ESPECIAL
JORNADA NAS ESTRELAS
STAR TREK
Um post especial escrito originalmente em 2009. Vale a pena exibi-lo novamente no Cinema Rodrigo uma EDIÇÃO REVISITADA. Como um adorador de ficção científica, acho a série de TV original "Jornada Nas Estrelas" um cult revolucionário do gênero e que se manteve em vários formatos audiovisuais
.
São eles os filmes originais da série JORNADA NAS ESTRELAS [STAR TREK]:


JORNADA NAS ESTRELAS - O FILME
JORNADA NAS ESTRELAS
II
A IRA DE KHAN
JORNADA NAS ESTRELAS
III
À PROCURA DE SPOCK
JORNADA NAS ESTRELAS
IV
A VOLTA PARA CASA
JORNADA NAS ESTRELAS
V
A ÚLTIMA FRONTEIRA
JORNANA NAS ESTRELAS
VI
A TERRA DESCONHECIDAI
"POR QUE QUALQUER OBJETO QUE NÃO ENTENDEMOS NÓS CHAMAMOS DE COISA"? [BONES]

O Futuro começa em DVD e para os fãs da cultuada série de Gene Roddenberry , Jornada Nas Estrelas ( Star Trek) ganha em 2009 um Box lançado pela Paramount ( Original Motion Picture Collection) 30 anos depois do primeiro longa metragem (lançado em 1979) da enigmática e simpática série americana de TV dos anos 1960.
A SÉRIE DE TV
Na telinha Star Trek proporcionou o otimismo idealizado por Roddenberry ( no futuro século XXIII) já que na época da exibição do seriado, os americanos e de certa forma o mundo, sofria em plena Guerra Fria, Vietnã, atentados racistas e todo o tipo de problemas que a humanidade enfrentara no passado ( e ainda enfrenta infelizmente). A bordo da USS Enterprise, as raças lutavam e trabalhavam neste esquisito futuro e unidas para descobrir lugares longínquos do espaço sideral. O elenco era composto pelos tripulantes:
- Uhura, uma linda mulher Negra interpretada por Nichelle Nichols , que foi a primeira negra em uma série de ficção -científica;
- Sulu, um grande piloto oriental, interpretado por George Takei, em pleno Vietnã, lá esta um ator e personagem asiático;
- McCoy, o médico da tripulação apelidado de "Bones" ou "Magro" aqui no Brasil é o braço direito de Kirk e fora brilhantemente interpretado pelo saudoso DeForrest Kelley na minha opinião o mais carismático do elenco;
_ Pavel Chekov, De origem russa o personagem aparece na segunda temporada da série e atua como oficial de navegação, com a patente de Alferes da Frota Estelar. Carismático, ele é vivido por Walter Koening, que acentua um divertido sotaque;
-Montgomery Scott "Scotty", sendo interpretado pelo ator James Doohan , que ganhou seu nome na calçada da fama,o personagem ocupava o posto de engenheiro-chefe a bordo das naves estelares Enterprise e Enterprise A. Na série, detém a patente de Tenente-comandante. Ele é o mais velho da turma e esta sempre metido no "andar de baixo" da nave.
- Spock , o famoso orelhudo do Planeta Vulcano, personagem facilmente atribuído a Jornada Nas estrelas é também o protagonista. Interpretado dramaticamente pelo diretor, ator, fotógrafo e entre outras coisas Leonard Nimoy e finalmente o Capitão da nave, o mandachuva, um velho rebelde com maior desdêm pelas regras da Frota da Federação, mais ironicamente, em meio a tantos méritos exarcebados em volta dele, é um grande chefe e comandante - James T. Kirk, imortalizado por William Shatner , que mesmo fora de forma tem um charme particular. Enfim, com esta diferente tripulação a bordo, a série de TV ganhou 3 temporadas, além de tudo na época em que o ser humano corria rumo ao espaço - A Corrida Espacial estava a pleno vapor. Não há dúvidas que Star Trek contribuiu muito com a NASA, sua popularidade por lá é imortal, sendo assim, Gene Roddenberry foi-se ao "All" da Ficção-Científica e principalmente pelo seu otimismo referente a União das nações num futuro arrojado.
O LONGA
METRAGEM
Por questões não solucionadas a série foi cancelada. A Paramount não via tanto lucro até que STAR WARS - GUERRA NAS ESTRELAS de George Lucas, foi o novo divisor de águas da Sci-Fiction e o tema voltou a ser popular. O filme de lucas faturou milhões no mundo todo em 1977, parente do mesmo sangue de Star Trek, Star Wars era mais infantil, passava-se numa galáxia muito distante sem nenhuma ligação com nosso mundo no futuro e trazia o jargão da "força"- era mais Flash-Gordon no espaço do que uma "space Opera" como outro "clássico - pai" - 2001: Uma Odisséia No Espaço (1968). Logo, a Paramount resolveu desenvolver o que tinha em mãos em um filme, querendo assim competir com a produção independente mais cara do cinema de George Lucas. De fato, não foi bem uma competição, afinal os produtores agradecem ao fato de Lucas realizar um filme de aventura espacial que ressuscitou o gênero novamente, mesmo porque a INDUSTRIAL LIGHT & MAGIC empresa de efeitos especiais de Lucas, trabalhou em alguns filmes da série Star Trek!
STAR TREK - THE MOTION PICTURE ( O FILME) assim nomeado, passou por várias versões no roteiro até chegar a uma conclusão, neste primeiro filme o próprio Roddenberry foi o produtor e o roteiro final escrito por Harold Livingston a partir da sinopse original de Alan Dean Foster. A direção foi conferida ao artesão Robert Wise , famoso montador de CIDADÃO KANE de Orson Welles, co- autor do musical de WEST SIDE STORY e diretor de várias produções, entre elas o clássico O DIA EM QUE A TERRA PAROU, filme em que acertou sua contribuição a Star Trek. O filme, na verdade é o mais distante de todos os outros da série. Ele é lento, tem uma mescla de 2001: Uma Odisséia No Espaço e um pouquinho de Star Wars, mais sem aquele divertimento. Ele é muito bem escrito, os diálogos são dignos ao da série de TV, todo o elenco original está em cena, mais ele não emplaca tanto. Curiosamnete foi um sucesso de bilheteria aceito pelos fãs, mais não do público em geral, despreparado em entender a trama.
A TRAMA
Uma gigantesca e poderosa entidade alienígena entra no espaço da Federação, destruindo três cruzadores da raça Klingon e neutraliza tudo em seu caminho. Enquanto ruma para a Terra, o Almirante James T. Kirk assume o comando da "nova" USS Enterprise e estabelece curso para interceptar o descomunal agressor.
Ainda não sou um conhecedor "trekkie" como se diz, no entanto, segundo os produtores, o primeiro filme começa de onde o episódio final da terceira temporada clássica parou (mais ou menos), foi uma tentativa de adaptação cinematográfica. Afinal o cinema tem outra linguagem para uma narrativa contada em 131 minutos. Há longas sequências "sem ação", mais a um momento lindo no filme, quando Kirk vai embarcar na nova Enterprise e chega até o Porto no espaço, num momento "Ópera Espacial" sobre a composição musical do grande Jerry Goldsmith, perto de John Williams, um dos melhores compositores americanos do cinema. Há também alguns simpáticos coadjuvantes que não pertenciam ao seriado, como o casal Dekker interpretado por Stephen Collins e a "carequina" interpretada pela indiana Persis Khambatta. Acho que Jornada Nas Estrelas - O Filme, tem o maior tesouro da ficção-científica, onde a imaginação e o impossível é o limite. Não entendi 90% da estória quando assisti pela primeira vez (talves faça uma outra postagem depois). Wise realizou um filme que ainda não decola na diversão, mais perto de 2001: Uma Odisséia No Espaço é o mais cult do gênero em que a frase dita por Magro resume meu entendimento ao filme: " Por que qualquer objeto que não entendemos nós chamamos de Coisa?
"A Aventura Humana está apenas começando."
EUA-1979
AVENTURA/FICÇÃO
COR
131 min.
LIVRE
WIDESCREEN
PARAMOUNT
✩✩✩ BOM
PARAMOUNT
PICTURES Apresenta
Uma
produção GENE RODDENBERRY
UM
FILME DE ROBERT WISE
STAR
TREK: THE MOTION PICTURE
Estrelando
WILLIAM
SHATNER LEONARD NIMOY DEFOREST KELLEY
JAMES
DOOHAN GEORGE TAKEI
MAJEL
BARRETT
WALTER
KOENING NICHELLE NICHOLS
Apresentando
PERSIS
KHAMBATTA
EstrelandoTambém:
STEPHEN
COLLINS como
Decker
Música
de JERRY GOLDSMITH
Escrito
por HAROLD LIVINGSTON
Produzido
por GENE RODDENBERRY
Baseado
em sua série de TV
Dirigido
por ROBERT WISE
*
II
"A VINGANÇA É UM PRATO QUE SE SERVE FRIO". [KHAN]
Três anos se passaram desde o primeiro longa metragem da otimista série espacial criada por Gene Roddenberry - Star Trek - Jornada Nas estrelas.
Agora pode-se esperar muito mais otimismo ainda porque este segundo filme Jornada nas Estrelas II - A Ira de Khan ( Star Trek II - The Wrath Of Khan) é ainda melhor.
A ORIGEM DE
KHAN
Khan Noonien Singh é o melhor vilão da série. Ele apareceu pela primeira vez no episódio "Space Seed" da série original, e no filme Star Trek II: A Ira de Khan, ele volta para se vingar de seu inimigo mortal, nosso rebelde héroi velho lobo do espaço - Kirk.
Em ambos os casos, Khan foi interpretado por Ricardo Montalbán. Ele geralmente é referenciado simplesmente como Khan. Montalbán está soberbo e com um físico invejado para alguém saindo da meia-idade. Sua interpretação é de dar arrepios, pois ele é malvado, quer conquistar as coisas como todo "bom" vilão e tem a vantagem de odiar Kirk e a tripulação da Enterprise, o que lhe da mais manha nas artimanhas de seus planos diabólicos.
EUA-1982
AVENTURA-FICÇÃO
COR 112 min.
LIVRE
WIDESCREEN
PARAMOUNT
✩✩✩✩ ÓTIMO
AVENTURA-FICÇÃO
COR 112 min.
LIVRE
WIDESCREEN
PARAMOUNT
✩✩✩✩ ÓTIMO
PARAMOUNT
PICTURES Apresenta
STAR
TREK: THE WRATH OF KHAN
WILLIAM
SHATNER LEONARD NIMOY
DEFOREST
KELLEY JAMES DOOHAN
WALTER
KOENING GEORGE TAKEI
NICHELLE
NICHOLS
Também
Estrelando BIBI BESCH
MERRITT
BUTRICK como David
e
PAUL WINFIELD como Terrell
Apresentando
KIRSTIE ALLEY como Saavik
& Estrelando: RICARDO MONTALBAN como Khan
Consultor
Executivo GENE RODDENBERRY
Produção
Executiva HARVE BENNETT
Roteiro
JACK B. SOWARDS
Argumento
HARVE BENNETT & JACK B. SOWARDS
Baseado
em STAR TREK de GENE RODDENBERRY
Produzido
por ROBERT SALLIN
Dirigido
por NICHOLAS MEYER
*
III
"CUIDADO COM O QUE VOCÊ DESEJA". [UHURA]
Realizando todos os desejos dos fãns, Jornadas Nas Estrelas (Star Trek), está ainda melhor no terceiro capítulo À Procura de Spock. Sob a direção de Leonard Nimoy, o Spock em pessoa e produção e roteiro de Harve Bennett, este Star Treck carrega uma trama emocionante,teológica como a cerimônia de Transferência Vulcana do Katra (aliás cada planeta com seu Deus e cultura, rs) num filme eletrizante. Digo isso por ter vilões melhores como os Klingon e um líder mais malvado do que Khan, interpretado pelo DOC BROW - Christopher Lloyd (DE VOLTA PARA O FUTURO) , um genuíno ator com suas próprias caras e bocas.
No filme anterior, Spock havia se sacrificado (não vou dizer como) e a estória deste Star Trek é absolutamente sobre ele.
QUEM É
SPOCK?
Spock tem um sobrenome, nome de família, que nunca é indicado na série, porque é impronunciável por seres humanos. Spock é o filho do embaixador vulcaniano Sarek e da sua esposa humana, a professora Amanda Grayson. Embora Spock se identifique como vulcaniano — o primeiro vulcaniano a se juntar à Frota Estelar, ao contrário dos desejos do seu pai, que gostaria que ele ingressasse na Academia de Ciências de Vulcano, apresenta um conflito interno permanente entre a razão e a lógica da sua metade vulcaniana e da emoção e da intuição de sua metade humana. Para os padrões humanos, no entanto, é inacreditavelmente lógico e totalmente destemido face ao perigo.
Ainda sob o pesar do sacrifício final de Spock no filme anterior, a tripulação da U.S.S. Enterprise volta para a Terra do recém-nascido planeta Genesis. Mas nada vai ser fácil: Scotty foi destacado para um outro posto; o dr. McCoy parece estar vivendo um surto psicótico e a Enterprise A será desativada. Quando kirk recebe a visita do pai de Spock, Sareck, descobre que o falecido amigo pode ter a chance de viver novamente ( é porque seu corpo foi enviado ao Planeta Genesis e suas células estão se desenvolvendo com o jovem planeta). E para isso, Kirk deve retornar a Genesis, onde enfrentará o maior dilema de sua carreira
Novos sacrifícios para uma sequência de Star Trek, embora não tenha ficado exposto o filho de Kirk, que no segundo filme parecia ser um bom rapaz e no terceiro é confirmado essa tese. Aqui, o produtor-roteirista Bennett empenhou-se o suficiente e o "segundo capítulo da TRILOGIA ACIDENTAL" me pareceu muito bem feita.
Com emocionantes batalhas espaciais e lutas corpo à corpo, e um Willian Shatner em forma para lutar (mesmo que fisicamente esteja ensaiando sua gordura), fica bem em ação. Nimoy acerta na direção e aparece apenas no final (talvez por isso seu trabalho como diretor aqui se destaca já que não precisa se auto-dirigir). Eu diria que o terceiro Star Trek realiza e muito oq ue ficou devendo no primeiro filme e melhorou as proezas na ação, que começou bem no segundo. Leonard Nimoy foi encontrado, e volta na cadeira de direção no ótimo IVº CAPÍTULO.
EUA-1984
AVENTURA-FICÇÃO
COR
105 min.
LIVRE
WIDESCREEN
PARAMOUNT
✩✩✩ BOM
PARAMOUNT PICTURES
Apresenta
Uma produção HARVE
BENNETT
STAR TREK III: THE
SEARCH FOR SPOCK
WILLIAM SHATNER DEFOREST
KELLEY
JAMES DOOHAN GEORGE
TAKEI
WALTER KOENING NICHELLE
NICHOLS.
MERRITT BUTRICK & CHRISTOPHER LLOYD
Consultor
Executivo GENE RODDENBERRY
Música de JAMES
HORNER
Produção Executiva
GARY NARDINO
Efeitos Visuais
INDUSTRIAL LIGHT & MAGIC
Roteiro e Produção
HERVEY BENNETT
Baseado em STAR
TREK de Gene Roddenberry
Dirigido por
LEONARD NIMOY
*
IV
"EU SOU DE IOWA, MAS TRABALHO NO ESPAÇO SIDERAL". [James T. Kirk]
IV
"EU SOU DE IOWA, MAS TRABALHO NO ESPAÇO SIDERAL". [James T. Kirk]
As aventuras dos tripulantes da nave U.S.S. Enterprise ganha o melhor filme da série - Star Trek IV - A Volta Para Casa . Com um enredo mais arrojado e uma mirabolante, porém divertida viagem de volta ao Século XX.
Depois que a antiga Enterprise foi destruída no filme anterior (não vou revelar como, rs), Kirk e sua turma continuam mais audazes do que nunca. Spock renasceu e revelou-se mais interessante do que antes. Ainda lógico e emotivo, sempre esta catarse - continua meio humano e meio vulcano, ainda mais ambivalente e cheio de dúvidas sobre si, todavia, confiante e mais altruísta.
Neste episódio a série de Roddenberry, abriu espaço para uma discução ecológica , A Extinção das Baleias e o filme marcou como sendo o mais divertido de toda a saga Star Trek.
Parece um episódio de matiné exibido no cinema, com ótimas pitadas de humor que tinha o seriado. O mais curioso é que achei o quarto filme o único com cara de Telefilme (filme para TV) e mais uma vez o Sr. Leonard Nimoy acerta na direção. Ele assina o enredo principal ao lado do produtor Harve Bennett, que encerra neste episódio sua TRILOGIA POR ACIDENTE iniciada com Star Trek II - A Ira de Khan, de Nicholas Meyer, seguido por Star Trek III - À Procura de Spock, de Nimoy e agora com A Volta Para Casa. É necessário assistir a esses três melhores episódios da série para entender melhor que estou dizendo.
Marcados como fugitivos pela própria Federação que juraram proteger, os tripulantes da Enterprise voltam à Terra para enfrentar a corte marcial por crimes ( não levem ao pé da letra) cometidos ao salvar a vida de Spock. Em seu caminho, contudo, descobrem que o planeta está sendo devastado por uma gigantesca sonda alienígena, que exige uma resposta de uma forma de vida há muito extinta da Terra - As Baleias Jubartes. Dentro da nave Klingon capturada ( ao final do episódio III), Kirk e sua tripulação devem voltar no tempo para salvar a Terra, levando a bordo as Baleias, e redescobrir o sentido da amizade.
Sem maiores explicações (ao estilo De Volta Para o Futuro), sobre viagem no tempo, afinal eles estão no século XXIII, e entende-se, obviamente, que viagem no tempo é como se teletransportar, seria mais ou menos como mandar um e-mail hoje, com maior facilidade. Assim, a equipe da Enterprise precisa voltar a primitiva vida terrestre, exatamente situada na cidade de São Francisco, no arrojado século XX dos anos 1980 e conseguir a missão de levar um casal de Baleias Jubartes, que são atração em um Clube Aquático da Cidade. Lá trabalha Catherine Hicks uma bondosa bióloga marinha que acaba tendo uma ótima química com William Shatner e ajuda a tripulação (perdida no passado) a "resgatarem" as Jubartes. Ela acaba embarcando com eles para o futuro e lá se transforma numa estudiosa com toda sua ciência sobre as Baleias - já que no futuro os humanos não tem muito conhecimento sobre o tema, muito menos alguém tão lógico, inteligente como Spock, portanto ela acaba sendo muito bem vinda.
O mais divertido é ver toda a tripulação trabalhando juntos. Há hilários momentos com Checov e Uhura, sem contar Kirk (galanteador) e Spock (escondendo suas Orelhas Pontudas com um pedaço de seu tecido), parecendo um karatê faixa branca. Muitas sequências divertidas aguardam este Star Trek IV que com o mesmo otimismo de sempre e sucedida a missão, nossos heróis estão prontos para voltar para casa a bordo na Nova Enterprise. E quem sabe cruzar a última fronteira?
EUA-1986
AVENTURA-FICÇÃO
COR
LIVRE
118 min.
WIDESCREEN
PARAMOUNT
✩✩✩✩ ÓTIMO
PARAMOUNT PICTURES
Apresenta
Uma Produção HARVE
BENNETT
UM FILME DE
LEONARD NIMOY
STAR TREK IV: THE
VOYAGE HOME
WILLIAM SHATNER.
LEONARD NIMOY
DEFOREST KELLEY JAMES
DOOHAN
GEORGE TAKEI WALTER
KOENING
NICHELLE NICHOLS & CATHERINE HICKS
Consultor
Executivo GENE RODDENBERRY
Música de LEONARD
ROSENMAN
Diretor de
Fotografia DON PETTERMAN
Produção Executiva
RALPH WINTER
Escrito por
STEVE MEERSON. PETER KRIKES. HARVE BENNETT
STEVE MEERSON. PETER KRIKES. HARVE BENNETT
Argumento
LEONARD NIMOY & HARVE BENNETT & NICHOLAS MEYER
LEONARD NIMOY & HARVE BENNETT & NICHOLAS MEYER
Baseado em STAR
TREK de Gene Roddenberry
Dirigido por LEONARD NIMOY
*
V
"PRECISAMOS DE TODA A ENERGIA QUE VOCÊ PODE CONSEGUIR, SENHOR". [kirk]
"PRECISAMOS DE TODA A ENERGIA QUE VOCÊ PODE CONSEGUIR, SENHOR". [kirk]
De volta em casa e prestes a cruzar a última fronteira, William Shatner (Kirk), agora senta na cadeira de diretor e realiza o intrigante - Star Trek V - A Última Fronteira.
Cenários exóticos e um roteiro interessante com argumneto do próprio Shatner e colaboração do roteirista David Loughery. Aqui é a última participação do produtor Harve Bennett , que impulsionou a série Jornada Nas Estrelas para melhor no cinema. E preparando-se para se aposentarem, a tripulação da U.S.S.Enterprise está prester a chegar onde nenhum ser humano jamais foi antes. Afinal o universo é uno e infinito e o endereço do criador ainda não foi mapeado no Século XXIII.
Aqui o enredo é muito simples: um vulcano renegado (meio irmão de Spock) planeja secretamente roubar a U.S.S. Enterprise sob o pretexto de encontrar um lendário planeta. Kirk deve tentar impedir os planos desse renegado numa aventura que os levará até o centro do universo e , talvez, encontrar Deus. Com a Enterprise controlada pelo vulcano, o capitão e Spock, deverão fazer uma estranha aliança para salvar a Galáxia.
No quinto episódio dou os merecidos créditos a equipe de efeitos especiais liderados por Bran Ferren. A trilha musical, graças a deus, ficou a cargo novamente do grande Jerry Goldsmith que havia composto os temas do primeiro filme e acentua o melhor do universo de Gene Roddenberry com sua música, um belo exemplo harmônico, principalmente o tema dos Klingon, um trabalho excelente e semelhante a obra musical do primeiro filme da série Planeta Dos Macacos (1968), Goldsmith foi o melhor em termos musicais nestes cultuados filmes de ficção-científica, isto é, fica logo após de John Williams e a frente de James Horner (também ótimo compositor do Star Trek II & III e colaborador de James Cameron em Aliens, Titanic Avatar).
Outro destaque é o vilão da vez, o renegado, banido de seu planeta - O Vulcano Sybock interpretado por Laurence Luckinbill. Esta figura consegue liderar as mentes de todos os residentes do planeta em que foi banido e até mesmo dos tripulantes da Enterprise.
O legal deste Star trek são as cenas de ação, já no início quando vemos Kirk escalando uma alta montanha, culminando em grandes momentos da Enterprise atravessando o infinito cosmos, fugindo do encalço dos Klingon e o então aguardado encontro com o todo poderoso, que parece não ser o que todos curiosamente procuravam. Outro destaque é o triangulo de amizade entre Kirk, Magro (McCoy) e Spock, acampando num retiro nas férias, três velhos amigos discutindo a idade e o passado juvenil, com piadinhas simpáticas e até emocionantes- sem contar que Spock está mais ciente de sua humanidade, pronto para fazer todos rirem com sua simpatia. Imaginem aquele Vulcano que era sério e mais lógico, agora sensível e aberto para conhecer mais a cultura de sua metade humana.
Manidos de curiosidade, todas as raças a bordo da famosa nave estelar da Federação, cruzam a ultima fronteira do universo, em busca de respostas pelas quais o senhor lhes prometeu. Será que este Deus vai cumprir a palavra divina?
Apertem os cintos para a mais espetacular aventura dos viajantes da Enterprise, e nada como um encontro com Deus antes da aposentadoria.
EUA-1989
AVENTURA-FICÇÃO
COR
LIVRE
106 min.
WIDESCREEN
PARAMOUNT
✩✩✩ BOM
PARAMOUNT PICTURES
Apresenta
Uma produção de
HARVE BENNETT
UM FILME DE
WILLIAM SHATNER
STAR TREK V: THE
FINAL FRONTIER
Estrelando
WILLIAM
SHATNER LEONARD NIMOY
DEFOREST KELLEY JAMES DOOHAN
WALTER KOENING
NICHELLE NICHOLS.
GEORGE TAKEI
Com: DAVID WARNER
& LAURENCE
LUCKINBILL
Consultor
Executivo GENE RODDENBERRY
Música de JERRY
GOLDSMITH
Diretor de
Fotografia ANDREW LASZLO
Efeitos Visuais
BRIAN FERREN
Produtor Executivo
RALPH WINTER
Escrito por DAVID
LOUGHERY
Argumento WILLIAM
SHATNER. HARVE BENNETT DAVID LOUGHERY
Produzido por
HARVE BENNETT
Baseado em STAR
TREK de Gene Roddenberry
Direção WILLIAM
SHATNER
*
VI
Antes da Nova Geração entrar em ação, Kirk (William Shatner); Spock (Leonard Nimoy); Bones/Dr.Mccoy
DeForrest Kelley); Scotty (James Doohan); Checov (Walter Koenig); Uhura (Nichelle Nichols & Sulu (George Takei) se despedem dos fãs no último filme da saga Star Trek em Jornada Nas Estrelas VI - A Terra Desconhecida.
Após um devastador cataclisma lunar, o Império Klingon está totalmente fragilizado a ponto de iniciar negociações com a Federação para firmar um acordo de paz. Ironicamente, o emissário para a missão de paz é o capitão James T. Kirk que não nutre nenhum sentimento a favor de seus antigos inimigos. Mas o envolvimento da tripulação da Enterprise no brutal assassinato do diplomata Klingon, pode detonar uma guerra numa escala galáctica.
Com um certo pesar disfarçado por muito senso de humor, pelo elenco original, este filme encerra divertidamente a otimista série de Sci-Fiction de Gene Roddenberry. E não era para acabar com otimismo? A tripulação se aposentou e seis filmes foram o suficiente somado a três temporadas cultuadas e era hora de parar e com estilo, porque o 6º filme é dirigido novamente por Nicholas Meyer ( de Star Trek II), que ampliou a ousadia nos efeitos especiais.
Essa conspiração é um mote cheio de suspense, até obviamente provar a inocência da Enterprise por ter atacado a nave Klingon - que horas antes tiveram um exótico jantar com Kirk e sua tripulação simbolizando paz entre os povos.
David Warner faz o diplomata Klingon que é assassinado, Warner teve o privilégio de atuar no mundo de Star Trek em diferentes papéis e ocasiões, como por exemplo, no filme anterior - A Última Fronteira ele fazia uma humano, e tem outro papel em A Nova geração.
A trilha musical poderia ser de Jerry Goldsmith, mais quem assinou foi Cliff Edelman. A trama não poderia ser melhor resolvida, porque com a aposentadoria dos tripulantes originais de Star Trek, o acordo de paz estabelecido pode ser para sempre, ainda que todos tenham muito a aprender e viver juntos nesta terra desconhecida.
A NOVA
GERAÇÃO
Jornada Nas Estrelas não poderia terminar para sempre, então os produtores resolveram investir na FASE II ( Star Trek: Phase Two) para o ano de 1978 pouco antes de iniciarem a Cinesérie, no entanto fora cancelada. Mais agora com o término dos filmes um novo elenco The Next Generation,foi exibida na TV em 1987 até 1994 e neste intervalo novos filmes surgiram para cultuar o cenário de ficção-científica. Os principais líderes da Nova Geração eram Jonathan Frakes e Patrick Stewart ( o Xavier de X-Men), mais isto é uma outra história. O que me encanta mesmo é o Star Trek original!
Mais mesmo assim existem 4 filmes da cinesérie da Nova Geração: Jornada nas Estrelas - Generations (1994), Jornada nas Estrelas - Primeiro Contato (1996), Jornada nas Estrelas - Insurreição (1998) e Nêmesis (2002).
A REUNIÃO
DA CÚPULA
O Box de Star Trek ainda traz um DVD extra com entrevistas exclusivas com o principal elenco. E isto foi feito pela primeira vez na história de Jornada Nas Estrelas , cinco dos grandes nomes que estiveram além da fronteira final, foram reunidos para um evento sem precedentes. Gravado exclusivamente para a Coleção Jornada Nas estrelas - Série de Filmes Originais, william Shatner, Leonard Nimoy, Patrick Stewart, Jonathan Frakes, ancorados por Whoopi Goldberg - que diz ter sido influenciada por Nichelle Nichols a Uhura, pelo fato de ser a primeira atriz negra numa serie de TV do gênero, por isso se tornou atriz, tanto que lhe surgiu a oportunidade de atuar no elenco da Nova Geração em alguns episódios a partir da segunda temporada e nos filmes. Nesta reunião, eles falam a Whoopi sobre divertidos e reveladores detalhes sobre trabalhar em Jornada Nas Estrelas e como isso afetou suas vidas e suas carreiras.
Embora este seja o melhor atrativo desta coleção, achei que ainda ficou devendo mais material extra para os fãns em cada um dos discos dos filmes. Bom, mas esta reunião acaba sendo uma atração e tanto, e com muito senso de humor e piadas internas, quem é adorador assíduo de Star Trek vai se emocionar no depoimento de cada um deles.
Portanto se a oportunidade aparecer embarque na U.S.S. Enterprise. Quem sabe no futuro?
EUA- 1991
AVENTURA-FICÇÃO
COR
LIVRE
109 min.
WIDESCREEN
PARAMOUNT
✩✩✩ BOM
PARAMOUNT
PICTURES Apresenta
UM
FILME DE NICHOLAS MEYER
STAR
TREK VI: THE UNDISCOVERED COUNTRY
Estrelando
WILLIAM SHATNER. LEONARD NIMOY
DEFOREST KELLEY JAMES DOOHAN
WALTER
KOENING. NICHELLE NICHOLS
& GEORGE TAKEI
Co-estrelando
KIM CATTRALL DAVID WARNER
&: CHRISTOPHER PLUMMER
Música
de CLIFF EDELMAN
Produtor
Executivo LEONARD NIMOY
Escrito
por NICHOLAS MEYER. DENNY FLINN
Argumento
Leonard
Nimoy. Lawrence Konner & Mark Rosenthal
Baseado
em STAR TREK criado por GENE RODDENBERRY
Produzido
por
RALPH
WINTER . STEVEN-CHARLES JAFFE
Direção
NICHOLAS MEYER UM FILME PARAMOUNT

FIM

6 comentários:
no meu blog eu escrevi recentemente críticas para os filmes 2, 3 e 4... 'a ira de khan' é o melhor
http://filme-do-dia.blogspot.com/
Rodrigo
Primoroso este último post de 2010 realmente você conseguiu traduzir muito bem a trajetória da série. Nada como os primeiros filmes.
Feliz 2011 !!!!
KAHLIL: Sim, eu li seus posts cara!
Tbm acho que a Ira de Khan é o melhor!
Abs.
GILSON: Obrigado amigo. Um ótimo 2011 pra ti tbm. Abs.
Rodrigo
Muito bom, uma aula de Star Trek. Eu só acompanhei a série clássica, pois gostava muito dos roteiros e das artimanhas para driblar a falta de recursos tecnológicos. Mas, é interessante ver esse apanhado.
bjs
AMANDA: Isso aew querida! O Star Trek Original é bem melhor que a nova geração. Tbm gostei do longa do J. J. Abrams e estou pata postar!
Bjs.
Rodrigo
Postagem INSANA, Rodrigão. Hahaha. Que barato ver uma análise tão completa. Não posso dizer que sou fã extremo de Star Trek, mas com certeza sei da diferença que essa galera fez tanto para a tv quanto para o Cinema. É por isso que me sinto tão feliz ao ver bons filmes sendo produzidos ainda hoje (e que venho o segundo da nova geração!)
Abraços.
Postar um comentário