quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O EXTERMINADOR DO FUTURO 2 – O JULGAMENTO FINAL

“HASTA LA VISTA, BABY!”

O Cyborg que uma vez tentou assassinar Sarah Connor é destruído, mas outro é enviado do futuro novamente e agora para proteger seu filho adolescente, John Connor, contra um exterminador ainda mais letal e avançado, T-1000. 

Obviamente que o título deste post teria que ser a frase mais famosa do cinema, dita pelo grandalhão ARNOLD SCHWARZENEGGER neste que é em minha opinião o melhor filme de sua carreira. Sem dúvida, que, também, Arnold havia ganho outro icônico papel que o catapultou para o estrelato como o robô assassino monossilábico no clássico primeiro filme da saga de 1984, O EXTERMINADOR DO FUTURO. Certamente não era surpresa para Hollywood apostar tudo no diretor JAMES CAMERON e repetir a dose em uma continuação, mesmo que tenha demorado sete anos. Desta vez, o cyborg T-800 de Arnold, pelo bom senso, não é mais o vilão. Agora como mocinho ele é enviado pelo líder dos rebeldes do futuro, John Connor, no presente e como teen interpretado pela revelação EDWARD FURLONG, para proteger a si mesmo e também sua mãe, Sarah Connor, que só poderia ser interpretada pela heroína (na minha lista como a melhor em todos os tempos junto com Ellen Ripley), LINDA HAMILTON, para que, juntos, possam liderar uma batalha, inicialmente contra a perversa empresa SkyNet e todas as consequências que estão para se desencadear numa rebelião de máquinas de inteligência artificial que tentarão dominar o planeta e que receberá a alcunha de O Dia do Julgamento.

O mais impressionante no filme é a nova ameaça que o T-800 terá que encarar, um modelo de exterminador ainda mais indestrutível, o cruel T-1000 (ROBERT PATRICK no papel de sua carreira), que graças a engenharia avançada fabulosa dos efeitos especiais, é feito de metal líquido e pode assumir qualquer forma, tomando, por exemplo, a aparência de outra pessoa (um truque parecido com a da personagem Mística de X-Men, só que mais legal)  ou se fundindo em uma poça, para se recompor em seguida graças ao calor do fogo. Ou mesmo, o meu predileto, se transformar em metal pontiagudo e matar as pessoas diabolicamente. Sua missão, custe o que custar, mesmo que tenha que destruir a cidade em cenas espetaculares de ação, é tirar do mapa Sarah e John. Nesta sequência não apêndice, um caso raro dos filmes pipoca (outro exemplo é o segundo filme produzido por Geroge Lucas da série Star Wars, O IMPÉRIO CONTRA-ATACA, 1980 de Irvin Kershner), tudo é maior, de grande impacto, melhor e fascinante. Cameron não poupa despesas. Hamilton, menos atraente e feminina, desta vez apresenta um físico musculoso e não é mais a indefesa mocinha. As múltiplas explosões são um deleite para os fãs e a direção de Cameron é ágil e as cenas de ação, perfeitas. O roteiro é agora mais delineado e a premissa e personagens com maior aprofundamento. A relação do menino com a máquina, emociona. Hamilton exprime emoções convincentes de sua personagem, presa numa clínica para loucos, maternal, vingativa e mortal, tudo ao mesmo tempo e Arnold ganha muito mais do que palavras monossilábicas e finalmente chega ao topo como astro dos filmes do gênero. Cameron nunca foi um roteirista exemplar em nenhum de seus filmes, mas devo admitir que neste caso (em True Lies também, leia aqui) ele supera as expectativas, creio, de quem esperava na época por uma continuação.

Ganhou o Oscar de Efeitos Sonoros (o gênio do ramo GARY RYDSTROM) Efeitos Visuais, Maquiagem (outro gênio STAN WINSTON, reponsável pelo departamento de robótica e afins e que também dirigiu pessoalmente o clássico Teaser do filme) e Som. Teve indicações para Fotografia e Edição. E nada para James Cameron, ainda.  Na época, os efeitos especiais ainda estavam evoluindo e T2 acabou sendo o primeiro grande experimento na tecnologia CGI. Cameron já havia criado a cena da água em O Segredo Do Abismo (em 1989) e Spielberg vingaria definitivamente a fórmula para trazer os dinossauros de volta a vida no clássico Jurassic Park. Mas aqui, tudo só foi possível, curiosamente, graças ao patrocínio feroz do refrigerante Pepsi, cujo investimento foi revertido em marketing pesado em muitas das cenas do filme. 

Patrick se diverte nos bastidores

Criador e criatura, no bom sentido. Arnold e Cameron no set
Um ano após o sucesso do primeiro filme, Arnold e Cameron sabiam de uma continuação e que o segundo filme seria uma relação ao estilo faroeste Shane de George Stevens na qual o menino, John Connor, tem uma afeição de filho com seu salvador. Uma ideia bacana, mas que ficou em pausa por muito tempo (certamente pela ambição de Cameron em esperar a hora certa devido a tecnologia). Originalmente a intenção dele era de fato dirigir apenas dois filmes, Arnold como exterminador mau e depois bom, com aparência e envolvimento mais humano no episódio final. Por causa da agenda ocupada do astro e problemas com os direitos autorais da franquia com a distribuidora do primeiro filme, Hemdale, e também pela produtora Carolco, o filme ficou engavetado ainda mais tempo. Resolvido acordos burocráticos, somente em 1990 é que Cameron assinou contrato e nem sequer havia um script pronto. Na verdade, Cameron e o roteirista WILLIAM WISHER, tiveram que trabalhar durante uma semana. O prazo era curto apesar da ambição do projeto. Ainda fico me perguntando como conseguiram. Foram 171 dias de filmagens em locações na Califórnia e no Deserto de Mojave, México. Cameron trabalhou no universo e personagens apenas mais uma última vez, em 1996, quando criou uma atração para o parque de diversões temáticos da Universal em Orlando.  A diversão chamava-se T2 3D: Battle Across Time e contava com Arnold, Hamilton, Patrick e Furlong em seus respectivos personagens. Digamos que tratava-se de um média metragem no universo expandido do segundo filme onde o Exterminador leva John para o futuro com a intenção de destruir a base secreta da SkyNet. 

Depois disso, Cameron abandonou a franquia, um dos motivos foi o seu tumultuado divórcio (já havia sido casado com a produtora GALE ANNE HURD e depois seu matrimônio com a cineasta KATHRYN BIGELOW também ficou famoso) com a estrela Linda Hamilton. Ela pediu os direitos da franquia de filmes quando almejou se separar do cineasta (vamos dizer que foi Sarah Connor quem exterminou Cameron da série...) e logo mais revendeu para os produtores Mario Kassar e Andrew Vajna da hoje extinta Carolco. Com isso, e com uma nova empresa de entretenimento, a dupla só produziria uma outra continuação muito tempo depois na C2 Pictures. Eis que surgiu aquele que é considerado o mais fraco da série: O EXTERMINADOR DO FUTURO 3 – A REBELIÃO DAS MÁQUINAS, dirigido por Jonathan Mostow em 2003. Retornaria apenas Arnold, evidente, e uma breve participação muito especial do ótimo EARL BOEN como o Dr. Silberman, figura dos dois primeiros filmes (principalmente neste segundo). Sem muito brilho, Nick Stahl interpreta o Connor adulto e andarilho dez anos depois dos eventos deste. Como o acordo, Hamilton não retornaria mais como Sarah e sua personagem acabou sendo dada como morta. Portanto, entra em cena uma nova heroína vivida por Claire Danes. Eles também foram os responsáveis pela ótima série televisiva: O EXTERMINADOR DO FUTURO: AS CRÔNICAS DE SARAH CONNOR que infelizmente durou apenas duas temporadas entre 2008 e 2009. Trata-se de uma cronologia paralela e Connor é interpretada por Lena Headey (atriz conhecida atualmentepor interpretar a Cersei Lannister da série Game of Thrones) e John, vivido por Thomas Dekker. Eles viajam  de 1999 para 2007 com uma exterminadora programada para protegê-los de novas ameaças. Ao menos em 2009, McG (diretor do péssimo As Panteras) dirige um quarto filme e o resultado ficou na média, mais para bom do que ruim; O EXTERMINADOR DO FUTURO: A SALVAÇÃO agora produzido por uma nova produtora, Halcyon Company e se passa totalmente no holocausto nuclear que só víamos em digressões de flashforward nos filmes anteriores. Sem Arnold (apenas numa graciosa participação especial por computador), o filme tem a presença de peso de Christian Bale como Connor, Anton Yelchin (dos novos filmes de Star Trek) como Kyle Reese adolescente (interpretado originalmente por Michael Biehn no primeiro filme) e o novato Sam Worthington (de Avatar). 

Por mais impressionantes que sejam os novos efeitos especiais das ambiciosas terceiras, quartas (e um quinto Terminator foi anunciado para 2015) continuações, nenhum outro filme é capaz de exterminar este clássico. T2  foi em seu tempo a mais cara (a primeira superprodução a custear um total de 100 milhões de dólares), ambiciosa e a mais bem-sucedida fita em todos os tempos, ainda mais por trazer momentos antológicos que superaram o I'll be back. De fato, ele sempre estará de volta.


EUA /FRANÇA
1991
AÇÃO/FICÇÃO-CIENTÍFICA
COR
137 min.
UNIVERSAL
           




MARIO KASSAR 
APRESENTA
UMA PRODUÇÃO 
PACIFIC WESTERN
EM ASSOCIAÇÃO COM 
LIGHTSTORM ENTERTAINMENT

UM FILME DE 
JAMES CAMERON

ARNOLD SCHWARZENEGGER

TERMINATOR 2

JUDGMENT DAY
LINDA HAMILTON   ROBERT PATRICK   
EDWARD FURLONG

CO-ESTRELANDO: 
JOE MORTON    S. EPATHA MERKERSON
CASTULO GUERRA   DANNY COOKSEY  
JENETTE GOLDSTEIN  & EARL BOEN

MÚSICA DE BRAD FIEDEL

MAQUIAGENS ESPECIAIS E EFEITOS ESPECIAIS DO EXTERMINADOR 
CRIADOR POR STAN WINSTON

IMAGENS DE COMPUTAÇÃO GRÁFICA POR 
INDUSTRIAL LIGHT & MAGIC

MONTAGEM DE 
CONRAD BUFF, MARK GOLDBLATT A.C.E
RICHARD A. HARRIS

CENOGRAFIA JOSEPH NEMEC III 

FOTOGRAFIA DE ADAM GREENBERG

CO-PRODUÇÃO 
B. J. RACK & STEPHANIE AUSTIN

PRODUTORES EXECUTIVOS 
GALE ANNE HURD E MARIO KASSAR

ESCRITO POR 
JAMES CAMERON & WILLIAM WISHER

PRODUZIDO E DIRIGIDO POR 
JAMES CAMERON
T2 ©1991 Carolco Pictures/ Canal +/ Lightstorm Entertainment
Pacific Western/ T2 Productions

7 comentários:

Reinaldo Glioche disse...

Ah, eu amo esse filme. Para mim, um dos highlights da história da ficção científica no cinema. Um dos grandes momentos do cinema. E todos estão em seu auge aí. Concordo que Cameron conseguiu parelhar-se com True lies, outro arraso, mas Terminator 2 será para sempre, né?
Belo,e como de hábito salpicado de deliciosas curiosidades, texto sobre esse clássico mor do cinema!
Abs

Marcelo Keiser disse...

Particularmente acho que foi o melhor filme do astro até agora e para sempre, visto que o ator nunca mais terá a capacidade de repercutir como no passado. Esse longa é insuperável, tanto que devido a sua importância tive que ouvir durante anos, a cada novo lançamento do Arnold (começando por "Fim dos Dias", por volta de 1999) aquela menção sobre o filme do retorno do astro. Me poupem! Como se fosse possível. Bem... James Cameron já é outra história.

abraço

quartier disse...

Esta aí um filme que não vejo há muito tempo, mas que já assisti dezenas de vezes quando era mais novo. O que eu tenho vontade de ver são os extras do filme, o James Cameron é um cara muito interessante.

Rodrigo, ótimo post, bastante informação. :)

Rodrigo Mendes disse...

Reinaldo: Sim, concordo, T2 é para sempre um dos melhores do gênero e da história de todo o cinema pipoca de ação e sci-fi. E de fato, concordamos que ele conseguiu se igualar a True Lies em termos de roteiro principalmente, mas convenhamos tb que Titanic e Avatar tem seus lugares na história. mas foi esse filme aqui que colocou em muito mais evidência as ambições de Cameron.
Abs.

Marcelo: Sim, concordo que é um dos mais destacados e inesquecíveis filmes do Arnold, mas adoro alguns filmes que ele fazia antes de T2 (o primeiro, evidente), Conan (apesar de bizarro rever hoje em dia), O Predador, as comédias de Ivan Reitman (principalmente Irmãos Gêmeos com DeVito que mostrou ao mundo que Arnold tinha condições de ser ator) e mesmo depois de T2, com Cameron, Arnold voltou no ótimo True Lies e com o mesmo fôlego unindo ação espetacular e comédia. Tb concordo que essa fase final anos 90 e anos 2000 tenha sido um período ruim para ele, até mesmo com o regular T3, que se for comparar com Fim Dos Dias, por exemplo, ainda sai ganhando.
Abs.

Luan: Obrigado meu caro. Sim, os extras são sempre um deleite para nós fãs.
Abs.

bruno knott disse...

Clássico eterno. E é isso mesmo que você falou, apesar da constante evolução do cinema em termos de efeitos especiais, Exterminador do Futuro 2 segue inabalável como uma das melhores experiências que um fã de sci-fi pode ter.

PS: bela escolha de fotos!

Hugo disse...

É um filmaço em que James Cameron utilizou toda a tecnologia possível na época para criar sensacionais cenas de ação e o incrível robô de metal líquido interpretado por Robert Patrick.

Mesmo assim, ainda gosto mais do original de 1984.

Abraço

Rodrigo Mendes disse...

Bruno: E nunca envelhecerá, não é Bruno? T2 é um referência de uma geração, assim como foi a revolução do primeiro filme da saga Star Wars do Lucas no quesito tecnologia, indústria e não por acaso, um novo quadro para o gênero Sci-fi. A fita de Cameron, também, permanecerá importante.

Abs.

Hugo: Entendo, cara! Pra muita gente primeiro filme é sempre o primeiro. Tb gosto do T1, aliás, é tão antológico quanto esse, mas como já disse, em matéria de continuação que geralmente é apêndice do anterior, T2 poderia ser o primeiro e vou mais longe e fazer um adendo aqui nos comentários, se pararmos para pensar, esse filme não deve nada ao original.

Abs.

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