sábado, 8 de janeiro de 2011

CHRIS WEITZ | A Saga Crepúsculo - LUA NOVA

A Saga Crepúsculo
de Stephenie Meyer
LUA NOVA de Chris Weitz


“Lua Nova é descabeladamente bobo - Filmes IRREGULARES VI ".

Bella é abandonada por Cullen e acaba sendo amparada pelo amigo Jacob que se revela um lobisomem. Este filminho foi a tão esperada continuação de Crepúsculo (2008) na qual esta fazendo um enorme sucesso ao redor do mundo. Nada mudou apenas uma produção em maior escala que continua a não me convencer.
Ainda mais pelos efeitos por computação gráfica. Também é difícil refazer um trabalho tão ruim da diretora do primeiro. Aqui CHRIS WEITZ não imprime nada de sua visão, fica a impressão de que ele segue as regras do estúdio SUMMIT ENTERTAINMENT (Estúdio que apesar do dinheiro faturado com a série, continua de segunda linha) que dirige a segunda adaptação da autora mais badalada destes tempos. Novamente o trio de atores centrais estão juntos. Ela, a Bella mais feia (KRISTEN STEWART) continua com sua boca aberta, face apática e cara de nada ou coisa alguma. Nesta premissa ela é abandonada pelo seu amor adolescente, o vampiro EDWARD (não Eduardo) Cullen (ROBERT PATTINSON) que com a mesma figura patética de herói (e que praticamente não olha nos olhos da parceira de cena quando fala, fazendo umas pausas irritantes como se estivesse lendo o roteiro), decide deixá-la a fim de protegê-la de outros vampiros: Vitória, a vampira má do filme anterior que deseja vingança e espreita em Forks e os próprios Cullen que às vezes podem não controlar a sua sede de sangue ( a cena do aniverssário de Bella na casa dos vampiros é hilária). Assim, a mocinha tola cai numa depressão ridícula. Fica louca vendo a imagem do cara de pó de arroz. A explicação é que ela pode chamá-lo sempre quanto estiver em perigo, assim a anta decide arriscar a vida de diversas maneiras para poder reencontrar o vampiro. Só que ela recebe os cuidados do amiguinho lobo – Jacob Black (TAYLOR LAUTNER), que é membro de uma misteriosa tribo indígena chamada Queileute (risos). É neste momento, passando ótimas tardes consertando motocicleta que a moça começa a esquecer (um pouco – em um intervalo de 33 minutos de fita) o ex-namorado. Obviamente o lobinho aproveita a oportunidade de se declarar e cortejar a moça azeda. O filme quer ser um triângulo amoroso, mas a heroína nem sequer liga para o rapaz lobo que é mais interessante (e quente) do que o outro. Na verdade é um lenga- lenga enfadonho. Weitz não realiza ação como deveria e se não faz melhor, piora este segundo episódio num filme muito longo. Apesar de gostar de alguns atores, principalmente a simpatia de Lautner (ótimo no recente filme de Gary Marshall), o filme não me faz embarcar nele. É uma tentativa patética de continuar um primeiro filme que não é grande coisa. Não se deixem impressionar por esta febre. Não podemos explicar o sucesso, ele simplesmente acontece, embora concorde com o marketing dele já que muitas franquias como (Star Wars, Harry Potter) usam deste artifício megalomaníaco, todavia A Saga Crepúsculo é carente de criatividade, os cineastas não conseguem tirar algo de até interessante da prosa da autora. Foi mesmo uma infeliz circunstância.

A Paramount preferiu rejeitar a série do que ganhar muito dinheiro, já que no projeto dizia as características de como seriam as personagens e também descritas nos livros. Mas creio que a Summit foi que preferiu embonecar os atores como vampiros e agora exagerar em cenas seminuas dos garotos lobisomens tatuados e sem nenhum pêlo (acho porque Índio não tem pêlo. Será?). E, como melhorar um filme, continuá-lo da melhor maneira possível se o primeiro trazia uma direção de arte, figurinos, maquiagem, fotografia, direção, roteiro, falas, marcações, efeitos especiais, tudo da forma mais pobre possível? Aquele artifício na abertura do filme nem funciona como uma boa digressão e progressão lírica. Na verdade é uma sequência mal realizada em câmera lenta e trilha musical irritante (Desplat tem composições melhores como em: ‘Coco Antes de Channel’). Do elenco a única que demonstrou um trabalho superior na carreira foi a ótima Anna Kendrick (UP in the AIR), mas que aqui nada tem a fazer e acaba sendo um tanto estranho assisti-la neste filme. A sensação que me dá quando vejo Lua Nova, nem é mais de um filme irregular ou mesmo ruim ou péssimo (embora tenha que classificar como se deve), simplesmente encaro toda a premissa, enredo e desenrolar (se é que podemos classificar o roteiro segundo Syd Field), mas, como sendo um filme realmente bobo, pobre dramaticamente e infantil. Não tenho mais porque usar o adjetivo “arrastado”, visto que a saga Crepúsculo hoje, em minha opinião, é inquestionavelmente: “um sucesso equivocado” onde vampiros não são mais como nos velhos tempos de Bran Stoker e Anne Rice e Lobisomem aparece em Lua nova e não cheia!

É aceitável o sucesso entre as adolescentes que fazem um frisson pela figura galã de Pattinson. Até gosto dele ( Lembranças), apesar de achar que o rapaz tem muito ainda o que aprender como ator. Aqui fica a impressão de que ele esta atuando em peça teatral infantil, errando feio nos gestos e momentos românticos com Stewart. Ela por outro lado continua sem vida, mas é uma atriz de outros papéis legais (Na Natureza Selvagem, O Quarto do Pânico). Dos principais eu considero Lautner melhor e vejo que ele pode ter, aliás, terá um investimento maior na carreira de ator, e digo em papéis protagonistas. Ele é bem melhor que Pattinson e se apresenta mais interessante, mais quente (literalmente), atraente, faz o possível para ser natural com diálogos ridículos e é mais simpático. Por mais que o filme não ajude muito, ironicamente ajudou Lautner, que se destaca, não tem jeito. De clichê e tolice é o que há em Crepúsculo. Chega a ser aviltante uma historinha destas nas telas de cinema. Nos livros a imaginação prevalece quando se lê e fica mais pertinente quando as mulheres (enquanto leitoras) embarquem no desfecho: Bella recebe a notícia de que seu namorado, lindo, amado, vampiro decide acabar com a própria vida. Nossa! A mocinha vai até um templo sagrado na Itália dos cultuados e milenares vampiros conhecidos como “Vulture” – é são vampiros abutres, mas que também brilham – e faz de tudo, arrisca-se para salvar o amor de sua vida. Daí no filme volta o ponto de onde começou. Preguiça criativa.

A novidade é a aparição de DAKOTA FANNING como uma Vulture (bem que ela podia fazer a Bella) que também não consegue mostrar mais o seu talento neste filme pré-fabricado e bitolado até na história de amor.
Desculpem os fãs xiitas da saga. A capinha diz que o filme é “descabeladamente romântico”. Discordo. Pode ser para mocinhas pré-adolescentes e gays afetados, mas Crepúsculo perde para um filme infantil da década de 1940 estrelado por Shirley Temple – O Pássaro Azul!
Vampiros entre o azul do dia e o escuro da noite, sem dentes muito pontudos e reluzindo diamantes? E Lobisomens bombados, sob a na Lua Nova andando quase peladões e se transformando em lobos por meio de horríveis recursos digitais? “Santa imaginação Batman”!


EUA-2009
ROMANCE
COR
LIVRE
130min.
SUMMIT
PARIS VIDEO (BRASIL)
✩ RUIM




SUMMIT ENTERTAINMENT apresenta
The Twilight Saga
NEW MOON
Uma produção TEMPLE HILL em associação com MAVERICK/IMPRINT
E SUNSWEPT ENTERTAINMENT
KRISTEN STEWART  ROBERT PATTINSON  TAYLOR LAUTNER
Co estrelando: Ashley Greene Billy Burke Peter Facinelli
Elisabeth Reaser Nikki Reed Jackson Rathbone
Com: Anna Kendrick Michael Sheen e Dakota Fanning
Música de ALEXANDRE DESPLAT
Supervisora Musical ALEXANDRA PATSAVAS
Figurinos TISH MONAGHAN edição PETER LAMBERT
Cenografia DAVID BRISBIN diretor de fotografia JAVIER AGUIRRESAROBE
Co-produção BILL BANNERMAN produção Executiva MARTY BOWEN
GREG MOORADIAN MARK MORGAN e GUY OSEARY
Produção WYCK GODFREY KAREN ROSENFELT
Escrito por MELISSA ROSENBERG     baseado no livro de STEPHENIE MEYER
Direção
CHRIS WEITZ



14 comentários:

! Marcelo Cândido ! disse...

Pavoroso
!!!

Gema disse...

LOOOOOOL eu não me importo de dizer que gosto desta saga - esta saga que eu antes de a ver tanto a odiei, por achar que era mais uma moda para adolescentes histéricas.
Gostei dos 3 filmes, mas o 2º quanto a mim é o mais fraco de todos.
Mas são so opiniões ;)
Beijos

Tullio Dias disse...

Aguarde pelos fanáticos. Em breve eles vão descobrir seu texto e... bem, você sabe. São fanáticos.

Rolei de rir com a "moça azeda". A atriz é bonitinha, mas tem beicinho e cara de paisagem o tempo todo. Lua Nova consegue ser o pior dos três filmes, o que não é tão vantajoso ou dificil.

Apesar disso
Eu gostei do Eclipse. Achei que ele foi o filme que mostrou o quanto a saga é mongol e se aproveitaram para fazer piada em ciam disso.

Cristiano Contreiras disse...

Oi, Rodrigo

Respeito sua opinião, afinal cada um tem direito a detestar um filme ou não. Mas, alguns pontos de vista apresentados no seu texto são um tanto equivocados. Mostra que você não leu os livros.

Chris Weitz consegue imprimir uma boa direção no filme, retirando os erros de atuação e apatia do elenco no primeiro filme..onde tudo era bem incerto.

Esse filme segue bem a regra da Summit, mas oroteiro de Melissa Roseberg é exatemente IGUAL ao livro de Stephenie Meyer. "Lua Nova" é o filme que mais fidelizou o trabalho original. A adaptação mantém tudo, inclusive os diálogos. Então, talvez o livro já fosse enfadonho, não o filme...ele apenas segue o que a autora quis.

Eu acho que a direção é um ponto a favor, visto que, na minha opinião, é o melhor livro da Saga. Deve ser por isso que prefira esse filme aos outros dois. Se Weitz tivesse comandado o terceiro, ele não seria tão inconstante como foi.

A trilha sonora de Alexandre Desplat é rica, detalhada, linda, emocional. Não acho chata, nem fraca - consegue ser melhor que a de 'Benjamin Button', "Coco antes de Chanell"(citado por você) ou "Harry Potter e as reliquias da morte pt1". Acho que, na realidade, o grande ponto alto do filme seja a trilha. No terceiro, Howard Shore fez uma trilha boa, e o primeiro tem o Carter Burwell que também é talentoso. Mas nenhum se compara a Desplat.

No universo FEMININO e delicado de Meyer, ela diz que os lobos andam sempre SEM camisa...pois tem a temperatura elevada, mais de 45º. Daí, Jacob e cia ficam sempre sem camisa. Então, o filme, obviamente, mostra isso.

O "artificio" de abertura do filme segue também o primeiro capítulo do livro, então, na verdade, nem é artificio...é como o livro é.

Eu acho Lautner péssimo no filme de Marshall, prefiro ele aqui - mas, o ator tem muito a mostrar ainda. Stewart é apática, como Bella é no livro - uma garota esquisita, indecisa, estranha...Pattinson está melhor no terceiro filme, o tal Eclipse.

Muitos falam dos "Volturis", que só aparecem no final, mas como o filme ainda coloca cenas dele em momentos anteriores - diferente do livro, que só concentra a trama neles no capitulo final. A sequencia da Italia, de Volterra, só ocorre no final mesmo. Então, como colocar os personagens antes?

Ainda acho que este segundo filme é o melhor dos três. Mas, é opinião mesmo.

Abraços!

Rodrigo Mendes disse...

MARCELO: Idem!

GEMA: Eu procurei gostar mas depois de Lua Nova não teve jeito. Beijos.

2T Já tem um fanático abaixo. Rs!
Crepúsculo só piora. Eclipse tbm e não tenho esperanças nenhuma com Amanhecer. Rs! Abs.

CRIS: Você defende com unhas e dentes e vê coisas em Crepúsculo que eu não vejo, por sem um fã. Questão de gosto mesmo e eu tbm respeito.

Livro e cinema não são compatíveis. Por isso se faz uma adaptação. Não vejo nada de criativo em Meyer (só gostei um pouco do jeito que ela escreve mas não o enredo em si) e está aí a falta de motivação e artifícios nos filmes, se você diz que são hipsis literis aos livros seguintes.

Acho que para cinema deve-se começar do zero e manter o título e o ambiente .Não é muito favorável quando lemos uma história e a criamos em nossa cabeça, não funciona criar na tela com tantos detalhes fiéis que só funcionam na leitura onde as pessoas quando leêm novamente imaginam de outra forma, já no cinema fica registrado. Tudo aqui não da muito certo, a trilha, edição, roteiro, atuações. Nada! (Desculpe mas o casal central nem atua, nem olham no fundo dos olhos de cada um na maioria das cenas).
Poderiam funcionar como fez Peter Jackson e equipe em O Senhor Dos Anéis e os produtores de Harry Potter.

Realmente não terminei de ler a saga porque é bobo demais. Só li inteiro Crepúsculo e a orelha de Lua Nova depois larguei de mão,mas vou conferir os filmes até o fim
rs!

E não acho que as meninas na idade da Bella tem que ser apáticas e azedas com cara de nada. As meninas nesta idade são muito( e podem/ devem)ser interessantes.

Abs.
Rodrigo

Cristiano Contreiras disse...

Concordo contigo.

Filme é filme e livro é livro, mas só disse que este filme mantém toda a essência do livro - então, como disse também acima, o 'enfadonho' pode ser o livro...já que o filme é baseado nele.

Não sou fã, nem defendo com unhas e dentes. Apenas gosto.

E O Senhor dos Anéis é outro patamar, outra história. Ali sim tudo funciona, de fato.

Eu acho a personagem Bella chata, frígida...dentre vários problemas. Só disse, também, que Kristen, na minha opinião, interpreta a personagem de acordo com o que ela tem em mãos...

Abraço

Rodrigo Mendes disse...

CRIS: E ponto! (de exclamação) Rs!
Então foi mesmo um erro de fazer com toda a essência do livro. Mas não ia gostar do mesmo jeito se não fosse. Rs!
Abs.

2T: Esqueci de conentar: nem cara de paisagem Stewart tem. Rs Abs.

Rodrigo

Amanda Aouad disse...

Também não sou fã da série, acho muita coisa lamentável já na premissa da história. Mas, até que não achei Lua Nova péssimo filme. Crepúsculo, sim, é um horror. Apesar de cansativo em muitos momentos e daquele desespero de Bella dar nos nervos, a produção é bem acabada e a direção tentou dar dignidade a história.

Só uma coisa em relação a temperatura do corpo dos lobos que Cris explicou. Se eles tem uma temperatura maior, eles deveriam sentir frio, não calor, não? Porque se a sua temperatura é maior que a ambiente, significa que o ambiente está frio para você, que nem quando você tem febre... Enfim... Deixa pra lá.

Rodrigo Mendes disse...

AMANDA: Eu já não acho a produção bem acabada. Os efeitos especiais continuam de segunda linha. TUDO!

Sobre os lobos, e a cena que Lautner esta sem camisa na chuva? Rs! Faz mais frio em Forks do que calor realmente. Rs! Enfim...deixemos os fãs xiitas nos explicar melhor.

Beijos.

Película Criativa disse...

Eu não consigo entender o que tem de legal e interessante sobre a Saga Crepúsculo. O primeiro filme foi horrível, com uma péssima direção, atuações fracas e um roteiro pior ainda.

Não acredito que ainda vão lançar mais filmes da franquia :(

Emmanuela disse...

Não acho o filme extremamente péssimo, pode até ser uma boa distração em dias sem opções. Sucesso comercial e ponto. Não tem nada a acrescentar.

E devo confessar que li todos os livros! Realmente me agradaram. E como você disse, eu irei ver todos os filmes. Um abraço!

Reinaldo Glioche disse...

O bom de Crepúsculo é que dá audiência nos blogs tb né?rsrs. Sempre um prazer ler suas ponderações que se alternam e se misturam com informações sobre a obra em questão. Pois é, Lua Nova é, como eu costumo dizer e exaltei em minha crítica, uma ópera para adolescentes. E acho que a expressão diz tudo.
Aquele abraço!

Elton Telles disse...

Ultrajante! Ridículo é pouco para este filme. tsc tsc!

ótimo texto, Rodrigo!

abs!

Rodrigo Mendes disse...

PELÍCULA: O que tem de legal em Crepúsculo para as meninas é a idéia de uma garota azeda com problemas ser salva por um Vampiro e Lobisomen lindos e já que elas se acham desinteressantes nesta idade, o que é um erro dos mais velhos permitir que isso aconteça!

Quanto o sucesso entre as mulheres maduras e os gays. Daí não sei explicar. Rs! Beijos.


EMMANUELA: Eu também acho moça e adoro ver filmes ruins em dias sem nada para fazer... rs Bjs.

REINALDO: Audiência? E como! Já foi feita uma pesquisa pelo IBOPE. Rs! Gostei desta expressão...uma pena que a maioria não tenha apreciado a space opera de Kubrick ou não sabem. Abs e obrigado!

ELTON: Rs! Nem tenho mais adjetivos insultantes para CÚpusculo. Rs! Obrigado!! Abs.

🚪 Acervo de Películas

00's 007 10's 20's 30's 3D 40's 50's 60's 70's 80's 90's ALIEN ANG LEE ARNOLD SCHWARZENEGGER Adoro Cinema Akira Kurosawa Al Pacino Alec Guinness Alfonso Cuarón Almodóvar Angelina Jolie Animação Arthur P. Jacobs Audrey Hepburn Aventura Ação Batman Bela Lugosi Bernardo Bertolucci Bette Davis Billy Wilder Blake Edwards Blaxploitation Bob Fosse Boris Karloff Brian De Palma Bryan Singer Buster Keaton CINE TRASH CINEASTAS CINEMA PRETO & BRANCO CULTS Carl Laemmle Carol Reed Carrie Fisher Cary Grant Cecil B. DeMile Chaplin Charlton Heston Christopher Nolan Cine-Doc Cinebiografia Cinema Asiático Cinema Europeu Cinema LGBT Cinema MUDO Cinema Marginal Cinema Rodrigo Clark Gable Claude Rains Clint Eastwood Clássicos Colin Trevorrow Comédia Coppola Crepúsculo Curt Siodmak Curta-metragem Curtis Hanson DANNY BOYLE DAVID LYNCH DC Comics Daniel Craig Danny DeVito Dario Argento Darren Aronofsky David Bowie David Cronenberg David Fincher David Lean David O. Selznick Denzel Washington Disney Documentário Drama Drogas ESPECIAIS Eduardo Coutinho Eisenstein Elia Kazan Elvis Presley Erotismo Errol Flynn FERNANDO MEIRELLES FILMES IRREGULARES FOX FRANK CAPRA FRANÇOIS TRUFFAUT Fantasia Fatos Reais Fellini Filmes Natalinos Frank Darabont Frank Oz Fritz Lang GUEST SERIES Gangsters Gene Wilder George A. Romero George Cukor George Lucas George Miller George Stevens George Waggner Georges Méliès. Giallo Gillo Pontercorvo Grace Kelly Greta Garbo Guerra Guillermo del Toro Gus Van Sant Gérard Depardieu HARRY POTTER HQ Halloween Harold Lloyd Harrison Ford Henri-Georges Clouzot Henry Selick Hitchcock Home Video Homem-Aranha Howard Hawks Humphrey Bogart INDIANA JONES Infantil Ingmar Bergman Ingrid Bergman Irmãos COEN Isabelle Huppert Ivan Reitman J.J. Abrams JAMES WHALE JEAN-LUC GODARD JOHN HUGHES Jack Arnold Jack Nicholson Jacques Tourneur James Cameron James Ivory James Stewart Janet Leigh Japão Jason Jim Henson Joan Crawford Joel Schumacher John Carpenter John Ford John Huston John Landis John Waters Jonathan Demme Joon Ho Bong Joseph L. Mankiwicz José Mojica Marins Judy Garland KING KONG KRZYSZTOF KIESLOWSKI Kate Winslet Katharine Hepburn Kevin Spacey Kirk Douglas Lars Von Trier Lawrence Kasdan Leonardo DiCpario Liza Minnelli Lon Chaney Jr Luc Besson Luca Guadagnino Luis Buñuel M.Night Shyamalan MARVEL MONSTERS COLLECTION Marilyn Monroe Mark Hamill Marlene Dietrich Marlon Brando Martin Scorsese Matinê Mel Brooks Melhores do Ano Michael Curtiz Michael Douglas Michael Haneke Michael Jackson Michael Powell Michel Gondry Michelangelo Antonioni Milos Forman Monstros Musicais Mário Peixoto NOUVELLE VAGUE Nacional Noir O Senhor Dos Anéis Oliver Stone Olivia de Havilland Orson Welles Oscar Outubro Das Bruxas P.T. ANDERSON PERFIL PETER JACKSON PIXAR Pam Grier Paramount Park Chan-wook Paul Verhoeven Peter Bogdanovich Philip K. Dick Pier Paolo Pasolini Pierce Brosnan Piores do Ano Pipoca Planeta Dos Macacos Policial Pânico Quentin Tarantino RIDLEY SCOTT RKO Rian Johnson Richard Donner Road-Movie Robert De Niro Robert Rodriguez Robert Wise Robert Zemeckis Roger Moore Rogério Sganzerla Roman Polanski Romance SAM RAIMI SESSÃO TRAILER SEXTA-FEIRA 13 SUPER HERÓIS Sam Mendes Sam Peckinpah Sangue Scarlett Johansson Sci-Fic Sean Connery Sean Penn Sergio Leone Sessão DUPLEX Cinema MUDO Sessão Da Tarde Sessão Dinossauro Sessão Surpresa Sexo Sharon Stone Sidney Lumet Sigourney Weaver Sofia Coppola Spielberg Stan Lee Stanley Donen Stanley Kubrick Star Trek Star Wars Stephen King Suspense TOD BROWNING TV Terror Thriller Tim Burton Timothy Dalton Tom Cruise Tom Hanks Tom Tykwer Trash UNIVERSAL STUDIOS Uma Thurman Universo Jurassic Park Victor Fleming Violência Vivien Leigh Wachowski Walter Hugo Khouri Walter Salles Warner Wes Craven Western William Castle William Friedkin Wolfgang Petersen Wong Kar Wai Woody Allen Zé do Caixão Épico Época