segunda-feira, 1 de março de 2010

QUENTIN TARANTINO | KILL BILL VOL. 1

BLOGANDO KILL  BILL



Uma premissa perfeita, sob o plot de uma VINGANÇA. Era para ser muito simples e completamente imagético. O badalado QUENTIN TARANTINO só queria fazer um filme de 90 minutos, baseado na antiga escola de filmes de Hong Kong, Samurai japonês, máfia italiana e WESTERN espaguete. E tudo isso se transformou na salada americana KILL BILL em tradução livre: MATE O BILL.




Este filme foi o exercício perfeito para Tarantino, buscar suas verdadeiras raízes cinéfilas. Ele aprendeu a ser um diretor de ação e fazer produções classe A. Em sua obra KILL BILL - dividida em duas partes -  há todos os limites possíveis e executados por ele. Um roteiro inteligente, formidável e repleto de citações cinéfilas. Conta a história de BEATRIX KIDDO, uma jovem e brilhante assassina da elite víboras mortais (todos os membros da gangue tem nome de serpentes) com o codinome MAMBA NEGRA que mata por dinheiro. Ela trabalha para um velho chamado BILL. Um dia ela decide sair e começar uma vida nova, depois que descobre uma gravidez indesejada. Se muda para El Passo no Texas e conhece seu namorado e futuro noivo que é dono de uma loja de discos na cidade. No dia do ensaio de seu casamento, ela é localizada por BILL, que ordena aos seus bastardos inglórios assassinos sua destruição, por traição! Eles não a matam, mas a espancam pra valer até o momento que o próprio BILL lhe descarrega uma bala que passa de raspão e a deixa em coma. Esse tiro tem um papel fundamental na trama, há um importante corte seco quando o cachorro louco atira (um corte tão importante como aquele do osso em 2001). Este tiro é o plot point (ponto de virada) do espetacular enredo de Tarantino e logo na primeira cena, sem ordem cronológica e aos poucos vamos entendendo os detalhes - embora eu já tenha dado na sinopse acima (RISOS, SPOILERS!!!)


Quando o velho ouve a frase: " Bill é o seu bebê", pela noiva, em questão de segundos essa bala não tem intenção de matá-la. Seria como se fosse um código de honra que o Tarantino bolou. As personagens seguem este códico quando descobrem algo que valha à pena seguir. Instintivamente, BILL queria que ela ficasse viva, mas que sofresse o máximo.

 A personagem " A Noiva" foi escrito por TARANTINO e UMA THURMAN sua principal fonte criativa. Foi ela quem teve a idéia de começar a fita com a personagem vestida de noiva e ensanguentada implorando pela vida. Mas Tarantino não a faz implorar, visto que, a anti- heroína aprendeu a segurar as pontas nos momentos "fisicamente tensos". Seu treinamento no KUNG FU e nas ARTES MARCIAIS foram necessários para sua sobrevivência. E com garra, ódio e determinação, a mocinha embarca na sua vingança. Fica 4 anos no coma e desperta furiosamente numa das cenas mais impactantes do filme. Demora algumas horas para sair da entropia e com muita paciência move o dedo do pé, vai para o Japão e pede a um antigo mestre samurai que lhe forge uma espada, um belo AÇO JAPONÊS. Esse mestre samurai japonês chama-se HATTORI HANZO, personificado pelo ator SONNY CHIBA da série de TV Japonesa: KAGE NO KUNDAN ( Shadow Warriors, 1980-85 ) e nesta série cult ele fazia o homônimo Hattori Hanzo, mas era sempre um Hanzo diferente em cada temporada - I , II , III e IV até onde chegou o seriado. Pode-se dizer que em KILL BILL ele é o H. Hanzo número V.





Com uma espada Hanzo , nossa heroína (já esquecemos que ela foi assassina do mal) vai matar todos os vilões. Faz uma lista de mortes contendo o nome e nicknames de sua velha equipe de colegas trivais. A primeira é a ótima LUCY LIU em grande estilo e uma das personagens mais bem escritas em toda obra de Tarantino.


Ela também tem um passado sangrento que envolve uma vingança pessoal, narrado em japonês e em OFF pela noiva em inglês, num dos mais poéticos HQ japonês. Ela ; O-Ren Ishii tornou-se a chefe da máfia japonesa e comanda tudo decepando cabeças sem dó e piedade. Seu encontro com a Noiva (vestida de BRUCE LEE em O JOGO DA MORTE) é um dos melhores e o início da saga de vingança! O confronto na casa das folhas azuis é o primor da competência da guerreira " Eastwood" sem nome.



Nesta sequência de luta espetacular - uma das melhores dos últimos tempos - descobrimos o poder e todo treinamento obtidos por essa mulher. É um exagero e bem surreal já que ela é pouco acertada e tem mais sangue dos japas no seu macacão amarelo do que o dela.

Ela ainda vai de encontro com a negra VIVICA A. FOX, o bêbado BUDD , o ator de recorrente de Tarantino, MICHAEL MADSEN e a caolha traiçoeira, ELLE DRIVER, vivida por DARYL HANNAH, mudando de tipo neste filme e retornando a carreira. 
E , é claro, o mais romanticamente complicado e misterioso BILL, interpretado pelo saudoso DAVID CARRADINE da série "KUNG- FU" que hoje é conhecido simplesmente como o BILL!







Como a história ficou gigante, e não era mais um script de 90 minutos, Tarantino resolve dividir em duas partes, totalmente fora de ordem, ficando deliciosamente perverso em assistir. Carradine tem um papel em destaque na segunda parte já que na primeira ele se apresentava incógnito como o vilão do 007; Blofeld da SPECTRE, sem mostrar o rosto . Blofeld fazia um cafuné em seu gato e BILL faz na sua espada Hanzo. Outra referência de Tarantino?

KILL BILL é repleto de sacadas visuais e personagens co estrelados por ótimos atores que dão vida a este universo do crime. A bela e mortal GO GO , CHIAKI KURYIAMA, uma guarda costas colegial; a meio francesa/japonesa SOFIE FATAL, JULIE DREYFUS vestida como uma vilã de Jornada Nas Estrelas como bem lembrou Tarantino ; GORDON LIU em dois papéis; no primeiro como o Chefe dos 88 Loucos - KATO (referência a Bruce Lee na série BESOURO VERDE e no segundo como o ardiloso PAI MEI) e o mais engraçado do time o ótimo, MICHAEL PARKS, também em dobro, como um xerife local EARL McGRAW (ele aparece em outros filmes escritos por Tarantino vestindo o mesmo personagem) e no segundo como um cafetão mexicano.



Ação e romance são os principais gêneros na qual a obra é levada. É difícil notar a incursão de Tarantino a sua ''Love Story'' que envolve o segundo volume. De fato, a segunda parte tem muito suspense e pouca ação. Um cenário lindo do Oeste e uma ode ao romance de Beatrix e BILL. É simples, ela parte o coração dele literalmente! A continuação não é uma estrofe do primeiro, seu ritmo é outro e estamos num lugar totalmente diferente. Até a sequência com Pai Mei tem uma ótica estilizada de luta. O que é mais interessante no dois é que conhecemos as personagens a fundo, sabemos o nome da guerreira e somos apresentados à BILL.



Apreciamos o clímax do enredo e queremos ver ela Matar o BILL e esse ajuste de contas é típico de um casal em crise. A luta não é com espadas sobre a luz do luar, mas a discussão de uma relação estranha. Obviamente um distinto cenário para saborearmos os maravilhosos diálogos naturais de Tarantino, é uma conversa simples e fora do comum, com teorias que envolve HQ´s de super heróis e a verdadeira origem de Beatrix, uma assassina por natureza que acaba matando com gosto. É sádico e gostoso assistirmos a derrota justa de seus inimigos ao longo da fita, já que ela segue o código e deixa eles usarem a arma que escolherem e foi uma longa caminhada até chegar no quinto páreo. BILL precisa morrer e é uma surpreza quando finalmente ela o mata. No fundo não queremos porque Carradine tem uma infinita simpatia.



Não há um filme de ação pop tão bem realizado como KILL BILL de Quentin Tarantino. O vulcão inativo entrou em erupção novamente com esta obra. O silêncio de seis anos do cineasta é explicado na excelência que foi a execução desta sangrenta salada. Esta no ponto, temperada. Um lindo delírio visual. O filme de ação de um garoto nerd, ex-atendente de vídeo locadora que de tanto assistir filmes fez aqui um único filme que é um pedacinho de muitos filmes. E como disse Tarantino: " O primeiro é a pergunta e o segundo é a resposta ".







EUA/HONG KONG - 2003
AÇÃO
110 min.
COR/P&B
FULLSCREEN
IMAGEM FILMES
18 anos
EXCELENTE ✩✩✩✩✩







MIRAMAX FILMS APRESENTA
UMA PRODUÇÃO A BAND APART


O 4º FILME DE
 QUENTIN 
TARANTINO

UMA 
THURMAN

Também Estrelando:
LUCY LIU   VIVICA A. FOX   MICHAEL MADSEN
DARYL HANNAH
   E DAVID CARRADINE como “BILL”

 São: “O GRUPO DE EXTERMÍNIO VÍBORAS MORTAIS”
Atores Convidados:
 SONNY CHIBA   JULIE DREYFUS
CHIAKI KURYIAMA
 como “GOGO”    
GORDON LIU     MICHAEL PARKS
Consultor de Artes Marciais YUEN WOO-PING
 
Trilha Musical Original THE RZA  Editora SALLY MENKE
Diretor De Fotografia ROBERT RICHARDSON
Diretores De Arte  YOHEI TANEDA   DAVID WASCO
Produtores Executivos 
BOB WEINSTEIN   HARVEY WEINSTEIN
ERICA STEINBERG
    E. BENNETT WALSH
Baseado Nos Personagens Criados por
QUENTIN TARANTINO E UMA THURMAN (como: Q & U)
Produzido por
LAWRENCE BENDER

ESCRITO E 
DIRIGIDO POR 
QUENTIN
TARANTINO



10 comentários:

Paulo Alt disse...

Ro,

É bom ler um post de um fã. Lembro quando comprei o dvd por 44,90 logo depois de assistir. Minha amiga tinha me recomendado e eu fui logo assistir mesmo sem saber mto da história, tinha adorado a estética de tudo no filme. Quando assisti não deu outra... virei fã e logo já comprei o vol.2

Não sabia que a Uma Thurman tinha contribuido dessa forma no longa.

Foi por esse q comecei a admirar e MUITO o quentin. é um filme louco, surpreendente, que vale a pena ser assistido tantas vezes puder ser. Deu vontade de ver de novo, parabéns por incluir ele aki no CR ^^

uma pergunta "ordinária", como se perguntasse qual filho é seu preferido... mas... qual volume é o seu preferido???

abraço

Rodrigo Mendes disse...

PAULO: olha linho, por mais que tenha mais fotografias do VOL 1 no post, parecendo que eu AMO mais o primeiro, meu favorito é mesmo o VOL. 2. Aliás o kill bill 2 é amor! rs! Tem maior suspense e enredo profundo. O 1 pe mais pauleira, bem direto. ótimo tbm claro!

Se não fosse dividido em 2, seria um filme só e as vezes penso que ficaria melhor assim. Os dois acabam sendo muito diferentes porque a trama já oscila muito e o Tarantino simplesmente cortou a seco o primeiro e continuou onde parou... aquela magnífica introdução da UMA no 2 é mais uma daquelas digressões do Tarantino que acabou virando introdução! rs!

Tbm comprei o DVD do vol 1 por este preço na Blockbuster.. Abs!

Clenio disse...

Genial... Tarantino sempre surpreende, nunca é igual, mas tem sempre uma coerência de estilo, o que faz dele o mais autoral dos cineastas americanos em atividade.
Kill Bill é prazer puro, cinema no que tem de melhor e mais siderado. Adoro a personagem de Daryl Hannah e considero a melancolia das cenas de Uma Thurman com Carradine digna de figurar entre os mais tristes momentos cinematográficos dos últimos anos.
E além do mais, a última cena do volume 1 - "Ela sabe que a filha dela está viva?" - quase me matou... fiquei meses esperando a estreia do segundo - e assisti antes, em um DVD importado... Apaixonante, sem dúvida. Uma obra-prima (mais uma) de Tarantino.

Rodrigo Mendes disse...

Clenio: EU tbm gelei quando o BILL fala e o filme é cortado na Julie Dreyfus.
Eu vi o 2 no cinema, já estava na primeila fila...hehehe abs!

Cristiano Contreiras disse...

Yeaaaah, Mamba Negra rules!
Ôoooh, delícia!

A sede de vingança sempre é árdua, às vezes impiedosa, quase sempre cruel, rsrs...

Faltou comentar da sexualidade que Uma Thurman expressa em cada movimento, no olhar, na sede saborosa de vingança...é puro tesão, Rô! e tenho dito, rs

ÊEEE, delícia!

O filme é fantástico mesmo, seu post deu o tom para os principais aspectos, da produção também!

Eu adoro os dois volumes, mas confesso preferir mais o primeiro - mais visceral, diferente e criativo!
Não sou fã do Carradine, algo nele me desagrada, acho que ele deixa algo monotono no filme, levemente, mas não atrapalha!

Adoro o twisted nerve da Daryl Hannah, personagem charmoso! Minha predileta do vol.1, mas Go Go é uma delicinha também, não devemos desprezar seu fascínio assombroso de querer matar a Mamba Negra, né mesmo? rs

Amo muito o filme!
Parabéns pelo post!

Rodrigo Mendes disse...

Cris: Ah escreva sobre o filme do apimentário. Quero saber do lado sexy da UMA super Thurman, rs!

O Carradine era um ator carismático pra mim. Já viu a série KUNG FU?

Ainda bem que vc lembrou do twisted nerve, esqueci de dizer que é música do Bernard Hermman, amigo compositor do Hitchcock e esta cena do hospital já é memorável - estilo plantão médico do Brian DE Palma.

Gosto tbm da Daryl Hannah e Go go, mas ambas são muito más, rs!

Adoro o vol. 1, me lembra o último filme do Bruce Lee - ' O Jogo Da Morte', mas prefiro o 2, como disse ao Paulo - é mais profundo, delineado e repleto de suspense.
Abs!

BRENNO BEZERRA disse...

Um dos meus trabalhos preferido de Quentin Tarantino.

Rodrigo Mendes disse...

Brenno: Filmaço mesmo. Mas meu preferido tornou-se BASTARDOS INGLÓRIOS. Abs!

Mirella Machado disse...

Adoro tudo em Kill Bill (nos dois filmes) desde os diálogos aos flashbacks, fotografia e a trilha sonora que nenhuma pessoa consegue esquecer. Posso está errada, mas me arrisco a dizer que esse foi o melhor trabalho de Tarantino.

Porém Bastardos Inglórios se tornou tbm um predileto rsrs

Rodrigo Mendes disse...

Mirella: Estou contigo, rs! Bjs!

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