O TIO SAM QUER VOCÊ!
Steve Rogers é um rapaz obstinado e corajoso que é rejeitado pelo serviço militar que o considera inapto para lutar na guerra, sua sorte muda quando ele se torna voluntário para um projeto de pesquisa ultra-secreto que o transforma no super herói Capitão América dedicado a defender os ideais patrióticos dos Estados Unidos da América.
Eis um herói dos quadrinhos que nunca me interessei até assistir em uma bela sessão de matinê, sem compromissos, a este filme simpático e cheio de ação dirigido pelo expert em efeitos especiais, o diretor JOE JOHNSTON, de filmes como JUMANJI (1995) e O CÉU DE OUTUBRO (1999). É bom que se reconheça a capacidade desde diretor em realizar com eficiência este tipo de fita. Johnston é de fato um especialista em efeitos especiais, que acabou passando a direção em filmes do gênero, entre resultados irregulares e regulares (neste ele acerta mais). “O Céu de Outubro” é provavelmente seu filme mais pessoal e que mesmo assim não foi aceito pelo público. Ele começou a carreira trabalhando com George Lucas quando foi contratado para trabalhar na Industrial Light & Magic (entre 1977-84), como responsável pelos criativos efeitos especiais da primeira trilogia de STAR WARS. Com outro colega do ramo, Steven Spielberg, trabalhou no departamento de arte e efeitos do clássico Os caçadores Da Arca Perdida (1981 – e fez mais dois episódios da série de TV O Jovem Indiana Jones) e que futuramente para ele dirigiria o terceiro episódio da franquia JURASSIC PARK (2001). Por toda esta especialização técnica, Johnston se transforma no diretor ideal de matinês do gênero. CAPITÃO AMÉRICA pode não ser o melhor filme de todos os tempos, mas é redondinho e com uma apurada visão estilística de uma época notável para se contar uma boa história de aventura e heróis.
O cenário é 1942 e os EUA esta em plena Segunda Guerra Mundial, vários jovens americanos se alistam para fazer a sua parte e proteger o seu país. Mesmo doente, magrelo, etc, o franzino, porém destemido, Steve Rogers (CHRIS EVANS – que me surpreendeu neste papel, não acreditava que seria capaz depois do fiasco que foi “Quarteto Fantástico” e até então nunca havia me convencido como ator ou mesmo galã) não desiste de tentar entrar no serviço militar, mesmo que seja rejeitado inúmeras vezes. Evans está em um corpo que aparentemente não lhe pertence, num fantástico efeito especial que coloca sua cabeça em um magricela (não é dublê de corpo como se pensava, Johnston apenas reduz no computador o físico de Evans, além de deixá-lo mais baixo). Frustrado, o herói tem a sorte de conhecer um sujeito durante um exame médico, o Dr. Erksine (STANLEY TUCCI – mudando o tipo gay ou de vilão e fazendo um personagem caricato com o sotaque) que resolve recrutá-lo para o exército e assim poder testá-lo para ser cobaia em um experimento secreto. Passando nos testes por uma notável coragem e bravura, Rogers acaba convencendo o Coronel Chester Phillips (o sempre ótimo TOMMY LEE JONES) que não acreditava que o baixinho pudesse renascer como um bravo guerreiro neste projeto tão duvidoso. Lá o herói também conhece a soldado Peggy Carter (a bela HALEY ATWELL) e o pai do Homem de Ferro, o playboy Howard Stark (DOMINIC COOPER) que cuida de toda a tecnologia e armamento do exército americano e que evidentemente é o cérebro por trás do negócio maluco que irá fazer nascer o Capitão América. Tudo isso para deter um vilão linha dura, líder de uma seita pior do que os próprios Nazistas, chamada HYDRA, uma fictícia organização terrorista que é uma referência ao mítico Lerna Hydra onde o seu lema é “se uma cabeça é cortada, mais duas tomará o seu lugar” (me parece que os homens da Al-Qaeda islâmica leram os quadrinhos) proclamando assim a sua resistência para com os inimigos (os sempre mocinhos americanos) e total força crescente.
Nos quadrinhos eles utilizavam um figurino verde, a serpente Hydra de Lerna, no filme o traje é preto. Puramente universo Marvel.
Assim, são comandados por Johann Schmidt, vulgo: Caveira Vermelha (HUGO WEAVING voltando a ser mau). A HYDRA não vai desistir até destruir a costa leste dos EUA e depois o planeta com um poderoso e sobrenatural artefato que Schmidt tanto procurava e que adaptou tecnologicamente para utilizar como arma. Infelizmente, logo após a criação do Capitão América o Dr. Erksine é brutalmente assassinado dentro do laboratório por um espião alemão que faz com que o herói seja exposto, o que acaba o transformando num mascote da propaganda americana: herói de filmes de ação em preto e branco da época, personagem de revistinhas em quadrinhos e ator de palco em meio a coristas que dançam e cantam um verdadeiro musical estimulante, idealizando aos americanos a importância do serviço militar com o Tio Sam apontando o dedo e dizendo que precisa de você!
Com isso, fica complicado para o país levar a figura do Capitão América a sério e é nesta parte que o filme começa a ficar divertido. Certamente ele quer provar bravura, é um bom homem e que não conhece a assertividade, ainda mais quando o assunto é servir ao seu país, como dizer não? De personagem de filmes, comerciais e quadrinhos, Rogers irá provar heroísmo e altruísmo na vida real, quando seus companheiros, incluindo seu amigo de infância, Bucky Barnes (SEBASTIAN STAN) precisam dele em uma perigosa missão de resgate nas linhas inimigas. A aventura é bem sucedida e o Capitão fica frente a frente com o Caveira. Está declarada a guerra!
O filme de Johnston é um brinde e uma digna programação pipoca durante o dia. Direção de arte caprichada (particularmente adoro filmes que se passam na II Guerra, Nazismo e tudo o mais) e efeitos incríveis (achei o 3D supimpa e não vejo que atrapalhou a fotografia), além de divertidos momentos cômicos e tiradas leves do velho e bom cinema de matinê. O mais engraçado é que não curtia muito o Capitão América, achava que era kitsch demais personificando um "Tio Sam com músculos" e tal, mas este filme foi uma grata surpresa. Por mais que o herói tenha o perfil físico de um alemão: loiro, bonito e forte, e que os americanos provem que são parecidos com os nazistas ao apresentar forte interesse por usar homens como cobaias científicas (Hitler era fanático por experimentos científicos, um louco) e que o próprio megalomaníaco Caveira Vermelha também seja outra cobaia de situação familiar, a única diferença é que ambos representam lados opostos, o bem e o mal, o filme ainda ganha um interesse curioso de minha parte, analisando um pouco mais a fundo. O enredo não é simplesmente, em minha opinião, uma premissa que mostra um herói nacionalista ao extremo com seu patriotismo, Johnston, lindamente, faz do Capitão América um herói que extrai identificações mínimas com as platéias mundiais, além é claro de aproximar o espectador com o herói, um personagem que no filme inteiro prova o seu valor (sobretudo na cena final). O que parecia impossível de acontecer com este filme, acabou tendo um resultado satisfatório e bem acima da média.
Gostei muito do número musical com as garotas me fazendo lembrar vagamente do genial Busby Berkeley e toda uma era dourada dos musicais cinematográficos e os da Broadway! A trilha musical de ALAN SILVESTRI (da trilogia De Volta Para O Futuro) é bem animada e operística, mas a canção-tema Star Spangled Man é do compositor ALAN MENKEN da Disney.
JOE SIMON (1913-2011), o criador original do personagem, lançando-o em 1941, ao lado do ilustrador JACK KIRB (1917-1994) - depois que STAN LEE o reviveu em 1964 -, foi abordado para fazer uma aparição no filme. Lee é quem acaba fazendo sua participação habitual numa ponta na platéia como um general, que aguarda a chegada do herói para receber uma medalha de honra.
O diretor Jon Favreau foi originalmente escalado para dirigir o filme, mas acabou realizando com grande sucesso os dois filmes individuais do Homem De Ferro. O que mais se reclama é do subtítulo: “O Primeiro Vingador” que basicamente significa o primeiro herói do grupo dos vingadores, os “Avengers”, o aguardado filme de Joss Whedon, que reunirá os super heróis da Marvel (Hulk, Thor, Homem De Ferro, Black Widow e o Capitão). De fato o filme solo do C.A. é o único da trupe dos heróis a ser totalmente moldado ao ‘Os Vingadores’. Originalmente o filme foi concebido para ser independente, dando o herói a oportunidade de embarcar pelo menos em duas aventuras antes do aguardado Avengers. Diferente do Homem de Ferro e do Hulk, os produtores resolveram ironizar (Capitão é o primeiro da equipe, mas o último filme concebido) e mudar a premissa do filme “primeiro vingador” para amarrá-lo diretamente ao Universo Marvel Cinematic para a estréia dos Vingadores. Estupidamente e massivamente fomos obrigados a assistir a uma série de propagandas da fita de Whedon envolta do Capitão América e até depois dos créditos finais em que apresenta uma cena de Evans com Samuel L. Jackson em seu já conhecido papel como Nick Fury (que também vai ter um filme solo), por isso que o filme de Whedon tem que superar todas as expectativas obrigatoriamente. É um risco grande e cegamente a Marvel Studios está apostando no projeto. Para alguns foi um problema enorme que a fita solo do Capitão tenha sido extremamente voltada para atender ao Os Vingadores. De qualquer forma, Johnston realiza um filme bacana com as qualidades que expliquei acima. Além do mais, tem muita graça dele ser um filme de super herói de época, por outro lado, levando em consideração toda uma lógica, só teremos esse episódio para desfrutar, a não ser que um dia façam um reboot do Capitão, no mesmo estilo vibrante de matinê como este, mas sem contar com filme alheio.
Há outras versões midiáticas do herói. Uma adaptação televisiva de 1944 com Dick Purcell (1908-1944) no papel principal, série produzida pela extinta Republic Pictures. Quanto aos filmes, em 1979 surgiu uma versão também para a TV através da CBS e sua continuação no mesmo ano intitulada: Captain America II - Death To Soon. Em 1990 lançaram outra versão com o mesmo nome estrelada por Matt Salinger e Ned Beatty. Não foram filmes muito maduros até surgir esta com Chris Evans e que no filme esta utilizando três uniformes diferentes. O primeiro é clássico, quando ele esta levantando a moral como o garoto-propaganda nos filmes e turnês que ajudam a arrecadar dinheiro para o esforço da guerra, depois Evans utiliza a vestimenta criada pelo próprio Rogers, que mistura o primeiro com o uniforme militar da época. E finalmente, a roupa criada pela S.H.I.E.L.D. e podemos deslumbrar daquela seqüência ótima na motocicleta.
Alguns atores estiveram cotados para o papel, até mesmo WILL SMITH chegou a ser cogitado. Na verdade Smith até estava em negociações com o filme. Outro na mesma situação era o astro de Avatar, SAM WORTHINGTON, que graças a Deus não conseguiu. Agora sabemos o quanto ele é limitado como ator. Mais tarde outros nomes surgiram antes da confirmação de Evans: Channing Tatum, Mike Vogel, Ryan Phillippe, Garrett Hedlund e Alexander Skarsgard.
EMILY BLUNT recusou estupidamente o papel de Peggy Carter e Gemma Aterton, Alice Eve e até mesmo KEIRA KNIGHTLEY estiveram cotadas.
Era intenção dos roteiristas adicionarem uma aparição especial de dois X-Men (Magneto e Wolverine), personagens do universo Marvel que viveram o período da Segunda Guerra, mas por questões de direitos autorais (X-Men é da FOX e não da Paramount, apesar de ser logomarca da Marvel em contrato com ambos os estúdios distintos), eles tiveram que descartar essa interessante adição à premissa.
Por mais chato que seja a idéia de ter que congelar o herói, limitá-lo e não lhe dar maiores oportunidades de salvar o mundo em uma era dourada: dos musicais, do rádio, filmes clássicos, parafernália científico-tecnológica, paranóia nazista e toda uma inocência e vilania de uma época pin-up e dos tempos do guaraná com rolha, “Capitão América: O Primeiro Vingador” acaba saindo melhor do que a encomenda. É um filme modesto e divertido com bastante aventura e ação (só o romance é fraco).
Parece que escolheram a pessoa certa. A Marvel no papel do Tio Sam apontando o dedo para Joe Johnston, o artesão das matinês.
EUA – 2011
AVENTURA/FICÇÃO-CIENTÍFICA/AÇÃO
WIDESCREEN
124 min.
COR
12 ANOS
PARAMOUNT
✩✩✩✩ ÓTIMO
PARAMOUNT PICTURES E MARVEL ENTERTAINMENT Apresentam
Uma produção MARVEL STUDIOS
UM FILME DE JOE JOHNSTON
CAPTAIN AMERICA
The FIRST AVENGER
Estrelando: CHRIS EVANS
TOMMY LEE JONES. HUGO WEAVING
HAYLEY ATWELL. SEBASTIAN STAN. DOMINIC COOPER
RICHARD ARMITAGE. TOBY JONES. NEAL McDONOUGH
DEREK LUKE. KENNETH CHOI. J.J. FIELD. BRUNO RICCI
SAMUEL L. JACKSON como “Nick Fury” & STANLEY TUCCI
Música de ALAN SILVESTRI Fotografia de SHELLEY JOHNSON
Montagem ROBERT DALVA. JEFFREY FORD
Direção de Arte por RICK HEINRICHS Decoração de Set JOHN BUSH
Figurinos por ANNA B. SHEPPARD Co- produção VICTORIA ALONSO
Produtores Associados RICHARD WHELAN. MITCH BELL
Co- produtor STEPHEN BROUSSARD
Produtores Executivos JOE JOHNSTON
LOUIS D´ESPOSITO. ALAN FINE. NIGEL GOSTELOW
STAN LEE. DAVID MAISEL
Produzido por KEVIN FEIGE. AMIR MADANI
Escrito por
CHRISTOPHER MARKUS & STEPHEN McFEELY
Baseado nos personagens das Histórias em Quadrinhos criados por
JOE SIMON & JACK KIRBY
Direção
JOE JOHNSTON
CAPTAIN AMERICA: The First Avenger
©2011 A Paramount Picture/ Marvel Entertainment
















18 comentários:
Temos uma visão parecida desse filme, Rodrigo, assim como vc também nunca me interessei pelo Capitão América, e quase sem compromisso fui me envolvendo com o filme. Ele consegue construir uma veracidade na sua história e dar dignidade ao herói. Tirando O Homem de Ferro, foi o melhor teaser de Os Vingadores.
bjs
Jovem Rodrigo, te parabenizo com toda sinceridade pela matéria sobre este herói muito querido dos quadrinhos, que vim á conhecer graças ao saudoso programa do CAPITÃO ASA na extinta TV Tupy (encerrada as transmissões em 1979) do saudoso WILSON VIANA, que trouxe para o Brasil os desenhos dos Heróis Marvel, que aqui foi chamado, de início, de HERÓIS SHELL, sabe por que???
Porque para objetivo de publicidade, os postos Shell, junto com a Marvel Comics e a TV Tupy de televisão, apresentavam o "Overture" dos desenhos de cada um dos heróis, que compunham HULK, NAMOR, HOMEM DE FERRO, THOR, e claro, CAPITÃO AMÉRICA, apresentando uma musiquinha intitulada “OS HERÓIS MARVEL-SHELL”, e cantada em nossa língua, além de distribuir gratuitamente nos postos Shell revistas em quadrinhos destes heróis, que na época, em fim dos anos de 1960 (lá por 1967 a 1970) eram publicadas pela saudosa Editora BRASIL-AMÉRICA (EBAL).
Só queria fazer, nobre Rodrigo, uma observação no seu brilhante artigo.
A versão de 1944, com Dick Purcell, foi a primeira versão levada no cinema, apesar das infidelidades dos quadrinhos, e não foi uma versão televisiva, mesmo porque nos Estados Unidos a TV ainda estava em testes de transmissão.
Em verdade, foi um seriado de cinema de 15 capítulos, levado semanalmente nas matinês, aos finais de semana, e no Brasil, nos anos de 1940 e 1959, foi febre de muita criançada que curtiam estes seriados (que levavam em média de 15 a 25 minutos) antes do filme principal em cartaz. Sem dúvida, os seriados de cinema foram os precursores das séries de televisão, aliás, foram devidamente estas que extinguiram de vez os seriados da tela grande.
MAS, SEM DÚVIDA, a melhor versão, a mais fiel, a mais próxima de todos os eventos que cercam, é sem dúvida esta na matéria em seu grandioso post. Assisti no cinema (em 3D) e foi sem dúvida uma emoção só. Já conhecia a origem do herói e de sua trajetória, e só resta aguardar OS VINGADORES, que estou ansioso de assistir. Finalmente, o SENTINELA DA LIBERDADE ganhou sua versão definitiva na Sétima Arte.
Parabéns, Rodrigo.
Grande abraço
Forte abraço
Paulo Néry
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Amanda: O CA me deixou animado na sessão. O espírito de matinê tomou conta. O visual é impecável. Acho que o probleminha do filme é a insistência de fazer um teaser de "Os Vingadores", como eu disse, moldaram demais o herói para a próxima aventura. Mesmo assim eu me diverti e aprovei o filme.
Bjs!
Paulo Néry: Grande Paulo! Obrigado mais uma vez pelo complemento estupendo em meu blog deixando a discussão mais gostosa e fazendo adendo ao debate.
Realmente me escapou esse enorme detalhe da televisão nos anos 40. A Republic produziu séries para o cinema, de fato! Eu que sou da geração da telinha e tenho esse vício na hora de me expressar. Nunca tive a chance de assistir um seriado na telona. Gostaria de ter nascido na década de 1950!
Nunca me interessei tanto pelo CA, como disse, e sempre fui mais fã do Batman e do Homem Aranha. Não tenho preferência pela Marvel ou DC. Gosto também do Superman depois da fita de 78 feita por Donner presente nesta série.
Joe Johnston fez um excelente trabalho e minha satisfação foi construída através de seu filme, uma deliciosa e gratificante surpresa. Na verdade é melhor assim.
Obrigado mais uma vez.
Abração!
Valeu!
Prefiro a linha DC Comics do que Marvel. Dentro do universo Marvel prefiro outros personagens. Mas, inegável que Capitão América acabou sendo uma boa e agradável surpresa.
Merecido elogio para a direção de arte.
Devo estar experimentando algum tipo de deja vu, pois sou capaz de jurar que vc já tinha publicado sobre "Capitão América: o primeiro vingador" no CineRodrigo...
Bem, de qualquer jeito, ótimo texto e curiosidades sobre o filme. É mesmo uma senhora matinê com tudo o que tem direito. Esse link com o filme "Os vingadores" não me incomodou. A ideia do capitão congelado é algo que já vem dos quadrinhos. Creio que quem tenha se incomodado mais foram aqueles fãs formados no cinema. De qualquer maneira, concordo que a responsa do Whedon em "Os vingadores" é muito grande e não acho que ele seja o profissional mais indicado para ela... Será Inês morta? rsrs
Aquele abraço!
Renato: Eu mesmo nunca achei o CA tão cool até assistir este filme Renato. Não virei um fã xiita, mas o filme foi tão agradável e divertido que acabei gostado do herói.
Abraço.
Reinaldo: Você teve um Deja Vu mesmo, rs era o herói que havia prometido postar nesta série.Provavelmente havia comentado com vc no Twitter e isso ficou na sua cabeça.
Esta do CA congelado incomoda um pouco, se aconteceu nas HQ´s me escapou porque nunca li as histórias do CA lá, de qualquer forma a adaptação merecia mais fôlego em campo e o filme acabou sendo feito para seguir em direção aos Avengers. Mas nada disso, no geral, atrapalha tanto a sessão. Curti o filme e gostei muito como aventei. E por ter gostado tanto...queria mais um pelo menos!
"Os Vingadores" tem que suprir todas as expectativas obrigatoriamente. É um risco que a Marvel aceitou e a Paramount também. Quanto ao Whedon espero que você esteja enganado.
Inês Morta? Oi? rs rs eu que não entendi essa!
Abraço!
Rodrigo me diga o que acontece comigo? acho que já nasci com as preferencias antiquadas para a minha idade, cara, nunca gostei de nenhum gibi?! a não ser os da mônica... aheuauehauhu, cara, confesso que as vezes estando num shopping com amigos e algum deles querendo ver esses filmes em cartaz, até vou, mas sabe o que é tédio.... não consigo gostar de nada disso.... talvez o spider man é o melhorzinho, nem Superman eu respeito, me desculpe tanta amargura mas é bem isso, preciso entender...por isso te pedi ajuda... aheuhauheua
abração
Confesso que não pretendia ver o filme, justamente pela minha falta de identificação com o dito Capitão América... Mas, fiquei intigrada com sua resenha....
Quem sabe, neh?!
;D
Jefferson: Não sei cara e não posso te ajudar, rs! Creio que você já nasceu com um gosto sofisticado para com os clássicos do cinema. ha!
Turma Da Mônica é o melhor gibi de todos os tempos, confesso, rs!
Abraço.
Karla: Obrigado pelos comentários karlinha! Adoro sua presença aqui.
Beijão:)
para mim o filme tbm foi uma agradavel surpresa... e eu nem sabia "que poder" o capitao america tinha...
blogtvmovies.blogspot.com
Esse filme foi uma decepção..
O Falcão Maltês
O filme foi uma boa surpresa pra mim. Achei muito bem feitinho e Chris deu conta do recado! Vi no cinema e valeu a pena ;D
Dos quatro de heróis do ano passado, o que me parecia mais interessante era o Capitão América. Claro, impossível superar o primoroso X-Men: Primeira Classe, mas no Capitão é um divertido blockbuster. Vi ele duas vezes no cinema (não por ter gostado tanto, mas por outro motivo...), dias seguidos. Da primeira vez, achei maravilhoso. Da segunda, abaixou um bom tanto no meu "conceito".
Em relação aos Vingadores, nem acho que o Capitão preparar tanto para o filme do grupo. Tem elementos que sim, mas em Thor isso é muito mais presente, irritante - chega a tirar a identidade do filme. E claro: Os Vingadores vai ser O filme evento do ano! hahaha
Assim eu confesso que fui ao cinema mais pelo ator Chris Evans do que pela história do capitão américa que eu particularmente não conhecia a sua história e eu gostei muito do filme, ele tem a ação a a dose necessária para nos entreter, mas o problema dele é que ele é muito patriótico, em questão aos EUA e isso pra mim entoa um pouco a historia e até mesmo o seu desenrolar, dentre ele e Thor ainda fico com o Thor que a história é bem mais interessante! Rumo agora aos Vingadores!
Inês morta é uma expressão. Usei com o intuito de dizer que agora com o filme pronto (filme feito por Whedon), é tarde para reavaliar a estratégia para Os vingadores.
E não se preocupe. Capitão américa: o primeiro vingador terá sequência. já está confirmada. Além do fato do contrato de Chris Evans ser para seis filmes (três do América e três dos Vingadores). O manager da Marvel studios, Kevin Feige, já adiantou que o segundo filme explorará o Capitão América na nossa época. Acho que será divertido. Além do mais, cinematograficamente falando, os anos 40 se esgotaram para o capitão.
Abs
Reinaldo: Agora ficou explicado, rs valeu!
É uma pena que o CA não se aventure mais nos anos 40. :( Adoro aquele cenário, mas agora com a estratégia levada para "Os Vingadores" não há nada lógico que se possa fazer...só se o herói voltar no tempo com o Delorean do Doc. Brown, rs!
Seria bom um reboot daqui alguns anos. Gosto mais do herói no passado do que nesta pós-modernidade. Enfim, fui fisgado pela fita do Johnston.
Abs.
O "Capitão América" não é nem de longe um de meus heróis favoritos, mas eu sempre gostei do Caveira Vermelha dos quadrinhos, ele era realmente mal, lembro de um dos gibis em que ele estava prestes a suicidar em um bunker similar ao que o Hitler morreu e então ele tinha alucinações com o próprio pai, com Hitler e por fim com o Capitão América, as interações dele com estas ilusões era o que o ainda mantinha vivo... Voltando ao filme, eu ainda não o assisti, nem tenho tanta pressa de vê-lo, mas agora que li sua crítica vou fazê-lo com uma expectativa um pouquinho melhor...
Olá,pra ser sincera não liga muitas revistas em quadrinhos,as poucas que li foram do pato donald e da luluzinha Kkkk,risos.
Quando vi o filme a primeira vez gostei até aquele final,nossa admito fiquei chateada pois não gosto de filme com esses final;depois eu assisti pela segunda vez e vi que apesar daquele final e um excelente filme,a gente acostuma a ver fime com final feliz e acha que todos tem que ser assim.
Mas quando assisti o 2 nossa caí o queixo que filmaco o soldado invernal,não sei quem é o diretor mas o filme CA 2 e excelente.
Não concordo com vocês sobre o Capitão,musculoso e bonito os primeiros filmes foram uns fiascos deve ser por isso que fracassaram antes,porque afinal pra ver estrupicos e coisa feia e seu madrugas nem precisa pagar o cinema ou o dvd na rua de casa tem um monte e seu madruga e no SBT sem falta,pode faltar tudo mas isso aí e todo dia,kkkk.
Valeu colocarem um gato,e acho que vocês estão sendo malsinho com o chris ele não é mal ator,bom eu gosto dele como ator não é DO beleza acho ele bom.
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