quinta-feira, 21 de julho de 2011

ALIEN ™ | QUADRILOGIA PARTE 1

ALIEN: O 8º PASSAGEIRO
DE RIDLEY SCOTT

FILME B COM ESTILO CLASSE A

Uma nave de mineração, NOSTROMO dirigida por sete tripulantes, aterrissa em um planeta alienígena para investigar um pedido de SOS. Lá descobrem que o local é ninho de um ser hostil que acaba invadindo o corpo de um dos mineradores astronautas e se instalando na nave matando um a um. 


ALIEN, o 8º passageiro dirigido por RIDLEY SCOTT (Gladiador, Blade Runner) estabeleceu o elemento chave de filme sci- fiction com terror B. Embora na história do cinema haja obras como O MONSTRO DO ÁRTICO (1951) de Howard Hawks ou O MONSTRO LA LAGOA NEGRA (1954) de Jack Arnold, clássicos que já hibridizavam ficção-científica com terror. Mas, Alien foi a fita que fez com mais elegância e estilo, e que certamente, foi o filme que catapultou esta ótima mistura de gêneros.

Todos comentam a cena que a criatura sai do peito de JOHN HURT e como este momento é o mais gore e aterrador da obra. Ou mesmo das cenas sombrias e claustrofóbicas na nave com a ótima SIGOURNEY WEAVER em seu primeiro filme (fez uma ponta como figurante no clássico de Woody Allen: Annie Hall).


Provavelmente filmes sobre viagens espaciais e fantásticas aventuras nas estrelas são os mais celebrados entre os aficionados e cinéfilos e, fitas como esta, existem desde os tempos do cinema mudo. Na verdade o clássico de Méliès VIAGEM A LUA (1902) baseado na obra de Julio Verne é o primeiro filme que explora na mídia, esta fascinação pelo espaço além Terra. Certamente poucos tiveram o sucesso de 2001: UMA ODISSÉIA NO ESPAÇO do mestre Kubrick (apesar de estéril e difícil) e STAR WARS a fantástica criação à La Flash Gordon de George Lucas, que em 1977 causou um impacto na bilheteria sendo o filme mais lucrativo de todos os tempos. Por isso que pareceu óbvio para os executivos de estúdio que filmes com este tema fossem os mais rentáveis. Não demorou muito para a FOX procurar outro projeto com cheiro de sucesso como foi com Star Wars. Outra obra, a de Steven Spielberg (CONTATOS IMEDIATOS DO 3º GRAU), também fazia sucesso, no entanto, de repente, surge um encontro de terceiro grau de congelar o sangue. Um filme cujo roteirista DAN O´BANNON (conhecido por ter criado a comédia dos mortos-vivos de Romero que pedem cérebros) disse ao público: “Eu os desafio a ver Alien até o final”. O´Bannon havia pensado na idéia muito antes do sucesso de Lucas. Isso ocorrera quando ele trabalhava com o diretor e colega de faculdade, John Carpenter (criador do Halloween) em uma fita de comédia que não deu muito certo, chamada DARK STAR (1974) uma sátira espacial. No filme ele foi co-diretor (com Carpenter), co-roteirista, diretor de arte, montador e coordenador de efeitos visuais. Ou seja, um cara que no começo da carreira (dirigiu sozinho A VOLTA DOS MORTOS-VIVOS, 1985 um filme tão divertido quanto assustador) tinha talento. Para conceber Alien contou com a ajuda do produtor e roteirista RONALD SHUSETT (que produziu Minority Report e algumas outras fitas do gênero) que depois com ele, faria O VINGADOR DO FUTURO (Total Recall da obra de Phillip K. Dick do diretor Paul Verhoeven). Assim sendo, ambos resolvem se ajudar nos dois projetos de ficção-científica. Mas como O Vingador Do Futuro era muito caro para a época, resolvem trabalhar em Alien primeiro. Escreveram a espinha dorsal da premissa: Alien é sobre um grupo de astronautas mineradores que estão voltando para casa e recebem um pedido de SOS em um planeta desconhecido. Eles resolvem averiguar e interceptar a mensagem. A nave quebra, três deles vão pessoalmente até o local alienígena, e um deles, acaba sendo “estuprado” / “engravidado” por um hospedeiro que sai de um ovo nojento e depois salta do peito da vítima, uma criatura hostil, que sai matando todos os outros seis tripulantes dentro de uma nave que navega no espaço. Isso chamou a atenção da Fox querendo produzir rapidamente o sucessor de Star Wars e redefinir o tipo de filme.



Depois que o roteiro virou um projeto, outros cineastas entraram e reescreveram a trama, o que chateou O´Bannon que quase não foi creditado. Isso porque o roteiro foi considerado ruim, isto é, com diálogos péssimos e perfis de personagens degradantes daquele tipo de filme barato de terror, salvo apenas pela idéia central. Portanto um dos produtores e também diretor de cinema WALTER WILL (de fitas como 48 HORAS) e mais o produtor DAVID GILER acrescentaram na trama o plot do robô Ash (IAN HOLM) que tenta proteger o monstro e o mais importante, a heroína RIPLEY (que no primeiro esboço do script era um homem). Em outras palavras, a história não era mais um filme estilo Roger Corman, e sim algo mais perto dos filmes de Cecil B. DeMille, por exemplo. O que ajudou a criar a lenda e o clássico chamado ALIEN. Provavelmente quando um filme recebe tantos créditos de pessoas de todas as partes que acrescentam uma idéia incrível, o resultado é sempre um filme que marca gerações.

O problema de O´Bannon é que ele achava que o filme era só dele: “Quando vi a fila fazendo volta no Egyptian Theatre eu flutuei...era uma fila para Alien? Meu filme”! Por isso sua carreira não decolou. Mesmo quando RIDLEY SCOTT assumiu a direção e se concentrava para criar o visual do filme, O´Bannon opinava em cada detalhe. Queria ver diariamente os copiões da fita etc. O cara não assinou contrato para tal e não tinha (dentro da lei) poder para fazer o trabalho do diretor. Porém, sem notar e querendo ajuda, foi Scott com o seu imenso prazer em compartilhar idéias que deu carta branca para O´Bannon, que abusou. Aliás, Ridley Scott merece todo o crédito maior por ter realizado o filme. Foi o seu segundo longa metragem, um feito único e original, inimitável. Scott recebeu o convite da Fox depois que o belo OS DUELISTAS (1977) fez sucesso e ganhou prêmio importante em CANNES. O visual desta fita chamou atenção, o que o fez dirigir o projeto e ultrapassar as expectativas.

Os cenários (sets) eram grandiosos, assim como os modelos de maquete e todo o departamento de luz, som e efeitos especiais. Mas nada como o trabalho do artista plástico H. R. GIGER responsável por todo o visual do Alien, de todo o planeta alienígena e tudo relacionado ao monstro, como os famosos ovos. O conceito veio das ilustrações de Giger chamado "NECRONOMICON". As pinturas e ilustrações eram extremamente bizarras e com conotações sexuais. Podia notar no planeta alien formatos de vaginas e pênis gigantes que também eram relacionados a morte em meio a um universo gótico. Portanto, comparações com o universo de Star Wars seria totalmente implausível. Foi o trabalho de Giger que deu mais visão e originalidade ao filme.
O elenco os chamados “caminhoneiros do espaço” foi lindamente preenchido. Todos acertam. Além da futura estrela Weaver e dos ótimos Hurt como Kane (o cara que morre dando a luz ao alien) e Holm como o andróide humano, TOM SKERITT faz o “general” do grupo, o mocinho herói e líder. VERONICA CARTWRIGHT (de filmes como OS PÁSSAROS de Hitchcock, 1963) faz a segunda mulher que representa a histeria e o medo da platéia e a dupla HARRY DEAN STANTON, que ficou conhecido por outra famosa cena cortada da versão original (em que o Alien o mata sobre umas correntes – observada pelo gato) e o negro YAPHET KOTTO (vilão do filme de James Bond – 007 Viva E Deixe Morrer, 1972) como Parker, que representa o humor do filme e protege as mulheres quando é o último sobrevivente masculino. Torcemos por ele. Essa turma não vestia trajes espaciais o tempo todo (só quando era para pousar em um planeta estranho). Nada de vestimentas estilo NASA, mas sim jeans, camisetas, tênis e bonés de beisebol, além de fumarem muito. Era a primeira vez que o cinema mostrava pessoas descoladas e esportivas, com papos típicos de “um grupo do bolinha” que soavam machistas. Eram pessoas normais do século XX em um futuro desconhecido. Isso já deixa o filme mais interessante e na hora do Alien atacar a todos, vê-los correr pelos corredores espaciais vestidos de caminhoneiros, era algo que se destacava muito. Não há como negar que todo o visual da fita é um trabalho primoroso de Scott e equipe. Também os efeitos de fumaça, aquela atmosfera que esconde os supostos “defeitos de arte” que deixava as coisas menos verossímeis (causado pelo tempo e orçamento apertado) e o mais importante, saber trabalhar o Alien e não revelar demais o bicho. Esta estréia de Scott em Hollywood pode ser comparada com o primeiro sucesso de Spielberg. Sim, TUBARÃO e ALIEN são fitas que tem muita coisa em comum quando eles criam um suspense inteligente em um veículo blockbuster, o melhor que cineastas como Spielberg e Scott poderiam fazer, afinal, creio que ambos estudaram a cartilha de Hitchcock em não mostrar explicitamente a ameaça e fazer com que o público use a imaginação. E como Scott é um mestre da contraluz (provou depois com Blade Runner), ele evita ser muito evidente com a fera espacial. Mas, ao mesmo tempo, usa nos takes certos, que mostra com maestria todo o trabalho de Giger, como a grande cabeça da criatura e pelo menos dois closes principais nos dentes e língua, onde saíam àquelas salivas ácidas. Quer dizer, o filme é extremamente visceral o que impressiona quando vemos o bicho saltando do peito espalhando sangue por todos os lados (a reação dos atores na cena é real porque não sabiam o que ia acontecer), os ovos e todo o design orgânico (de fazer vomitar) e principalmente o bicho que sai do ovo e planta a semente no indivíduo. Um trabalho magnífico que usa moluscos marítimos e fígados de animais que compõe o interior da coisa monstrenga, que parece um aracnídeo asqueroso que invade a nossa casa e quando vamos checar para ver se o matamos, ele se mexe. É nojento demais e dá o maior medo!
O filme é melhor que a encomenda. Ridley Scott consegue fazer algo que não poderia ser refeito. Por isso as continuações tomaram outras direções. Assim quando foi lançado, o sucesso e as reações das pessoas eram as melhores. Alguns saiam correndo do cinema, outros iam aos toaletes vomitar. Entre os primeiros fãs do filme estava JAMES CAMERON, então um novato da indústria cinematográfica, mas fadado a dirigir e escrever o segundo episódio da série ALIENS (1986). Cameron tinha apenas 24 anos quando Alien conquistava seus adeptos, e Cameron pensou que fosse o melhor filme de ficção científica-terror já feito até então. Ou assumidamente o filme sci-fic/scary. Esta fascinação de Cameron e público era pelo fato do filme trazer uma filosofia global, como afirmou Cameron, que influenciou a escolha do elenco, do figurino, da aparência dos cenários gastos, os sons de correntes, a água pingando, ou seja, detalhes que faziam as pessoas acreditarem que aquilo tudo era real. Por isso o visual do filme é algo tão fascinante.

O que Cameron fez na continuação foi realizar uma fita de ação, que nada tem a ver com o primeiro. Isso foi bom porque ALIENS parece outro filme que também fez sua história, acrescentando ação com terror e ficção-científica (embora o terror não seja o forte de Cameron). Infelizmente quando Alien se tornou série, o formato se desandou feio (o que é ALIENS VS. PREDADOR?). Outros cineastas de renome em início de carreira começaram na saga. DAVID FINCHER ( A REDE SOCIAL/CLUBE DA LUTA) faz o seu debut em ALIEN ³ (1992) e o cineasta francês JEAN-PIERRE JEUNET, realizador do adorável Cult O FABULOSO DESTINO DE AMÉLIE POULAIN (2001) conclui o quarto capítulo na sua estréia em Hollywood com ALIEN: A RESSURREIÇÃO (1997). Mas nada comparável a primeira obra, que conseguiu fazer o público reagir perfeitamente naquelas sessões escuras de 79.

ALIEN é um dos clássicos mais surpreendentes da década de 70. Visualmente belo e assustador. As melhores combinações da sétima arte e, provavelmente o melhor exemplo de filme de segunda linha que se transforma em uma caprichada produção que ajudou a redefinir a cinematografia. Sem exageros, de um jeito oi de outro a classe B disfarçada de classe A.


Foi lançado a versão do diretor Ridley Scott nos cinemas em 2003 com cenas adicionais o que deixa a viagem em Nostromo ainda mais angustiante. Felizmente eu pude ver esse relançamento no cinema!


INGLATERRA/EUA -1979
FICÇÃO-CIENTÍFICA/TERROR
WIDESCREEN ANAMÓRFICO
117 min. / 116 min. (VERSÃO DO DIRETOR)
COR
14 ANOS
FOX
✩✩✩✩✩ EXCELENTE






Twentieth Century Fox apresenta
uma produção Brandywine- Ronald Shusett

um filme de Ridley Scott
A      L     I      E     N
estrelando 
Tom Skeritt  Sigourney Weaver  Veronica Cartwright
Harry Dean Stanton  John Hurt  Ian Holm
e Yaphet Kotto como parker
Co-estrelando:
Helen Horton como a voz da nave mãe 
e Bolaji Badejo como o alien
música de Jerry Goldsmith
diretor de fotografia Derek Vanlint
montagem Terry Rawlings
design de produção Michael Seymour
diretores de arte Roger Christian  
                     Leslie Dilley
cenário Ian Whittaker   figurinos por John Mollo
design do alien por H. R. Giger  
efeito do alien por Carlos Rambaldi
consultor visual Dan O´Bannon
produtor executivo Ronald Shusett
história de Dan O ´Bannon e Ronald Shusett
escrito por Dan O ´Bannon
produzido por Gordon Carroll
                   David Giler
                    e Walter Hill
dirigido por Ridley Scott

fox film-brandywine ©1979



11 comentários:

Rafael W. disse...

Só assisti ao primeiro Alien, que achei excelente. Ainda pretendo assistir ao restante.

http://cinelupinha.blogspot.com/

Marcia Moreira disse...

Você não vai acreditar, mas tenho o maior medo desse bicho!!!

Marcos Rosa disse...

Alaien é muito bom mesmo, pelo menos aquele que assisti. O medo é maior ainda quando vc é criança! rsrsrs
Também já "linkei" seu blog lá no http://algunsfilmes.blogspot.com/

Leonardo Castelo Branco disse...

Rodrigo,
Adorei a escolha...
"Um filme B classe A" Matou a pau. Esse filme ainda me assusta, a fotografia e trilha sonora são fascinantes.

Bravo!

Léo Castelo Branco
estranhocinema.blogspot.com

Hugo disse...

Gosto dos quatro filmes, extremamente diferente entre si e todos de qualidade.

Este original de Ridley Scott é claustrofóbico, com suspense elevado.

A frase é perfeita, "filme B com estilo classe A".

Abraço

Elton Telles disse...

Sou um herege por preferir a sequência do James Cameron? rs. Admiro muito esse primeiro capítulo de Scott, até credito como o melhor filme do diretor, suspense claustrofóbico e ele tem a proeza de fazer muito com tão pouco, o medo e a insegurança é mantido no ar a todo tempo. Genial!

Gostei muito do texto, Rodrigo, arrasou! E Sigourney em seu primeiro papel, hein? Destruiu! Nenhuma atriz até hoje falou com tamanha perfeição um "bitch" no cinema hahaha. Ela é diva e merece um comeback =D Nem lembro dela em "Annie Hall", mas é de se reassistir pela milionésima vez só para tentar encontra-la hehe.


grande abraço!

ANTONIO NAHUD disse...

Assisti todos eles. Gosto muito.

O Falcão Maltês

Rodrigo Mendes disse...

RAFAEL: Alien é sempre entretenimento garantido, embora eu repita: o terceiro nunca é melhor que os dois primeiros e o quarto é regular e simplesmente ignoro a existência do Alien vs. Predador 1 e 2. Faço um adendo deles aqui, nem citei esses últimos no texto pq odeio com todas as forças, rs! Mas são apenas opiniões minhas. Veja a série sem medo!
Abs.

MARCIA? Jura? Pq moça ele é tão cute cute com aquela babinha, rs! Beijos!

MARCOS: Olá vizinho blogueiro seja bem vindo! Tbm esta linkado na minha sala para futuros papos cinéfilos...
Alien assusta é muito adulto por aí, rs! Abraços.

LÉO: Obrigado cara! Tb acho bravo a sua observação quanto a trilha sonora e fotografia! Abs!

HUGO: Legal! Tb gostou da frase, rs!
Concordo com vc com a diferença que os filmes tem entre si, cada diretor deu a ele um toque pessoal. Scott imprimiu seu estilo visual impactante naquele terror-suspense que se sucedeu, Cameron toda uma nova tecnologia, ação num verdadeiro filme de ficção-científica. Acho que o David Fincher, iniciante, não estava preparado para encarar um primeiro filme da carreira como esse (o que foi raro em Hollywood) e me desapontou. Alien é filme para diretores com tutano, mais artesões do cinema como provou Jeunet, que mesmo numa fita somente boa quase irregular, imprimiu um filme bem mais sucedido. Hoje posso dizer que o Fincher estaria preparado para encarar a direção de um filme "Alien".
Abs.

ELTON: Não é um herege por preferir o do Cameron, seria se me dissesse que preferiria o do Fincher. rs!
Obrigado!
Tb acho a Sigourney uma diva entre as protagonistas de ação. Mata a pau a Milla Jovovich, Anjelina Jolie, etc. O Bitch dela é clássico. Incrível como Cameron soube usar frases tão famosas em seus primeiros filmes como "Hasta la vista Baby" e "Eu sou o rei do mundo" ou, continuando: "Eu vou voltar." Rs!
Creio que a Weaver esta na cena em que o allen sai do cinema com a Keaton, entre as multidões, não lembro pq faz tempo que vi Annie Hall. Sei que foi no documentário especial sobre Alien que deu essa informação - aquele DVD duplo que a FOX lançou:"Definitive Edition". Nele tbm tem a versão do diretor.
Abraço.

ANTONIO: Eu só gosto do 1,2 e 4!
Abs!

Reinaldo Glioche disse...

Hereges à parte, mais um execlente texto. O intercalamento de referências scifi só torna o texto mais saboroso e Scott deve estar nostálgico; já que promete que Prometheus (!) será da mesma linhagem de "science scary fiction" que Alien...

E só para contrariar, não desgosto da fita do Fincher não... rsrs
Mas concordo que o patamar é outro.
Abs

Rodrigo Mendes disse...

REINALDO: Aguardo com aquela ansiedade típica esta fita de Scott. Ele é visionário e o território "science scary fiction alien" é dele!

Eu já desgosto do Alien 3. Realmente Fincher queria repetir Scott no medo e isso não aconteceu. Enfim...em breve falo dele nos próximos capítulos.

Obrigado. Abraços.
Rodrigo

Patt Baleeira disse...

Oi Rô,
Não sei se já te falei... Não sou muito fã de Alien, rs.
Porém, o primeiro é algo no mínimo maravilhoso e claro com todo mérito ao nosso gênio Ridley.
Tu escreve tão beeeeem que até um filme que não sou muito fã(acabo com vontade de ver novamente) Parabéns, meu 'amigo'!
besos

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