira cedo, aos seis anos de idade, numa noite de dia das bruxas com muito doce e travessuras, quando flagra a irmã mais velha transando com o namorado e a mata. Depois ele vai para um sanatório e fica preso por 15 anos, e quando escapa, vai atrás de sua outra irmã feita por Jamie Lee Curtis (que grita lindamente) que esta como babá de duas criançasna noite macabra. Tudo bem que foi a série Haloween que estabeleceu as regras, mas foi numa sexta -feira 13 macabra que a coisa ficou divertida.
A galeria dos monstros do cinema ganhou uma se suas mais célebres figuras quando estreou precisamente em1981 a continuação de Sexta-Feira 13 de Sean S. Cunninghan proseguida por Steve Miner. Falo de JASON VOORHEEScom sua mácara de hóquei. O explosivo sucesso da produção (o primeiro de 1980) fez nascer, então, uma das mais longas e duradouras séries do cinema, com onze episódios e uma refilmagem, ficando atrás, em número de filmes, somente para o agente 007 e as versões de Drácula.
Mas de modo curioso, na estréia, o psicopata Jason não é a criatura assassina, mas sua mãe, Pamela Sue Voorhees, a incrível atriz BETSY PALMER. Na trama, Jason teria morrido afogado ainda menino no lago Cristal em Crystal Lake, em 1957. Sua mãe furiosa e vingativa começou a matar adolescentes que se aproximavam do lago para se divertir e, claro, fazer sexo.
O êxito da fita de Cunninghan fez o estúdio ressuscitar Jason, mas com a condição de os cineastas fazerem algo trash e diferente. Então o infame Jason é um grandalhão com larga estrutura corporal e muita força, que usa uma máscara e um facão de peixeiro para mutilar literalmente e depois ( as vezes) decapitar suas vítimas. A grande atração da série foi mesmo a contagem de corpos e a criatividade na arte de matar os jovens. E como ele ressuscitou, morrer deixou de ser um problema para ele. Assassinado no final de alguns filmes da cinesérie, sempre se encontra uma forma anárquica de trazê-lo de volta, até mesmo um raio, como aquele que despertou o monstro do Dr. Frankenstein.
Como não havia mais o que inventar, numa das continuações, em 1993, ele parecia ter morrido definitivamente em JASON GOES TO HELL...mas daí parece que seu corpo foi encontrado por Freddy Krueger no inferno e ele acabou sendo congelado em 2010, só que reanimado no ano de 2.455 em JASON X (risos). Também foi cooptado pelo Freddy da série Pesadelo, num duelo até a morte entre os monstros!
Os filmes da série SEXTA-FEIRA 13:
1980- Sexta- Feira 13
1981- Sexta-Feira 13 Parte II
1982- Sexta-Feira 13 Parte III (exibido na época em 3D)
1984- Sexta- Feira 13: O Capítulo Final ( Mas não´o último, rs)
1985- Sexta-Feira 13 Parte V: Um Novo Começo
1986- Sexta-Feira 13 Parte VI: Jason Vive (depois que um raio atinge sua tumba)
1988- Sexta-Feira 13 Parte VII: A Matança Continua (onde a protagonista é como a Carrie, a estranha)
1989- Sexta-Feira 13 Parte VIII: Jason ataca Nova York e ou/ Manhattan (mas apenas no final da fita - ele ataca mesmo é um navio cheio de estudantes excitados)
1993- Jason Vai Para o Inferno: A Última Sexta-Feira 13 (parecia)
2002- Jason X ( as Uber- Jason)
2003- Freddy Vs. Jason ( Dividindo as cenas com o vizinho)
2009- Sexta- Feira 13 ( Remake)
Bom, visto os títulos da série, se você é um cineasta e quer produzir um filme de terror tem que ser fiel a si mesmo e levar a sério a arte de contar histórias e, se você é um ser humano da platéia que ama assistir aos filmes do cinema terror, tem que ter obrigatoriamente noção do território nem um pouco politicamente correto destes filmes.
Mova-se pela paixão e assista a filmes de terror e de monstros , os galãs diferenciados.

9 comentários:

Alan Raspante disse...

Ain como eu amei esse post, sério!
Lembro pouco de PÂNICO, preciso rever os três filmes.
Halloween, só o péssimo (e recente) Halloween o início. Estou com alguns do Freddy Krueger, aqui em casa para ver..rs
Dos citados, os que eu mais tenho vontade de conferir é Entrevista com Vampiro, Drácula (sempre passo nele na locadora, na próxima eu pego.)
Eu sei que vc fizeram no verão passado, eu lembro vagamente, assisti quando criança, mas é um filme que também tenho que rever.
Enfiiiiim, amei o post *-*
Abs. HAHA

Anônimo disse...

Particularmente não gosto muito desse stilo de filme, não que o post não esteja extremamente bem feito e de ótimo bom gosto.
Mas de uma coisa eu gostei muito, foi do novo visual do Blog, ficou perfeito.

Abs

Gui Barreto disse...

Rodrigo...td bem?

Adoro filmes de terror..desde criança, gostava de os assistir a noite com a luz apagada..e sozinho! Minha mae nao entende até hoje rsrsrs...o post está maravilhoso...me fez recordar as séries Sexta Feira 13 e A Hora do Pesadelo, (que adoro), Panico, Eu sei o que Vocês Fizeram....etc!!! Simplesmente amo os filmes de terror!! Parabens pelo texto nostálgico!!!

Abrs

Hugo disse...

Bela resenha sobre o gênero.

Sou fã de terror e cresci nos anos oitenta vendo os filmes de Sam Raimi, John Carpenter e Wes Craven, este ainda antes de criar a ótima série Pânico.

Considero Carpenter sensacional, depois de "Halloween" e fez uma sequência de filmes muito legais nos anos oitenta. O meu favorito é "Fuga de Nova Iorque", mas também são ótimos "O Enigma do Outro Mundo", "Os Aventureiros do Bairro Proibido" e "Eles Vivem".

Os filmes clássicos da Universal são bem legais também.

Já os filmes da Hammer valem como curiosidade e pelas interpretações de Peter Cushing e Christopher Lee, mas hoje envelheceram muito.

Outros que merecem serem conhecidos sãos os filmes B de Roger Corman, vários deles com Vincent Price e baseados em Edgard Allan Poe.

Abraço

Sandro Azevedo disse...

ADORO filmes de terror! Muito! É meu gênero favorito. Tenho até um trailer que fiz nesse estilho, dá uma olhada e me diga o que acha: http://blog24fps.blogspot.com/2010/05/os-vultos.html

Dos filmes que você listou, sem dúvida meu favorito é Pânico! Marcou minha adolescência além de ser um clássico moderno.

Abração!

Vitor Silos disse...

Sou completamente apaixonado por filmes de terror, quando eu e meu irmão éramos crianças, a gente pedia pra nossa mãe alugar Brinquedo assassino e A volta dos mortos vivos toda semana.
Meus preferidos são zumbis, A volta dos mortos vivos e os filmes do Romero são maravilhosos!
Gostei do seu post, discordo um pouco em relação ao uso da anarquia, por exemplo: não vejo nada anárquico em A Múmia do Summers, é um filme que gosto muito pelo enredo (Egito!) e por me lembrar Indiana Jones.
Mas está de parabéns, você fez um ótimo apanhado de filmes de terror!

Vitor Silos
www.volverumfilme.blogspot.com

Rodrigo Mendes disse...

@RASPANTE: Amou? Que lindo, rs! Obrigado meu caro Alan. Veja os clássicos de Michael Myers, em especial o primeiro do Carpenter e o segundo do Rick Rosenthal. Só não te recomendo os filmes posteriores, exceto o Halloween H 20 que se passa exatamente vinte anos depois e com a ótima Jamie Lee Curtis. o Halloween Início é muito irregular (O Zombie já fez o remake desnecessário do DOIS) e o Halloween: Ressureição tbm é péssimo!

Drácula recomendo o do Coppola e tbm o clássico do Tod Browning com Lugosi que vc da muita risada pela inocência da fita, rs! Entrevista c/ Vampiro é excelente e outro clássico. Erótico, sexy, veja!

E dos filmes do Freddy Krueger só gosto do primeiro e do último Novo pesadelo ambos do criador Wes Craven que tbm fez a honra Pânico que todos nós gostamos, rs! (REVEJA e lembre-se)!
Abração!!!

GILSON: Obrigado por partilhar sua opinião. E por elogiar o post e o blog. Volte sempre. E qual gênero você gosta mais? concordo com vc que TERROR é mais cult!
Abraços!

GUI BARRETO: Oi amigo! Eu fazia e faço a mesma coisa que tu. vejo filmes de terror sozinho e de luz apagada, rs! Eu só tive a infeliz idéia de fazer isso pela primeira vez vendo Halloween e depois Psicose, rs! Abraços!

HUGO: Oi my fella, eu cresci vendo a década de 80 nos anos 90, rs!

Tudo bem que Carpenter fez coisas maneiras depois de Halloween, destes citados por você, eu até concordo e outra fita: (Assalto ao DP), mas ele conseguiu sim matar sua carreira a facadas com Vampiros e Fantasmas de Marte. Não que as idéias dele sejam ruins, mas a direção deixou a desejar na minha opinião, depois do ego "John Carpenter´s" e sem mais com anarquia como o feito no primeiro Halloween. Este velho Carpenter para mim morreu!

Bela lembrança: Roger Corman e Edgar Allan Poe. Até pensei em escrever sobre eles mas o post iria ficar ENORME e não ia me contentar em apenas citá-los.
Gosto muito das versões de Assassinatos Da Rua Morgue (em especial com Bela Lugosi- da obra de Poe) e Corman fez outros excelentes filmes B- baratos como a 'Loja de Horrores' com Jack Nicholson e até uma versão elegante de Frankenstein...enfim, rs!

Abraços e obrigado!

SANDRO: Cara eu tbm adoro como pôde ver, rs! E já assisti o seu trailer e comentei no seu Blog. Ficou muito criativo. Parabéns! Você leva jeito na publicidade, Invista!

E eu tbm acho Pânico um baita clássico moderno e um divisor de águas que ressuscitou o gênero antes no limbo.
Abraços!

VITOR: É tbm não coube o Chucky no post, mas a saga dos monstros vai continuar e dái eu farei um especial com brinquedos que MATAM e objetos inanimados que assustam, rs!

Eu só acho que A Múmia do Sommers é um filme anárquico pelos efeitos especiais e tudo que é híbrido e diferente no filme que nao repetiu mais nas continuações que são apêndices. Sommers fez uma salada tão diferente e até ridícula que serviu muito bem especialmente para Brendan Fraser. Mas eu acho que ele foi fiel a si e fez o filme da maneira dele de um jeito diferente e ainda financiaram milhões na idéia dele, rs! Não se engane só pela super produção. Mas isso nao voltou a acontecer. Um caso raro.

E tbm adoro filmes com ZUMBIS, aliás eles são os meus mosntros prediletos porque o monstro de Frankenstein era um morto vivo e o Drácula tbm, rs! E este 'A volta dos Mortos Vivos' é realmente um clássico adorável e hilário (Cérebro, Cérebro)! Farei mais a frente um post dedicado aos Zumbis na saga Cine Monstro tbm!
Abraços!

Portfólio William Ribeiro disse...

Curti demais!!
Sou fanático por filmes de terror, pena que ultimamente não tem nada legal...
Mano, vc tá sabendo do festival internacional de curtas-metragem que tá rolando em sp???
Tem filme que eu trampei que foi selecionado.

Abs

Elton Telles disse...

Dae Rodrigo!
Tô meio sumidão porque a faculdade está me consumindo, mas não deixo de passar no seu blog, ainda que atrasado.

ADOREEEEI ESSE POST, CARA! Sensacional! Hahahaha, tu levantou grandes nomes do desmiolado e divertido cinema de terror. E mesmo que não seja uma data propícia, falar de um gênero tão descompromissado e deveras eficiente não tem hora. Uma pena são esses congêneres bobos e artificais que surgiram nos últimos anos, mas nada como olhar no passado e conferir os clássicos do futuro =)


grande abraço! o/

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