sexta-feira, 3 de setembro de 2010

FILMES IRREGULARES: SEGUNDA PARTE - UMA TRILOGIA DOS ERROS

A série framboesa continua no blogue e com três filmes péssimos: O AMOR NOS TEMPOS DO CÓLERA ( Mike Newell, 2007); ARQUIVO X: EU QUERO ACREDITAR (Chris Carter, 2008) e A MÚMIA: TUMBA DO IMPERADOR DRAGÃO ( Rob Cohen, 2008).


Estas bombas nucleares terão destaque no Cinema Rodrigo. Três filmes. Muitos erros.






I- AMOR PIEGAS



Em 'O Amor Nos Tempos do Cólera' rapaz pobre se apaixona por uma moça filha de pai ambicioso que rejeita o romance. Havia muita expectativa por este filme que foi um desastre colossal, baseado em famoso livro de Gabriel Garcia Márquez, adaptado por Ronald Harwood ( de Oliver Twist, O Pianista [ambos de Polanski] e Adorável Julia) para o diretor inglês Mike Newell ( Quatro Casamentos e um Funeral, Harry Potter e o Cálice de Fogo e Principe da Pérsia), quando a pessoa certa para fazê-lo seria justamente o filho do escritor premiado com o Nobel, Rodrigo Garcia, que é cineasta e já provou sua competência. Infelizmente, a história teve o azar e caiu nas armadilhas da co-produção internacional onde todo mundo é obrigado a falar mal o inglês, com sotaques esdrúxulos que tornam as falas por vezes imcompreensíveis. Este é um raro filme que pode ficar muito melhor dublado na televisão quando a Globo exibir, mas mesmo assim não salvaria em nada porque o material desenvolvido adaptado da obra literária ficou mesmo irregular. Mas ver o filme dublado, vai se igualar em tudo.


Newell fez um trabalho rotineiro, banal, em cima de um roteiro que modifica bastante o original, e que consegue destruí-lo. Em parte, pos causa da participação brasileira no projeto, incluindo o bom trabalho da fotografia de Affonso Beato (que trabalhou com Almodóvar) e a trilha musical de Antonio Pinto, filho de Ziraldo, e que foi indicado ao Globo de Ouro, de canção, pela música DESPEDIDA que ele co-assina com a cantora Shakira. É com pesar que digo isso, porque Beato tem excelentes outros trabalhos (Tudo Sobre Minha Mãe) e Antonio Pinto ( Cidade de Deus), mas aqui houve um equívoco de todos, principalmente liderados por alguém como Newell que cada vez mais anda fazendo filmes ruins. O filme não cumpriu a pretensão de ter uma bem sucedida carreira internacional nem amealhar prêmios. Nem mesmo para a nossa querida Fernanda Montenegro, que tem problemas com o inglês e com um diretor que não lhe dá os planos ou mesmo a marcação que a favoreça. Nunca vi um diretor desperdiçar uma incrível oportunidade quando dirige alguém como Montenegro. Parece que está cerceada por alguma força que a contém e não deixa brilhar tanto quanto de costume, o que não é surpreendente diante da irregularidade do elenco. Há opções estranhas como, por exemplo, usar outro ator para interpretar o herói jovem, Florentino enquanto a mocinha Firmina é sempre interpretada pela mesma atriz, no caso a bela atriz italiana Vittoria Mezzagiorno. Quando ele é substituído pelo espanhol Javier Bardem (vide Vicky Cristina Barcelona), a ator se preocupa em compor um tipo de andar certo, segurar a maquiagem e precisão de gestos e não consegue passar a hunanidade que iria substituir todos esses tracejos. E a verdade é que maquiagem por melhor que seja (não é o caso aqui), sempre é um elemento para distrair a atenção e estragar o envolvimento emocional - até em clássicos do cinema como CIDADÃO KANE de Orson Welles - Mesmo assim, muita gente pode se envolver com a trama central (creio), a história de um amor maldito e até piegas que dura exatamente 53 anos, ele fica esperando e sofrendo estupidamente (ver isso em imagens é uma vergonha alheia, diferente de ler num belo romance) , por muitos anos, até quando resolve exercitar a arte do sexo acumulado nesse meio tempo centenas de transas femininas. Enquanto isso, Firmina ( a chata) tem uma vida razoável, ou melhor, coerente para a época que passa-se a história com o marido médico, feito por Benjamim Bratt. Na verdade, o filme já começa com a morte do médico e Firmina rejeitando Florentino Ariza. Temos então uma longa espera pela frente que deixa o filme chato. Ainda mais com outros atores em cena: Laura Harding, que faz uma amante gordinha e mais graves erros como John Leguizamo, que está péssimo como de costume (Fim Dos Tempos) no papel do pai de Firmina e uma grande quantidade de meio-termos, mais péssimos atores e atores bons mal dirigidos. E porra atores feras, excelentes mal dirigidos (caso da Montenegro). O público internacional se dividiu entre os que acharam o filme lento e os que reclamaram dos cortes do livro. Em geral nenhum elogio. Mas, basicamente, é um casal que não tem química, prejudicados ainda por um diretor medíocre e um autor que muita gente suspeita não se presta para adaptação ao cinema.
O AMOR NOS TEMPOS DO CÓLERA
'The Love in Time of Cholera'
Romance
Inglaterra/EUA
138'
Distribuição: FOX
Dirigido por: Mike Newell
Baseado no livro de Gabriel Garcia Marquez
Escrito por: Ronald Harwood
Estrelando: Javier Barden, Victoria Mazzogiorno,
Benjamin Bratt, Liev Schreiber
Coestrelando: Catalina Santino Montero,
Fernanda Montenegro, John Leguizamo,
Hector Helizondo e Laura Haring
✩ RUIM



II- EU QUERIA ACREDITAR







Em 'Arquixo X - Eu Quero Acreditar', seis anos depois, os agentes Mulder e Scully são chamados de volta ao FBI quando um padre que sofre de doença terminal e foi acusado de pedofilia que ajuda numa caçada sem graça a várias mulheres que desapareceram misteriosamente. Esta premissa foi um total equívoco do criador da série Chris Carter, de fazer este segundo longa metragem há muito aguardado (um hiato que não deu muito certo), com uma trama tão ruim e tão ridícula que parece aqueles filmecos de terror sobre torturadores e vítimas. Nada a ver com ficção científica ou paranomarlismo, apenas uma investigação policial em região gelada inóspita de Washington (estado onde está Seattle). Destrói toda a mitologia da série (irônico o próprio autor destruir sua criação e ainda querer dirigí-la), um filme fraco, sempre à beira do ridículo, sem mais química entre Duchovny e Anderson, com vilões patéticos e desnecessária violência. Fãs ou não fãs vão se irritar.
ARQUIVO X - EU QUERO ACREDITAR
'The X Files: I Want To Believe'
- Ficção-Científica/Terror
EUA- 2008
108'
Distribuição: FOX
Escrito e Dirigido por: Chris Carter
Estrelando: David Duchovny, Gilian Anderson,
Amanda Peet, Billy Connolly, Xzibit
Coestrelando: Mich PiLeggi, Callum Keith Rennie
e Adam Godley
✩ RUIM




III- SAUDADES DO IM-MO-TEP


Em 'A Múmia: Tumba Do Imperador Dragão', rapaz vai caçar tumbas na China e desperta o Imperador (na verdade num museu depois que encontra o cadáver milenar) que pretende ressuscitar seu exércio. Este seria o terceiro filme da série caso não conte com um spin-off - 'O Escorpião Rei' com The Rock, em 2002, meio bastardo. A Múmia surgiu em 1999 e retornou depois no divertido ' O Retorno' em 2001 com o mesmo elenco e diretor (Stephen Sommers, que aqui ficou com apenas crédito de produtor). Quem assumiu a direção é o medíocre Rob Cohen de 'Velozes e Furiosos', que não conseguiu imprimir qualquer toque pessoal, fazendo um filme rápido, movimentado, excessivamente repleto de efeitos especiais e nenhum deles memorável ou inédito. É um festival de CGI onde o ponto forte é uma luta entre esqueletos (antigos guerreiros que foram enterrados debaixo da Grande Muralha da China) e os soldados de Terracota, que fazem lembrar um pouco os filmes antigos de Ray Harryhausen e também Sam Raimi, mas nem por isso deixa de ser um filmeco. É uma superprodução rodada no Canadá e na China, inclusive uma reprodução do país nos anos 1940. É apenas um passatempo (que obviamente diverte em geral) menor, que funciona mais para os mais jovens e com menos quilometragem cinematográfica, menos experiência em filmes. Implico para pararem de colocar Brendan Fraser (que ainda não completou 40 anos e aparenta menos) como o pai de um homem adulto, grandão e mau ator , o australiano inexpressivo Luke Ford, que não tem nada de memorável em seu currículo. Na vida real, é apenas 13 anos mais novo que Fraser! Não convence. Também não foi boa idéia substituir a ótima Rachel Weisz - que não quis fazer o filme, oficialmente porque tinha filho pequeno e não queria passar longo tempo em locações difíceis- por outra atriz, que é mais velha e, como o filme deixa claro, tem problemas de pele. Portanto fica complicado reconhecer "morena" a Maria Bello, que apesar do bom humor de sua entrada (onde faz a piada dizendo que ela é uma pessoa diferente), não chega a convencer como dupla de Fraser. Aliás, falando em humor, o filme tem poucas piadas boas e o roteiro não brilha pela sagacidade. São especialmente ruins as reservas para John Hannah, que volta como irmão da heroína, mas agora é o filho deles, Alex O´Connell, que vai em busca de tumbas e acaba encontrando na China o lugar onde está enterrado o Imperador - feito por Jet Li no começo e no fim, o resto do tempo é substituído por efeitos digitais- . Só que este ressuscita, ajudado por fiéis servidores (besteira de coisas do gênero), enquanto também retornam os seus inimigos, no caso, são duas mulheres charmosas, a veterena Michele Yeoh ( O Tigre e o Dragão), fazendo um papel estilo Medjai (do Oded Fher nos dois primeiros), e a filha dela na história, Isabella Leong, ao menos bem expressiva, porém ofuscada neste filme. O roteiro aproveita fatos reais, como os cavaleiros da Terracota de Xien, a lenda dos Yetis ( os abomináveis Homens da neve, que aqui estão do lado do bem) e outros lendários como Shangri-la (criado por James Hilton, para o livro e depois filme Horizonte Perdido). Fora disso, haja perseguição, correria, fogos de artifício, gente explodindo, brincadeira com a morte e a vida eterna. São 175 milhões de dólares gastos num filme fácil de ver e esquecer. Uma pena que seja parte integrante de uma série divertida.
A MÚMIA : TUMBA DO IMPERADOR DRAGÃO
'The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor'
Aventura
EUA-2008
112'
Distribuição: UNIVERSAL
Dirigido por: Rob Cohen
Escrito por: Alfred Gough & Miles Millar
Estrelando: Brendan Fraser, Jet Li,
Maria Bello, Luke Ford, John Hannah
coestrelando: Michele Yeoh, Isabella Leong,
Liam Cunningham e Russell Wong
✩ RUIM

6 comentários:

Saulo S. disse...

Não vi os dois primeiros, não me interessei muito, mas infelizmente vi A tumba do imperador dragão! Uma bomba sem precedentes! Conseguiu a proeza de ser pior que Eu sou a lenda

abraço

Hugo disse...

Este segundo filme sobre "Arquivo X" não é todo ruim, mas infelizmente deixa a impressão de ser tardio.

Eu já escrevi sobre o filme e considero apenas como se fosse um episódio em longa metragem.

Vale apenas para os fãs matarem a saudade dos personagens.

O final da trilogia "A Múmia" é um filme completamente desnecessário.

Abraço

chuck large disse...

Já tinha ouvido algo a respeito de "Amor nos tempos de cólera", mais nem imaginava que tinha essa 'suruba' no qual até Montenegro está no meio. Enfim, pela sua crítica eu vooooou passar bem longe desta bomba, mesmo amando Montenegro, prefiro ter uma vaga lembrança de suas melhores péformances.

Esse Arquivo X, é um filme de uma série, não é ? Ou algo assim...sei lá. Bem, esse eu não veria mais nem que me pagassem (só se fosse muito, claro!).

Nunca gostei dos filmes dessa ... Múmia, então era de se esperar que eu não visse este terceiro filme. Sem contar que não gosto muito do Fraser, então tenho bastante motivos, hehehehe.

Está muito bacana esse negócio de "filmes irregulares", muito massa!

Abs.

Amanda Aouad disse...

Bom, confesso que gosto de Amor em Tempos de Cólera, apesar de seus argumentos serem mais do que pertinentes. Talvez a força do texto de Garcia Marquez nem deixe mais bondosa com ele.

Já Arquivo X, nem me lembre dessa bomba que vi no cinema (aliás vi os dois no cinema como boa fã da série). Chega a ser deprimente. Engraçado que vc deu o mesmo título que eu dei para meu texto na época "eu queria acreditar". :p

O terceiro não vi, e pelo visto, graças a Deus....

bjs

Rodrigo Mendes disse...

SAULO: 'Eu Sou A Lenda' co, Will Smith eu achei MIL vezes superior a Múmia 3. Sem comparações. Rs! Abraços!

HUGO: Eu achei muito ruim este segundo (gosto do primeiro longa metragem) além do mais foi tardio e não tinha mais química.
Creio que eu lembro da sua crítica.
E quanto a Múmia..realmente foi desnecessário. Como eu disse, diverte os mais jovens na platéia. Abraços!

ALAN: Pelo menos confira os filmes e depois me diga o que achou. Lembre-se que estas são minhas opiniões das fitas. Mas quem sabe você goste?

Arquivo X foi uma série muito bacana de início e inovadora (como LOST) que teve os piores THE END, rs! Começou em 1993. Procure as primeiras temporadas!

Nunca curtiu nem os primeiros A Múmia? Poxa! Rs. Abraços!

AMANDA: Eu acho que Garcia Marquez fica bom nos livros. Não teve jeito, eu não gostei do filme. E bem que eu queria ter apreciado.

Lembro de ter lido Arquivo X no seu blogue e o mais lógico é que os fãs (como nós) queríamos acreditar, rs! Essa expressão foi genérica entre os apreciadores da série e todo mundo se expressou igual. Foi com grande pesar que fui ao cinema ver esta bomba atômica. E quanto A Múmia, no seu caso e percepção cinéfila nem veja! Beijos!

Obrigado pessoal!!

Clenio disse...

Fiquei simplesmente destroçado com o que fizeram com "O amor nos tempos do cólera", um dos livros mais sensacionais já escritos e um dos piores filmes já produzidos. A mistura de nacionalidades entre o elenco o transformou em um samba do crioulo doido e coitado do Javier Bardem, ficou ridículo, com uma personagem que nas páginas escritas era comovente e nas telas ficou patético. Por incrível que pareça, só gostei da canção da Shakira (e isso que nem sou muito fã da cantora). Mas enfim, desperdício total de uma boa história.

"Arquivo X" eu também detestei. Diálogos horrorosos, historinha pra boi dormir e desvirtuamento total da mitologia da série (que eu adorava, diga-se de passagem, a ponto de ter toda a coleção em DVD). Eu prefiro esquecer que esse filme foi feito.

E por fim... assisti ao primeiro "A múmia" e achei insuportável. Não preciso dizer que passo longe das suas sequências e afins.

Abraço
Clênio
www.lennysmind.blogspot.com
www.clenio-umfilmepordia.blogspot.com

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