SAINDO DO FUNDO DO POÇO
Passaram-se oito anos e Batman ainda é perseguido pela lei já que foi injustamente acusado de ter assassinado Hervey Dent e os crimes que o mesmo cometera. Seu amigo, o comissário de polícia Gordon, com muito pesar, leva a cabo esta implacável perseguição, no entanto, Bruce Wayne terá que sair de sua reclusão sombria e vestir o uniforme do cavaleiro das trevas uma última vez e assim enfrentar o asqueroso Bane um novo terrorista que pretende destruir Gotham City. Além do mais, Wayne precisa lidar com velhas feridas de seu passado e desvendar os mistérios de uma sedutora ladra, Selina Kyle enquanto foca suas energias para salvar a cidade do caos.
Porque caímos? Esta pergunta nunca saiu da mente do bilionário Bruce Wayne (o galã e o melhor ator a vestir o personagem até o momento, CHRISTIAN BALE) que com ódio e desejo de vingança, que foi abençoada pelo significado da justiça, treinou duro durante longos anos e sem poderes especiais se transformou no super-herói mascarado, O Batman que dispensa mais comentários.
Para a conclusão épica de sua trilogia, o cineasta CHRISTOPHER NOLAN não pouca despesas no superespetáculo (utiliza de forma eficiente efeitos especiais mecânicos, ou seja, tudo é construído para melhor apreciação) tampouco na dor, sofrimento, caos e violência no capítulo mais sombrio da saga do herói renegado e nomeado como O cavaleiro Das Trevas.
É um ótimo programa, como entretenimento BATMAN- O CAVALEIRO DAS TREVAS RESSURGE (The Dark Knight Rises, 2012) não decepciona, pelo menos não a mim, mas é certamente um filme difícil, ainda mais tenso e dramático do que a obra-prima antecessora. Nolan faz o público e o mocinho sofrerem em uma trama crua e realmente dolorosa, literalmente. É típico que o final de um ciclo se feche com inúmeras informações e personagens que inflam demais a premissa. Certamente o erro do filme é o seu script, escrito sem fôlego por Chris, seu irmão Jonathan Nolan e David S. Goyer (que alias fez um estrondoso trabalho na concepção do argumento e roteiro do Begins). Ou seja, além de apresentar obrigatoriamente (como se fosse uma penitência) tantos novos personagens, precisa também inaugurar várias subtramas que mesclam com a linha narrativa principal já apresentada anteriormente. É de praxe que o passado de Bruce/Batman se torne digressões líricas neste capítulo, até porque não é necessário explicar novamente (e nem o Nolan gosta destes artifícios), mas tem momentos no filme que deixam um pouco a desejar (falo da participação/aparição de Liam Neeson) e também não sabe aproveitar tão bem inicialmente o papel da milionária Miranda Tate (a ótima e linda MARION COTILLARD, minha nova estrela musa que amo!). Cotillard não esta tão radiante aqui, infelizmente, e sua função se torna apenas impactante próximo ao término da projeção ([SPOILER] acredita-se que sua personagem usa um pseudônimo como Ra´s Al Ghul que a princípio chamava-se Henri Ducart . Nos comics ela chamava-se Talia!). Ao menos os roteiristas conseguem com certo equilíbrio e cuidado tratar lindamente dos coadjuvantes principais: começando pelo sempre ótimo JOSEPH GORDON-LEVITT como o jovem policial John Blake, que mostra altruísmo e coragem quando a cidade é praticamente tomada pelo perigo. É emocionante a revelação final deste personagem que podemos chamar de “... prodígio” (só que ele já é um homem!).
Há também a importante figura da sedutora e gatuna Selina Kyle, que ao longo do filme nem sequer é chamada de Mulher-Gato e tampouco se perde tempo em querer mostrar as suas origens. Trata-se da estonteante ANNE HATHAWAY em um papel de ginasta olímpica. Ela não tem aquela graça mais sexy e erótica da Michelle Pfeiffer que adorava dar uma lambidinha, saltar edifícios e comer passarinhos (nem sequer tem os famosos chicotes), é apenas uma thief que trabalha por dinheiro. Bandida desonesta e egoísta, mas que tem um lado heroína que precisa entrar em erupção. Hathaway consegue fazer perfeitamente essas duas mulheres, a vilã e a mocinha, mas não esperem clássicas cenas de sedução entre ela e o Batman, aqueles truques que a Mulher-Gato fazia para distraí-lo (ela também não tem garras) é apenas uma mulher astuta e que sem dúvida é muito bem treinada em um mundo verossímil. Diria que ela tem estilo de espiã. O resultado? É surpreendente ver escrito desta maneira o perfil feminino da famosa personagem neste universo proposto por Nolan e que deve ter acrescido-a apenas para agradar aos fãs.
Graças ao bom senso tivemos ótimas notícias do novo vilão! Não mais aquele mongol capanga desnecessário da Hera-Venenosa (no desastroso filme de Schumacher de 1997, Batman & Robin), finalmente o grandalhão Bane (e ou/ Ruína, Perdição como também é conhecido), é apresentado como um homem comum que carrega cicatrizes e uma máscara estilo Darth Vader que o mantêm vivo e falando com uma voz aterradora, mas que me incomodou um pouco (às vezes parecia a de um garoto na puberdade). Pelo menos, o olhar de TOM HARDY (fisicamente perfeito para o papel depois de um intensivo treino, estudou vários estilos de luta para usar no filme e para adquirir músculos, ganhou cerca de trinta quilos de peso) é penetrante e Nolan prefere filmá-lo num ângulo baixo para dar a impressão de sua magnitude. Confesso que também achei Bane a “Pura Maldade!”.
Aqui ele é tratado como um enxadrista ardiloso e cruel, líder de um grupo de homens armados capazes de tudo. Aliás, nos quadrinhos Bane era descrito desta maneira, de fato como um criminoso louco que passou grande parte da vida na prisão. O bom é que eles cortaram uma parte que faz parte da descrição física do personagem que nunca tive simpatia. Sobre aqueles tubos de venenos experimentais na qual usaram Bane como cobaia (ele necessitava tomar esse veneno através dos tubos que bombeavam a droga diretamente para o seu cérebro, o que o matinha vivo e intensamente mais forte). Ficaria um figurino ridículo. O design da máscara de Bane é muito mais apropriado aqui, simples e eficaz.
Mais uma vez temos os veteranos GARY OLDMAN como o Comissário Gordon, MORGAN FREEMAN como Lucius Fox e MICHAEL CAINE como o mordomo Alfred Pennyworth. A interpretação do terceiro é comunal e de emocionar qualquer espectador. Caine sabe fazer pela última vez o fiel mordomo (e pai) de Bruce lindamente. O que me incomoda é apenas a atitude do velinho para com seu querido “Master Bruce”. Alguém que um dia disse para ele que nunca (“never”) desistiria de sua pessoa, e que de repente em um ato estranho, resolve abandoná-lo com a desculpa de não querer assistir a suposta queda do herói. Um tombo que poderia ser profundo e eterno. Isso mesmo, o filme carrega um pessimismo triste, mas nem por isso jamais imaginaria uma atitude tão sofrível do querido Alfred. Bom, assim Caine sai um pouco de cena.
Oldman continua de sei jeito habitual, também fica fora de cena um pouco quando é apanhado e ferido pela gangue do Bane, mas logo volta com vigor, de fato ele também “ressurge” para lutar mais um dia. Freeman continua com sua interpretação elegante e eficiente e neste episódio chega a participar um pouco mais fisicamente da ação. Outras figuras dão a sua graça, mas esta categoria fica mais para canastrões, a começar por Ben Mendelsohn (de Os Especialistas, Killer Elite, 2011 e Preságio, Knowing, 2009) como o corrupto John Daggett, canastrão diante Bane, coitado (risos), assim como a esquisita Juno Temple (de Desejo e Reparação, Atonement, 2007 e Kaboom, Idem, 2010) como a amiga de Selina, Jen, que aparece de vez em quando (na verdade fiquei boiando na dela). Gosto de algumas aparições como a do Dr. Pavel, interpretado por Alon Aboutboul, ator israelita que já tinha visto em Munique (2005 de Spielberg) e do ator Daniel Sunjata (da série Grey´s Anatomy, que tenho predileção) vivendo rapidamente o capitão de polícia incorrupto, Jones que é mais uma vítima que Bane quebra com as próprias mãos! Mais curioso é ver Matthew Modine (Nascido Para Matar/Asas Da Liberdade) que não via há muito tempo, em destaque vivendo Foley, outro herói de farda, amigo de Gordon.
As cenas de ação são impactantes e grandiosas e a mais sensacional ocorre em um estágio de futebol quando o terreno se abre depois da detonação de várias bombas por toda Gotham City (a sequência da detonação, incluindo a ponte, é de tirar o fôlego pela primazia técnica). Nolan constrói esses momentos de espetáculos encabeçados pelo espírito patriótico, por exemplo, quando um garotinho canta o hino nacional norte-americano. Ao mesmo tempo, essas cenas tem um silêncio agonizante. O circo pega fogo de outra forma desta vez, sem mais as palhaçadas improvisadas e aquele som da anarquia do Coringa que outrora se espalhou por Gotham. Os crimes do Bane chegam a ser mais assustadores por serem matematicamente calculados e também controversos com um plano esquisito e muito questionável (afinal todo vilão nunca chega a ter uma sã consciência) que consistia em dar “esperança” ao povo da cidade, isto é, no mesmo lugar que ele pretendia destruir. Portanto é difícil manter algum fiapo de esperança em um âmbito repleto de terror. Creio que as atitudes de Bane são mais psicológicas do que físicas. Apesar de o sujeito ter uma força anormal capaz de quebrar um homem como se fosse graveto, este louco consegue penetrar com muito mais eficácia em nossa mente (e isso me dá medo, muito medo!). Não apenas nós, meros espectadores, mas amedronta Batman que apesar de enfrentá-lo, acaba sendo derrotado por ele e jogado em um buraco no meio do nada para nunca mais sair. Com isso, o filme ganha a função do título, onde o herói aprende no duro a enfrentar o medo da queda e ressurgir das trevas para deter o mal que ele jurou destruir.
É um filme que mergulha nas maiores fraquezas de Bruce Wayne e não no Batman já que Nolan pretende mostrar o homem por trás da máscara cheio de conflitos e dores (da coluna à cabeça). É lindo ver o meu herói preferido, com garra, sair do fundo do poço para combater o mal. O enigma sempre foi o medo. É necessário enfrentá-lo de frente porque é através do medo que podemos responder melhor aquela perguntinha que joguei no início do texto.
Abordando a parte técnica que é um primor nesta fita, aplaudo de pé a equipe cenotécnica de Nolan que realiza um trabalho magnífico que faz perdoar alguns furos de roteiro. Começando pelo diretor de fotografia Wally Pfister que desde o início manifestou o seu interesse em fotografar a totalidade do filme no formato gigante IMAX. No que diz respeito ao 3D, tanto Nolan quanto Pfister não tiveram interesse (e cá entre nós, desnecessário mesmo). Uma curiosidade confirmada é que o filme teria cerca de cinquenta minutos de tomadas rodadas em Imax e fico aqui imaginando como seria (assisti ao filme na nova sala do Cinépolis no JK Iguatemi em São Paulo e devo dizer que é fantástico, mas ainda é um Imax relativamente menor se comparar com o americano como já li em matérias detalhadas), em última análise, acabou sendo desapropriado rodar muitas cenas dialogadas em Imax por ser demasiado barulhento. Portanto houve uma combinação híbrida com câmeras de 70mm, Imax e 35mm em todo o resto do filme.
Destaque também para o trabalho da figurinista Lindy Hemming, veterana no cinema (de vários filmes: como os do 007, Harry Potter, etc) e que colabora desde o início nesta série. Se ela já ajudou no conceito da nova roupagem do Batman, repete o mesmo feito aqui, sobretudo nos novos personagens. A Selina desfilando com vestidos estonteantes, assim como sua fantasia de Catwoman (e convenhamos fica parecida com a Batgirl e algumas pessoas desavisadas confundem as personagens) e com os seus saltos pontiagudos. Mas, o destaque maior fica para o Bane já que o tamanho da máscara ajuda a acentuar de maneira correta na altura dos olhos de Hardy (vou ter pesadelos com ele...) e as discretas roupas que se distanciam das HQ´s fazendo de Bane um legítimo mercenário, de alguém que não gosta de luxo e vive em guerras.
E o que dizer da trilha musical do mestre Hans Zimmer? Desta vez sem a colaboração de James Newton Howard, que também é bom. Só com o prólogo musical e o main theme (“o fogo se levanta”), Zimmer já entregou uma obra clássica. Ecoará para sempre o som dos prisioneiros na escuridão daquela prisão subterrânea, que como em um ritual, cantam para os homens que tentam emergir. É de arrepiar. O tema musical da Selina também é formidável.
A minha sequência favorita, em Heinz Field (estágio que serviu para o fictício Gotham Rogues), no bairro norte de Pittsburgh, contou com a presença de dez mil extras, incluindo os jogadores de futebol. Outra curiosidade é descobrir que o próprio jogador Hines Ward, faz uma participação interpretando a si mesmo (ele é o cara que sai correndo com a bola, distraído, enquanto atrás deste esta desmoronando o campo).
O filme inspirou-se em passagens interessantes dos quadrinhos. Uma delas foi The Killing Joe e The Long Halloween, capítulos dos mais dark da série que um dia foi onomatopeias coloridas (a famosa série de 1966-68 criada por William Dozier que o diga). Portanto, The Dark Knight Returns (e não ressurge), retrata um trecho obscuro da vida de Bruce Wayne que aposentou o Batman e passou dez anos desaparecido. No capítulo Knightfall há a introdução de Bane e mostra a cidade de Gotham como um lugar solitário e cinzento que é controlado por criminosos. Eis a espinha dorsal do plot escolhido por Nolan para este desfecho.
Originalmente Goyer havia escrito um tratamento na qual Harvey Dent, então transformando no disforme indeciso Duas Caras, como o vilão principal do terceiro filme. Foi mais notável fazer com que Dent fosse morto na segunda parte e sua morte ser uma sombra para Batman e a força motriz para a trama a seguir. Aaron Eckhart até havia mostrado interesse em retornar ao papel, mas o destino dele era permanecer definitivamente morto e não faria sentido retornar não é?
O mais notável é o filme não ter mencionado uma vez sequer o Coringa (que foi uma inspiração em Conrad Veidt no clássico O Homem Que Ri de 1928). Fica uma sensação de que a produção não o fez por algum respeito religioso ao saudoso Heath Ledger. Não fez falta nesta trama, que mesmo mostrando pela primeira vez incoerência (como Bruce Wayne consegue voltar para Gotham sem dinheiro, sem documento e transporte depois que consegue sair da prisão se a cidade estava sitiada e impenetrável? Todos questionam), nuances que obviamente não ocorreram nos roteiros anteriores. Provavelmente o excesso de trabalho da equipe, sobretudo a pressão em Nolan de realizar o melhor filme do Batman, tenha prejudicado. Chegou bem perto de ser superior a segunda parte, mas nem por isso é irregular. O que o filme perde em alguns defeitinhos, ganha nos efeitos especiais, personagens e num encerramento ambíguo, uma proposta parecida com o filme anterior do diretor; A Origem (I n c e p t i o n, 2010) quando o pião continua girando ou não (?) [SPOILER] E o final/destino do Batman é selado com o sacrifício para salvar os oprimidos. Se Bruce Wayne morreu ou não é um enigma do virtuoso Christopher Nolan.
Alfred viu de verdade ou não Wayne e Selina na cena final sentados no café em Florença depois que o herói foi dado como morto e recebeu até uma estátua como a do Presidente Lincoln? Factível ou sonho, é um mistério saboroso e inteligente para se concluir uma série tão aclamada. Plausível é perceber que Lucius Fox descobriu que Wayne consertou o piloto automático do bat-helicóptero que carregava a bomba sugerindo que o herói saiu à francesa! Da mesma forma é saber que Batman deixou as pistas para Blake, obviamente uma versão infinitivamente melhor do Robin, seguir a sua trilha... É um término pensativo.
Batman Ressurge é digno e irmão do mesmo sangue da trilogia Bat-Nolan! TDKR é literalmente ligado ao Begins com a tragédia do herói e há fortes comparações ligadas ao destino fatal das personagens de Neeson e Cotillard (os vilões que morrem como terroristas levando a cabo o seu plano) como a do próprio Morcego com o homem que virou vilão, Dent em The Dark Knight. O destino de ambos cria de certa forma uma espécie simbólica de um novo nascer para Gotham. Tanto a morte de Harvey como a de Batman, ocasionou um novo ressurgimento para a cidade que já viveu dias de paz. Ainda assim, o conceito fundamental deste terceiro tem fortes ligações com o primeiro filme, já que não há Coringa para ter atenções no picadeiro. Aqui, o Batman sobe para a luz como a verdadeira estrela da fita (um dado curioso é que o primeiro tinha cenas mais escuras do que este).
Se inspirando nas facetas de Zorro e nas peripécias detetivescas de Sherlock Holmes, em alguma noite histórica, BOB KANE (1915-1998) e Bill Finger (1914-1974, co-autor) conceberam Batman e desde então o herói é aclamado por gerações. Não podemos deixar o nosso agradecimento a eles porque sem esses caras, não estaríamos aqui hoje louvando o trabalho de Nolan.
Batman é realmente um épico digno com um final eficaz. Até agora ele é o único super-herói que subiu no meu conceito.
EUA/INGLATERRA – 2012
AÇÃO/DRAMA
EM EXIBIÇÃO NOS CINEMAS
165 min.
COR
12 ANOS
WARNER
✩✩✩✩ ÓTIMO
WARNER BROS. PICTURES Apresenta
Em Associação com LEGENDARY PICTURES
Uma Produção SYNCOPY
Um Filme De CHRISTOPHER NOLAN
CHRISTIAN BALE
MICHAEL CAINE GARY
OLDMAN ANNE HATHAWAY TOM HARDY
MARION COTILLARD JOSEPH-GORDON-LEVITT e MORGAN FREEMAN
Com: Matthew Modine Alon Aboutboul Ben
Mendelsohn
Daniel Sunjata Juno Temple
William Devane Liam Neeson Cilliam Murphy
Elenco por JOHN PAPSIDERA. TOBY WHALE
Música de HANS ZIMMER
Direção de Fotografia WALLY PFISTER Edição LEE SMITH
Direção de arte por NATHAN CROWLEY. KEVIN KAVANAUGH
Figurinos por LINDY HEMMING Co-produtor JORDAN GOLDBERG
Produtores Executivos
KEVIN DE LA NOY. THOMAS
TULL. BENJAMIN MELKINER. MICHAEL E. USLAN
Produzido por EMMA THOMAS. CHRISTOPHER NOLAN. CHARLES ROVEN
Baseado no personagem BATMAN criado por BOB KANE
Publicado por DC COMICS
Escrito por JONATHAN NOLAN & CHRISTOPHER NOLAN
Argumento CHRISTOPHER NOLAN. DAVID S. GOYER
Dirigido por CHRISTOPHER NOLAN
TDKR ©2012 Warner Bros. Pictures/ DC Entertainment/ Legendary Pictures/ Syncopy


















13 comentários:
Meu amigo, aplaudo a sua resenha! Essa trilogia de Nolan é a mais perfeita sobre o Batman. Preciso ver este último filme ainda! Vi na TV que o diretor disse que nenhum vilão foi tão perfeito em atuação como o do Heath Ledger, mas que este novo vilão da máscara veio mesmo para arrasar. Eu gosto muito do herói Batman, sou superfã dele. Mas os últimos filmes sobre o próprio, posso dizer, foram imbatíveis! Abraço e boa semana.
Aeeee!
Ótima crítica, Rodrigo! E esse cartaz estilo Star Wars iniciando a leitura? HAHA, adorei!
E uma coisa praticamente unânime em todos os críticos blogueiros: Michael Caine rocks! Alfred sempre foi meu personagem favorito do universo Batman e adorei o destaque que ele teve nesse capítulo final. Realmente as suas palavras são de emocionar. Também achei que o filme teve mais espaço para Gordon, Fox e até para nosso herói, Batman. No primeiro, foi a descoberta; no anterior, Coringa comandou o show; e nesse terceiro, Bale abraça as inseguranças do personagem em voltar à tona e achei isso muito bem representado no filme.
E gostei de Bane também. Vilão com lábia de político, né? hahaha. E força de leão. O cara é foda!
Reproduzo o q escrevi na minha crítica aqui: Nolan finaliza a trilogia com a mesma dignidade que começou. É o que menos gosto dos 3, mas ainda muito, muito acima da média. Um grande filme.
Abs!
Verdadeiro tratado sobre o filme, hehe. Nem tenho o que acrescentar...
Agora se você viu no IMAX e diz que não chega a ser igual a dos Estados Unidos, imagine eu que vi no Macro XE, hehe, já que em Salvador não tem IMAX.
bjs
Confesso que fiquei um pouco decepcionado com o filme, sobretudo porque senti haver personagens demais e pouco base que os pudesse verdadeiramente alicerçar. Esse é o caso de Marion Cotillard, atriz cuja participação é, senão de mau gosto, um pouco duvidosa.
Quanto ao resto, um espetáculo visual, uma obra que erece ser vista, principalmente pela participação de Anne Hathway numa personagem que, como você descreveu, verossímil num mundo igualmente verossímil. Penso que tenha carecido de informações sua personagem, mas, ainda assim, o meu verdadeiro motivo de deleite.
Eu particularmente amei o filme mas o meu preferido continua sendo Batman o Cavaleiro das Trevas eu gostei muito da sua resenha e concordo com vc em muitos pontos e acho que a Anne Hathaway efetuouvum bom trabalho apesar de ter sido pouco aproveitada.Esse filme fechou com chave de ouro a excelente trilogia.
Concordo plenamente com o comentário de Alysson.
O Falcão Maltês
M: Obrigado querida pelos aplausos ;)
Vai aplaudir e aplaudir este filme, assista e depois me diga o que achou. Mesmo por tudo de irregular que apontei, ainda assim, o filme tem grandes méritos.
Beijos e ótima semana.
Elton: Valeu meu caro e faço coro a reprodução de seu texto. Caine é de dispensar mais comentários, mesmo achando não muito legal a atitude de Alfred em deixar Bruce para não vê-lo cair. E o Bane é ótimo, até mesmo quando chega a revelação final.
O Cartaz é incrível, achei lindo. Postei a mesma arte da trilogia nos três posts, se não me engano, a arte é trabalho do genial Drew Struzan.
Abs!
Amanda: Ainda vamos assistir em um verdadeiro IMAX;) Não desmerecendo o que temos aqui, é claro!
Bjs!
Luís: É, mas o diretor tinha o que guardar da Marion, era a função da personagem, mas de fato não é o melhor papel da atriz. E a Anne realmente arrasa, e ele nem precisou mostrar as garras. Abs.
Alysson, Antonio: É isso aew! Não podemos dizer que Nolan não fechou com chave de ouro e que a trilogia não compensou. Ele elevou o gênero super-herói.
Abs!
Realmente, um filmaço. Nada perto do épico que prometia, ou que foi o filme anterior. Ainda assim, um grande filme de heróis - apesar de todos seus furos e falhas no roteiro. E é diversão garantida!
Julio, o filme ainda compensa e não estamos aqui querendo superestimar o Nolan!
Abs.
O filme foi bem melhor do que eu esperava. Uma história bem bolada e envolvente. Gostei e recomendo!
Queria convidar você a dar uma olhada no meu blog e se gostar virar seguidor. Estarei seguindo seu blog o qual eu curti bastante. Há entre e comente vai ser uma honra.
http://cinema4x4.blogspot.com.br/
Este zelo no mostrar o homem por trás da máscara é o que mais me agrada nesta trilogia do Nolan... Aliás, todas as personagens possuem este cuidado... parece que fica mais palpável.
Ahh... Estou reativando o meu blog...
Agora só com cinema=> Nascida em Versos
Britto: Mais do que recomendável, realmente amigo! Nolan sabe fazer entretenimento com qualidade.
Abs.
Pastor Rodrigo: Obrigado pela visita. Passo lá no seu blogue.
Abs.
Karla: Óoooootimo a volta do "Nascida"!
Bom quanto ao Batman, como eu havia dito, Nolan elevou o conceito do super-herói no cinema.
Bjs!
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