OUTUBRO DAS BRUXAS
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TERCEIRA TEMPORADA
CINE-DOC.
TERROR : Capítulo 1
A sessão documentário esta no
ar! O Cinema Rodrigo começa agora uma nova série de
artigos especiais que entrarão em cartaz no blog durante o especial OUTUBRO DAS BRUXAS. Trata-se de uma exibição
documentada, mas como assim? É bem simples, não será resenha crítica cinematográfica de
filme como único objeto, seja ele péssimo, ruim, regular, bom, ótimo ou excelente. Sem
avaliações, “O CINE-DOC.” se encarregará de trazer
informações de meu acervo literário particular, uma pequena biblioteca, assim
como os próprios filmes e documentários em vídeo, TV e até mesmo do cinema e
também anotações que adoro fazer, novidades históricas do mundo do
entretenimento audiovisual que tanto me fascinam e me fazem descobrir
curiosidades da sétima arte que amo incondicionalmente e que agora, irei compartilhar com você, caro blogueiro.
Quem é leitor do CineRodrigo sabe que tenho poucos posts relacionados a artigos.
Surgiu uma vez uma trilogia especial,
uma série de três postagens sobre o universo dos filmes de monstros, O CINE MONSTROS. Bom, já que fiquei devendo
resenhas de mais filmes do especial do mês Outubro Das
Bruxas
(com apenas o maravilhoso ALMAS MORTAS de William Castle estrelado pela eterna diva Joan Crawford, o único exemplar dessa temporada) a série especial Cine-Doc. (documentário e ou/ Cinejornal) se iniciará com a mesma temática, TERROR e já vou confessar que dentre
todos os gêneros, é o seguimento que mais tenho predileção. É também, muitas
vezes, confessadamente a minha maior guilty pleasure, já que tenho noção que os filmes
da série Sexta-Feira 13
estrelada por Jason, por exemplo,
são tipicamente ruins, mesmo assim, me divirto. Portanto, numa espécie simbólica de ‘exibição
documentada’, a primeira parte da saga irá revelar mistérios e curiosidades
(com toques pessoais e de gosto preferencial do Rodrigo aqui) e as inúmeras
facetas de um dos personagens mais fascinantes da equipe mostrenga do cinema: ele, o único, mestre vampiro, Conde
Drácula.
Quem é ele? Quantas faces tem o
Drácula? Certamente, se não fosse pelo autor BRAM STOKER (1847-1912) não estaria aqui escrevendo
sobre. Também, devemos dar créditos a genialidade pioneira do cineasta F.
W. MURNAU (1888-1931 que
morreu no mesmo ano do lançamento do clássico da Universal)
que dirigiu o clássico-dinossauro com
toda a arte expressionista alemã, o magnífico NOSFERATU (1922),
um divisor de águas e que só não é considerado oficialmente o primeiro Drácula
(embora seja uma assumida adaptação da obra de Stoker) devido a um caso
jurídico alegando que os produtores não obtiveram os direitos autorais para prosseguirem com o projeto, o que curiosamente acabou se tornando uma livre
adaptação do sugador de sangue mais famoso da história. Murnau, na verdade,
cria efeitos especiais espetaculares com a ajuda da montagem, óbvio, como, por
exemplo, na cena final, quando o monstro (interpretado lindamente e
assustadoramente por Max Schreck) se desintegra dramaticamente com o poder destrutivo da luz solar. Apenas
exemplificando esse detalhe, a fita de Murnau, apesar dos contratempos da
época, tornou-se o filme mais influente de todos os tempos. E sua fama sucedeu
com o passar do século.
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| Max Schreck já me tirou muitas noites de sono |
Menos “artístico” e mais
comercial, entra em cena no ano de 1931 o primeiro monstro oficial de
Hollywood. Em matéria popular foi o DRÁCULA (idem)
dirigido por TOD BROWNING (1880-1962) e estrelada pelo galã húngaro BELA
LUGOSI (1882-1956)
dos estúdios de Carl Laemmle e
produzido pessoalmente pelo filho, Carl
Laemmle Jr, que apostou na fórmula e enriqueceu a empresa do pai tornando-se
uma major: A UNIVERSAL
PICTURES! Tudo
bem, Nosferatu
tem sua importância e ninguém tira o seu trono, mas pensando bem, o que seria
dos trocentos filmes de vampiros que temos hoje em dia (incluindo uma saga irregular
estrelada por personagens pó de arroz de uma autora chamada Stephenie Meyer...) sem o toque de
Browning e a presença incontestável de Lugosi? A resposta é muito simples, a
imagem do vampiro jamais ficaria tanto tempo marcada no imaginário popular sem
o charme do ator e as decisões dos roteiristas, produtores, executivos e
diretor de fazer daquele primeiro Drácula oficial uma obra tão completa, apesar
dos precários efeitos especiais. Aliás, é graças ao toque da brilhante fotografia do alemão KARL
FREUND (1890-1969),
técnico da fase expressionista ao lado de grandes nomes como Fritz Lang e um
sucesso numa carreira internacional (foi diretor de outro sucesso da Universal,
A
Múmia, com Karloff, falarei em outro capítulo).
Freund e Browning trazem trucagens do cinema mudo e fazem deste Drácula um
marco do cinema. Até porque, ambos estavam tentando se acostumar com a ideia do
som!
Em matéria de oportunidade e de um script razoável, a Universal só foi realmente feliz (no quesito artístico será sempre inferior a Nosferatu ) com esta
primeira película, já que teve inúmeras sequências e Drácula dividindo a tela com os
colegas do ramo (Múmia, Lobisomem e Frankenstein). Era uma linha de produto com
o celo do estúdio e que na época não teve concorrentes.
Durante duas décadas (1930-1940), coube a Universal investir pesado em produções
de terror, com criaturas de outro mundo, cadáveres, vampiros e lobisomens, que eram de praxe. O resultado? Se consagrou para as grandes massas os populares Filmes de Monstros. Três dezenas de
clássicos e pelo menos uma linha de continuações para cada personagem, muito
embora os desdobramentos fossem ridículos, sem cabimento, pé nem cabeça, até
pior que as premissas da saga Sexta-Feira 13, Jogos Mortais, A Hora do Pesadelo, Chucky e por aí vai. O fenômeno e
interesse do público na época se deve ao fato de que as pessoas estavam
vivenciando a famosa crise econômica de 1929 e com isso almejavam pegar um
cineminha e esquecer dos problemas. Muito embora outros estúdios na época
mostrassem mulheres lindas, homens viris e galãs, aventura e paisagens
exóticas, às avessas, a Universal se interessava pelo sombrio, macabro e que
acabou ganhando a alcunha de realizações TRASH.
Enquanto a WARNER BROTHERS
mostrava um lado cru e real de uma sociedade e filmes de gangster com James Cagney, as mulheres mal amadas de Bette Davis e alguns musicais de Busby Berkeley, a Universal se
concentrava nas criaturas do além túmulo. Apesar de pouca grana inicial, o
estúdio sempre teve um zelo e de levar tudo muito a sério, os atores deveriam
acreditar naquilo que estavam fazendo ou então não funcionaria e o resultado acabava
entrando em um padrão mínimo de qualidade.
O mestre vampiro foi importante
nesse período e a Universal, sem perder tempo, deu espaço no mesmo ano para um artista e cineasta vindo do teatro chamado James Whale fazer com elegância a saga
de outro monstro, Frankenstein (adiante no próximo capítulo).
Mas é claro, vampiro não é só
americano e como já citei o alemão vampiresco e grotesco personificado por Schreck, há outros. Em 1990, Gilberto Schroeder
e Sérgio Martorelli listaram nada
mais e nada menos que 132 fitas com vampiros sendo protagonistas com exceção do
clássico de Georges Méliès, Le
Manoir du Diable,
curta-metragem de 1896. Ainda assim, os demais foram produções realizadas ao
redor do mundo. No entanto, segundo um levantamento do Discovery Channel numa produção documentada para a TV (não marquei o nome do programa falha minha, mas que ao menos anotei no caderninho alguns dados e já tem alguns anos), de que os
filmes de vampiros não ficam apenas na casa dos cento e poucos e sim numa estimativa que chega a quinhentas produções, tanto cinematográficas, para
televisão e até desenhos animados. Destes, perto de 10% são tramas com o Conde
Drácula.
Antigamente se imaginava o
vampiro de um jeito único, ou seja, era sempre aquela criatura aterradora que
entrava na surdina de noitinha e se aproveitava da fragilidade do sono da
vítima (geralmente mulheres) para invadir seu espaço aparentemente seguro e
sorrateiramente (os ratos também fazem o mesmo) atacam. Eram caçados como
animais amaldiçoados e liquidados com estacas no coração, quase sempre dormiam
em caixões e é claro, sempre durante o dia. Isto é, eram vítimas, como troco,
da mesma investida sorrateira com que pegavam desprevenidos seus alvos. Essa é
a estrutura clássica do sugador noturno e serve também para o Drácula!
Citando outros exemplos, além da
fita de Murnau: M– O VAMPIRO DE DÜSSELDORF,
também de 1931 mas dirigido na Alemanha por FRITZ LANG (1890-1976) e estrelada magistralmente por
PETER
LORRE (1904-1964),
traz o elemento básico do personagem fictício para um mundo, digamos, real. A
ideia surgiu quando o cineasta tomou conhecimento de um serial killer de
crianças, Peter Kürten, que, por volta de 1925, matou cerca de dez pequenos
inocentes na cidade de Düsseldorf e as práticas eram um tanto “Nosferatianas” (?) e com o diferencial
que é aquele assobio infernal, uma constante melodia. Há também o magnífico
vampiro do dinamarquês CARL T. DREYER (1889-1968) , THE VAMPYR (1932),
filme de origem francesa, mudo e que tornou-se também mais uma obra-prima da
história do cinema de modo geral.
De maneira original, o diretor E.
ELIAS MERHIGE
faz uma bela adaptação de Nosferatu no fascinante A
SOMBRA DO VAMPIRO (2000)
que narra os bastidores da filmagem do filme homônimo de Murnau e imagina-se (e
que imaginação fértil e terrificante) que o ator principal, no caso Schreck, monstruosamente interpretado
pelo americano WILLEM DAFOE, fosse de fato um vampiro. Com isso, inúmeras mortes no set passam a ocorrer e a equipe de produção vive noites horripilantes com o colega exigente e faminto. É um baita de um filme!
Corajoso e original e que merece qualquer dia desses uma resenha escrita por
mim. O elenco ainda conta com JOHN MALKOVICH como o próprio Murnau, UDO
KIER como Albin Grau, produtor da fita, diretor
de arte e figurinista e ainda CARY ELWES e CATHERINE McCORMACK como os atores coadjuvantes,
respectivamente Fritz A. Wagner (que é fictício) e Greta Schröder.
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| Dafoe aterroriza em A SOMBRA DO VAMPIRO, pra mim, seu melhor papel. |
Transformação é uma palavra
chave. Ao passar dos anos, vampiros sofreram por mudanças necessárias pelas
telas desde o século passado. E o motivo é simples: atender um público constantemente
novo e moldando os filmes para ficarem mais interessantes. Nos anos 1970, por
exemplo, diretores como o espanhol, JESS FRANCO (1930-2013), como é mais conhecido (seu
nome é Jesús Franco) radicalizou o
universo vampiresco no que antes poderia ser considerado insinuação no andrógino
Nosferatu (mais até evidente na
versão para o cinema de 1979 por WERNER HERZOG) uma sexualidade despirocada
nos vampiros. A exemplo, Franco fez um filme com vampiras lésbicas o cult
trash VAMPYROS LESBOS (1972) . Sem contar que o cara tem na filmografia filmes
que trazem Frankenstein e Drácula frente a frente (Drácula Contra Frankenstein, 1972), filmes de zumbis, (La
Tumba de los Muertos Vivientes,
1983) e por aí vai, o IMDB lista 200 produções suas como diretor. Assisti
apenas o das vampiras que colam velcro (risos), estou caçando os demais e
recomendo fazerem o mesmo por curiosidade.
Já nos anos 1980 o vampiro
ficou cultuado em filmes como HORA DO ESPANTO (de 1985 dirigido por Tom Holland, lei aqui) que apesar de todos os clichês feitos nos cinquenta
anos de vampiro no cinema, ainda se mantêm em destaque como, também, uma ótima
comédia, ou se preferirem mais um exemplar do terrir (popularizado por Sam Raimi). O filme, com uma atmosfera
bacana e única acabou virando cult.
Há doses de suspense e erotismo hibridizado com filme de terror-teen, além de uma ótima direção
de Holland e cenários inesquecíveis e a mais ousadia de todas: um vampiro (com
características de Conde) bissexual! Pois é. Um pintor que se mudou para uma
cidade suburbana americana e aterroriza seu vizinho, Charlie, um rapaz que não
tem apenas uma imaginação fértil e que banca o curioso em sua Janela Indiscreta.
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| Anton Yelchin, Colin Farrell na refilmagem de 2011 dirigida por Craig Gillespie |
E falando em sexo e mais sexo, a comédia do
Cinema em Casa das tardes do SBT estrelada por JIM CARREY em início de carreira, PROCURA-SE
RAPAZ VIRGEM – ONCE BITTEN (1985) dirigida
por Howard Storm e co-estrelada pela
sensual LAUREN HUTTON,
não poderia ficar de fora. No entanto, levando o sexo mais a sério, FOME DE VIVER (THE HUNGER, 1983) outro clássico de seu tempo
realizado por TONY SCOTT (1944-2012), aliás, seu melhor filme e que
foi sua grande estréia, é um drama perverso sobre o envelhecimento desses seres
que necessitam de sangue a qualquer custo. Estrelado por um trio de
protagonistas pra lá se sensuais: SUSAN SURANDON, CATHERINE DENEUVE e o astro do rock DAVID
BOWIE. Certamente
foi a década dos vampiros à flor da pele, mas na primeira década do corrente
século, uma série de franquias como BLADE estrelada por WESLEY
SNIPES e ANJOS
DA NOITE – UNDERWORLD
com KATE BECKINSALE
tornaram-se rapidamente em sucessos blockbusters
ao estilo filmes de ação ininterrupta. Pois é, mais uma vez os chupadores de pescoço
tiveram que se adaptar aos novos tempos.
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| Nostálgicas tardes chupando leite condensado e rindo a beça com Jim Carrey na pele do rapaz virgem |
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| Deneuve e Bowie sensualizando no sucesso FOME DE VIVER! |
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| Mutação genética no ótimo BLADE II - O CAÇADOR DE VAMPIROS (2002) do diretor mexicano GUILHERMO DEL TORO |
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| Pra Rir: JOHNNY DEPP como Barnabas Collins no divertido SOMBRAS DA NOITE (2012) de TIM BURTON |
E quanto ao CHRISTOPHER
LEE? Bom,
voltando um pouco no tempo, também coube ao famoso ator veterano britânico, um novo posto do mais famoso vampiro personificado no cinema em todos os
tempos e novamente em filmes considerados B para a indústria e crítica. Então,
Lee que nasceu no mesmo ano quando Nosferatu foi para as telas, 1922, e hoje com 91 anos, verdadeira lenda viva, fez uma quantidade de filmes
consideráveis para a produtora inglesa HAMMER. Foram nada menos do que oito
longas lançados entre 1958 e 1973 e média de um filme a cada dois anos. Aja
roteiro e imaginação! Lee ficou até mais assustador que Lugosi, já que as fitas eram coloridas
num technicolor gritante. Outro colega que o acompanhou, mas como adversário, foi o grande PETER CUSHING (1913-1994) e o filme O VAMPIRO DA NOITE nomeado originalmente de
Drácula (de 1958) com direção de TERENCE FISHER (1904-1980) é o meu predileto. Leia aqui.
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| Cartaz original de O VAMPIRO DA NOITE |
Mais adiante, os fãs do vampiro
morcego, único e original, teriam de esperar ansiosamente quando foi anunciado
que o grande cineasta chefão FRANCIS FORD COPPOLA iria adaptar fielmente o
romance de Stoker. E o fez. Em um sombrio ano de 1992 e graças ao mestre de obras como Apocalypse Now (1979), tudo esteve à altura da
grandiosidade da criatura consagrada no texto de Stoker e muito bem vivido,
agora, pelo magnífico ator GARY
OLDMAN que sabe fazer gloriosamente tanto o trágico romântico quanto o monstro demoníaco. Tudo no filme é perfeito.
Figurinos, som, fotografia e principalmente a direção de arte (leia o post aqui). E ainda digo mais, Drácula
do Coppola é
mais do que um filme, uma produção de terror, afinal, ele deu um tratamento
temático diferenciado nunca antes visto no universo do vampiro.
![]() |
| Fidelidade ao texto original obrigou Coppola a colocar o nome do autor do romance no título de seu filme, que virou DRÁCULA DE BRAM STOKER |
É isso. Já mordi pescoços
demais e creio que condensei tudo o que pretendia na primeira parte do
especial. O CINE-DOC. vai ficando por aqui, luzes
acendendo, hora de recolher a pipoca do chão e fiquem ligados! Vem aí nos
próximos capítulos...
Ø “O Mito de Frankenstein - O Monstro Incompreendido”;
Ø - “Uivo aterrador: a horda de lobisomens”;
Ø - “Uivo aterrador: a horda de lobisomens”;
Ø
“Zumbis
mortos-vivos: a legião comedora de carne humana
(cérebro se preferir);”
Ø
-
“As múmias amaldiçoadas do cinema”;
Ø
-
As mulheres monstros e o toque feminino;
Ø
-
Os monstros do mundo aquático,
Ø
-
Os ataques alienígenas
Ø
-
A boca do lixo do cinema de horror
(os filmes de baixo orçamento e considerados ruins);
(os filmes de baixo orçamento e considerados ruins);
Ø
e
ainda de quebra, uma lista dos meus diretores prediletos dos filmes de terror e ficção-científica , os
realizadores do seguimento fantástico cada qual com seu estilo, cineastas que se dedicaram
a fazer um cinema divertido e inspirador.


















4 comentários:
(Ainda) Não vi a maioria dos filmes da lista, mas adorei recordar A Sombra do Vampiro. Fiquei fascinado, quando o vi, há mais de uma década, parece que foi ontem! :)
(Ainda) Não vi a maioria dos filmes da lista, mas adorei recordar A Sombra do Vampiro. Fiquei fascinado, quando o vi, há mais de uma década, parece que foi ontem! :)
Brilhante matéria meu amigo, abordando os mais importantes filmes do Horror, abrindo com Chave de Ouro esta série de artigos sobre os mesmos.
Embora não seja um 100% aficionado pelo gênero, já assisti alguns destes que vc mencionou neste primeiro tópico, como NOSFERATU de 1922, e DRÁCULA, de 1931 com Bela Lugosi. Este tem uma trajetória interessante, como vc mesmo aqui pautou em seu artigo, não se cogitava sequer seu nome entre os escolhidos para o papel.
Mas muito embora reconheça o pioneirismo de Lugosi, meu preferido é o Christopher Lee, este ainda bem vivo gozando plenamente seus 90 anos de idade. Mas em questão de fidelidade ipisi literis do livro de Bram Stocker, claro que a versão estrelada por Gary Oldman ganha em disparada, nos fazendo até esquecer em alguns momentos as versões anteriores do Vampiro das Trevas.
Ótima matéria, Rodrigo! Vamos em frente! Grande abraço!
CINE 31: Ah, meu amigo. Eis um filme inesquecível. Original e aterrador. Adoro A Sombra do Vampiro. Atuações soberbas.
Abs.
Paulo: Fico feliz que tenha gostado. Obrigado nobre amigo blogueiro. O especial continuará, certamente, quentíssimo! rs
Adoro o Lugosi, mas o Lee é mais assustador, e sim, uma lenda viva! São tantos personagens inesquecíveis: 007 Contra O Homem Com A Pistola de Ouro, O Senhor dos Anéis, Star Wars, enfim. Um baita ator, um gentlemen de várias gerações. Os mais novos podem não saber da existência dos filmes do Drácula da Hammer, mas certamente eles sabem de quem se trata. Este senhor, quando morrer, ficará eternizado.
E sim, a produção do Coppola é caprichada. Se formos medir comparação com os mais antigos seria covardia.
Grande abraço.
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