VOLVER é a história de uma mulher casada, trabalhadora e atraente que vê o seu passado mais vivo do que nunca: o retorno da falecida mãe e a verdade sobre o seu pai.

Esta ótima fita de ALMODÓVAR é uma celebração! Antes de lançar este ano sua volta com ANTONIO BANDERAS no aguardado LA PIEL QUE HABITO
(baseado no livro do francês Thierry Jonquet), Volver é o retorno do cineasta a sua mais antiga raiz espanhola e ao universo feminino. Ganhou A Palma de Ouro em CANNES de melhor roteiro e de melhor Atriz (o conjunto de mulheres: PENÉLOPE CRUZ, CARMEM MAURA (seu último filme com o diretor fora em 88: MULHERES À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS), LOLA DUEÑAS, a jovem YOHANA COBO e a veterana CHUS LAMPREAVE ( que sempre faz participações em seus filmes). Além das indicações ao OSCAR de melhor atriz para CRUZ (na sua pré-conquista dourada um pouco antes de Vicky Cristina Barcelona) e também ao Globo De Ouro para melhor filme estrangeiro do ano e novamente atriz.
Volver/Retornar/Voltar é o melhor filme de Pedro nesta fase anos 2000, ele filma uma Madri sobre a perspectiva da mulher e capta o seu cotidiano de maneira criativa, ousada (como sempre) emociona e faz rir praticamente na mesma cena – seu toque único. É a sobrevivência da mulher num mundo ainda machista. Cruz é Raimunda, uma espanhola lindíssima de seios fartos e com toques de dona de casa “classuda” e moderna. Mãe de uma adolescente e casada com um encostado. Apesar de ser uma mulher forte, ela é frágil e guarda isso a sete chaves. O motivo: no passado seu pai cometeu incesto e a engravidou, ela parou de falar com sua mãe e mudou-se para Madri. O filme começa com as mulheres de um vilarejo em La Mancha no dia de finados limpando as tumbas de seus entes queridos (tradição local) e mostra que Irene (MAURA em um ótimo e vivo retorno com Almodóvar [sua musa da década de 70/80]) está morta, sepultada com o marido, também pai de Soledad (a ótima DUEÑAS). A partir daí somos mergulhados em uma típica película de Almodóvar, várias tramas e personagens e a premissa vai se entrelaçando.

A tia das moças Paula (LAMPREAVE) é uma senhora senil e que falece dias depois. As pessoas supersticiosas de lá acreditam que o fantasma da irmã Irene cuidava da velha. Ao menos era o que também a vizinha Augustina, PORTILLO (de Abraços Partidos) acreditava. Mas este local interiorano da Espanha sofre pelos fortes ventos do leste, que causa grandes incêndios (motivo da morte de Irene e do marido), assim as pessoas de lá (só mostra as mulheres) são meio lelés da cuca! Por isso a demência e a superstição ilustram a fantasia além vida pós-morte.
Na verdade Almodóvar engana a platéia até certo tempo, quando o fantasma de Maura pede para a filha Sole, que mantêm um salão de beleza ilegal em seu apartamento, para lhe cortar e tingir os cabelos. Meio comédia/drama, a fita é um momento nostálgico para admiradores da obra do diretor.

Irene se escondia de Raimunda sempre quando ela aparecia na casa da irmã, até que seu cheiro marca uma presença engraçada e que culmina também numa emoção incrível. A senhora está viva e voltou para pedir perdão à filha.
Revela o passado tenebroso de seu falecido marido (que mantinha uma relação de luxúria com outras mulheres [uma delas a mãe desaparecida da vizinha Agustina]). Conta que matou ambos enquanto dormia: “Ateei fogo e em pouco tempo as chamas devoraram tudo.” Ou seja, diálogos brilhantes e uma direção primorosa. E, Cruz mais linda do que nunca.
O que me leva a crítica de...

(baseado no livro do francês Thierry Jonquet), Volver é o retorno do cineasta a sua mais antiga raiz espanhola e ao universo feminino. Ganhou A Palma de Ouro em CANNES de melhor roteiro e de melhor Atriz (o conjunto de mulheres: PENÉLOPE CRUZ, CARMEM MAURA (seu último filme com o diretor fora em 88: MULHERES À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS), LOLA DUEÑAS, a jovem YOHANA COBO e a veterana CHUS LAMPREAVE ( que sempre faz participações em seus filmes). Além das indicações ao OSCAR de melhor atriz para CRUZ (na sua pré-conquista dourada um pouco antes de Vicky Cristina Barcelona) e também ao Globo De Ouro para melhor filme estrangeiro do ano e novamente atriz.

Volver/Retornar/Voltar é o melhor filme de Pedro nesta fase anos 2000, ele filma uma Madri sobre a perspectiva da mulher e capta o seu cotidiano de maneira criativa, ousada (como sempre) emociona e faz rir praticamente na mesma cena – seu toque único. É a sobrevivência da mulher num mundo ainda machista. Cruz é Raimunda, uma espanhola lindíssima de seios fartos e com toques de dona de casa “classuda” e moderna. Mãe de uma adolescente e casada com um encostado. Apesar de ser uma mulher forte, ela é frágil e guarda isso a sete chaves. O motivo: no passado seu pai cometeu incesto e a engravidou, ela parou de falar com sua mãe e mudou-se para Madri. O filme começa com as mulheres de um vilarejo em La Mancha no dia de finados limpando as tumbas de seus entes queridos (tradição local) e mostra que Irene (MAURA em um ótimo e vivo retorno com Almodóvar [sua musa da década de 70/80]) está morta, sepultada com o marido, também pai de Soledad (a ótima DUEÑAS). A partir daí somos mergulhados em uma típica película de Almodóvar, várias tramas e personagens e a premissa vai se entrelaçando.


A tia das moças Paula (LAMPREAVE) é uma senhora senil e que falece dias depois. As pessoas supersticiosas de lá acreditam que o fantasma da irmã Irene cuidava da velha. Ao menos era o que também a vizinha Augustina, PORTILLO (de Abraços Partidos) acreditava. Mas este local interiorano da Espanha sofre pelos fortes ventos do leste, que causa grandes incêndios (motivo da morte de Irene e do marido), assim as pessoas de lá (só mostra as mulheres) são meio lelés da cuca! Por isso a demência e a superstição ilustram a fantasia além vida pós-morte.

Na verdade Almodóvar engana a platéia até certo tempo, quando o fantasma de Maura pede para a filha Sole, que mantêm um salão de beleza ilegal em seu apartamento, para lhe cortar e tingir os cabelos. Meio comédia/drama, a fita é um momento nostálgico para admiradores da obra do diretor.


Irene se escondia de Raimunda sempre quando ela aparecia na casa da irmã, até que seu cheiro marca uma presença engraçada e que culmina também numa emoção incrível. A senhora está viva e voltou para pedir perdão à filha.

Revela o passado tenebroso de seu falecido marido (que mantinha uma relação de luxúria com outras mulheres [uma delas a mãe desaparecida da vizinha Agustina]). Conta que matou ambos enquanto dormia: “Ateei fogo e em pouco tempo as chamas devoraram tudo.” Ou seja, diálogos brilhantes e uma direção primorosa. E, Cruz mais linda do que nunca.

O que me leva a crítica de...
Um romance notório e às cegas. Aqui, Almodóvar ousa do que ele é capaz de fazer dentre as suas limitações como diretor. Conta a história de um trágico cineasta que divide o corpo com um pseudônimo chamado HARRY CAINE. Seu nome é MATEO BLANCO (LLUÍS HOMAR de MÁ EDUCAÇÃO).

Ele se apaixonara perdidamente por uma aspirante a atriz de sua última película, a comédia “Garotas e Malas” (Chicas Y Maletas), uma mulher super-ultra-mega atraente (CRUZ – como Madalena). O problema é que ela era casada com um magnata milionário obcecado por ela. Assim, o affair com o diretor era às escondidas nos bastidores.
Num trágico acidente ela morre, e ele fica cego pasando somente a escrever roteiros. Obviamente Pedro começa o seu filme de maneira bem peculiar e sutil (numa cena até quente de sexo num sofá) e depois mergulha em digressões interessantes, levando a história para outras tramas: Lena era secretária particular deste rico empresário, que pagou o tratamento do pai doente da moça. Ela também era prostituta nos tempos livres e usava a grana para ajudar a mãe carente e velha (ÁNGELA MOLINA incrivelmente envelhecida – ela de ‘Carne Trêmula’). Mas casando-se com o velho, Lena consegue uma vida melhor para si e seus pais. Tem o desejo se ser modelo e atriz, convence o velho apaixonado em tudo, e faz testes para a nova produção de Mateo, que se apaixona à primeira vista.
Realmente é um vai e volta no tempo. Há a história do filho do magnata (O Chuck em pessoa, o esquisito RUBÉN OCHANDIANO) que na época do filme registrava um documentário para seguir os paços de Lena e anos depois volta como RAY X e procura Mateo (cego) para escrever com ele um roteiro de um longa metragem a fim de se vingar do falecido pai autoritário. E outros coadjuvantes; a fiel amiga e diretora de produção dos filmes de Mateo, PORTILLO (bem melhor aqui) e Diego (TAMAR NOVAS), seu filho, que é o guia deste homem solitário e também secretário e datilógrafo, e que possui o mesmo dom para criar histórias. Curiosamente Almodóvar faz referências a sua celebrada fita ‘Mulheres À Beira de Um Ataque de Nervos’ (além da pontinha da feiosa ROSSY De PALMA) numa cena do filme dentro do filme em que mostra a personagem de Cruz num apê colorido. Gaspacho com calmantes na cozinha e a cama de casal recém apagada pelas chamas: “ O fogo purifica”! E, Almodóvar assina o pseudônimo de seu próprio personagem Mateo Blanco no curta que está no extra do DVD: La Concejala Antropófaga [A Vereadora antropófaga] um seguimento de Garotas E Malas com a divertidíssima CARMEN MACHI.
É isso, o genial espanhol veste e maquia Cruz de todas as formas possíveis para mostrar a beleza desta estonteante espanhola. Cruz não se supera na atuação aqui, porém está mais radiante do que nunca!
E, pode-se dizer que é o terceiro romance do diretor (depois de ÀTAME! E CARNE TRÊMULA) e o primeiro “Romeu e Julieta” sob um cenário um pouco noir e berrante (nada mais espanhol), sobre esses dois seres apaixonados que são separados pelo destino. E o que restou foram as fotografias do casal juntos e picadas em mil pedaços. Somente um filme de Almodóvar para reconstruir e unir as partes de uma pequena e modesta obra prima.


Ele se apaixonara perdidamente por uma aspirante a atriz de sua última película, a comédia “Garotas e Malas” (Chicas Y Maletas), uma mulher super-ultra-mega atraente (CRUZ – como Madalena). O problema é que ela era casada com um magnata milionário obcecado por ela. Assim, o affair com o diretor era às escondidas nos bastidores.

Num trágico acidente ela morre, e ele fica cego pasando somente a escrever roteiros. Obviamente Pedro começa o seu filme de maneira bem peculiar e sutil (numa cena até quente de sexo num sofá) e depois mergulha em digressões interessantes, levando a história para outras tramas: Lena era secretária particular deste rico empresário, que pagou o tratamento do pai doente da moça. Ela também era prostituta nos tempos livres e usava a grana para ajudar a mãe carente e velha (ÁNGELA MOLINA incrivelmente envelhecida – ela de ‘Carne Trêmula’). Mas casando-se com o velho, Lena consegue uma vida melhor para si e seus pais. Tem o desejo se ser modelo e atriz, convence o velho apaixonado em tudo, e faz testes para a nova produção de Mateo, que se apaixona à primeira vista.

Realmente é um vai e volta no tempo. Há a história do filho do magnata (O Chuck em pessoa, o esquisito RUBÉN OCHANDIANO) que na época do filme registrava um documentário para seguir os paços de Lena e anos depois volta como RAY X e procura Mateo (cego) para escrever com ele um roteiro de um longa metragem a fim de se vingar do falecido pai autoritário. E outros coadjuvantes; a fiel amiga e diretora de produção dos filmes de Mateo, PORTILLO (bem melhor aqui) e Diego (TAMAR NOVAS), seu filho, que é o guia deste homem solitário e também secretário e datilógrafo, e que possui o mesmo dom para criar histórias. Curiosamente Almodóvar faz referências a sua celebrada fita ‘Mulheres À Beira de Um Ataque de Nervos’ (além da pontinha da feiosa ROSSY De PALMA) numa cena do filme dentro do filme em que mostra a personagem de Cruz num apê colorido. Gaspacho com calmantes na cozinha e a cama de casal recém apagada pelas chamas: “ O fogo purifica”! E, Almodóvar assina o pseudônimo de seu próprio personagem Mateo Blanco no curta que está no extra do DVD: La Concejala Antropófaga [A Vereadora antropófaga] um seguimento de Garotas E Malas com a divertidíssima CARMEN MACHI.

É isso, o genial espanhol veste e maquia Cruz de todas as formas possíveis para mostrar a beleza desta estonteante espanhola. Cruz não se supera na atuação aqui, porém está mais radiante do que nunca!

E, pode-se dizer que é o terceiro romance do diretor (depois de ÀTAME! E CARNE TRÊMULA) e o primeiro “Romeu e Julieta” sob um cenário um pouco noir e berrante (nada mais espanhol), sobre esses dois seres apaixonados que são separados pelo destino. E o que restou foram as fotografias do casal juntos e picadas em mil pedaços. Somente um filme de Almodóvar para reconstruir e unir as partes de uma pequena e modesta obra prima.

*
V O L
V E R
EL DESEO apresenta
UM FILME DE
A L M O D Ó V A R
Estrelando: PENÉLOPE CRUZ CARMEM MAURA LOLA DUEÑAS
BLANCA PORTILLO YOHANA COBO e CHUS LAMPREAVE
Músico compositor: ALBERTO IGLESIAS montagem: JOSÉ SALCEDO
Fotografia por: JOSÉ LUIS ALCAINE
Figurinos: BINA DAIGLER Cenografia: SALVADOR PARRA
Produtor executivo: AGUSTÍN ALMODÓVAR
Produzido por: ESTHER GARCÍA
ESCRITO E DIRIGIDO POR PEDRO ALMODÓVAR
EL DESEO apresenta
UM FILME DE
A L M O D Ó V A R
Estrelando: PENÉLOPE CRUZ CARMEM MAURA LOLA DUEÑAS
BLANCA PORTILLO YOHANA COBO e CHUS LAMPREAVE
Músico compositor: ALBERTO IGLESIAS montagem: JOSÉ SALCEDO
Fotografia por: JOSÉ LUIS ALCAINE
Figurinos: BINA DAIGLER Cenografia: SALVADOR PARRA
Produtor executivo: AGUSTÍN ALMODÓVAR
Produzido por: ESTHER GARCÍA
ESCRITO E DIRIGIDO POR PEDRO ALMODÓVAR

ESPANHA-2006
DRAMA/COMÉDIA
121min.
WIDESCREEN
FOX
✩✩✩✩✩ EXCELENTE
*
LOS ABRAZOS ROTOS
EL
DESEO apresenta
UM FILME DE
A L M O D Ó V A R
Estrelando: PENÉLOPE CRUZ LLUÍS HOMAR
UM FILME DE
A L M O D Ó V A R
Estrelando: PENÉLOPE CRUZ LLUÍS HOMAR
BLANCA PORTILLO
JOSÉ LUIS GÓMES RUBÉN OCHANDIANO TAMAR NOVAS
Co-estrelando: Carmen Machi Lola Dueñas Chus Lampreave
Kiti Mánver Rossy De Palma e Ángela Molina
Música: ALBERTO IGLESIAS
JOSÉ LUIS GÓMES RUBÉN OCHANDIANO TAMAR NOVAS
Co-estrelando: Carmen Machi Lola Dueñas Chus Lampreave
Kiti Mánver Rossy De Palma e Ángela Molina
Música: ALBERTO IGLESIAS
diretor
de fotografia: RODRIGO PRIETO
Montagem: JOSÉ SALCEDO cenografia ANTXÓN GOMEZ
Figurinos por: SONIA GRANDE diretor de produção TONI NOVELLA
Produzido por: ESTHER GARCIA. AGUSTÍN ALMODÓVAR
ROTEIRO E DIREÇÃO PEDRO ALMODÓVAR
Montagem: JOSÉ SALCEDO cenografia ANTXÓN GOMEZ
Figurinos por: SONIA GRANDE diretor de produção TONI NOVELLA
Produzido por: ESTHER GARCIA. AGUSTÍN ALMODÓVAR
ROTEIRO E DIREÇÃO PEDRO ALMODÓVAR

ESPANHA-2009
ROMANCE/DRAMA
127min.
WIDESCREEN
UNIVERSAL
✩✩✩ BOM


14 comentários:
Almodovar é gênio cinematográfico.
Só me deixou decepcionado em seu livro, Fogo Nas Entranhas. Não é ruim, mas, falta algo a mais no livro.
Só por ser Almodóvar já vale o ingresso. Mesmo que "Abraços Rotos" não seja lá um grande filme. Mas como sempre ele faz tramas como ninguém! Tudo o que você escreveu eu asino embaixo. Eu ri muito com o comentário "A feiosa da Rossy de Palma..." kkkk... Ainda deu tempo dela fazer uma pontinha. E a Ângela Molina? Como é que aquela mulher envelheceu tanto? Ela está mais para a mãe da noiva cadáver! Bem... deixa eu ir.
Um abraço,
Magda.
RENATO: Este livro bem que poderia ser um longa. Se bem que muitos dos contos ali, são passagens utilizadas por ele em sua filmografia. Mudando um pouco o tom.
Abs.
M. Poxa, então o seu nome é Magda? Estava curioso por esse "M" Rs
De fato a Angela Molina deu uma envelhecida que mal a reconheci durante o filme. Só soube ao ler nos créditos! E A Rossy é a chica Almodóvar mais exêntrica. Rs
Beijos.
Rodrigo
Eu amo Volver, Almodóvar está magnífico aqui, assim como Penélope Cruz. Já Abraços Partidos acho muito fraco, não daria nem o "bom" que você deu, hehe. Nem tanto pelo vai e vem do roteiro que você cita, acho que a história não tem tanto brilho.
bjs
AMANDA: Vamos esperar pelo LA PIEL QUE HABITO Rs
beijos
Rodrigo
Excelente. Belo artigo sobre Almodóvar. Um senhor esquenta para El Piel que habito.
Concordo contigo quanto a Volver. Para mim, um dos grandes Almodóvar dos últimos anos. Tb gostei muito, mas muito mesmo de Abraços partidos. Uma renovada declaração de amor ao cinema. E, como vc bem colocou, um Romeo & Julieta embalado no melhor melodrama latino...
Abs
REINALDO: Obrigado. ALMODÓVAR é o mestre do melodrama e da comédia, juntos. E o melhor de Abraços... é reaçmente este romance apaixonante mesmo!
Abs.
Rodrigo
Almodóvar está cada vez melhor, Rodrigo. Só gostaria de vê-lo outra vez dirigindo Victoria Abril. Mas parece que a briga foi feia.
Parabéns pelo post!
Abraços,
www.ofalcaomaltes.blogspot.com
ANTONIO: Eles brigaram? Rs conta o babado aí...
Obrigado
Abs.
Comprei a colecção de Almodovar, porque não conheço nenhum filme dele. Estou ansiosa para ver estes - a tua critica para ambos é muito boa ;)
Bjks
GEMA: Ótimo ter Almodóvar em nossa coleção! Parabéns!
Obrigado.
Bjs.
Rodrigo
Muito bom. Muito bom. Eu gosto bastante do livro Fogo Nas Entranhas. Remete a primeira faz do Almodóvar, mais punk e menos lacrimosa...
MATHEUS: Uma época mais underground mesmo! Grande Almodóvar! Abs.RODRIGO
Ainda não assisti "Abraços Partidos", mas "Volver" continua sendo, ao lado de "Tudo Sobre Minha Mãe" o meu Almodóvar favorito!
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