Quando vou assistir a um filme de Woody
Allen já espero pela fonte da titulagem antes de embarcar na história. Não houve nas últimas décadas um cineasta com tamanha liberdade e quantidade de filmes, no conceito amplo, Woody é autor de seus roteiros, diretor e com muita frequência (hoje raramente) astro de seus filmes. Comédias divertidas, dramas ou filmes tensos, o cara na verdade gosta mesmo de se reinventar.Cada ano lança o seu novo "projeto de outono" e sempre conta com um elenco de estrelas - é raro um ator dizer não a Allen!
Tenho dois filmes prediletos, um conta a história de um comediante judeu, que se divide entre Nova York e Los Angeles, e que tem um romance com uma garota do meio-oeste chamada Annie Hall, o outro se passa nos anos da depressão, onde Cecília, uma dona de casa infeliz, frequenta sempre o mesmo cinema, Jewel. Vê tantas vezes um filme chamado Rosa Púrpura Do Cairo que um dos personagens resolve sair da tela e cortejá-la.
Annie Hall , foi rodado com o nome de 'Anhedonia' - palavra definida como: a inabilidade crônica de experimentar prazer, o filme só teve seu título mudado três semanas antes de sua estréia (Hall é o sobrenome verdadeiro de Diane keaton, rs) Isso refletiu também em mudanças na montagem da fita que, deixou de ser uma reflexão sobre os problemas do herói; para se fixar mais na história de amor.
A história é muito autobiográfica, inspirada também em certas cenas de 'Morangos Silvestres' de Ingmar Bergman. A cena em que ele espirra na cocaína foi improvisada. As roupas usadas por Diane no filme foram criadas por ela mesma e durante muito tempo foram imitadas pelas mulheres americanas. Atenção para aparições de famosos: o professor Marshall McLuhan (da teoria das extensões humanas) aparace numa fila de cinema (a melhor cena que já vi) para resolver uma discussão sobre uma teoria sua; a atriz Beverly D´Angelo aparece num monitor de TV; a estreante Sigourney Weaver (Alien) é vista em plano geral acompanhando Woody a um cinema no fim do filme; Christopher Walken faz o irmão psicótico de Diane; Shelley Hack aparece numarua e Jeff Goldblum (bem muleque) surge numa festa em Los Angeles.
Apesar de ter ganho o Oscar, Woody não apareceu na festa de entrega, porque foi realizada na segunda feira; dia em que ele toca no Pub´s Bar em Nova York e a Academia desde então ressentiu isso, reduzindo a atenção que lhe concedeu. Hoje a paz entre Allen e os chatos da Academia esta estabelecida. O filme foi, dentre todos os premiados (era o mesmo ano do 1º Star Wars) até aquela época, o que menos rendeu dinheiro.
Whatever, mas Woody Allen tem uma carreira tão grande e cheia de altos e uns poucos baixos que é especialmente dificil escolher os mais representativos filmes dele. A tendência é, na primeira fase, ficar em dúvida entre Manhattan (1979) e este Annie Hall,o único que lhe deus Oscars: Filme, diretor, roteiro e atriz para Diane Keaton.
Na época, os dois tinham um relacionamento iniciado quando ela foi representar sua peça Play It Again Sam, na Brodway. Depois interpretou no cinema, seguindo-se uma série de filmes em que ela foi estrela. Ambos continuaram amigos depois de um rompimento visível em Manhattan, de tal forma que ela faz uma aparição, não creditada, em A Era do Rádio (1987).
A tendência é ver, neste filme, um presente que Allen fez para Diane, dando-lhe a melhor chance de sua carreira, embora Diane já fosse uma grande atriz no teatro, aqui ela virou estrela. Nesse mesmo ano ela também impressionou num papel muito dramático em A procura de Mr.Goodbar de Richard Brooks.
Neste seu sétimo filme como diretor, finalmente, Woody Allen obteve um equilíbrio entre a seriedade de suas preocupações e a irresistível graça de suas piadas. Trabalhando num contexto francamente autobiográfico teve a melhor recepção crítica de sua carreira. A pior coisa é o imbecil título nacional - eles são neuróticos, sem dúvida, mas nunca noivos, e também problemas com situações típicas de um judeu nova-iorquino difíceis de serem compreendidas.
Como Allen tem uma confessável admiração por Bergman, Annie Hall já foi visto como uma paráfrase de Cenas de Um Casamento , acrescido de efeitos narrativos que ele pediu emprestado de Morangos Silvestres, as lembranças da infância com um adulto presente no mesmo plano do passado; e Paixão De Ana, os depoimentos diretamente para a câmera (estilo que ficou usual em muitos filmes anos a fio, depois de A.Hall).
Como Bergman, Allen também é aoutobiográfico aproveitando as experiências vividas por ele e Diane durante o ano que moraram juntos no começo dos anos 70.
O protagonista Alvy Singer é um alter ego de Allen, apenas ligeiramente disfarçado, enquanto deveria chamar-se 'Alvy & Annie', já que basicamente é uma série de situações em que os dois se encontram e vivem juntos, brigam e separam-se. Começa com Alvy dizendo diretamente para a câmera, as duas premissas filosóficas do filme, uma piada sobre uma matrona num hotel, queixando-se que a comida é péssima; e a segunda, citando Groucho Marx, sobre não querer fazer parte de nehum clube que o aceite como sócio. Assim se sabe a moral da história: A vida terrível, mas não se pode passar sem ela.
A partir daí, Allen vai abordar todos os fundamentos da questão humana, particularmente o relacionamento sexual."Não se deve falar contra a masturbação", diz ele, "Afinal, é fazer sexo com alguém que se ama" - numa sequência maravilhosa em que a tela se divide(split-screen) para mostrar como o casal tem opiniões completamente opostas (o sexo oposto na tela) sobre a frequência das relações sexuais.
Indo mais a fundo, é a questão metafísica que o preocupa. Allen é obsecado com a morte e os absurdos do cotidiano são mostrados em momentos da maior simplicidade, como: a desconcertante pergunta da namorada que duvida que ele esteja com medo das lagostas.
O roteiro tem um charme intelectual, ele inventa uma série de recursos inusitados e inteligentes. Em determinado momento, o espírito de Annie sai de seu corpo para absorver um encontro amoroso; Woody mostra para os amigos, sua familia do tempo de criança, e imagina-se como um rabino no almoço da casa de Annie.
Todos os recursos são de uma incrível inventividade, como o pensamento dos personagens conflitando com o que dizem. Allen evita sempre parecer pomposo ou pedante. Chega a trazer o próprio Mcluhan para calar um pretenso intelectual.
Neste filme de dois protagonistas, os coadjuvantes são meras vinhetas de passagem e funcionam, especialmente Christopher Walken, como irmão pasicopata de Annie e o compositor Paul Simon: numa caricatura do tipico californiano.
A premiada participação de Diane reflete sua espontaneidade e simpatia. Mas sempre com a suspeita dos críticos:muito difícil interpretar a si mesmo na tela.
Visto como um dos melhores filmes, senão o melhor de Woody Allen, foi o que consagrou como humorista que melhor soube sintetizar as neuroses e as ansiedades de nosso tempo. E o que é melhor, de forma muito engraçada.
Annie Hall - 1977
de Woody Allen
EUA- Comédia
93 min.
✩✩✩✩✩ EXCELENTE
Annie Hall
Estrelando:
Tony Roberts. Carol
Kane. Paul Smith
Shelley Duvall.
Christopher Walken
Sigourney Weaver.
Colleen Dewhurst
Janet Margolin.
Shgelley Hack. Jeff Goldblum
Beverly D´Angelo e
Marshal Mcluhan
Roteiro: Woody Allen e
Marshall Brickman
Produtores: Charles
Hoffe e Jack Rollins
Distribuição: United
Artists /MGM
Fotografia: Gordon
Willis
Dirigido por
Woody Allen
✩
A Rosa Púrpura Do Cairo, foi o filme que marcou uma segunda fase brilhante de Woody Allen , agora na produtora ORION, foi indicado ao Oscar de roteiro original (Allen nem aí pra isso, rs)e foi apenas o segundo filme dirigido por ele em que nao trabalhou como ator - o primeiro foi Interiores.
O elenco de apoio inclui o astro dos anos 40, Van Johnson, e atores famosos na Brodway. como: Zoe Caldwell e John Wood. No Brasil, o filme chegou a ser votado como o melhor do ano. Woody Allen não quis dar entrevistas sobre o filme. Apenas algumas frases: " O encanto da imaginação em oposição a dor de viver é um tema recorrente em meu trabalho, mas eu nunca tinha percebido isso antes. E foram alguns críticos e amigos que me chamaram a atenção. A Rosa...é aparentemente a mais recente expressão dessa minha preocupação, como foram também Sonhos de um Sedutor, Zelig e Memórias e o livro The Kugelmass Episode. Acho que desta vez tratei o tema de uma maneira mais divertida do que consegui fazer antes". Mesmo assim houve filmes que o imitaram como o divertido O Último Grande Herói de John MacTiernan, com Schwarzenegger.
Este filme, foi realizado no auge de seu affair com Mia Farrow, este foi o quarto filme que Allen escreveu para ela (já fez películas para Diane, Mia e hoje faz para Scarlet, rs). A Rosa, também é mais um presente a uma mulher. Pensando bem, o renascimento de Mia como atriz (adoro ela somente em O Bebê de Rosemary e nos filmes de Allen), naquela fase de sua carreira, foi surpreendente. Mas ela já estava ótima em Brodway Danny Rose, como a garota do gângster, e Cecília, a jovem 'Dona Amélia', típica esposa da época da depressão, que trabalha como garçonete sustentando o marido desempregado, feito por Danny Aiello. Sua vida é triste e infeliz. O marido bebe demais, a trai com outras mulheres e, de vez em quando, a espanca. Cecília só tem uma válvula de escape: ir ao cinema, uma vez por semana. Muda o programa do cinema Jewel, onde ela assiste a seus filmes preferidos. O que mas a impressionou foi uma produção fictícia da RKO chamada justamente "A Rosa Púrpura Do Cairo", estrelada por Robert Talmadge e Rayburn Morgan, ambos nomes inventados por Allen. Esta seria uma produção típica de sua época: um grupo de pessoas sofisticadas que se encontram numa viagem ao Cairo, Egito, um certo Tom Baxter -interpretado por Jeff Daniels, que foi revelado pouco antes fazendo o marido de Debra Winger em Laços de Ternura, que procura a lendária Rosa Púrpura. De volta a Nova York, o personagem acaba apaixonando-se por uma cantora. Cecília gosta tanto do filme que volta várias vezes ao cinema, de tal forma, que um certo dia, para seu espanto, Tom Baxter olha para ela, não resiste e acaba falando: "Você veio ver o filme de novo, mas é a quarta ou quinta vez..." Cecília pensa que está sonhando, os outros espectadores não entendem nada, muito menos os personagens que contracenam com ele. Mas Tom Baxter se apaixonou por Cecília; pula da tela e vem conversar com ela.
Assim, Woody Allen realiza uma fantasia que todo mundo sempre teve: não seria bom se as coisas acontecessem como no cinema? E se a gente encontrasse com tal personagem, um Tom Baxter na vida real? Mas a situação não pára por aí. Todas as leis da lógica foram quebradas. O estúdio entra em pânico, os outros atores ficam em pânico sem saber o que fazer. Porque sem o personagem não há como prosseguir o filme , e Cecilia e Tom fogem para viver seu sonho de amor. Todavia na vida real as coisas sao complicadas. Tom usa uma roupa de explorador com um chapéu de safári, quando beija Cecília olha para os lados espantado, não vai haver fade-out (escurecimento da tela quando alguém ia fazer amor no cinema antigo) Como nas fitas de época? Quando vai a um restaurante para com notas falsas (notas de cinema!).
Seu amor é puro, suas frases clichês e seu comportamento: o de um herói do cinema. A situação complica-se ainda mais, porque o ator que interpreta Tom no filme, um certo Gil Shepard (evidentemente feito por Daniels), pensa que sua carreira poderá ser destruída. Vai também para o cinema e acaba encontrando Cecília. Mas a moça é sua fãn inveterada e ele também fica encantado com ela. Cria-se o dilema maluco: ambos desejam Cecília, o Tom da ficção e o ator que o criou. Como resolver isso?
Antes, no entanto, Cecília tem a oportunidade de realizar outro sonho. Tom a leva para dentro do filme e se as cenas no mundo real são coloridas, as de dentro da fita; em preto e branco. Como ela vai poder participar daquele universo mágico em que as pessoas são sempre bonitas e felizes!?
O filme nao necessita de justificativas ou explicações porque qualquer pessoa que entrou numa sala de cinema e ficou fascinada com o mundo da fantasia que viu na tela - qualquer um que desejou escapar de sua vida por um isntante e viajar nas aventuras fantásticas do cinema - vai se identificar com Cecília. Ela realiza todas as nossas fantasias, só que à maneira de Woody Allen. É claro que é muito engraçado ver os atores dos filmes se atrapalharem. Eles chegam num restaurante e pedem uma mesa para sete. O maítre espanta-se, porque na fita sempre foi a mesa para seis! Ou então, rir do pânico do estúdio: em outras cidades, onde passa o filme, outros Tom Baxters ameaçam também sair e numa delas, um dos Tons esqueceu o texto. Ou da sátira que se faz aos atores egocêntricos. Daniels está ótimo em sua criação dupla, e pensar que depois ele iria fazer escada para Jim Carrey em Debi e lóide!
Woody Allen como sempre, vai mais longe, discute a própria função do criador e da criatura com suas piadas a granel. Tom Baxter é levado por Cecília a uma igreja e apresentado a imagem de Deus. Só que para ele, o criador Deus não é Cristo, mas os roteiristas que o inventaram e aasinaram o script. Em outro momento-chave, Tom e Gil, personagem e ator, discutem entre si como é possível um personagem se revoltar e se oporcontra a própria pessoa que o criou.
Não vale a pena contar o final, revelar a solução. E realmente só confirmar, depois de A Rosa Púrpura do Cairo não há mais o que discutir; Woody Allen é genial. Só uma pista, Fred Astaire canta o tema musical do filme; Cheek To Cheek.
'A Rosa Púrpura do Cairo' - The Purple Rose of
Cairo
de Woody Allen
EUA - 1985
Comédia-Romance
82 min.
✩✩✩✩✩ EXCELENTE
The Purple Rose Of Cairo
Estrelando:
Danny Aiello. Dianne
Wiest.Van Johnson
Zoe Caldwell. John
Wood e Milo O´Shea
Produção: Robert
Greenhurt
produtora: Orion
Distribuição: United
Artists/MGM
Fotografia: Gordon
Willis
Música: Dick Hyman
Escrito e Dirigido por
Woody Allen
1966- Wat´s Up
Tiger Lily?
1969- Um Assaltante
Bem Trapalhão - Take the Money and Run
1971- Bananas
1972- Tudo o que Você
Sempre Quis Saber Sobre Sexo e Tinha Medo de Perguntar- Everthing you
Always Wanted To Know About Sex but Were Afraid to Ask
1973- Dorminhoco
- Sleeper
1975- A Última Noite
de Boris Grushenko - Love and Death
1977- Noivo Neurótico,
Noiva Nervosa - Annie Hall
1978- Interiores - Interiors
1979- Manhattan
1980- Memórias - Stardust
Memories
1982- Sonhos Eróticos
de Uma Noite de Verão - A Midsummer Night´s Sex Comedy
1983- Zelig
1984- Brodway
Danny Rose
1985- A Rosa Púrpura
Do Cairo - The Purple Rose of Cairo
1986 - Hannah e Suas
Irmãs - Hannah and Her Sisters
1987- A Era do Rádio
- Radio Days
1987- Setembro - September
1988- A outra - Another
Woman
1989- Contos de Nova
York - Epis. " Édipo Arrasado" - New York Stories
1989 - Crimes e
Pecados - Crimes and Misdemeanors
1990- Simplesmente
Alice - Alice
1991- Neblina e
Sombras - Shadows and Fog
1992 - Maridos e
Esposas - Husbands and Wives
1993- Misterioso
Assassinato em Manhattan - Manhattan Murder Mystery
1994 - Tiros na
Brodway - Bullets Over Brodway
1994 - Don´t
Drink The Water (TV)
1995- Poderosa
Afrodite - Mighty Afhrodite
1996 - Todos Dizem Eu
Te Amo - Everyone Says I Love You
1997 - Desconstruindo
Harry - Deconstructing Harry
1998- Celebridades - Celebrity
1999- Poucas e Boas
- Sweet and Lowdown
2000- Trapaceiros
- Small Time Crooks
2001 - A maldição do
Escorpião de Jade - The Curse Of The Jade Scorpion
2001- Sounds
from a Town I Love (TV)
2002 - Hollywood
Ending
2003 - Anything
Else
2004 - Melinda
& Melinda
2005- Ponto Final
- Match Point
2006- Scoop - O
Grande Furo - Scoop
2007- O Sonho De
Cassandra - Cassandra´s Dream
2008- Vicky,
Cristina, Barcelona
2009- Tudo Pode
Dar Certo - Watever Works
2010- Você Vai
Conhecer O Homem Do Seus Sonhos - You Will Meet a Tall Dark Stranger
2011- Meia- Noite em
Paris – Midnight In Paris
2012- To Rome With Love
2012- To Rome With Love












6 comentários:
Rodrigo você foi um dos responsáveis por tirar um pouco de antipatia que eu sentia pelo Woody mesmo não tendo assistido quase nada dele. Não sei pq sentia isso. Nunca me interessou. Mas recomendado pelos amigos cinéfilos é outra coisa... cris também.
Mas falando em interessar, gostei bastante da sua segunda resenha, a do Cairo. Achei bem simpático o jeito que você colocou o filme, falando dos atores e tudo. Foi um post que eu nâo me cansei de ler
pena q nâo posso falar mto alèm pq nunca assisti nada
mas ainda vou
abraçooo
Considero Annie Hall um dos mais expressivos de Allen, mas posso citar estes que tenho forte apreço:
- A rosa purpura do cairo(bela critica sua, por sinal, focou bem aspectos da produção e contexto da obra)
- Hannah e suas irmãs - que tal falar dele?
- Poderosa Afrodite
- A era do rádio(vi e revi, pois tinha um seminario na faculdade, precisei extrair várias coisas dele).
Quero parabenizar pelo excelente post, muito bem escrito e com um teor informativo perfeito.
Cinema Rodrigo é vida!
Beijo
Conheço pouquíssimo da filmografia de Allen, e, até agora, eu não tinha vontade de explorar as obras do cineasta. No entanto, teu texto fará com que nas férias eu saia procurando nas locadoras toda a filmografia desse realizador.
Deixei um presente adiantado de Natal para ti lá no blog. Abraço!
Paulo/ Danilo: recomendo mesmo os filmes de Woody Allen, fico feliz por vcs começarem a assistir a obra do cara. vejam mesmo abs!
Cris:Tbm gosto desses outros ai. Era do Rádio tbm foi um trabalho meu da facul. Boas dicas! Abs!
Gosto imenso de Woody Allen. Já vi bastantes filmes, mas não tantos qt eu gostaria...
1971- Bananas
1977- Annie Hall
1979- Manhattan
1982- Sonhos Eróticos de Uma Noite de Verão - A Midsummer Night´s Sex Comedy
1986 - Hannah e Suas Irmãs - Hannah and Her Sisters
1989 - Crimes e Pecados - Crimes and Misdemeanors
1991- Neblina e Sombras - Shadows and Fog
1993- Misterioso Assassinato em Manhattan - Manhattan Murder Mystery
1995- Poderosa Afrodite - Mighty Afhrodite
1996 - Todos Dizem Eu Te Amo - Everyone Says I Love You
2000- Trapaceiros - Small Time Crooks
2001 - A maldição do Escorpião de Jade - The Curse Of The Jade Scorpion
2002 - Hollywood Ending
Deste realizador, tb tenho o orgulho de poder dizer que tenho uma foto autografada por ele. Gosto imenso desta foto ;) foi mt simpático.
Adoro Annie Hall e Hannah and Her Sisters e tb Toda a gente diz que te amo.
Bjks
Gema:Jura? Legal! Woody Allen é o mais ativo cineasta/roteirista/ator em todos os tempos.
Bjokas!
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