quarta-feira, 19 de outubro de 2011

BRINQUEDO ASSASSINO

QUER BRINCAR?
         
OUTUBRO DAS BRUXAS

Charles Lee Ray (nickname: Chucky) um assassino frio, transfere a sua alma para um boneco e o garotinho Andy Barclay acaba ganhando o brinquedo de aniversário. Assim, uma série de crimes começa acontecer. Dirigido por TOM HOLLAND (A Hora Do Espanto).


Na sessão de ‘O Monstro Da Lagoa Negra’ eu disse que toda criança tem que ter o seu monstro predileto, aquele favorito que marcou a sua juventude de alguma maneira.
Pode ser que o próprio monstro da Lagoa Negra ou mesmo Frankenstein tenha marcado as  gerações antecessoras. No caso do boneco assassino, o Chucky, é muito mais fácil ele ter marcado profundamente a minha geração de amigos, guris nas décadas do Trem Da Alegria e Castelo-Rá-Tim-Bum. Só que essa nostalgia pode ser do bem ou do mal, quando resolvi passar aqui no meu cinema, este clássico. Quem aqui nunca teve medo do Chucky?

Sua marca pode ter causado uma diferente impressão em mim, nos meus primos, irmãos e amigos, hoje com a mesma idade que a minha. Meu pai e a Monroe podem ter tido pena do Monstro Da Lagoa e meu tataravô do King Kong, mas duvido que a minha geração tenha sofrido pelo boneco bonzinho e muito menos gostariam de ter um de natal.

Esta fita se tornou um enorme sucesso, gerando suas óbvias continuações. Tudo começa quando um policial esta perseguindo um assassino cruel em um intenso tiroteio. O fora da lei é conhecido pelo nome de Charles Lee Ray (BRAD DOURIF de Um Estranho No Ninho) e CHRIS SARANDON que fez o vampiro Jerry em outra fita do diretor Tom Holland (A Hora Do Espanto) faz o policial Mike Norris, que durante a sua ação acaba ferindo o bandido. Na sua fuga o meliante acaba entrando em uma loja de brinquedos e antes de ser morto, quando fica sem saída e agonizando, tem a idéia maluca de transferir a sua alma para um boneco bonzinho que estava em um imenso estoque. O bonequinho era a sensação da molecada e sem pensar muito, Charles começa a recitar um ritual de vodu: “Ade due damballa...dê-me o poder, eu imploro!”

Sinistro. Essa macumbinha é dita em um francês aterrador e faz com que o boneco ganhe o espírito cruel de Charles que passa a adotar o seu apelido, Chucky. Depois o filme avança para um menininho, Andy (ALEX VINCENT) que esta preparando o café da manhã de sua mãe Karen Barclay (CATHERINE HICKS). O garotinho deseja mais do que tudo um bonzinho de presente de aniversário. Sua mãe decide comprá-lo de um mendigo por um preço camelô de última hora, já que os estoques estavam esgotados. O filme não explica como o Chucky foi parar com esse homem de rua, o fato é que ela o compra para agradar e deixar o filho feliz depois de uma festa de aniversário meio frustrada. Ela trabalha duro e quase não tem tempo de ficar com Andy. 
Uma amiga do trabalho (DINAH MANOFF) quebra os seus galhos e acaba cuidando do menino enquanto Karen faz hora extra. Enfim, na primeira noite com o boneco em casa, o inocente Andy não imaginaria do que seu novo brinquedo seria capaz. Ele atende ao brinquedo como se estivesse brincando com ele e o boneco o induz a ligar a TV no noticiário, por exemplo, mesmo quando a babá diz que já é hora de dormir. Em um suspense de gelar o sangue, o filme começa a criar forma e no estilo que se tornou a breve série do boneco maníaco mais famoso do mundo (o modo como as pessoas tratavam o Chucky segurando-o de ponta cabeça). A primeira morte é brutal e começamos a compreender a fúria de um anãozinho feioso, sardento e com cabelos de ferrugem.

A criação de Chucky é por meio de efeitos eletrônicos fantásticos feitos com amor antes da era digital, e pela poderosa voz do ótimo Dourif que passou a assumir apenas o vocal do personagem (gravado anteriormente às filmagens). Dourif apenas tem uma ligeira participação como o vilão de carne e osso no começo desta primeira fita. Certamente Chucky marcou a vida deste ator que ocasionalmente teve papéis muito interessantes (A Cor Da Noite, O Senhor Dos Anéis: As Duas Torres). A criação da história é do roteirista DON MANCINI que continuou fiel na série e assumiu a direção do trash O FILHO DE CHUCKY. Inicialmente Mancini havia elaborado a idéia que chegou a ser considerada, de que o próprio Andy seria o responsável pelos crimes e usava o boneco como engodo. Na cena em que Chucky corre atrás da babá pelo corredor é na verdade uma interpretação da irmã mais nova de Alex Vincent e não um boneco eletrônico. É muito rápido e fica fora de foco. O ator JOHN LITHGOW (Planeta Dos Macacos: A Origem) foi considerado para fazer apenas a voz de Chucky e o autor Mancini declarou que no roteiro original de “Brinquedo Assassino” estava em uma primeira sátira sobre a comercialização de brinquedos e merchandising para as crianças, antes da idéia se transformar em uma premissa de terror. Imaginem o filme como seria se caso Mancini definisse esta primeira idéia? 
Alex Vincent, o Andy anos depois


O título em inglês “Child´s Play” é na verdade sem gênero e cabe tanto para uma comédia ou terror. Não só Mancini foi mais feliz por escolher o gênero de horror, como os distribuidores aqui no Brasil foram inteligentes o suficiente para não traduzir ao pé da letra “Jogo de Criança” ou “Brincadeira de Criança” e sim “Brinquedo Assassino”, embora muitas pessoas o confundam como o filme do “Boneco Assassino”, que também não é de todo o mau gosto.

Depois deste sucesso surgiram as imitações e teve um outro filme versão menina “A Boneca Assassina” (Dolly Dearest, 1992) dirigido por Maria Lease. O resultado além de ter sido irregular fez com que a personagem não se candidatasse a ser a ‘Noiva do Chucky’. No fim, os estúdios se convenceram que só havia espaço para um brinquedo assassino. O direito das continuações foi comprado pela Universal Pictures e este primeiro era propriedade da United Artists até hoje não compreendo que espécie de negócio os estúdios fizeram, sendo que a fita rendeu um bom dinheiro.
Os filmes de Chucky sempre foram acusados de uma violência que incita crianças. Um caso ligado a série foi quando uma gangue que atacava na cidade de Manchester seqüestraram uma menina de dezesseis anos. Enquanto eles torturavam a garota, o líder da gangue usava o bordão do filme: “Oi eu sou o Chucky, quer brincar/jogar”? O diretor Tom Holland sempre defendeu o seu filme e usou uma frase de Hitchcock quando disse que os filmes eram influenciados apenas por mentes insanas e doentes.

Polêmicas a parte, os filmes sempre deram um lucro até a fórmula se esgotar, são eles: Brinquedo Assassino 2 (Child´s Play 2, 1990) uma ótima continuação, tão clássica quanto a primeira e ainda estrelada por Alex Vincent como Andy e dirigida por John Lafia, co-roteirista deste primeiro. Ainda, Brinquedo Assassino 3 (Child´s Play 3, 1991) uma sequência mirabolante voltada para o campo de treinamento militar com Andy agora rapaz e interpretado pelo fraquinho JUSTIN WHALIN e direção de Jack Bender (diretor de episódios da série de TV Lost). Este terceiro foi mais ou menos e enfraqueceu a possibilidade de o estúdio gerar outra continuação ligeira. Demorou mais uns sete anos até o diretor RONNY YU (Freddy VS. Jason) realizar a sátira de “A Noiva de Frankenstein” com A NOIVA DE CHUCKY ( The Bride Of The Chucky, 1998) estrelado pela decadente JENNIFER TILLY. O fundo do poço foi quando o próprio criador Don Mancini lança mais uma continuação: O Filho de Chucky (imitando “O Filho de Frankenstein” – Seed of the Chucky, 2004), uma fita totalmente amoral e cômica e que tenta abusar da metalinguagem. Jennifer Tilly e o rapper Redman fazendo eles mesmos e BILLY BOYD (o Pippin de ‘O Senhor Dos Anéis’) que faz a voz do filho de Chucky, que por acaso é uma sátira de um clássico trash dirigido por Ed Wood (o pior dos diretores de cinema): “Glen ou Glenda?” onde a personagem vivida por Wood era uma espécie de hermafrodita e não se decidia se preferia ser homem ou mulher (Wood gostava de se vestir como mulher na vida real). 
Ainda, o boneco assassino teve mais uma continuação ligada a série, no caso incompleta, realizada em 2008 com direção de Mancini e Ronny Yu: “Revenge Of The Chucky” com Dourif e Tilly.

Os filmes da saga de Chucky ficam realmente bons até o segundo filme, que é tão sério e assustador quanto o primeiro. O terceiro começava a dar os sinais de deboches, apesar de Dourif interpretar inicialmente na série um lunático asqueroso e por vezes machista. Chucky se torna um monstro de humor negro na voz de Dourif e principalmente quando o boneco corre contra o tempo para depositar sua alma no corpo do menino e sempre é frustrado ou mesmo quando comete com sadismo as suas matanças. E aquela estrondosa risada? Parte desta mágica vem dos técnicos responsáveis pelo mecanismo do brinquedo: HOWARD BERGER que cuidou da construção do boneco e KEVIN YAGHER, além de projetista e executor dos movimentos de Chucky. Trabalhos que merecem créditos. Ficou realmente assustador e real. Estes caras também trabalham nas continuações até “A Noiva”. 
 A diferença do primeiro filme é que ele tem um tema decorrente nos trabalhos de Tom Holland e que é mais atraente. Falo de todos os personagens das fitas do diretor, pessoas que tem experiência com o sobrenatural e que são obrigadas a serem consideradas loucas já que ninguém acredita neles. Andy dizendo que é o seu boneco o responsável pelos crimes e Charley afirmando para todo mundo que seu vizinho é um vampiro em “A Hora do Espanto”. Outro exemplo, é de um roteiro que Holland escreveu em 1984 (Screm For Help, direção de Michael Winner) sobre uma adolescente que descobre que seu padrasto está tentando matá-la, mas quando ela diz às pessoas, ninguém acredita nela.
Este é um clássico do gênero e que já me apavorou bastante quando moleque. Por isso sempre preferi brincar com legos, playmobil, tela-mágica e os GI Joe do meu esquadrão dos comandos em ação! 


Antes de comprar um brinquedo para o seu filho, verifique as pilhas.





EUA – 1988
TERROR
STANDARD
COR
87 min.
16 ANOS
FOX/ SELO DA METRO
  ÓTIMO







UNiTED ARTiSTS apresenta
UMA PRODUÇÃO DE DAViD KiRSCHNER
UM FILME DE TOM HOLLAND
CHiLD´S PLAY
ESTRELANDO:
CATHERiNE HiCKS. CHRiS SARANDON. ALEX ViNCENT
Co-estrelando: BRAD DOURiF. DiNAH MANOFF
TOMMY SWERDLOW. JACK COLViN
Produção associada LAURA MOSKOWiTZ
Montagem ROY E. PETERSON. EDWARD WARSCHIKA
Figurinos por APRIL FERRY Música de JOE RENZETTi
Diretor de fotografia BiLL BUTLER Cenografia DANiEL A. LOMINO
Efeitos especiais do CHUCKY por HOWARD BERGER. KEVIN YAGLER
Produção executiva BARRiE M. OSBORNE
Produzido por DAViD KiRSCHNER
História de DON MANCiNi
Escrito por
DON MANCiNi. JOHN LAFiA e TOM HOLLAND
Dirigido por TOM HOLLAND
Child´s Play © 1988 Released Thru United Artists




15 comentários:

Unknown disse...

cara, esse filme povoou meu imaginario, era um dos q mais me dava medo qd criança, mas sabe q ate gosto da Noiva de Chucky. Esse mês o Cinema Rodrigo tá bom demais, to curtindo todos esse posts sobre filmes de terror, um dos meu generos preferidos.

Abração!

Mirella Machado disse...

Os 3 primeiros foram realmente os melhores, depois que ele começou a formar uma estranha famíliae pelo menos pra mim, perdeu a graça. Morria de medo do Chucky quando eu era criança, sempre imaginava que meus brinquedos poderiam fazer o mesmo o que me deixava muito mais assustada. Apesar desse estilo de terror trash, pra mim é um clássico do terror rs, já que marcou minha infância o brinquedo assassino e mais um vez eu adorei saber todas essas curiosidades sobre o filme. Adorei a resenha Rodrigo. Abraços!!!!!

Fabiane Bastos disse...

Adoro Chuck! Ele conseguiu a proeza de me apavorar na infância e me divertir na idade adulta. Já é um ícone, sem dúvida.

M. disse...

Esse boneco traumatizou e também marcou a infância de muita gente! Taí um grande ícone do gênero! Excelente texto.

renatocinema disse...

Bela homenagem ao brinquedo que marcou, de fato, nossa geração.

Apesar dos últimos serem meio "trash" ainda curto a saga.


Um símbolo......

Anônimo disse...

Rodrigo

Só de ver a imagem já me traz recordações sombrias......

Abs

Alan Raspante disse...

acabei de assistir! comprei o filme e estava louco para assistir. a direção de holland é muito boa, creio que seja a melhor coisa do filme. ele consegue criar boas cenas de suspense, sem falar no próprio chucky que é um dos melhores assassinos dentro do cinema!

gostei muito do filme e até consegui dar umas risadas, claro que é um filme que funciona melhor para crianças, mas é uma delícia!

[]s

Cristiano Contreiras disse...

Parabéns por realizar posts bem escritos e conceituados destes "clássicos" assombrosos do terror cinematográfico, Rodrigo. A maneira como você estrutura seus posts - lidando com a sinopse, argumentando e, ainda assim, puxando um ponto crítico e detalhado, só você mesmo! Admiro seu trabalho aqui.

Não sou fã dos filmes do Chuck, mas não posso dizer que, mesmo assim, os dois primeiros filmes não tenham me assustado quando eu era criança, rs. Lembro que a voz de Dourif povoava minha mente...até hoje sobe um leve arrepio, rs! fora que a expressão do boneco é horrível, rs!

abraço

Reinaldo Glioche disse...

rsrs. Pilhas verificadas. Ótimo texto. Taí um filme que eu morria de medo quando criança.
Concordo com vc que essas duas últimas fitas da saga de Chuck (A noiva e o filho) empobrecem um pouco o legado do brinquedo assassino.
Não sabia desse caso de Manchester não. Pelo menos não me lembrava. A patrulha sempre com essas ilações descabidas sobre influências...
abs

ANTONIO NAHUD disse...

Ele realmente é de assustar...

O Falcão Maltês

Unknown disse...

Eu até que não tinha tanto medo dele... Mas, minha mãe!!! hehehhee
Ela chegou a jogar fora o meu Fofão por causa do corte de cabelo e da roupa dele (e daquelas lendas urbanas).
Mas, o filme é muito bom mesmo... tem um sabor de nostalgia inegável!

;D

P.S.: Do homem-aranha eu não tenho medo não... hehehe

Rodrigo Mendes disse...

CELO: Obrigado por curtir o especial do mês meu caro. Chucky me marcou tbm. Abraço.

MIRELLA: Thanks moça;) Eu tb viajava e olhava para os meus brinquedos, no meu quarto, no escuro, imaginando merda...pois eles me encaravam, rs!

É...quando Chucky resolveu constituir família a coisa virou comédia. Bjs.

FABIANE: Um ícone mesmo! Um personagem marcante na vida de toda uma geração. Bj. bj.

Rodrigo Mendes disse...

M: Obrigado por apreciar o texto =D

RENATO: Eu até que me divirto bastante com a Tiffany e o Chucky aprontando, rs! Mas o terror esta mesmo nos primeiros filmes, especialmente o primeiro e o segundo.
Abs.

GILSON: Hoje é mais light rever Chucky, né? abs.

Rodrigo Mendes disse...

ALAN: Engraçado vc assistir ao filme pela primeira vez bem mais velho...queria ver quando criança! HA!

Abs.

CRIS: Valeu brother!
É, os filmes não são obras primas de arte como "A Noite dos Mortos Vivos" ou "Frankenstein", sabemos disso, mas nem por isso deixou de marcar nossas vidas.

A melhor coisa é a voz de Dourif e a criação do boneco eletrônico. Isso merece ovações. Nos deu medo um dia. Abs!

REINALDO: Sempre tive problemas com pilhas desde então, rs!

Pois é, descobri sobre este caso real de seqüestro nos EUA já faz tempo conversando com o meu ex- professor do curso de cinema Walter Webb, fora da classe. A sociedade americana é fortemente influenciada pelos filmes e as autoridades culpam Hollywood, sempre. Bom, aquela famosa frase de Hitchcok já respondeu a questão.
Abraços.

ANTONIO: Pesadelos na infância...

KARLA: HAHA jura que sua mãe chegou a este ponto? Bom, mas o fofão com aquelas bochechas já era de assustar mesmo! Rs!

Eu tinha medo tb das bonecas antigas das minhas tias que passou para a geração da minha prima. As bonecas tinham uma face aterradora. Cruzes!

Ufa, rs! Ter medo de um super-heróis de roupa colada...é pra chegar junto querida. HA!
Beijos;)

Gilberto Carlos disse...

Adoro o primeiro filme do Brinquedo assassino. É de arrepiar. Os outros são mais engraçados do que assustadores. www.gilbertocarlos-cinema.blogspot.com

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