quinta-feira, 10 de maio de 2012

JAMES CAMERON | O EXTERMINADOR DO FUTURO

“I'LL BE BACK” 



Um cyborg é enviado do futuro para matar Sarah Connor, mãe de um futuro líder na Guerra futurista humana contra as máquinas. Kyle Reese, um homem normal, também é enviado, só que para protegê-la.


É notável o sucesso deste improvável filme que traz uma trama meio furada e mirabolante  sobre viagem no tempo. Além do mais, naquela época (1984) o austríaco ARNOLD SCHWARZENEGGER era motivo de piada como ator, não que ele tenha “melhorado” ao longo dos anos, só que ele tem um lado positivo, é sem dúvida o mais carismático da trupe barra pesada dos mal-encarados do cinema, os brucutu de sua geração (Van Damme, Stallone, Chuck Norris, Dolph Lundgren). O sucesso de O EXTERMINADOR DO FUTURO – THE TERMINATOR, primeiro grande sucesso de JAMES CAMERON, é sem dúvida a presença sombria e apavorante do grandalhão Arnold, mas creio que o mundo físico do cinema de Cameron começa a ser injetado lindamente nesta pérola dos anos 1980. 

O filme ganhou o título de Tech Noir devido a uma sequência numa boate (com mesmo nome) cafona para os padrões das baladas de hoje em dia, mas um capricho da diversão dos jovens à época em que ocorre uma cena clímax do filme (Sarah escondida do perseguidor e o seu primeiro encontro com o mesmo). São engraçadas as roupas, os cabelos, as maquiagens e os vícios da década do cubo mágico (só as minhas tias e a minha mãe podem descrever este tempo com todas as letras). Claro que se for comparar o primeiro filme com o segundo da série (o maior triunfo da carreira de Cameron), sem dúvida, sinceramente, prefiro mil vezes “O Julgamento Final” (1991), até porque é muito incômodo ver o Arnold como vilão e não como o herói dos filmes de ação, título que ele levou merecidamente, apesar de sua canastrice, e devo dizer honestamente e sem nenhuma culpa depois de analisar os filmes com mais atenção e carinho , que este ser musculoso e feioso foi o meu herói da adolescência.


Exatamente meus caros leitores e amigos cinéfilos, eu sempre gostei do Arnold Schwarzenegger (principalmente na fase Cameron, por exemplo, eu adoro também True Lies) e confesso isso como um prazer, hoje em dia nostálgico. O meu lado moleque, menino vibrando diante o vídeo assistindo o herói na tela, a imagem de Arnold sem dúvida fez parte de tudo isso e me sentia como em “O Último Grande Herói” vendo o Jack Slater (Arnold) em ação. Mesmo os seus filmes sendo um bocado violentos, minha avó, por exemplo, nunca me censurou. No entanto, eu só fui assistir a este primeiro “Exterminador” depois de ter visto inúmeras vezes o segundo e pude descobrir o quanto sombrio e esquisito foi este trabalho de Cameron, também compreendi o seu sucesso. Certamente eu só pude entender o estouro desta pérola quando entendi as facetas do futuro que o próprio Cameron explicou naquele filme tão histórico em matéria de efeitos especiais (falo do segundo filme que se não fosse este primeiro jamais existiria). Misturando muito bem elementos da ficção-científica com um slacher movie, James Cameron realiza um filme de potencial e que acabou resultando em uma experiência memorável. O que parecia ser apenas um futuro filme cult se consolidou realmente como sucesso de bilheteria do ano.

Cameron orienta Hamilton.
O que poucos devem saber, e não me lembro de ver nos créditos, é que o filme foi baseado nos roteiros Demon with a Glass Hand e Soldier, escritos por HARLAN ELLISON que acabou processando Cameron por roubar suas idéias (a trama da Skynet também seria empréstimo de outra história de Ellison chamada: I Have No Mouth and I Must Scream). De qualquer forma ficou sendo Cameron e a produtora GALE ANNE HURD (sua esposa na época e produtora de seus primeiros filmes), os devidos créditos da “adaptação” kitsch. São visíveis as limitações da primeira fita e percebo que o script teve que ser moldado para se adequar na realidade do orçamento e dos obstáculos tecnológicos para recriar algo tão ousado para os padrões até aquele momento. Cameron utiliza (por mais esnobe e sempre ignorando custos de produção) de sua mais infinita inventividade técnica, ele é um dos poucos que entende do hardware. Talvez seja por isso que nunca foi um diretor de atores e que o Arnold teve que se virar para se tornar um ator (somente nas fitas de comédia de Ivan Reitman, por exemplo,  foi que ele começou a ser dirigido por alguém), assim sendo, Arnold cria uma expressão facial que acabou sendo reconhecida como uma proposital má atuação, ainda mais com o seu sotaque austríaco pesado que tinha antigamente. O melhor de tudo é que todos esses elementos toscos ajudaram a moldar o cyborg malvado. Parece realmente que estamos vendo um robô travestido de homem. Ele é completamente apático e frio, tem um andar todo estranho e deve ter mais ou menos umas 10 falas durante o filme inteiro! Podemos dizer que Arnold como o Exterminador é o típico monstro Frankenstein.


Apesar da cafonice, o filme traz elementos narrativos do gênero Sci-Fi do pós-guerra e lembra premissa de autores como PHILLIP K. DICK e alguns seriados como The Outer Limits (1963-65). Como “Guerra Nas Estrelas” e “Alien” de sua geração, “O Exterminador Do Futuro” é uma banana-split de obras alheias, a diferença é que infelizmente tem um péssimo roteiro, mas o melhor dos filmes de ação como segurança. A trama não me convence muito, nem mesmo com um universo expandido, há muitos furos e as continuações acabaram contradizendo este aqui. Kyle Reese (MICHAEL BIEHN bem indefeso) teria conhecido em um futuro apocalíptico (2029) o líder rebelde dos humanos, John Connor, em uma guerra sombria contras as máquinas que se rebelaram no dia do Juízo Final. Neste futuro ele seria o próprio pai de Connor, mas sem saber. Levava consigo uma fotografia que foi tirada há anos da mãe do revolucionário, Sarah Connor (LINDA HAMILTON ainda indefesa e nada bruta) e já sabia que era perdidamente apaixonado por ela. Numa quebra temporal com a verossimilhança este rapaz volta no tempo para proteger Sarah, a moça é alvo de uma implacável máquina, um Exterminador modelo T-800 (Schwarzenegger) que pretende matá-la para assim evitar que Connor nasça e seja este tão importante homem. Eles não querem explicar o fundamento do tempo: cruzamento ou paralelo? O que a gente faz no presente fica registrado no passado e será conseqüência para o futuro. Nem sequer se explica o transporte que faz com que eles saiam peladões para o passado presente que rolará todo o filme (em flashforward seremos interrompidos para vermos o que acontece no futuro que tem cara de “passado” com uma montagem não muito eficiente, artifício que foi melhor empregado bem futuramente na série LOST). A única coisa que parece interessar ao Cameron é a correria, a violência, os tiroteios e o trabalho interessante de maquiagem, efeitos e, sobretudo robótica. O protótipo inventado pelo saudoso STAN WINSTON (1946-2008) é genial.


Não é somente Arnold que esta canastrão, a jovem Hamilton é também uma mocinha canastra e seu protetor mais ainda, o ator mirradinho Biehn. Até mesmo o romance do casal é um pouco arrastado e que culmina em uma cena de sexo desenvolvida para fazer o John Connor que será importante. Outra questão: como ele teria conhecido o seu pai, ainda moleque, no futuro (como visto em O Exterminador do Futuro: A Salvação, com Christina Bale e Sam Worthington) se ele precisaria fazer amor com a mãe do herói adulto e no passado? Teoricamente não era para Connor existir. Ninguém existe sem que um homem nasça primeiro e coloque a sementinha na mulher (bancando o advogado do Diabo). Enfim, melhor enterrar o passado e se concentrar no futuro (risos), mas é fato que esta trama ilógica confunde. O importante mesmo é o entretenimento. Por mais que a série Exterminador tenha elementos e subgêneros mais interessantes e pouco explorados, é como filmes de ação que a saga é hábil com a audiência.

Este é um filme sombrio – não vamos exagerar e dizer que é noir – mas ele tem aquele toque bacana dos filmes dos anos 80 como Fuga de Nova York, o melhor de John Carpenter após Halloween e Mad Max, com Mel Gibson. Era moda Hollywood imprimir filmes com tanta baixa estima, cenário violento ao estilo gangues e previsão infeliz de um futuro que já estamos vivendo hoje. Essas fitas são influenciadas pela década de 1970 na qual o gênero futuro apocalíptico era bastante discursivo. E Cameron, diferente dos colegas, é um sujeito que não poupa despesas e faz de seu filme algo além do planejado inicialmente. Tem efeitos especiais demais para um filme de baixo orçamento. Mas não é somente isso, vejo que a proposta de Cameron é justamente o seu interesse obsessivo de criar algo espetacular, mas aqui são facilmente visíveis as curvas e os limites de sua projeção. Vejo que ele teve que aceitar todo o esforço em Arnold  para parecer um robô matador predestinado e imbatível para aos poucos (e muito pouco sem tanto exagero) mostrar a criatura por trás da pele humana no momento em que Arnold deixa o filme e seu personagem passa a ser um efeito robótico e de stop motion.

O mago dos efeitos especiais, Stan Winston, com Arnold no set.
A música é também um elemento icônico. BRAD FIEDEL realiza um excelente trabalho em toda concepção musical. Ele não é nenhum John Williams, mas as batidas do tema do filme arrepiam e deixa o espectador preparado para a diversão. A impressão que também me dá é que ao ouvir a música, serei exterminado!

Acreditem se quiser, mas era O. J. SIMPSON o ator considerado para o papel do robô inicialmente. Até mesmo JÜRDEN PROCHNOW foi escalado e ofereceram para Gibson que recusou de imediato.

GEENA DAVIS chegou a fazer testes para o papel de Sarah Connor, Cameron queria GLENN CLOSE que estava indisponível. DARYL HANNAH também se envolveu nos testes, mas preferiu estrelar o clássico “Splash” com Tom Hanks. DEBRA WINGER foi outra favorita de Cameron e o estúdio havia considerado Michelle Pfeiffer, Sharon Stone, Carrie Fisher (imaginem), Diane Lane e Kelly McGillis, mas nenhuma delas teve a menor chance quando o papel foi reescrito por Cameron que havia detalhado Sarah como uma adolescente e  acabou mudando o perfil da personagem para uma mulher, portanto foi  a vez de Linda Hamilton, ainda desconhecida, fazer o teste, o que a transformou em estrela e namorada (depois esposa) de Cameron por anos. Aliás, Hamilton tem a destreza de uma Connor e ela encontrou na rapidez o timing da personagem e a imortalizou. Na continuação ela é a estrela total, a Woman Macho, uma destruidora e mulher de fibra. Aqui ela é a mocinha, mas aos poucos começa a perder a indefesa feminina e mesmo com medo (também é cercada pelo medo no segundo filme) começa a dedilhar com uma pistola, embora não use magistralmente ainda. É incrível como Hamilton era delicada e bonita para depois ficar musculosa como o Arnold e meio lésbica.

Continuou no clássico que pretendo resenhar: O EXTERMINADOR DO FUTURO II – O JULGAMENTO FINAL (T2- Judgment Day) em 1991 na qual Cameron faz um dos filmes  pipoca clássico em décadas. Depois recebeu críticas e recepção não muito positivas com a sequência aguardada por anos: O EXTERMIANDOR DO FUTURO III – A REBELIÃO DAS MÁQUINAS ( T3- Rise Of The Machines, 2003, direção de Jonathan Mostow e último papel de Arnold nesta série) e finalmente no recente O EXTERMINADOR DO FUTURO – A SALVAÇÃO (Terminator Salvation, 2009, direção de McG) que de certa forma salvou a série apagando a fita de Mostow da existência desta franquia e resgatando a proposta de Cameron. Também se tornou série de TV no subestimado, O EXTERMINADOR DO FUTURO – AS CRÔNICAS DE SARAH CONNOR (Terminator: The Sarah Connor Chronicles, 2008) com Lena Headey, Summer Glau e Thomas Dekker. Expandindo o universo, mostra Sarah vivendo escondida por vários anos após a tentativa frustrada de eliminar a ameaça Skynet. Entra na história uma cyborg feminina que protege John e a mãe de qualquer ameaça vinda do futuro. O nome desta robô é nada mais e nada menos do que Cameron! Esta série também apaga o terceiro filme, onde Sarah havia morrido de câncer. 31 episódios são escritos pelo próprio Cameron e a produtora Gale Anne Hurd também participa.

Em poucas palavras este filme é até irônico ao tentar controlar o futuro no passado. Com alguns defeitos, parafusos mais soltos do que unidos numa trama um tanto problemática, o bordão de Arnold “Eu Vou voltar” garante uma boa diversão, até porque esta frase é uma das mais citadas em todos os tempos.


EUA – 1984
AÇÃO/FICÇÃO-CIENTÍFICA
WIDESCREEN
107 min.
COR
METRO
14 ANOS
✩✩✩✩ ÓTIMO





Um Filme de JAMES CAMERON

ARNOLD SCHWARZENEGGER
MICHAEL BIEHN  LINDA HAMILTON
e PAUL WINFIELD

Co-estrelando:
LANCE HENRIKSEN RICK ROSSOVICH
BESS MOTTA EARL BOEN
DICK MILLER  BILL PAXTON

Música de BRAD FIEDEL 
Fotografado por ADAM GREENBERG
Efeitos de maquiagem e robótica criados por 
STAN WINSTON
Montagem 
MARK GOLDBLATT 
Cenografia GEORGE COSTELLO
Figurinos HILARY WRIGHT
Produtores Executivos 
JOHN DALY DEREK GIBSON
Escrito por 
JAMES CAMERON com GALE ANNE HURD
Produzido por GALE ANNE HURD
Dirigido por
JAMES CAMERON
The Terminator ©1984 An ORION Pictures Release
Cinema 84/Euro Film Found. Hemdale/Pacific Western

19 comentários:

Anônimo disse...

Um dos meu filmes favoritos, principalmente o segundo. Espero que venha o "Exterminador 5", com a volta de Schwarzenegger e Linda Hamilton, como foi dito em fontes, mas como ainda nem falam mais sobre o mesmo, não irei criar muitas expectativas.

Renato | @Rn_t disse...

A questão da viagem no tempo que deu vida a John Connor, embora muito difícil de se explicar e entender, faz sentido. É como se os fatos ocorressem em "loop" eterno, se repetindo infinitamente. O pai de John Connor, portanto, poderia morrer no passado pois seu nascimento estaria assegurado no futuro, uma vez que sua concepção se repetiria.
Enfim, acredito que a franquia ainda possa surpreender. Mas, para isso, faz-se necessário o retorno de uma peça chave para a trama, James Cameron. Torço para que, em 2018, quando os direitos sobre a franquia voltarem a seu criador; a história seja contada novamente, a partir do final do 2º filme, embora tal possibilidade seja mínima, considerando as recentes declarações de Cameron a respeito de seus planos para o futuro.

Alysson disse...

Acho que tudo o que o diretor James Cameron faz vira ouro e essa depois de Titanic essa é sua franquia de sucesso, eu particularmente gosto muito desse filme assim como os demais.

Rodrigo Mendes disse...

Olá Anderson,
é bom nem criar expectativas mesmo, acho que Cameron não esta mais interessado em dirigir a franquia, ajudou na concepção da série "As Crônicas de Sarah Connor" na tentativa de ver realizado este universo expandido. Creio que o fim dele como diretor se deu no clássico T2!

Rodrigo Mendes disse...

Renato,
este "loop" infinito que diz continua a não fazer sentido algum. A linha temporal é uma só, ao menos se a série tentasse criar uma teoria sobre universo paralelo (enfim...) Os melhores filmes sobre viagem no tempo continua sendo a aventura de Zemeckis "De Volta Para o Futuro", onde eles explicam que a viagem no tempo é instantânea e as coisas desaparecem no futuro se você interfere no passado, isso faz muito mais sentido. Em Terminator eles querem pular esta parte e preferem se concentrar na ação e efeitos especiais, o que também não é de todo mal, analisando este campo. Agora, bem que o Cameron poderia ter sentado e pensado melhor na teoria de sua trama, creio que o filme hoje teria outro status. Esta repetição infinita não cola muito. Se a Sarah Connor fosse a líder revolucionária e não o John Connor e depois de sua morte o filho tomasse conta, bom, faria mais sentido e assim não teria o problema do pai, a relação sexual e o nascimento do garoto. Daí tudo bem, a máquina de alta tecnologia futurista poderia voltar em 84 para matá-la evitando consequências mais sólidas neste "futuro" e vencer a guerra.
A trama do terceiro é ainda mais fraca com o câncer que matou Sarah tirando-a da série!

Quanto ao Cameron no projeto, como disse ao Anderson, não crie expectativas. O cara agora só esta pensando em "Avatar" e já declarou isso.

Abs.

Rodrigo Mendes disse...

Cameron já se intitulou "O Rei Do Mundo" Rs!

Abraço.

ANTONIO NAHUD disse...

Não gosto do Arnold, mas esse filme é incrível. Fiquei com vontade de revê-lo.

O Falcão Maltês

Rodrigo Mendes disse...

É sempre bom revê-lo como o T-800, sobretudo o segundo! Este é uma pérola que acabou dando certo, inclusive por causa do Arnold!

Unknown disse...

Gosto muito desse filme. TEm um suspense incrivel. O segundo tem mais ação, mas é louvavel como esse filme foi tratado com recursos até limitados. Assim como o amigo Antonio, fiquei com vontade de rever. Otima postagem. Abração.

ANTONIO NAHUD disse...

CAMPANHA: NOSSO FOCO É O CINEMA

Para um BLOGUEIRO CINÉFILO cinema é arte, talento e magia. Ele lê muito sobre a sétima arte, pesquisa, passa horas diante do computador, coleta imagens raras e principalmente vê filmes, muitos filmes. Movido pela paixão cinematográfica, abre as portas para um novo mundo. O que mais o anima a continuar são os COMENTÁRIOS dos internautas. Tornar-se SEGUIDOR do seu blog é uma grande alegria. Pense nisso e apoie os blogs cinéfilos DEIXANDO COMENTÁRIOS e SEGUINDO-OS. O cinema agradece.

O Falcão Maltês

Júlio Pereira disse...

Adoro O Exterminador do Futuro. Sem dúvidas um dos melhores exemplares do gênero. A sua trama, ainda que fraca, não chega a ser ruim e o blowmind ilógico do nascimento do Connor me agrada, confesso. Mas é na ação mesmo que ganha sua força, um exemplo de ótimos efeitos especiais, muita explosão e tiroteio empolgante. Me atenho a isso, e espero o segundo (meu favorito) para poder falar tudo que tenho sobre ele (não pode deixar de fazer, em!). Valeu!

J. BRUNO disse...

Pois é acho que sou o terceiro com vontade de revê-lo, gosto deste filme mais pela saudade que ele me dá de minha infância e de seus heróis do que pelos seus atributos cinematográficos... Para mim ele continua sendo um dos melhores filmes de Camerom, diretor pelo qual não tenho tanto apreço, e ele tem um lugar reservado em minha memória afetiva...

Rodrigo Mendes disse...

Realmente Cameron consegue evidenciar um pouco do suspense e atá terror nas cenas que o T-800 é um efeito em stop-motion e persegue Hamilton.

Obrigado, abraço!

Rodrigo Mendes disse...

A convergência é realmente um atributo a fazer o blogueiro continuar.
É isso aew Antonio! Mas já fico feliz com outro tipo de feedback. Quando alguém vem falar comigo sobre cinema e disse que leu no meu blog, a pessoa nem é do meu blogspot, não tem conta ou sabe comentar na plataforma, mas vem falar comigo e o papo cinéfilo corre solto! Adoro também quando me sinto o responsável por indicar um filme que levou entretenimento, reflexão ou qualquer outro tipo de sentimento à pessoa.

Abraço!

Rodrigo Mendes disse...

Salvo que "Terminator" é um filme de ação. Sem dúvida vou postar sobre o segundo, em um dia de verão, melhor que o primeiro sem dúvida. Um épico clássico da pipoca.

Obrigado Júlio pelos comentários. Abraço.

Rodrigo Mendes disse...

Uma nostalgia de vez em quando é bom não é Bruno? Arnold foi também meu herói dos filmes de ação. Desligo o meu cérebro e me divirto!

Abraço.

Nuno Pereira disse...

Este é mesmo o meu filme favorito de sempre, e se não fosse este era o segundo o qual aceito que digam que é melhor que o primeiro!

Vi ambos no cinema, fui um sortudo com 10/11 anos que conseguiu entrar e ver este Exterminador no seu tempo!

O Cameron, os três primeiros filmes dele são do melhor que há dentro da ficção cientifica. (Terminator, Aliens, The Abyss)

O Provedor disse...

É um grande filme sci-fi, um dos melhores do género ciberpunk, se bem que considere o Terminator 2 superior.
É incrível como o estilo de Cameron mudou ao longo dos anos. Ele era frio e tornou-se sentimentalista. (Titanic, Avatar)

Cumprimentos cinéfilos

Unknown disse...

Não tem como negar quão importante este filme é para o estilo Sci-fi!
Premissas que são copiadas até hoje... O Arnold combina bem de robô,, sem falar que é um TOTAL clássico da sessão da tarde!!!

;D

🚪 Acervo de Películas

00's 007 10's 20's 30's 3D 40's 50's 60's 70's 80's 90's ALIEN ANG LEE ARNOLD SCHWARZENEGGER Adoro Cinema Akira Kurosawa Al Pacino Alec Guinness Alfonso Cuarón Almodóvar Angelina Jolie Animação Arthur P. Jacobs Audrey Hepburn Aventura Ação Batman Bela Lugosi Bernardo Bertolucci Bette Davis Billy Wilder Blake Edwards Blaxploitation Bob Fosse Boris Karloff Brian De Palma Bryan Singer Buster Keaton CINE TRASH CINEASTAS CINEMA PRETO & BRANCO CULTS Carl Laemmle Carol Reed Carrie Fisher Cary Grant Cecil B. DeMile Chaplin Charlton Heston Christopher Nolan Cine-Doc Cinebiografia Cinema Asiático Cinema Europeu Cinema LGBT Cinema MUDO Cinema Marginal Cinema Rodrigo Clark Gable Claude Rains Clint Eastwood Clássicos Colin Trevorrow Comédia Coppola Crepúsculo Curt Siodmak Curta-metragem Curtis Hanson DANNY BOYLE DAVID LYNCH DC Comics Daniel Craig Danny DeVito Dario Argento Darren Aronofsky David Bowie David Cronenberg David Fincher David Lean David O. Selznick Denzel Washington Disney Documentário Drama Drogas ESPECIAIS Eduardo Coutinho Eisenstein Elia Kazan Elvis Presley Erotismo Errol Flynn FERNANDO MEIRELLES FILMES IRREGULARES FOX FRANK CAPRA FRANÇOIS TRUFFAUT Fantasia Fatos Reais Fellini Filmes Natalinos Frank Darabont Frank Oz Fritz Lang GUEST SERIES Gangsters Gene Wilder George A. Romero George Cukor George Lucas George Miller George Stevens George Waggner Georges Méliès. Giallo Gillo Pontercorvo Grace Kelly Greta Garbo Guerra Guillermo del Toro Gus Van Sant Gérard Depardieu HARRY POTTER HQ Halloween Harold Lloyd Harrison Ford Henri-Georges Clouzot Henry Selick Hitchcock Home Video Homem-Aranha Howard Hawks Humphrey Bogart INDIANA JONES Infantil Ingmar Bergman Ingrid Bergman Irmãos COEN Isabelle Huppert Ivan Reitman J.J. Abrams JAMES WHALE JEAN-LUC GODARD JOHN HUGHES Jack Arnold Jack Nicholson Jacques Tourneur James Cameron James Ivory James Stewart Janet Leigh Japão Jason Jim Henson Joan Crawford Joel Schumacher John Carpenter John Ford John Huston John Landis John Waters Jonathan Demme Joon Ho Bong Joseph L. Mankiwicz José Mojica Marins Judy Garland KING KONG KRZYSZTOF KIESLOWSKI Kate Winslet Katharine Hepburn Kevin Spacey Kirk Douglas Lars Von Trier Lawrence Kasdan Leonardo DiCpario Liza Minnelli Lon Chaney Jr Luc Besson Luca Guadagnino Luis Buñuel M.Night Shyamalan MARVEL MONSTERS COLLECTION Marilyn Monroe Mark Hamill Marlene Dietrich Marlon Brando Martin Scorsese Matinê Mel Brooks Melhores do Ano Michael Curtiz Michael Douglas Michael Haneke Michael Jackson Michael Powell Michel Gondry Michelangelo Antonioni Milos Forman Monstros Musicais Mário Peixoto NOUVELLE VAGUE Nacional Noir O Senhor Dos Anéis Oliver Stone Olivia de Havilland Orson Welles Oscar Outubro Das Bruxas P.T. ANDERSON PERFIL PETER JACKSON PIXAR Pam Grier Paramount Park Chan-wook Paul Verhoeven Peter Bogdanovich Philip K. Dick Pier Paolo Pasolini Pierce Brosnan Piores do Ano Pipoca Planeta Dos Macacos Policial Pânico Quentin Tarantino RIDLEY SCOTT RKO Rian Johnson Richard Donner Road-Movie Robert De Niro Robert Rodriguez Robert Wise Robert Zemeckis Roger Moore Rogério Sganzerla Roman Polanski Romance SAM RAIMI SESSÃO TRAILER SEXTA-FEIRA 13 SUPER HERÓIS Sam Mendes Sam Peckinpah Sangue Scarlett Johansson Sci-Fic Sean Connery Sean Penn Sergio Leone Sessão DUPLEX Cinema MUDO Sessão Da Tarde Sessão Dinossauro Sessão Surpresa Sexo Sharon Stone Sidney Lumet Sigourney Weaver Sofia Coppola Spielberg Stan Lee Stanley Donen Stanley Kubrick Star Trek Star Wars Stephen King Suspense TOD BROWNING TV Terror Thriller Tim Burton Timothy Dalton Tom Cruise Tom Hanks Tom Tykwer Trash UNIVERSAL STUDIOS Uma Thurman Universo Jurassic Park Victor Fleming Violência Vivien Leigh Wachowski Walter Hugo Khouri Walter Salles Warner Wes Craven Western William Castle William Friedkin Wolfgang Petersen Wong Kar Wai Woody Allen Zé do Caixão Épico Época