sexta-feira, 21 de outubro de 2011

SEXTA-FEIRA 13 PARTES II-III

CAMP BLOOD

OUTUBRO DAS BRUXAS

Na segunda parte do clássico SEXTA-FEIRA 13 (leia meu primeiro post da série aqui) a Sra. Voorhees foi morta e o acampamento Lago Cristal foi fechado definitivamente, mas em um campo próximo e com novos adolescentes, um desconhecido começa a cometer os mesmos crimes. Ele é filho da Sra. Voohees, Jason, que não morreu afogado no lago a cerca de 30 anos atrás.



A pergunta era: como prosseguir com uma continuação depois que o primeiro filme feito com baixo orçamento e que se tornou um sucesso inesperado e apresentava a premissa do menino deformado que morreu afogado em um lago de acampamento, seria possível? Funciona criar algo absurdo e sem muitas explicações com o intuito de trazer o personagem de volta e fazer dele um assassino tão frio e sanguinário como a mãe? Só teve uma explicação: Jason era um deforme, monstro, sem cérebro, um tanto boboca (Freddy Krueger o chama de “Tubarão burro”) que é mecanicamente designado a matar. Ou seja, tirar a vida de pobres e bonitinhos estudantes que pretendem passar um final de semana tranqüilo no meio do mato para lazer (sexo, bebidas, drogas). Então, trazê-lo de volta apenas para fazer uma nova contagem de corpos e gerar dinheiro para o estúdio (Paramount) era algo bastante possível e contornável.
STEVE MINER, que foi assistente de direção de Sean S. Cunningham no primeiro “Sexta-Feira 13” assume com eficiência e tranqüilidade a segunda e terceira partes, que entrou para a história do gênero (e da série) por apresentar de forma definitiva Jason Voorhees (aqui interpretado por WARRINGTON GILLETTE) maquiado a partir do conceito criado por TOM SAVINI e que aqui se apresenta pela primeira vez encapuzado com um saco feito de pano ao invés da máscara de Hóquei. Este capuz improvisado foi tirado de outro filme: “The Town That Dreaded Sundown” (1976) dirigido por Charles B. Pierce, sobre um assassino que existiu no Texas e que aterrorizava os moradores de uma pequena cidade em meados de 1946.

Jason, nesta época, ainda estava bem indefinido e sem uma característica estética, assim sendo, durante metade do filme ele só é mostrado abaixo dos joelhos e pelo ponto de vista subjetivo da câmera, se embrenhando pela mata, observando os jovens e com aquela música tema de HARRY MANFREDINI (♫ Che,Che, Chê, ah, ah, ah – versão mais brasileira [ originado de “Kill her” – kill, kill, kill, her, her, her ♫] que se tornou famosa. Esses elementos ajudam a dar um clima mais assustador ao filme. Para explicar a origem desta continuação, os roteiros seguintes de sexta-feira 13 passou a adotar uma regra: explicar em rápidos flashbacks os acontecimentos de maior clímax do filme anterior. Portanto, este filme tem uma das mais longas sequências pré-crédito na história do cinema , se bobear, quase cerca de 15 minutos em algumas versões. A versão que tenho em DVD simples, a original, tem cerca de 12 minutos. 
Durante a cena final (oposto a primeira cena da geladeira), a cabeça mumificada da Sra. Voorhees é visivelmente uma atriz dublê usando maquiagem pesada ao invés de uma cabeça falsa. Esta cena é simplesmente um close-up da cabeça que termina em um quadro congelado antes do término, nos créditos. Esta tomada teria uma versão original que consistia em fazer a cabeça da velha ganhar vida. Ela abriria os olhos e dava um sorriso diabólico para a câmera. Evidente que ficaria muito ridículo e cafona, então no último minuto, o diretor Steve Miner tirou este efeito que mudou totalmente o impacto do filme.
A atriz ADRIENNE KING, estrela do primeiro filme, não quis mais fazer nenhum outro filme na vida depois que um fã obsessivo passou a perseguir a coitada e até a invadir o seu apartamento. Ela recebeu um cachê considerável para fazer apenas uma ponta no começo da parte II onde sua personagem é vingada e morta por Jason. O caso deste fã foi parar em todos os jornais na época. Adrienne passou a fazer nos últimos anos apenas trabalhos com dublagem e narração over em vários filmes.
Na cena inicial que mostra Jason caminhando em direção a casa de Alice (Adrienne King), e só vemos as pernas, foi a única vez que o personagem foi interpretado por uma mulher. Na verdade as pernas eram da figurinista ELLEN LUTTNER.

Esta parte de “Sexta-Feira” não ficou devendo muito. É um filme que tem um ótimo clima de suspense e terror e AMY STEEL, a última garota desta fita, é bastante competente nos seus exageros de mocinha perdida e aterrorizada no meio da floresta à noite, e por onde passa ou entra (uma dispensa, por exemplo) encontra uma trilha de cadáveres. Adoro o olhar de pavor que Amy interpreta.
Eles contam a lenda de Jason numa cena muito bacana, um cenário típico de acampamentos, o grupo todo abraçadinho, assando marshmallow na fogueira, onde apenas se vê um breu ao redor deles. E, sempre descuidados, mesmo sabendo que uma mulher psicopata assassinou brutalmente sete instrutores em um acampamento próximo a cinco anos atrás, os jovens circulam pala área a fim de xeretar, sem sentir a presença ameaçadora do mal. Só este clima já vale o ingresso, e quem gosta de muito sangue, um a um, os teens são atacados e mortos pelo monstro oitentista que mais voltou do túmulo.



EUA – 1981
TERROR
WIDESCREEN
COR
87 min.
14 ANOS
PARAMOUNT
✩✩✩✩ ÓTIMO




PARAMOUNT PICTURES
APRESENTA
UM FILME DE STEVE MINER
FRIDAY THE 13TH  PART II
ESTRELANDO: AMY STEEL. JOHN FUREY. ADRIENNE KING
E BETSY PALMER como a Sra. Voorhees em arquivo de imagens
Música de HARRY MANFREDINI Fotografado por PETER STEIN
Edição SUSAN E. CUNNINGHAM Cenografia VIRGINIA FIELD
Figurinos ELLEN LUTTER Maquiagens por CARL FULLERTON
Produtor Associado FRANK MANCUSO JR.
Baseado em personagens criados por VICTOR MILLER
Roteiro de RON KURZ
Produção e Direção STEVE MINER
A GEORGETOWN PRODUCTIONS, INC PRESENTATION
A PARAMOUNT PICTURE Friday the 13th Part II ©1981



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Em SEXTA-FEIRA 13 PARTE III Jason escapa da “morte” e esta de volta, com máscara de Hóquei e tudo, para continuar a sua fúria assassina.

Esta segunda continuação – terceira parte- da futura longa série de horror da Paramount foi apresentado em 1982 com o sistema de Terceira Dimensão (3D). Mesmo não estando à época em voga como hoje o efeito era bastante curioso, mas o filme acabou caindo nas armadilhas óbvias do 3D, com algumas cenas tolas (um velho apontando um olho em decomposição para a Câmera, ou um grupo de garotos jogando Beisebol na rua e o taco saltando da tela). “Sexta-Feira 13 Parte III” não é o melhor filme da saga, mas também esta longe de ser irregular. O que vale neste filme é a apresentação oficial e definitiva de Jason com a sua famosa máscara de Hóquei. Agora, finalmente, o monstro cria uma identidade.
O roteiro não tem nada de surpresa e começa logo depois (um dia após) a noite da segunda parte, ou seja, não é numa sexta-feira e muito menos 13. Depois de ter “sobrevivido” a um golpe nos ombros por meio de um facão que Amy Steel usou para se defender, Jason caminha para a região mais próxima de Crystal Lake para se vingar de todos os intrusos visitantes que passeia em “sua floresta”. Um novo grupo de jovens desavisados que vão passar um final de semana na casa de campo com celeiro da nova heroína Chris Higgins (DIANA KIMMELL) não sabem que estão fazendo uma festinha particular em uma área próxima aos homicídios.
Desta vez, Jason esta mais forte do que nunca. O vilão se esconde no celeiro e fica a espreita, observando pacientemente os garotos (e um casal mais velho hippie de maconheiros) que estão procurando relaxar e descansar. Dana Kimmell é a última garota da vez. Ela conta que passou por uma experiência horripilante no passado quando estava dormindo na mata depois de ter discutido com os pais. Ela não sabe que a criatura que a atacou e quase a matou era o próprio Jason Voorhees. Querendo apagar o passado enfrentando os seus temores, ela decide voltar para esta casa de campo para ficar mais próxima do lugar onde tudo aconteceu. Clichê em terceira dimensão!

Dentro da série este é o filme que tem a menor trilha de corpos. Uma personagem do filme, Debbie (TRACIE SAVAGE) esta relaxando numa rede – após ter feito sexo com o namorado – e pega uma revista para ler e se entreter antes de ser morta. Bom, a revista é uma edição do Fangoria e a matéria que ela lê é sobre o maquiador Tom Savini que trabalhou nos efeitos gore do primeiro filme.

Coloquem os óculos, por favor.
A versão original em 3D exibida nos cinemas apresentava um anúncio que obviamente não esta incluído na versão 2D. Ele explicava para as platéias que os primeiros minutos de imagens do filme são parte do “Sexta-Feira 13 Parte II” e que não estava no formato 3D. Eles indicavam o momento exato para colocar os óculos. Era a partir da cena em que Jason retira o facão de seu ombro. Um cinema de Toronto, no Canadá tinha uma das poucas cópias originais em 3D do filme. O teatro foi fechado em 2006, mas a cada Halloween eles faziam uma exibição especial deste filme. Outra curiosidade: exceto pelas cenas iniciais do segundo filme, este é o único de todos os filmes de “Sexta-feira 13” na qual nenhuns dos personagens pronunciam o nome Jason. 
 
O filme apresenta características semelhantes ao filme original de 1980. Por exemplo, Debbie vendo gotas de sangue caindo de cima, ela olha para cima e uma faca atravessa por sua garganta. Esta cena é bastante parecida com a cena clássica de morte de KEVIN BACON no primeiro filme. Outra cena: quando Chris acha que matou Jason, ela vai dormir em uma canoa no lago assim como Alice (Adrienne King) fez no primeiro filme. Quando ela acorda, Pamela Voorhees sai da água e arrasta a moça para o fundo do lago bem como Jason fez com Alice. Obviamente que esta cena do terceiro não passava de uma digressão lírica (sonho), no original realmente acontece na parte final.
Não reclamo muito desta heroína, Dana Kimmell tem os mesmos trejeitos de uma garota abandonada no meio do nada e sabe enfrentar Jason com todo o seu medo natural. Amy Steel que sobreviveu na fita anterior teria um papel neste terceiro, mas ela recusou. No script original, Jason usaria uma máscara de árbitro. Este é o único filme da franquia onde o personagem começa com nenhuma máscara. Ainda se manteve aquele suspense em não mostrar o Jason – apenas as pernas e os pés caminhando na mata -, mas não tinha mais aquele toque de antes já que o personagem havia sido bastante revelado e até mesmo sem uma máscara. 

Desta vez outro ator viveu Jason, e ele tinha a altura e peso ideal. RICHARD BROOKER que já fez outro monstro no cinema: o Oghris de DEATHSTALKER – O GUERREIRO INVENSÍVEL (1983).

Este é mais um capítulo de um verão romântico que se transforma em um pesadelo de indescritível terror. É a herança do Lago Cristal, também em 3D. Imaginem quando Jason encontrar um jeito de entrar em sua sala?

Graças ao LARRY ZERNER, que interpreta o Shelly, Jason adquiriu a tão conhecida máscara.




EUA-1982
TERROR
WIDESCREEN
COR
95 min.
14 ANOS
PARAMOUNT
✩✩✩ BOM




PARAMOUNT PICTURES
APRESENTA
UMA PRODUÇÃO JASON INC./FRANK MANCUSO JR.
UM FILME DE STEVE MINER
FRIDAY THE 13TH  PART III
ESTRELANDO: DANA KIMMELL. PAUL KRATKA
TRACIE SAVAGE. JEFFREY ROGERS. CATHERINE PARKS.
LARRY ZERNER. DAVID KATIMS. RACHEL HOWARD
Co-estrelando:
NICK SAVAGE. GLORIA CHARLES e KEVIN O´BRIEN
como a gangue de motoqueiros
e RICHARD BROOKER como JASON
Música HARRY MANFREDINI
Produtora Executiva LISA BARSAMIAN Co-produção TONY BISHOP
Fotografia GERALD FEIL Edição GEORGE HIVELY
Cenografia ROBB WILSON KING Efeito das Maquiagens  ALLAN APONE
Design das maquiagens CHERI MINNS
Efeitos do 3D por MITCH BOGDANOWICZ
Baseado em personagens de VICTOR MILLER e RON KURZ
Escrito por MARTIN KITROSSER. CAROL WATSON
Produção FRANK MANCUSO JR.
Direção STEVE MINER
A PARAMOUNT PICTURE
Jason Productions Inc. Friday the 13th Part III ©1982

 AINDA NESTE CINEMA
   SEXTA FEIRA 13  - CAPÍTULO FINAL

11 comentários:

Alan Raspante disse...

não vi nenhum filme da franquia... hoje eu quase comprei o primeiro, mas ficou no quase mesmo!

[]s

renatocinema disse...

Indicado para os fãs de trash.....ou seja, eu.

Vez ou outra eu assisto. Mas, prefiro a saga de A Hora do Pesadelo.

Amanda Aouad disse...

A Hora do Pesadelo já arrisquei alguns, mas Sexta-feira 13 sempre foi uma franquia que vi apenas algumas cenas avulsas, me perco. hehe.

bjs

Tanise Silveira disse...

eu só vi o primeiro e achei bem legal, esse também deve ser, adoro filmes de terror (:

beijos

Rodrigo Mendes disse...

ALAN: Confira! ;)

RENATO: Eu assisto tb vez ou outra, mas eu gosto mais de "Sexta" do que "Pesadelo". Abs!

AMANDA: A gente se perde nos filmes mesmo....e nas tramas clichês que são as mesmas, rs! É trash, divertido, e gosto! Beijos.

Olá TANISE bem vinda! Se vc gostou do primeiro vai gostar os demais. Provavelmente até a parte VI, rs! "Jason Vive".
Beijos

M. disse...

Nossa esses filmes do Jason e do Freddy Gruegger não sei quem é o mais assustador. Lembro-me que eu tinha pesadelo com os dois há anos atrás!

ANTONIO NAHUD disse...

são muito assustadores... Tenho medo... juro

O Falcão Maltês

Carla Marinho disse...

Oi Rodrigo, post assustadoramente indicado nos links da semana do Blogs de Cinema clássico. abraço

Rodrigo Mendes disse...

M: Acho que o Jason é mais assustador que o Freddy, que perde o tempo fazendo piadas, rs!
Bjs.

ANTONIO: Sobretudo dos quatro primeiros filmes da franquia...Jason botava mais medo!
Abs.

CARLA: Mais uma vez obrigado querida;))

Unknown disse...

Não dá para falar de terror sem comentar sobre esta franquia...
Depois da morte da mãe, realmente a solução encontrada foi mais que ideal.. já que a lógica nem sempre é amiga do horror.

Jason é clássico! Gosto muito da continuação do primeiro... O terceiro eu não tenho muita lembrança dele.

E coitada da Adrienne!

;D

Rodrigo Mendes disse...

KARLA: Pois é, a lógica nem sempre bate na cabeça dos roteiristas de filmes de horror.

A Adrienne sofreu mesmo. Vc assistiu um feature no box especial do primeiro "Sexta-feira 13" que a Warner lançou? É sufocante o depoimento dela, anos depois...
Bjs.

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