segunda-feira, 9 de setembro de 2013

SUPER-HERÓIS CAPÍTULO XII | HOMEM-ARANHA™ 2

REVENDO A TRILOGIA HOMEM-ARANHA
PARTE 1
 
Herói aracnídeo tem que enfrentar o Dr. Otto Octavius outro cientista que vira cobaia de um experimento frustrado, enquanto decide parar suas atividades de super-herói e resgatar o amor por Mary Jane.

Já fazia um tempo que não revia a trilogia do querido adolescente aracnídeo dos quadrinhos da Marvel dirigida por Sam Raimi. Este segundo filme continua sendo imbatível em minha opinião. Adoro o fato do Parker querer desistir por sentir que sua vida pessoal esta bastante negligenciada no famoso quadrinho SPIDER-MAN NO MORE em: O Espetacular Home-Aranha edição #50, aliás, muito bem adaptado nesse segundo script assinado por Alvin Sargent (era casado com a produtora Laura Ziskin, que infelizmente faleceu em 2011 e que juntos haviam escrito, citando o meu predileto, “Herói Por Acidente”, 1992, dirigido por Stephen Frears) e também por: Alfred Gough e Miles Millar, roteiristas da série Smalville (o Superboy, 2001-2011) e Michael Chabon, autor do ótimo Garotos Incríveis (Wonder Boys, 2000 de Curtis Hanson e que também trazia Tobey Maguire no elenco!). No primeiro filme (leia aqui), Raimi havia conseguido muita polêmica com a famosa cena deletada nas Torres Gêmeas pós 11 de setembro, conseguiu um enorme sucesso de bilheteria e cenas icônicas como a do beijo de cabeça para baixo (aqui temos o quase beijo na cena da padaria, interrompido pelo sensor aranha e Otto arremessando um carro no local). Como superar um sucesso como esse? Em um filme que estava sendo aguardado por tantos anos, passando nas mãos de diferentes talentos como a do cineasta James Cameron que chegou a cogitar dirigir o projeto. Enfim, eis um super-herói querido. Identificamos-nos com as atitudes de um Peter Parker, de adolescente normal a super humano, com poderes incríveis que qualquer garoto desejaria ter. Ou não (acho pertinente ele perder os poderes). Apenas uma vida normal.  Pois é, essa é a forma motriz deste excelente segundo capítulo e que sim, supera o original. O elenco esta mais confortável, a direção de Raimi segue uma linha de verossimilhança adequada para este tipo de material e o filme espanta com ótimos efeitos especiais encabeçados pelo gênio John Dystra (de Star Wars e tantos outros...) Homem-Aranha 2 (Spider-Man 2, 2004), facilmente se tornou um sucesso garantido.



Recentemente, também revi o reboot assinado por Marc Webb, gosto do Andrew Garfield, só que em outros papéis (e uma sequência vem aí em 2014 e pode ser um apêndice...). Estava bem empolgado e me antecipei dizendo que seria foda, mas paguei com a língua. A fita de 2012 nem sequer tem o mesmo carisma que o original de dez anos atrás e muito menos ainda um roteiro mais amarrado e consistente como esse segundo. A única coisa que sempre me irritou mesmo é a voz estranha de Tobey Maguire, mesmo sendo um excelente ator, putz, a voz do cara não ajuda nem um pouco. É mais feio que taquara rachada e inadequada até mesmo para um adolescente que esta mudando a voz. Pior aqui, que já é um homem, defendendo a cidade de Nova York algum tempo. Maduro e com conflitos internos. Homem-Aranha do Raimi é um raro exemplo dentre os filmes de heróis na qual prefiro assistir dublado no caso na voz do ótimo Manolo Rey (e quando diz: “Vai teia, vai!” No primeiro filme é clássico!). O filme também revela a identidade do Aranha concebida numa das cenas mais sensacionais de altruísmo, quando o herói tem que defender passageiros de um trem prestes a descarrilar. 

  
A premissa segue alguns anos após os eventos que o antecedem e foca em Parker (Maguire), um jovem trabalhador e herói nas horas vagas, quer dizer, sempre surge um salvamento a cada momento: criancinhas atravessando o sinal correndo pedindo para serem atropeladas ou qualquer coisa que o valha, fazendo com que o pobre (de marré, marré deci) Peter, seja o Aranha quase em tempo integral. Vive de aluguel num complexo pobre (o dono é um russo, creio, e tem uma filha nerd apaixonada por Parker. Risos), mal consegue um emprego fixo no jornal – continua a tirar as mesmas fotos do Aranha para o J. J. Jameson (O magnífico J.K. Simmons o criador de fofocas sensacionalistas de ódio doentio ao herói) faz freelancer, o último como entregador de pizza e sai por aí numa lambreta arriscando a vida no rotineiro trânsito Nova-iorquino. Mas, como não sossega um segundo de escalar paredes, acaba tendo dificuldade de ter a vida normal como universitário, por exemplo. Suas notas  estão baixas e sua ausência é constante (a aparição do professor Curt. Connors, Dylan Baker é interessante, mas que infelizmente é impedida de se desenvolver) e principalmente, fica distante dos amigos, sobretudo a tia May (Rosemary Harris), ainda frágil pela morte de Ben e orgulhosa demais por não compartilhar os problemas com o sobrinho. Ou seja, são problemas do mundo real. O que mais fere Peter é ter que reprimir o amor que sente por Mary Jane, a sempre ótima Kirsten Dunst, agora uma promissora atriz da Broadway. Confusos, ambos sentem esse amor, mas a vida faz com que ele continue sendo o Aranha e ela, no caso, a noiva do filho de Jameson, John (Daniel Gillies), frustrada e irritada com Peter, um amigo que nunca comparece no espetáculo em que esta representando. Assento vazio e coração partido. Harry Osborn (James Franco que começa a demonstrar vestígios de astro) é agora chefe de divisão de pesquisas da Oscorp, herança de seu pai, e investe pesado na pesquisa do egocêntrico e conseguintemente excêntrico Otto Octavius – nome sugestivo- interpretado por Alfred Molina, um ídolo de Peter que também estuda suas teses e pesquisas. O cara almeja fazer um experimento de fusão estável e para tanto, desenvolveu quatro braços mecânicos artificialmente inteligentes controlados por ele e fixados como uma injeção em seu corpo. Mas é claro, os braços seriam controlados por um chip inibidor para não terem vontade própria. Evidentemente que houve um erro de cálculo, como temia Peter (bom senso, não sensor aranha) e a fusão começa a reagir ferozmente desestabilizando com um forte campo magnético destruindo o laboratório e acidentando Otto o deixando sem o ship e com os braços mecânicos acoplados em si. Eis que surge um dos melhores vilões da galeria do Homem-Aranha, “Doc. Ock”.



O gênio maluco fica enfurecido, perdeu a mulher no acidente, Rose (Donna Murphy) e custe o que custar, pretende construir um novo reator e repetir o feito nuclear. A cena de Ock no hospital é puro Sam Raimi! Matando todos os médicos violentamente com direito a defesa com serra elétrica me lembrando automaticamente de Evil Dead (aqui). Molina sabe transpor em suas magníficas expressões faciais a reação escrava perante os braços, uma perfeita criação computadorizada, sofrendo influência doentia. Doc é o típico vilão trágico, uma criatura acidentalmente criada pelo criador que se autodestrói, como no clássico romance de “O Médico e o Monstro”, Dr. Jekyll e Mr.Hyde de Robert Louis Stevenson. Seu covil fica sendo um galpão abandonado nas margens do Rio Hudson e o dito cujo passa a fazer inúmeros assaltos para conseguir adquirir fundos para os equipamentos e reconstruir seu plano diabólico (não me pergunte como ele comprava tudo isso). Almeja um reator muito maior. O item principal é o trítio e que apenas Harry o tem guardado em um cofre. Em troca, Otto deve entregar a cabeça do Aranha se deseja ficar com o valioso isótopo de hidrogênio. Harry continua obcecado pelo Aranha pensando que foi ele quem matou seu pai, Norman: Aka: Duende Verde e a revelação, quando o herói é capturado pelo vilão, será chocante.



Pra piorar ainda mais a situação do herói, Mary Jane acaba se tornando refém de Otto e a identidade de Peter será revelada. O que é bom e ruim. Sinceramente? Gosto dessa revelação não planejada por assim dizer, tudo fica mais crível e emocionante no filme. Raimi cria situações limite para o protagonista, onde tudo começa a dar errado na sua vida. Apanha e apanha, literalmente. Perde a vontade de combater o crime, ficando sem rumo e numa decisão sábia, não um ímpeto, resolve abandonar temporariamente a vida de super-herói numa das melhores participações da fita, a do saudoso Cliff Robertson como tio Ben numa cena capaz de tirar algumas lágrimas: “Segure a minha mão filho. Não tio Ben, eu sou apenas Peter Parker. Homem-Aranha nunca mais!” Em outras palavras, Spider 2 é o característico segundo ato de uma trilogia, sem começo e fim e na qual o mocinho passa por péssimas e hostis circunstâncias.



Com grandes elogios de público e crítica, o filme é um destaque importante em listas que elegem os melhores filmes de super-heróis de quadrinhos de todos os tempos. Sem exageros. A produção muito bem investida pela Sony acabou arrecadando em torno de 783 milhões de dólares e venceu o Oscar de Efeitos Visuais merecidamente (Dykstra e equipe: Scott Stokdyk, Anthony LaMolinara e John Frazier). Principalmente pela concepção dos braços mecânicos e detalhes na nova roupa do Aranha do figurinista James Acheson
  
Algumas curiosidades: Robert De Niro foi considerado para viver o atormentado Otto Octavius. Maguire, que sofria por graves dores nas costas, por algum tempo, cogitou em não voltar para o papel central que chegou a ser oferecido para Jake Gyllenhaal e que inclusive já havia começado a preparação! No filme, há uma piada em torno disso quando Peter dá aquele salto gritando: “Eu voltei!”, mas cai de maneira violenta e super engraçada num beco e depois do baita rola completa: “Ah, as minhas costas, minhas costas!” Na cena em que Jameson, no Clarim Diário, esta precisando de um novo nome para o recém-vilão, Hoffman (Ted Raimi, irmão do diretor que sempre faz suas ligeiras e engraçadas aparições) sugere ao chefe uma alcunha de “Doutor Estranho”, sobre o qual Jameson sarcasticamente diz que já foi inventado antes. É uma referência a outro grande personagem de Stan Lee e Steve Ditko, também do universo Aranha, o mago supremo dos quadrinhos Marvel.

Com muito heroísmo e dedicação, um vilão irremediavelmente redentor, e é claro, pipoca para dar e render, Homem-Aranha 2  salva o meu dia toda vez que assisto. Um filme humanístico de super-herói. De um verdadeiro herói.



EUA
2004
AÇÃO/AVENTURA
COR
127 min.
SONY
           





COLUMBIA PICTURES APRESENTA
UMA PRODUÇÃO MARVEL ENTERPRISES/LAURA ZISKIN
 TOBEY MAGUIRE   KIRSTEN DUNST   JAMES FRANCO
ALFRED MOLINA   ROSEMARY HARRIS   DONNA MURPHY
J.K. SIMMONS   DANIEL GILLIES   DYLAN BAKER
BILL NUNN   VANESSA FERLITO  AASIF MANDVI
ELIZABETH BANKS   TED RAIMI
Participações Especiais: WILLEN DAFOE   CLIFF ROBERTSON
Música Composta por DANNY ELFMAN
Figurinos JAMES ACHESON  GARY JONES
Supervisor de Efeitos Especiais JOHN DYKSTRA
Animados por SONY PICTURES IMAGEWORKS INC.
Co-produtor GRANT CURTIS   Edição BOB MURAWSKI
Cenografia NEIL SPISAK  Fotografia de BILL POPE
Produtores Executivos
STAN LEE   KEVIN FEIGE  JOSEPH M. CARACCIOLO
Baseado nos Quadrinhos publicados na Marvel por STAN LEE & STEVE DITKO
Roteiro para a Tela por ALFRED GOUGH &  MILES MILLAR E MICHAEL CHABON
Escrito por ALVIN SARGENT
Produzido por LAURA ZISKIN  AVI ARAD
Dirigido por SAM RAIMI
Spider-Man 2 ©2004 Columbia Pictures Corporation
MARVEL Enterprises /Laura Ziskin Productions

6 comentários:

Blog do Rodrigo disse...

mto boa a crítica

quartier disse...

Realmente, Homem-Aranha 2 é excelente. De longe o melhor filme do personagem. :)

Eu já coloquei as mãos no roteiro que o James Cameron iria dirigir, mas não cheguei a ler, tenho que procurar. :P

E eu já gosto do reboot do Marc Webb, eu acho que ele perde muito da essencia das HQs que o Sam Raimi adaptou muito bem nos seus dois primeiros filmes, mas ainda assim eu gosto. Espero que o Marc Webb melhore no segundo filme, deixe ele mais colorido. Hehe.

Mas uma coisa é certa... Homem-Aranha 2 tem cenas de tirar o folego que funcionam até hj, e ele fez isso em 2004. Realmente está entre os meus favoritos.

Rodrigo, parabéns pelo post e pelo blog. :)

renatocinema disse...

Você foi bonzinho com a versão de 2012.....não tem carisma, não leram quadrinhos......como a Mary Jane nem é citada? como o mala do dono do jornal não aparece?

falhas graves ao meu ver.

abs

Amanda Aouad disse...

É um bom filme, sem dúvidas, mas me incomoda esta exposição excessiva da identidade secreta dele. Não é tanto quando a nova versão, em que Andrew Garfield tira a máscara como quem tira um chapéu, mas ainda assim, é muito exposta. No mais, um belo filme.

bjs

Reinaldo Glioche disse...

É o meu preferido da trilogia também. Fico até hoje me pensando o que seria do Aranha no cinema se Gyllenhaal tivesse mesmo de ter substituído Maguire...
Enfim, concordamos quanto à opacidade do remake. Algo me diz que, com o passar do tempo, a trilogia de Raimi - em especial esse segundo filme - ganharão ainda mais força.

Abs

Rodrigo Mendes disse...

Obrigado, Rodrigo.

Luan: Onde você conseguiu ler algum script, rascunho do Cameron??

Obrigadão!!! Abs.

Renato:O reebot irritou muitos fãs. Nem acho tanto pelos detalhes com os quadrinhos (mas como HQ é visual e praticamente cinema deveriam se atentar a isso, ao menos no que é óbvio). Certamente, o estúdio foi infeliz de recriar o personagem tão recentemente após a 'trilogia' de Raimi. Queriam reperir o êxito de "Cavaleiro das Trevas" e foram infelizes.
Abs.

Amanda: Discordo de você aqui. A exposição foi necessária para uma dramaticidade que não sucedeu no terceiro. Com a revelação do herói, por exemplo, Raimi pode criar a fantástica sequência no trem que é uma das melhores já feitas.
Bjs.

Reinaldo: Não consigo visualizar Gyllenhaal. Me acostumei com Maguire, embora já tenha citado a minha opinião quanto a sua voz, rs
Concordo com vc que com o tempo, os filmes de Raimi ganharão mais prestígio. O primeiro por motivos óbvios, mas esse segundo, pela qualidade e amadurecimento da série. Uma pena que o terceiro, não. Se fosse, teríamos um quarto capítulo para discutir
Abs.

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