EQUIPE REUNIDA
É chegada a hora de Nick Fury da SHIELD, reunir uma excêntrica equipe de poderosos homens (e uma mulher) para formar Os Vingadores: Hulk, Homem De Ferro, Capitão América, Thor, Gavião Arqueiro e Viúva Negra, heróis bem diferentes entre si, com a missão de salvar o Planeta Terra de uma ameaça alienígena: o temido Loki e o seu exército. Baseado na HQ de STAN LEE e JACK KIRBY.
A expectativa era gigante e felizmente o filme cumpriu o seu papel. JOSS WHEDON reúne lindamente a famosa trupe de super heróis do Universo Marvel na mais recente produção cinematográfica da querida HQ. Whedon, como roteirista já havia demonstrado talento, por exemplo, é o criador da cultuada série de TV BUFFY – A Caça-Vampiros (Buffy, The Vampire Slayer, 1997-2003) com Sarah Michelle Gellar e já era o dono do script do longa metragem de 1992 dirigido por Fran Rubel Kuzui com Kristy Swanson no papel principal. O filme teve recepção morna e tem cara de telefilme para sessão da tarde, mas foi o embrião para a série que consagrou e deu carta branca para Whedon. Ele tem um talento de autor e artesão tão diversificado na escrita que é de sua autoria trabalhos como: Alien: A Ressurreição (Alien: Ressurrection, 1997 de Jean Pierre Jeunet. Quarto capítulo da saga Alien com Sigourney Weaver); as animações Toy Story (1995 da Pixar); Titan (Titan A.E., 2000 de Don Bluth e Gary Goldman); Atlantis – O Reino Perdido para Disney (Atlantis: The Lost Empire, 2001). Continuou nas séries de fantasia na televisão, com outro universo vampiresco igualmente cult (assim como Buffy) ANGEL: O Caça Vampiros (Angel, 1999-2004 com o ator David Boreanaz). É de Whedon, também, a interessante série de ficção-científica: FIREFLY (Idem, 2002-2003 subestimando-o, a série foi rapidamente cancelada). Enfim, o cara esteve ativo na televisão escrevendo e supervisionando séries há muitos anos (não consegui assistir todas). Como diretor, também tem um trabalho notável. Com a falação de “Avengers”, a mídia citava e solicitava Whedon de modo tão convidativo que fui procurar assistir os seus trabalhos anteriores e ver se ele era a pessoa certa para o aguardado filme.
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| O Elenco no Comic Con em San Diego |
Continuou no âmbito da telinha dirigindo episódios de séries discursivas como GLEE (Epis.: Dream On, 2010) e o ótimo THE OFFICE (2007), mas é dele um primeiro filme redondinho e satisfatório: SERENITY (Idem, 2005) outra premissa que envolve uma estória de fantasia com muita ação e aventura e ainda no campo da ficção-científica (que é sua predileção), sobre uma tripulação de uma nave de nome Serenity, que tenta escapar de um assassino enviado para recrutar um deles, que por acaso é um poderoso telepata. Recomendo.
Fui levado pela obrigação e vasculhar o currículo do homem por trás de Os Vingadores para me sentir seguro com relação ao filme e justiça seja feita. O cara é bom. Obrigado Whedon. Ele não só entregou o melhor filme de ação pipoca do ano até o momento, como superou ainda mais as minhas expectativas elevada ao cubo!
O filme tem muita dinâmica, ótimo roteiro, efeitos especiais espetaculares, realmente bem feitos e caprichados e um senso cômico fantástico. É também uma produção inédita se formos dizer no quesito adaptação de Histórias em Quadrinhos que traz em uma só fita, famosos super heróis. É claro que já houve outros filmes que tratam de reuniões, podemos até dizer que X-Men e até mesmo Watchmen se enquadram neste quesito, mas não foram filmes com a ousadia inédita deste que faz a união (e a união faz a força e não o açúcar como sugere a piada) de personagens que já possuem seus filmes solos e são eles: CAPITÃO AMÉRICA (Chris Evans. O que se tornou o meu favorito pelo trabalho cênico de época criado por Joe Johnston. Vide capítulo anterior); THOR (Chris Hemsworth); HULK (desta vez Mark Ruffalo e não Edward Norton porque se desentendeu com a Marvel por divergências criativas e o Eric Bana estaria fora de cogitação) e finalmente O HOMEM DE FERRO (o simpaticíssimo Robert Downey Jr.) Todos sucessos de bilheteria e bem sucedidos (embora Hulk tenha faturado pouco comparado aos demais).
Era obrigatório que o filme atingisse um nível esperado (ultrapassou...) e era um risco que a Marvel teve que correr, caso um desses filmes anteriores não correspondessem nas bilheterias, era fato que iria comprometer definitivamente este projeto. E o negócio cinematográfico se converge com a fantasia, parecendo uma aposta do próprio Nick Fury (o estúdio) que não sabia ao certo se poderia contar com os heróis!
O filme vinha sendo apontado no final de cada fita dos heróis citados acima, geralmente no final dos créditos (eu ficava na expectativa aguardando as letrinhas subirem...) No final de Homem de Ferro (2008), Fury (para sempre Samuel L. Jackson) procura Tony Stark e lhe envia um convite para participar dos vingadores, um projeto ultra-secreto, também no final de O Incrível Hulk (com Ed Norton, 2008), Stark aparece conversando com o General Ross, em O Homem de Ferro 2 (2010 – continuação excelente) é a vez da aparição do martelo de Thor no deserto, e no próprio filme do arrogante “Deus”, na fita que menos gosto (prefiro as cenas na Terra com a Natalie Portman do que aquela bobagem sem graça em Asgard que me lembra Grayskull na concepção bizarra daquela pérola dos anos 80, o filme, ‘Mestres do Universo’ – mas era necessário para fazer sentido na cronologia a seguir), no final do filme, víamos Erik Selvig (Stellan Skarsgard) mexendo naquela geringonça (...) que terá fundamentação aqui e finalmente o meu querido Capitão America (CA) acordando anos depois em um mundo contemporâneo, depois de permanecer congelado com um importante instrumento científico e Fury mais uma vez faz a sua habitual aparição. Assim sendo, e seguindo em frente, o desafio era de uni-los em uma nova e mais mirabolante aventura conjunta e que certamente gerou crescente expectativa não apenas para os mais aficionados nerds de plantão que sabem de tudo nos mínimos detalhes, como também a plateia mais leiga que vem acompanhando os filmes e que simplesmente são ávidos por um bom filme cheio de ação, efeitos e personagens cativantes e que graças a Whedon, funcionam.
A trama original das revistinhas era bem diferente. O filme teve que se modernizar e fazer mudanças pertinentes. Este grupo de super heróis eram conhecidos, aqui no Brasil pelo título: Os Poderosos Vingadores, que a editora Marvel Comics fez o favor de publicar em setembro de 1963 com desenhos de Jack Kirby (1917-1994) e texto de Stan Lee, o nosso querido vovô, criador destes heróis que por longas décadas nos divertem no admirável Universo Marvel. Na verdade, Os Vingadores foram criados para responder a rival DC Comics que havia publicado a famosa Liga da Justiça (que foi frustrante nas versões midiáticas) que reunia Flash, Batman, Mulher Maravilha, Super Homem... Primeiramente, o grupo era formado pelos consagrados personagens da revista: Homem De Ferro, Thor, Hulk, Capitão América, Vespa e O Homem Formiga (estes dois últimos não tiveram filmes recentes e são praticamente desconhecidos pelos leigos). Steve Rogers, o CA, era o primeiro vingador, isto é, o primeiro que havia sido selecionado pela SHIELD e que depois acabou congelando e despertando em um mundo moderno (nas HQ´s nos anos 60!). A equipe segue a ideia de ser uma espécie de clubinho, era bem cafoninha naquela época, mas com o passar dos anos foi amadurecendo.
Kirby e Lee pensaram no conceito depois que perceberam que heróis em conjunto fazia sucesso. X-Men e O Quarteto Fantástico eram a prova desta façanha. Então porque não reunir os personagens solo em uma única situação?
O mais atraente, e que Whedon deixa interessante em seu filme, são as diferenças e desavenças (no caso do filme engraçadas) que ocorrem com os heróis. Cada um com uma personalidade que difere do outro. Por exemplo, o CA é um homem com ideais antigos e até antiquados, já que o mesmo ficou congelado durante anos e em seu tempo era um estrategista militar e fiel as regras de combate, então, evidentemente ele tem desacordos com Stark que se intitula: um playboy bilionário genial e filantropo (algo assim e não necessariamente nesta ordem). Enquanto o CA é mais sério, Stark é um brincalhão. Já o alienígena Thor que vem de uma galáxia onde a tecnologia e o conhecimento é superior ao nosso, consegue ser ainda mais deslocado deste grupo. Quando é banido para a terra, continuava extremamente arrogante, mas depois aprende com os humanos algumas lições de vida com um conceito bem clichê e assim, decide nos defender a qualquer custo para tentar consertar o erro. E mesmo que para isso continue um pouco independente agindo emocionalmente sem necessitar de muita ajuda.
Era necessário renovar Os Vingadores, nos quadrinhos, os membros originais se retiram e deixam o CA recrutar novos soldados. O que fez a Marvel destacar o Gavião Arqueiro e a ex- espiã Viúva Negra, respectivamente Jeremy Renner e Scarlett Johansson (que provoca o público masculino com sua sensualidade e coreografia de luta articulada). É claro que há outras figuras nas HQ´s, mas foram escolhidos estes dois que apareceram pela primeira vez em publicações da HQ do Homem De Ferro (mas o Gavião aparece no filme do Thor neste seguimento cinematográfico e a Viúva no HDF 2). Havia também ex- vilões como a Feiticeira Escarlate (ouvi rumores que estavam planejando escalar Angelina Jolie se caso usassem a personagem), Mercúrio (que veio do universo solo dos X-men), estes que foram figuras que acabaram sendo descartáveis para esta adaptação. Quem sabe em um futuro reboot? Se houver. O fato é que Avengers terá continuação, o que tudo indica.
Quando se faz uma transmutação para as mídias, é obrigatório limpar o máximo a adaptação para que não polua o filme de informações. As HQ´s têm um universo imenso e expandido e que desde A Era Dourada (anos 30 e 40) vem sofrendo fortes mudanças por diversos autores e artistas gráficos em seu tempo.
No filme, a trama se concentra nos acontecimentos primordiais dos filmes solo do Thor e do CA e já começa narrando o trabalho de Nick Fury (Jackson – que terá um filme só seu) em um contra-plongée de fazer os fãs ficarem arrepiados, como o mandachuva da SHIELD que se vê sem saída e na obrigação de recrutar os aclamados heróis para formar a equipe Os Vingadores que acredita ser capaz de salvar o nosso mundo da iminência de um desastre que culminaria como o fim dos tempos, quando um inesperado inimigo, Loki (o ótimo Tom Hiddleston) irmão de Thor, aparece para iniciar uma guerra em campo terráqueo, trazendo de seu mundo um exército hostil alienígena através de um cubo cósmico, o Tesseract (que chegou a ser utilizado por outro vilão, O Caveira Vermelha durante a Segunda Guerra, no episódio do CA), um portal para servir de passagem para ambos os mundos. Com esta poderosa arma, Loki pretende ameaçar a segurança e a tranquilidade da Terra. Somente Os Vingadores poderão detê-lo.
Agora se nota que os filmes do Thor e do Capitão foram na verdade prólogos para chegar a este enredo. Mesmo assim, ainda acho que esses filmes foram um pouco prejudicados limitando a ação de ambos por se voltarem tão diretamente neste evento. O que deu liberdade ao Hulk e ao Homem de Ferro freou um pouco as aventuras do CA e Thor (o que menos tenho predileção) e que precisam de continuações urgentes para apagar esta impressão.
Hiddleston esta mais a vontade como o vilão Loki e literalmente perdido em terra estrangeira, continuando com a sua maléfica vocação para ser malvado querendo poder e destruição (o erro dos vilões é querer dominar um território que ele precisa destruir). Ele é um fantoche que precisa de disciplina, sua inveja chega a ser aviltante. Achei Hiddleston fantástico neste papel. Ele é mau, atrapalhado e muito mais arrogante do que o Thor, e sem dúvida o mais estúpido, subestimando o Hulk que esta longe se ser um gigante burro (risos). Aliás, Mark Ruffalo cumpre muito bem a função de interpretar Bruce Banner, já que ele é o único que não chega a aprender coreografias de luta, pois acaba sendo na maior parte da projeção (nas cenas de ação) um monstro verde digital (mas sujeitou-se na técnica da captura de movimentos. A melhor composição de Hulk em um efeito digital).
Este é o primeiro filme da Marvel a ser distribuído pela Disney, que já comprou a editora já faz alguns anos.
Por favor, não confundam com outro filme homônimo lançado em 1998 com Ralph Fiennes, Uma Thurman e Sean Connery, apesar de achar difícil já que ninguém lembra muito desta desastrosa produção. Trata-se de uma adaptação de um seriado americano dos anos 60, criado por Sydney Newman (1917-1997), chamado obviamente de The Avengers (1961), ambientado na mesma época, sobre as aventuras de agentes secretos ingleses charmosos, porém excêntricos, no mundo da espionagem. Trazia as bondgirls: Honor Blackman (007 Contra Goldfinger, 1963) e Dianna Rigg (007- A Serviço Secreto De Sua Magestade, 1969) e o ótimo Patrick Mcnee no papel do engraçado John Steed. Em outras palavras, um universo que não tem nada a ver com super heróis. A fita de 98 dirigida por Jeremiah S. Chechick (o mesmo do terrível Diabolique, 1996) é tão ruim que afugenta qualquer um a querer conhecer o seriado. Melhor nem comentar.
Antes de escolherem Ruffalo como Hulk, os produtores pensaram em Joaquin Phoenix (que horror!). O Hulk original, Lou Ferrigno (em seu tempo não existia efeito por computador, portanto o cara tinha que ficar malhado e era literalmente pintado de verde), empresta a voz dublando o monstro nas horas de ataque. Fez a mesma participação nostálgica no filme de Louis Leterrier.
Whedon é um aficionado pelo negócio, tanto que chegou a ser cogitado para dirigir o primeiro X-Men (infelizmente selecionaram Singer), isso no período dos anos 90. Ele disse em uma entrevista, promovendo o filme, que sempre foi um fã dos mutantes e que havia até escrito um roteiro na qual duas linhas foram utilizadas na produção de 2000. Whedon também afirma que Avengers tem forte influência pelos quadrinhos dos anos 60 da mesma série. Segundo o diretor, o clima das revistinhas que ele lia quando garoto tinha um ar familiar e de companheirismo que ele procurou estabelecer em seu filme.
Outro aspecto importante neste gênero é o espectador acreditar no que aquelas pessoas estão fazendo, lidando com artefatos tecnológicos de outro mundo e uma verossimilhança embutida na hiperrealidade imaginária. Mas o filme apresenta 90% de uma tecnologia comum nos dias atuais, o design dos computadores que lembram os adquiridos Tablet, por exemplo, um consumo que já faz parte de nossa realidade.
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| Bastidores de Os Vingadores. O realismo do cinema |
O filme teve que ser convertido para 3D durante a pós-produção. O resultado não deixou a desejar.
Fiquei feliz ao término da exibição e não tem outra fita em cartaz nesta temporada que seja capaz de vender tanta pipoca. O hálito é de pop corn do início ao fim. Estamos salvos. Viva os heróis!
EUA – 2012
AVENTURA/AÇÃO
EM EXIBIÇÃO NOS CINEMAS
136 min.
COR
12 ANOS
DISNEY
✩✩✩✩✩ EXCELENTE
MARVEL STUDIOS APRESENTA
EM ASSOCIAÇÃO COM PARAMOUNT PICTURES
UMA PRODUÇÃO MARVEL STUDIOS
UM FILME DE JOSS WHEDON
ROBERT DOWNEY JR. CHRIS EVANS MARK RUFFALO CHRIS HEMSWORTH
SCARLETT JOHANSSON JEREMY RENNER TOM HIDDLESTON
E SAMUEL L. JACKSON como Nick Fury
COM: STELLAN SKARSGARD GWYNETH PALTROW PAUL BETTANY ALEXIS DENISOF & CLARK GREGG
ELENCO POR SARAH FINN. RANDI HILLER
MÚSICA DE ALAN SILVESTRI SUPERVISÃO MUSICAL DAVE JORDAN
SUPERVISOR DE EFEITOS ESPECIAIS JANICK SIRRS
EFEITOS ESPECIAIS E ANIMAÇÃO POR INDUSTRIAL LIGHT & MAGIC
CENOGRAFIA POR JAMES CHINLUND DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA SEAMUS McGARVEY
EDIÇÃO JEFFREY FORD. LISA LASSEK FIGURINOS ALEXANDRA BYRNE
PRODUTORES EXECUTIVOS
ALAN FINE JON FAVREAU STAN LEE LOUIS D´ESPOSITO
PATRICIA WHITCHER VICTORIA ALONSO JEREMY LATCHAN AVI ARAD
PRODUZIDO POR KEVIN FEIGE
ARGUMENTO DE
ZAK PENN E JOSS WHEDON
ESCRITO E DIRIGIDO POR JOSS WHEDON
THE AVENGERS™ ©2012 MARVEL

















20 comentários:
O filme foi muito melhor do que eu sonhava possível! :)
Ótimo texto, Rodrigo, com um bom resgate história. E realmente, o filme superou as expectativas. Viva aos heróis, hehe.
bjs
Tô sem saber se vou assisti-lo...
O Falcão Maltês
Faço coro a você!
Obrigado Amanda. Estava aguardando este filme já tem um bom tempo, rs!
Beijos.
Recomendo Antonio. Vá ao cinema sem neura. Curta a pipoca e o filme ;)
Nobre Rodrigo! Amanhã assistirei esta película no CINEMARK BOTAFOGO. Há críticas positivas quanto a esta produção, que deve ser assistida sem neura e sem preconceitos, afinal, os quadrinhos também são arte, não é?
Grande abraço amigo!
Paulo
É, realmente, é um excelente filme pipoca. Sem dúvida, um dos melhores e mais esperados lançamentos de 2012. Ansioso por uma continuação. Avante Vingadores!
Não gosto muito de filmes de super heróis, apesar de ter gostado de alguns,como Homem aranha, Batman e Homem de ferro, mas estou curioso para assistir Os vingadores, que está fazendo grande sucesso nos cinemas e é a reunião de vários desses heróis.
Excelente texto Rodrigo. Pois é, como pode se ver pelos créditos de Whedon, trata-se de um filme de roteirista. Os diálogos são ótimos e o humor, um tempero certeiro para abrandar expectativas desmedidas. Apesar de achar que ele mandou bem na qualidade de diretor, continuo o achando muito limitado na função.
De qualquer jeito, está aí o melhor "filme de ação pipoca da temporada" para provar que diferentes abordagens podem surtir efeitos muito positivos.
Abs
Excelente texto Rodrigo. Como pode se observar pelos créditos de Whedon, trata-se de um filme de roteirista. Os predicados do criador de Buffy como diretor continuam muito restritos. No entanto, seu inegável talento para roteiros proporcionou um filme que se vale com muita inteligência do humor. Compreende o humor como um valoroso tempero para abrandar expectativas desmedidas e acerta em cheio. Eis aí o "filme de ação pipoca da temporada". Pelo menos, até segunda ordem.
Abs
Vá lá meu nobre amigo blogueiro. Curta o filme com a família. Divirtam-se!
Grande abraço.
Também aguardo a continuação com muita expectativa!
Abs.
Creio que os "Avengers" perderão apenas o posto para a conclusão épica do Nolan: Batman, né? Neste ano, sem dúvida, irá fazer crescer as filas nos quarteirões!
Se você não aprecia estes heróis em questão (exceto Iron Man), as chances de curtir o filme estão em baixa, de qualquer forma meu amigo, vá ao cinema!
Abraço.
Grande Reinaldo!
Sabe que também curto o Whedon na direção? Pois é, antes mesmo de Avengers, o cara já dirigiu coisas boas como Serenity e episódios de séries de TV como Glee, ah, tudo bem que é cedo para avaliá-lo como autor completo de uma obra, mas sua diversificação o coloca como um exímio artesão, e neste quesito ele já tem autoria.
Concordo que o humor foi o tempero secreto para o filme, artimanha que Whedon tem como roteirista nos mais diversos trabalhos. Vamos anotar o nome do cara daqui pra frente, como diretor, tenho certeza que ele irá surpreendê-lo ainda mais. Já começou aqui.
Abraço.
Ainda não tive a oportunidade de ver.. mas, da forma como as resenhas estão indo.. é um obrigatório!!
;D
-> Nascida em Versos:
http://nascidaemversos.blogspot.com.br/
-> Minha Poética:
http://nv-minhapoetica.blogspot.com.br/
Obrigatório mesmo ;) Certeza que você irá se divertir Karla.
Beijos
Realmente, um excelente filme - e sim, o melhor blockbuster do ano até agora. Dos filmes solos, os que mais gosto são os do Homem de Ferro, já que o Capitão América é fraco e o Thor o mais besta de todos (ao contrário de você, acho as partes em asgard as melhores e mais eletrizantes), enquanto o Hulk eu vi há muito tempo e prefiro não opinar. Muito bem dirigido pelo Whedon, que soube trabalhar bem o tempo em tela de cada personagem (só uma coisa: FELIZMENTE Bryan Singer dirigiu os dois primeiros X-Men que são com certeza melhores que Os Vingadores, filmes muito mais maduros e inteligentes, com crítica e muita ação). Espero ansiosamente uma continuação!
Bicho, como você sabe, adorei este CA, adoro filmes com este visual matiné. Thor é aquilo mesmo, só funciona na Terra com as cenas divertidas com Portman e os demais. Hulk nunca fui fã, mas gostei da fita do Norton e aqui o personagem esta sensacional. Funcionou!
Cara, acho mesmo que o Singer CAGOU nas adaptações dos mutantes, mesmo que o segundo ainda seja assistível. Depois veio o Ratner e faz mais besteira. Graças que mais tarde chegou o Matthew Vaughn e fez um excelente trabalho com a série. Queria mesmo é ter visto a versão do Whedon!
A continuação terá que prometer o dobro ao quadrado! rs
Abs.
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