REVENDO A QUADRILOGIA
BATMAN
PARTE 2
Na terceira aventura, Batman terá de
enfrentar o vingativo Harvey Duas-Caras
que decide a sua sorte na moeda e um gênio do crime, o pirado Charada! Mas ele contará com a ajuda de
uma psicóloga, seu novo interesse romântico e um jovem acrobata de circo órfão
que se torna o seu novo companheiro,
Robin.
Não diria que desta vez as ruas de Gotham City são escuras como afirma a sinopse da capinha. Agora o
nosso querido homem-morcego irá lutar contra o crime num âmbito carnavalesco em
uma trama voltada mais para a “família”. Adeus aquele visual arrojado, retrô e dark de Tim Burton que aqui assina apenas como produtor como parte de um
acordo com o estúdio que praticamente o impediu de dirigir o filme. Entra na
franquia o diretor e figurinista JOEL
SCHUMACHER que muda completamente os rumos do universo criado por Bob Kane. Schumacher resolve misturar uma escuridão disfarçada com efeitos pirotécnicos (tem efeitos de luzes em excesso
o que compromete a qualidade do produto deixando-o patético. Parece que estamos
na Bubu Lounge Disco batendo cabelo!)
a vantagem é que esta aventura ainda tem alguns predicados, mas nada que o
torne uma obra prima, por favor! No entanto, ele é ainda melhor que seu
sucessor.
VAL KILMER substituí Michael Keaton
sem muito drama e nem reclamo dele como Bruce
Wayne. Na verdade, Kilmer (do ótimo THE DOORS, Idem. 1991 de Oliver Stone. Como Jim Morrison, ainda o papel de sua
vida) entrega um Bruce mais discreto e do tipo de homem que parece não dar
muita atenção para problemas pequenos. É bem mais sério e não provoca nenhum
tipo de graça. Keaton já era diferente, aliás, ele é naturalmente um ator
cômico. Desta vez, Wayne volta a ter os seus pesadelos e a imagem de seus pais
assassinados retorna ao filme, fato este que foi completamente deletado no
antecessor (Vide Abaixo). O pior, é que ele tem essas digressões enquanto está acordado. Bom,
já não basta o cara ser um super-herói e a ideia era que ele ficasse mais
frágil e cansado a ponto de querer desistir de ser o Batman. Ponto positivo
para o roteiro, uma das poucas coisas boas. Para ajudá-lo a enfrentar esse
dilema psicológico, entra na premissa uma psiquiatra elegante, Chase Meridian (NICOLE KIDMAN em seus bons tempos, na fase em que ela se tornava
estrela) e obviamente ficam apaixonados. Seria mais ou menos uma nova Vicki
Vale, já que resolveram também apagar a Mulher-Gato!
E quanto à galeria de vilões? O enredo também é focado
na batalha do Batman contra o vingativo Harvey
Dent, ex-promotor da cidade que após um acidente químico, na verdade
planejado por terroristas, o transformaram no demoníaco e desfigurado Duas-Caras que culpa o herói por não
ter conseguido salvá-lo. Acho extremamente falho a explicação da origem
criminal de Dent (e é até covardia fazer uma comparação com o que foi
desenvolvido no filme Batman – O Cavaleiro Das Trevas de Chris Nolan). Já
começa com muita ação e o bandido parando a cidade, fazendo reféns e mais um
show circense exagerado com direto a capangas bobos e planos mirabolantes como
colocar litros de ácido fervente – o mesmo que o desfigurou- dentro de um
gigante cofre de aço que Batman tem que entrar lá para salvar a isca, um guarda
do banco (o engraçado ator Joe Grifasi)
é infantil demais, enfim. Só vemos na TV uma reportagem explicando o que
aconteceu com Harvey que não sei por qual razão foi substituído por TOMMY LEE JONES que assume o papel sem
levar a sério e só aceitou porque seu filho, na época criança, insistiu. É
aquela velha história não é mesmo? De pai agradando ao filho, mas é de longe o pior trabalho deste grande ator. Ainda sou da opinião de que era para ser o ator
negro BILLY DEE WILLIAMS (O Lando Calrissian de Star Wars) do primeiro filme se fosse seguir a
lógica até por que Williams é bom,
adoro ele!
Não dá para acreditar que “Eternamente” é uma espécie de recomeço como muitos acreditam mesmo
não sendo uma repetição da obra deixada por Burton, até porque dois do elenco
de sempre estão lá: Pat Hingle como
o Comissário Gordon e Michael Gough como Alfred e o filme tem um início lógico, de que Batman já esta
lutando contra o crime há algum tempo. Não há menção direta de nenhum
personagem dos filmes anteriores, exceto numa cena em que a Dra. Chase liga o Bat-Sinal para se oferecer ao herói,
excitada e safadinha, aliás, bem direta, e o mesmo dizendo que não tinha sorte
com mulheres e ela, fala de chicotes e roupa colada preta (Catwoman). O irônico é que eles ainda queriam fazer um filme para
as crianças. Só rindo mesmo.
O filme da uma melhorada (e quando menino eu adorava ele) com a
aparição de Edward Nygma, um
funcionário das Empresas Wayne do setor
de tecnologia e computação que insiste em levar a cabo uma invenção maluca que
mais parece um liquidificador que drena todas as informações do cérebro humano
o deixando mais inteligente. O maluco pretende distribuir seu invento para cada
cidadão de Gotham, segundo ele, substituirá as televisões fazendo com que as
famílias experimentassem (pausa para o riso) um sistema interativo de Terceira Dimensão ligando a geringonça que
faz sair uma luz verde que é direcionada para as cabeças! Só mesmo um JIM CARREY para humanizar um personagem
destes fazendo do matusquela Charada
um dos vilões mais simpáticos da saga. Carrey vai longe e rouba todas as
atenções do filme.
A ASCENSÃO DE ROBIN
Inevitável. Era naquele momento ou nunca de contarem a estória do
acrobata de circo Dick Grayson que
perde a família durante uma apresentação perigosa, que no filme é sabotada pelo Duas-Caras (a
mesma coisa aconteceu com o Coringa uma mudança nas adaptações) que é o
responsável pela morte dos Grayson e assim faz surgir dentro do rapaz um
sentimento de vingança que o transforma no garoto prodígio, Robin.
CHRIS O´DONNELL era bonito e atlético
(acho que ainda esta com essa bola toda, mas não é mais o astro teenager de outrora) e com isso tem o
porte ideal para interpretá-lo.
Os produtores trocaram a ideia de fazer de Dick uma criança
achando mais lógico que um adolescente quase adulto seria mais apropriado já
que Robin entraria em ação. Quadrinhos e cinema têm nuance que são opostas. O
que funciona num meio, não funciona no outro. Na verdade, Robin, com a
vestimenta clássica, aparece apenas numa pontinha quando salva o parceiro, o
que acaba frustrando e quando aparece para ajudar Batman de verdade, já é
próximo do clímax e com um visual bem diferente da concepção original que,
agora, é uma armadura. Falarei dos mamilos de Joel Schumacher mais adiante...
De volta à Produção
Não temo como negar a mudança gritante da franquia, isso porque a
Warner alegou que a fita anterior (Batman Returns, 1992), teve um desempenho fraco nas
bilheterias, o que não é verdade, devido a sua violência e tons sombrios. Tiraram
Burton da jogada porque sabiam que ele seria incapaz (sendo autor completo de
sua obra) de fazer um Batman como eles queriam. Assim sendo, a produção,
naturalmente, foi conturbada e mesmo com o estúdio querendo acelerar o
processo.
Muitos atores se candidataram para o protagonista depois da
desistência de Keaton. Dizem que Kilmer não de dava muito bem com Schumacher e com os demais membros da equipe e elenco durante as filmagens. Saiu algumas notas
em jornais de que ele não suportava Carrey. Na entrevista dada pelo ator neste
especial da série em Blu-ray, é tudo desmentido por ele, dizendo que foi uma
experiência única e a mais agradável de sua carreira. Ele só lamenta por não
ter voltado na continuação, que acabou sendo produzida às pressas e segundo
ele, nem deu tempo para assinar um novo contrato, já que o ator estava
indisponível trabalhando nas filmagens de O Santo (The
Saint, 1997 de Phillip Noyce). Schumacher
o desmente, dizendo que seu agente e ele próprio foram indelicados com ele por
não terem notificado de que Kilmer estaria neste outro filme. Mas também, ainda
segundo o diretor, não teve maiores dramas em escalar George Clooney. O que lamento profundamente.
O filme teve críticas meio a meio como a consciência do Harvey
Duas-Caras, uma inconstância curiosa provavelmente devido a mudança radical com
pouco traço com a “escuridão original”. Mesmo assim, foi abundante sucesso de
bilheteria em 1995 e a Warner estava vendo os seus louros sem o menor problema.
Rendeu cerca de mais de 336 milhões de dólares ao redor do mundo e tornou-se o
segundo filme de maior bilheteria daquele período. Só que sucesso de público
não significa maiores qualidades e já estamos parcialmente calvos de saber
disso!
Burton ficou na restrição de ser o produtor (mas que não deve ter
feito porra nenhuma e só levou créditos pelo acordo. Até porque quem trabalha
como produtor oficialmente é Peter
MacGregor-Scott que já havia produzido outro sucesso para o estúdio, O Fugitivo, The Fugitive, 1993,
com Harrison Ford). Então, Schumacher, na condição de diretor e depois de um
almoço com Burton que o deixou fazer o que quisesse, afirmou que tinha em mente
dirigir uma adaptação de Batman: Ano Um de Frank Miller, que Burton também havia se inspirado, mas ficou só na
idealização visual sem usar a trama no roteiro. Sinceramente, acredito que ele
teria estragado, digo o Joel, se o estúdio aprovasse. Era certo de que eles queriam
uma continuação e não uma pré-sequência ou
reboot ou qualquer coisa que o valha. O que Schumacher conseguiu imprimir
na narrativa foi a questão do passado de Bruce Wayne que observando bem, até
que ficou bom, ainda que muito alegórico. Foram contratados para desenvolver o script o casal Lee e Janet Scott Batchler que fizeram do Charada um sujeito mais
psicótico. Gosto de alguns diálogos do filme, sobretudo os ditos nas cenas de
Kidman e Kilmer que pelo menos conseguem transmitir uma química, mas o roteiro
é também assinado por AKIVA GOLDSMAN
(o mesmo que escreveu Uma Mente Brilhante [que lhe rendeu o Oscar] e O Código Da Vinci ambos de Ron Howard).
Com a presença de Goldsman foi que o texto ganhou diálogos bons (só que ele peca no próximo). Schumacher e
ele já haviam feito antes o ótimo O CLIENTE, The
Client, de 1994.
Rene Russo seria a psicóloga, mas eles alegaram que ela já estava velha
demais para o papel. Acredito que Schumacher nem tentou escalar a amiga Susan Surandon, que, apesar da idade,
continua sensual e é ótima. Sem desmerecer Kidman que teve aqui uma primeira oportunidade. E acreditem se quiser, até mesmo Johnny Depp, que naquela altura tinha mais cara de Robin, foi
considerado para o Batman, que também poderia ter sido William Baldwin, o irmão, Alec
Baldwin (que já tinha feito outro herói de HQ: O Sombra, interessante,
mas acho que por isso desistiram dele), o ótimo Ralph Fiennes e até mesmo o invencível Daniel Day “fucking” Lewis!
Robin Williams, um de meus comediantes prediletos, estava interessado em tentar
a franquia mais uma vez. Ele competiu com Jack
Nicholson para fazer o Coringa e
gostaria muito de encarar o Charada.
O resultado seria diferente, nem por isso genial. Só escolheram Carrey, e
também foram felizes por isso, porque o cara estava no auge, tendo feito
produções de sucesso como Ace Ventura e O Máskara. Era o momento dele. Apenas isso. Outra
curiosidade é que Marlon Wayans
(ator de Todo Mundo Em Pânico, As Branquelas e do recente Inatividade Paranormal) seria o Robin e até já
havia assinado contrato para aparecer neste episódio. Robin trabalharia numa
oficina mecânica com Lucius Fox e
acabaria por se envolver com Wayne e descobrir a Bat-Caverna. Seria estúpido, forçado e preconceituoso, afinal,
Wayans é negro e seria rotular demais um personagem que está muito além de sua
etnia. Em meio a toda essa polêmica, foram sugeridos apenas mais dois nomes: Leonardo DiCaprio – este confesso que
seria bem interessante - e O´Donnell.
As filmagens tiveram início em setembro de 94 e só não chegou a
ser um total desastre como o próximo porque tiveram mais tempo de pensar nos
detalhes. A desenhista de produção Barbara
Ling sugere mudanças evidentes que começam pelo design do novo Batmóvel o que agradaram alguns e decepcionaram
outros. O veículo é extravagante e nada tem haver com o modelo simples e
inspirado dos dois primeiros filmes (e mais uma vez confesso a minha
preferência). Isto é, ele é tão fora do comum que eu não sei se presto atenção
no Batman ou no seu carro que mais parece uma figura mórbida de H. R. Giger, que, aliás, colaborou no
filme a convite de Schumacher.
Todos sequem à risca o colorido da série de
televisão com Adam West e Burt Ward e nas revistas em quadrinhos
das décadas de 40 e 50. Todo o conceito apocalíptico, noir e alucinante dos anos 30, o que Kane projetou inicialmente, é
ignorado. Revendo hoje com base histórica apurada, só lamento. A cidade mais
parece um carro alegórico carnavalesco, com monumentos que cortam as pontes
principais de Gotham. Só estão lá para chamar atenção. Outra coisa que irrita é
o uso do néon? Pra quê Joel?
Certamente o ponto alto do ridículo são os mamilos que aparecem
fazendo relevo na armadura do Batman e do Robin. Embora, o Batman ainda utilize
neste o famoso logo estampado na roupa, ainda assim, Schumacher exagera. É de
dar desgosto e o mais vergonhoso ainda – e ele abusa no próximo- são os closes na bunda e outros lugares
estratégicos numa apresentação estapafúrdia do herói se preparando para mais um
dia de trabalho. Ele queria fazer deste Batman algo mais sexy e com isso repito: não
era para ser um filme familiar? Não quero ser politicamente correto, mas
introduzir essas afetações sexuais num personagem como o Batman é de dar nojo.
![]() |
| "O bat-sinal não é um bip!" |
Quanto à trilha? Bom, fiquei chateado por não ver Danny Elfman compondo novos temas.
Desde moleque já apreciava seu estilo. ELLIOT
GOLDENTHAL tem a difícil tarefa de seguir uma linha oposta ao trabalho de
Elfman (e que convenhamos, fez do Batman musicalmente falando, o mesmo que John Williams para Superman). Infantil e repetitivo, além de barulhento demais, este é
o resultado da música de Goldenthal que nem sequer criaria algo novo para o
outro episódio. De qualquer forma e lixo por lixo, a trilha sonora foi um
sucesso fonográfico O único problema é de fato a música orquestrada por que os singles são até simpáticos, uma tentativa
de fazer do filme um produto pop.
E como tudo é um baile a fantasia neste filme, Duas-Caras tem duas
mulheres, já que vive com dupla personalidade e uma delas, surpresa, é a
irreconhecível Drew Barrymore,
safadinha, como Sugar. Exatamente.
Drew está branquinha como açúcar e passa o filme todo como objeto, fazendo dengo
para os vilões e ainda tenta seduzir o herói numa festa. A outra é a "travesti" Debi Mazar, como Spice!
![]() |
| Carrey e Drew! |
Saindo fora de controle, o péssimo gosto de seu novo diretor que
tenta agradar a todos com a sua versão de Batman, é mais lamentável do que, revendo
hoje, aceitável.
Batman Forever até diverte, mas quem se diz fã, abomina Joel Schumacher
eternamente!
EUA
1995
AVENTURA/AÇÃO
COR
121 min.
WARNER
★ ★
WARNER BROS. PICTURES
Apresenta
UMA PRODUÇÃO DE
TIM BURTON
UM FILME DE
JOEL SCHUMACHER
B A T M A N™
F O R E V E R
ESTRELANDO:
VAL KILMER TOMMY LEE
JONES JIM CARREY
NICOLE KIDMAN CHRIS
O´DONNELL
Com: MICHAEL GOUGH PAT
HINGLE
DREW BARRYMORE como Sugar
DEBI MAZAR JOE GRIFASI
Música de ELLIOT GOLDENTHAL
Edição DENNIS VIRKLER
Cenografia BARBARA LING
Efeitos Especiais por JOHN DYKSTRA
& Maquiagens de RICK BAKER
Diretor de Fotografia
STEPHEN GOLDBLATT
Produtores Executivos
BENJAMIN MELNIKER MICHAEL
E. USLAN
Baseado nos Personagens de BATMAN
Criado por BOB KANE
e Publicado por DC Comics
Roteiro de
LEE & JANET
SCOTT BATCHLER & AKIVA GOLDSMAN
Produzido por
TIM BURTON . PETER MacGREGOR-SCOTT
Dirigido por
JOEL SCHUMACHER
BATMAN Forever ©1995 Warner Bros./PolyGram Pictures














7 comentários:
Gostei muito do texto e concordo em vários aspectos.
Confesso que hoje Rodrigão, não consigo assistir inteiro ao filme, principalmente depois de tudo que Nolan fez e tal. É um tormento! Mas não minto que é um filme que traz uma nostalgia até gostosa, pois toda vez que ia passar no SBT eu ficava a semana inteira louco esperando chegar o dia pra assistir.
Porém, vendo hoje, é uma total vergonha o que fizeram com o Batman. Não gosto de terem transformando o sombrio Duas Caras (e isso sem falar do recente, mas pelos gibis mesmo) em um palhaço rivalizando com Jim Carrey de quem faz mais caretas e palhaçadas, poxa vida! Por que não manter o personagem como é nos gibis, faria até um choque com o Charada palhaço de Carrey. Sério com o cômico.
Jim Carrey é o meu ator comediante preferido de Hollywood, abro meu coração! Fã de carteirinha desse baita ator, não só de comédia, que aqui, além de roubar o filme para si é a melhor coisa nele sem dúvida, Carrey caiu como luva no papel, e creio que se Carrey tivesse ou fosse dirigido por Nolan, além de ter profundidade, imagina como ficaria? Mais contido até, Carrey fazendo o seu humor com gosto e o personagem tendo profundidade e conseguindo de fato ser enigmático como de fato é nos gibis e nos desehos. E olha que Nolan é bom em suspenses e enigmas, vide "O Grande Truque", "Amnésia", "Insônia" e por aí vai... Ficaria show! Jim Carrey bem dirigido é mais que estupendo! Pena que o filme seja um lixo e deixe ele solto fazendo o que sabe fazer muito bem, e ele, coomo de costume, faz muito bem mesmo!
E destaco aqui a música do U2 feita para o filme, "Hold me, Thrill Me, Kiss Me, Kill Me". A música conseguiu um feito histórico: foi indicado ao Globo de Ouro de MELHOR CANÇÃO e ao Framboesa de Ouro de PIOR CANÇÃO! Vai entender...
Pois bem, mais ainda assim o pior estava por vir. Oh dó!
Abraço Rodrigo!
Adorei a conclusão: "Batman Forever até diverte, mas quem se diz fã, abomina Joel Schumacher eternamente!"
Pois é, não revi recentemente, mas nunca foi um filme que me apaixonei. Para mim, esse "baile de carnaval" sempre soou muito esquisito para Gotham City. Um filme entretenimento leve, que não nos leva a muita coisa, mas ainda é melhor que o seu sucessor...
bjs
É divertido, mas concordo que os fãs de Batman odiaram.
O filme está muito mais próxima série de tv dos anos sessenta, do que aos filmes d Burton.
Abraço
Gostei muito do vilão vivido pelo Jim Carrey! Batman eternamente apaixonante!
Não consigo ser muito crítica em relação ao filme, já que faz parte da minha infância e eu adorava!
Por isso eu digo: maldito seja por abrir meus olhos a tantos detalhes desconcertantes! Kkkkkkkk
Uma ótima crítica, mas nunca concordarei com ela. Batman Forever! Huashauhsuas
Concordo contigo 100%:
" teve um desempenho fraco nas bilheterias, o que não é verdade, devido a sua violência e tons sombrios. Tiraram Burton da jogada porque sabiam que ele seria incapaz (sendo autor completo de sua obra) de fazer um Batman como eles queriam. Assim sendo, a produção, naturalmente, foi conturbada e mesmo com o estúdio querendo acelerar o processo. "
Sou fã da ERA BURTON!
Batman(Burton) é lúdico, sarcástico e ao mesmo tempo visceral.
Nolan é mais próximo a 'realidade'.
Já Joel é LAMENTÁVEL(não gosto) ele tentou se aproximar da série(e até conseguiu 30%) TSO é bem original e concorco com o colega acima ref ao som do Srto Bono(que de 'Bono' não tem nada,rs) atuações?
Hum, Val Kilmer tá fraquinho né? Caricato ao extremoooo e até superficial.
Kidman, até convence. Mas, quem rouba a cena é Jim(sou fã)e como disse Amanda:
"Até diverte...Porém, decepciona ETERNAMENTE" Os fãs mais críticos.
Não vejo nem no SBT nem em Sessão da tarde...rs.
I Hate JOEEEEEEEEL! rs
Matheus: Engraçado como os filmes do Nolan envelheceram e empobreceram o trabalho de Schumacher. Concordo com você cara. Batman Forever não chega a ser ruim como o sucessor, mas já envelheceu. Confesso que a nostalgia tb bate as vezes, sobretudo quando lembro da interpretação do Jim Carrey. O cara é bom, convenhamos.
Tb lamento pelo Duas Caras neste filme. faltou seriedade, de fato, mas era intenção do estúdio fazer um filme para a "família"...produto pronto e Burton já não se encaixava mais aqui, infelizmente. Se ele tivesse dirigido o terceiro seria sensacional e memorável. Veja como os filmes dele ainda continuam intactos mesmo depois da obra prima de Nolan: Batman - Cavaleiro Das Trevas!?
Abs. Valeu!
Amanda: Realmente, um baile carnavalesco que não tem nada em comum com o universo do Bob Kane. Fico imaginando porque ele permitiu isso e não interferiu com o estúdio. Enfim...
Bjs.
Hugo: Até a série dos anos 60 é melhor! Reflexo de sua época e muitos batmaníacos desta época tb repudiaram o trabalho de Schumacher.
Abs.
M: Só pelo Carrey, né? rs
Bj.
Nani: Desculpe por estragar os seus sonhos moça, RS! hahahaha!
Eu entendo o lance da nostalgia, mas é lamentável mesmo se formos comparar. Um insulto ao Homem-Morcego.
Bjs.
Patricia: Pati você foi uma das detratoras do filme na época? Rs!
Concordamos em tudo! HA!
Lamentável mesmo, uma pena que o estúdio tenha estragado a franquia. Felizmente Nolan deu a volta por cima. Sei que vc tb não é muito fã dos filmes com Bale, mas vamos combinar que são anos luz melhores que Forever e "Batman (shit) & Robin"!
Bjs.
Postar um comentário