terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

SUPER-HERÓIS CAPÍTULO XI | BATMAN & ROBIN ™


REVENDO A QUADRILOGIA BATMAN
ÚLTIMA PARTE


FILMES IRREGULARES - EDIÇÃO XVI

O relacionamento dos super-heróis que defendem Gotham City de duas novas ameaças: Mr. Freeze, ladrão de diamantes que pretende congelar a cidade e a vingativa Hera Venenosa, capaz de matar um homem com um simples beijo, mas os vilões não contavam com a aparição da Batgirl, que entra no time dos heróis.


Um filme indefensável e não consigo perdoar a Warner Brothers por essa falha, tampouco o diretor Joel Schumacher que chega ao cúmulo de, em uma entrevista, se desculpar por ter feito o filme e que sua única intenção era apenas entreter o público. Os fãs não conseguem tirar o rancor do coração de ver um filme tão patético de um dos heróis mais famosos e queridos em todo o mundo, Batman, de Bob Kane (que nunca chegou a dizer sobre o filme publicamente, morreria um ano depois) que havia começado num dos filmes mais belos e atemporais da franquia por Tim Burton (este que resolveu pular fora quando a decisão do estúdio era totalmente oposta a sua e produziu o terceiro apenas por dinheiro). Pois bem, eis um espetáculo da cafonice excessiva e afetada no framboesa (Razzie Awards) daquele ano: Batman & Robin (Idem. 1997). Ganhou o prêmio de Pior Atriz Coadjuvante (Alicia Silverstone como Batgirl), realmente inconvincente e péssima, além de ter sido indicado nas categorias: Pior Diretor (deveria ter ganho); Pior Canção Original (Billy Corgan – aquela patética songThe End Is The Beginning is The End”, que aliás, é da banda Smashing Pumpkins na qual Corgan é membro); Pior descaso pela vida humana e de propriedade pública (risos); Pior Sequência ou Remake; Pior Dupla (Clooney e O´Donnell); Pior Roteiro (Akiva Goldsman); Pior Ator Coadjuvante ( O´Donnell – que sempre defende o filme); outro na mesma categoria para Schwarzenegger e mais um de Pior Atriz Coadjuvante para Uma Thurman e obviamente, Pior Filme do Ano, responsabilidade também do produtor Peter MacGregor-Scott. E nada para George Clooney como Batman, que merecia ter sido indicado, ao menos isso.

Na verdade foi um jogo de interesses pessoais, de ganhar dinheiro e lançar um filme como se fosse um produto de loja de brinquedos já que era intenção do estúdio produzir com rapidez a tempo de vender os bonequinhos, aproveitando a ressurreição da Batmania na época. Puro merchandising desprovido de qualquer bom senso. E, uma das desculpas de Schumacher em entrevista (e um tanto cínico se desculpa), diz que sabia exatamente o que estava fazendo. Pra ganhar dinheiro, creio que sim, ele sabia, mas para pensar em realizar um filme decente, provavelmente não!

O filme é o resultado de uma encomenda imediata depois do sucesso comercial de Batman Eternamente (Batman Forever, de 95), havia saído exatamente como eles almejaram, isto é, uma fita menos sombria e mais “familiar”. Assim sendo, era lógico que o diretor Schumacher fosse rapidamente contratado e também o roteirista Goldsman que agora trabalha sozinho e ganha toda a culpa por entregar um script cafajeste e totalmente inverossímil como se o espectador não tivesse cérebro sendo obrigado a engolir situações vergonhosas. Não consigo crer que Schumacher fez aqui uma homenagem ainda mais berrante ao estilo da série televisiva da década de 60. O brega em seu filme é muito mais estrambótico, sem propósito, do que o seriado com Adam West que pelo menos era reflexo de sua época.

O projeto era desenvolvido durante a pré-produção de outro filme do diretor, Tempo de Matar (A Time To Kill, 1996) e trechos sobre a origem e estória de Mr. Freeze baseou-se num dos episódios mais interessantes da série animada do Batman, Heart of IceCoração de Gelo, de Paul Dini que sempre escreveu episódios para o universo animado (e também do Superman). Enquanto no desenho tudo fica convincente, na fita é desastroso. Desta vez, a Warner cedeu grande parte do seu espaço para realizar o filme inteiramente em Burbank, Califórnia e era ainda para ter sido lançado já em 96, mas as filmagens atrasaram duas semanas. Ou seja, tudo já começou apressadamente e fora de controle. Mesmo assim, eles insistiram em deixar o filme com a pior aparência possível. De qualquer forma, já dizia o ditado: “Quanto mais mexe na bosta, mais ela fede.”

A direção geral de Joel era a seguinte: “lembrem-se de que isto é um desenho animado, portanto é difícil definir o tom para o filme.” O que me faz crer no conceito da diretora de arte, Barbara Ling, admitir suas influências em letreiros de néon deixando Gotham parecendo uma Feira Mundial de Luzes Pirotécnicas ou mesmo como uma festa Rave.

Val Kilmer acabou sendo substituído por GEORGE CLOONEY que é bem inapropriado até mesmo como Bruce Wayne, pior ainda como Batman. Incomoda-me perceber que Clooney não esta a vontade num tipo de papel duplo tão bem colocado por Michael Keaton e Kilmer ainda conseguiu uma boa aparência vestido com a armadura e soube trazer boas características próprias vivendo o traumático Wayne. Naquele filme ele e Jim Carrey (como Charada) seguravam melhor as pontas. 

A trama do filme é um apêndice e mostra que Batman defende a cidade, já algum tempo ao lado de seu parceiro Robin, CHRIS O´DONNELL que confessou estar mais seguro como o personagem, mas que aqui consegue ser absurdamente irritante querendo fazer carreira solo como super-herói, já que a premissa resolve mostrar um lado tumultuado e com resquícios de inveja para um com o outro, nesta relação/parceria que maldosos e detratores afirmam ser gay.  Eventualmente, como no anterior e perto do clímax, Batman acaba obtendo a ajuda de um novo personagem, no caso a Batgirl, e que segundo Schumacher, era a vez de deixar as garotas participar da brincadeira. Sem direção alguma, a coitada da ALICIA SILVERSTONE, até boa atriz, e que já encantou nossas sessões da tarde como a patricinha de Beverly Hills, fica deslocada vivendo a sobrinha neta de Alfred (Michael Gough), traumatizada pela morte acidental de seus pais e que por causa disso, arrisca a vida em rachas sob uma motocicleta.

GALERIA DE VILÕES

É aviltante pensar em ARNOLD SCHWARZENEGGER como o Senhor Gelo e não alegar insanidade à Schumacher por ter escalado o ator para a tarefa. Naturalmente é um sarro vê-lo naquela armadura tão feia e eles nem foram capazes de recriar o Mr. Freeze como no desenho. Quiseram misturar a fantasia do Homem de Lata do Mágico de Oz com aquela maquiagem prateada que quase matou o ator que faria originalmente o Tin Man, Buddy Ebsen. Portanto, a cara do pobre Arnold ficou inconvincente com aquela coisa, ridículo, e que aqui parece mais baixo (na cena em que está preso em Arkham sem a armadura evidencia), o que também, me faz esquecer que um dia ele já foi o meu ídolo infantil como o icônico Exterminador do Futuro. Ele passa o filme inteiro choramingando pela trágica doença da amada esposa, Nora Fries (a sueca Vendela Kirsebom Thomessen), conservada criogenicamente em um tubo que a mantêm viva enquanto ele faz de tudo para achar uma cura. E como todo trágico vilão de HQ, ele ficou gelado depois de um grave acidente e necessita de diamantes para se manter abaixo de zero naquela roupa maluca. Por isso ele rouba, além de estar louco e descontrolado, mas no fundo – “enterrado por toda aquela neve” – é uma boa pessoa.  

Pior que o gelo, é à entrada da botânica Hera Venenosa, a musa de Tarantino, UMA THURMAN, linda, mas, pagando o maior mico de sua carreira. Cientista nerd e jardineira, Pamela Isley que esta na América do Sul (provavelmente no Brasil) é obcecada por plantas e nem sei exatamente no que ela estava trabalhando (é tanta maluquice neste filme que desligo o meu cérebro). Enquanto ela trabalhava arduamente, um cientista louco (John Glover) usou suas fórmulas tóxicas para desenvolver super-homens, no caso, a primeira cobaia era um assassino psicótico que se transforma no poderoso Bane o gigante/fortão/estúpido que só repete o que os outros dizem, interpretado por JEEP SWENSON (1957-1997) que era um wrestler profissional. Preciso fazer comparações com Tom Hardy? Por favor! 


Bom, depois que Isley é exposta a produtos químicos, fica venenosa e mortal e não sei por que decide se vingar da humanidade querendo transformar o planeta em um território para novas e mutantes espécies de plantas. É uma ecoterrorista, sem dúvida. Seus belos lábios (e Thurman tem a boca mais sexy de Hollywood) contêm veneno, muito mais letal que chumbinho, capaz de matar qualquer homem, e que segundo ela, é a criatura mais tola de Deus, já que são alvos fáceis de sua sedução. A doida ainda joga um pó (e o efeito é tosco) capaz de enfeitiçar as vítimas que ficam completamente escravos de seus desejos, o que faz Batman e Robin brigar pra ver quem fica com a miss planta. Morro de rir com a cena forçada quando ela esta sendo leiloada numa festa e o Batman oferece tantos milhões para tê-la e saca o seu cartão de crédito! Depois disso, o filme, com toda a certeza, ganha a minha antipatia. Gelo e vegetação pairam sobre Gotham City. Só por Deus!

Demi Moore foi considerada para o papel da Poison, imaginem só.

De Volta à Produção
O filme é freqüentemente listado, no topo, como o pior filme do gênero em todos os tempos. Nem Ed Wood faria algo tão grotesco e sem sentido. Parabéns Joel! Não demorou, após o rápido lançamento, receber críticas negativas por parte do público e crítica que massacrou a produção sem dó nem piedade, não por pouco. Um dos maiores problemas do filme são as insinuações homossexuais, uma piada de mau gosto criada no universo Batman (longe de qualquer preconceito, só que é irritante, repleto de rótulos e ofensivo para os gays e que Schumacher parece não ceder nas mensagens subliminares) além de trazer um cenário leve demais para o perfil do herói, além dos dramas e romances clichês (a doença do Alfred, a mesma que deixou em coma a mulher do vilão e o novo interesse romântico de Wayne, interpretada pela sem sal Elle Macpherson), bem como a falta de escuridão. Tudo bem e concordo em gênero, número e grau, mas o que mais me chateia são as vestimentas e aqui Schumacher passa de todos os limites com suas incitações sexuais desnecessárias e irregulares para o chamado filme matinê familiar. O que são aqueles closes na bunda do Batman e do Robin? E os mamilos (problema para a Batgirl?) E principalmente a linha reta colada no ânus!

E quanto ao elenco de apoio? Numa das cenas quase não noto a presença de Vivica A. Fox (de Kill Bill, fazia a Vernita Green) como a assistente do Sr. Gelo, que flerta com ele e recebe uma “decepção gelada”. Risos! Além de, é claro, e não basta o mordomo Bane, os demais capangas de Freeze que ficam comendo comida congelada no covil do vilão, um deles atende pelo apelido de Picolé! Outra figura é a jornalista fofoqueira, Gerty Fofoca (Gossip) que aparece numa ponta desde Batman O Retorno e é interpretada por Elisabeth Sanders, que como atriz, só tem isso em seu currículo cinematográfico, mas já atuou como extra em diversas produções.


Apesar de tudo, o filme rendeu lucros e recuperou seu orçamento rapidamente quando estourou mundialmente. Mas era o mesmo ano de Titanic...

Depois da má recepção dos fãs e crítica (e 11 indicações no Framboesa de Ouro não é brincadeira), o estúdio cancelou o próximo filme que também seria dirigido por Schumacher e que traria como vilão o Espantalho. O jeito era pensar numa alternativa mais inteligente e a virada se deu numa trilogia por Christopher Nolan com o ótimo Batman Begins em 2005 salvando a franquia. E o resto vocês já sabem.

Rever Batman & Robin é um sacrifício, como se eu fosse obrigado, contra a minha vontade, de entrar em um carro alegórico e parecer tolo em frente a multidões de pessoas, fantasiado de justiceiro alado, dançando na boquinha da garrafa e prendendo o tchan naquela roupa justa. Uma vergonha.
FUJAM! 



EUA/INGLATERRA
1997
AVENTURA/AÇÃO
COR
124 min.
WARNER




WARNER BROS. Apresenta
UM FILME DE JOEL SCHUMACHER
ARNOLD SCHWARZENEGGER
GEORGE CLOONEY    CHRIS O´DONNELL
UMA THURMAN    ALICIA SILVERSTONE

B A T M A N
&

R O B I N

MICHAEL GOUGH   PAT HINGLE  
ELLE MACPHERSON
JOHN GLOVER   VIVICA A. FOX   
JEEP SWENSON Como Bane

Música de ELLIOT GOLDENTHAL 
Efeitos Visuais por JOHN DYKSTRA
Edição DENNIS VIRKLER 
Desenhos de Produção BARBARA LING
Diretor de Fotografia STEPHEN GOLDBLATT

Produtores Executivos 
BENJAMIN MELNIKER   MICHAEL E. USLAN
Baseado Nos personagens BATMAN Criado por 
BOB KANE 
e Publicado pela DC COMICS

Escrito por AKIVA GOLDSMAN 
Produzido por PETER MacGREGOR-SCOTT
Direção
JOEL SCHUMACHER
BATMAN & ROBIN ©1997 Warner Brothers Pictures/PolyGram Pictures

7 comentários:

Amanda Aouad disse...

Sem dúvidas, um dos piores filmes de super-heróis que já vi...


bjs

! Marcelo Cândido ! disse...

Só o que salva é a beleza da Uma
!!

Markos Queiroz disse...

Eu detesto esse filme, é muito podre. Nenhum personagem se salva, nenhum. A história do filme é ridícula, os personagens são ridículos.
Destruirão meu super-herói favorito e ele deveria mesmo ter ganho todas as categorias do framboesa.

Abração Rodrigo!

Matheus C. Vilela disse...

E como esquecer também das pantufas do Mr. Freeze! Se ele quer é ficar gelado e não quente o porque das pantufas e do casaco de pele que usa. Vai entender...

E outra, nessa mesma cena das pantufas, a câmera mostra ele de pantufas, vai subindo e o Mr. Freeze está ensinando os seus capangas a cantar! E todos eles morrendo de frio!

Ai Ai

É melhor esquecer

David Favinha disse...

Rodrigo, subscrevo tudo a 100%, (com excepção do tema "The End Is The Beginning is The End", a única coisa que eu aproveito do filme :D )

Elton Telles disse...

E eu fico sabendo via Facebook que o sr. tem o Blu-ray desta MERDA. hahahaha! No entanto, a desgraça toda é divertida. Completamente desprovido de talento, no entanto, o filme é uma "coisa" bem divertida pela sua escrotice, mas é mais vergonha alheia do que qualquer outra coisa. Os fãs mesmo de Batman devem ter ficado loucos e tal. Não faço parte desse grupo, então...

E texto muito divertido, cara! Ri muito ao relembrar essa pérola! rs.

Abs!

Rodrigo Mendes disse...

Nanda: É Ruim , ruim e ruim... rs
Bjs.

Marcelo: Ela é linda só que paga o maior mico. Nem isso salva!
Abs!

Markos: Lamentável. Eles subestimaram a nossa inteligência!
Abs!

Matheus: GENIAL o seu adendo sobre as pantufas! Sem mais comentário, rs!

Abs!


CINE 31: ah! Tudo bem, a trilha sonora é perdoável, rs mas não gosto do tema tb não ;) rs

Abs!

Elton: Sou um daqueles que morre de raiva pelo filme. A diversão é despejar a raiva, rs!

E sim, tenho ele em Blu-ray. Imperdoável, pode ser, mas tb costumo colecionar pérolas...haha

Abs!

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