sexta-feira, 25 de outubro de 2013

ZUMBIS MORTOS-VIVOS: A LEGIÃO COMEDORA DE CARNE HUMANA

OUTUBRO DAS BRUXAS 
TERCEIRA TEMPORADA
CINE-DOC. TERROR : Capítulo 4
Defunto tende a causar medo nas pessoas, mesmo entristecidas em um velório. Não fosse apenas pela dura realidade de que a morte é inevitável, antes fosse tal óbvia preocupação. Na verdade, essa histeria terrificante se deve ao fato de existir os Zumbis cinematográficos e ou/ Mortos-vivos, criaturas do além túmulo, sedentas de fome e que só pensam numa coisa: saciar sua vontade descontrolada por carne humana quentinha e bem viva ou mesmo cérebro, se preferir. O cardápio desses monstros não é exigente. Basta um imbecil dar mole e ser mordido. Ou vira um deles, caso escape. Ou, inevitavelmente, é devorado vivo!


Neste capítulo, irei abordar esta legião carnívora que é tema carimbado em vários seguimentos e releituras do gênero, tanto no cinema quanto na televisão. Um morto que volta ao mundo dos vivos para atazanar quem almeja ficar bem longe de cemitérios parece bem mais fácil de ser explicado do que dezenas, centenas ou milhares de presuntos ambulantes e sonsos (os mais modernos são atletas olímpicos!) que, do nada, resolvem despertar de seu sono eterno de sua morada e saem por aí assustando. Seres putrefatos e fétidos, que deveriam ficar quietinhos em suas respectivas covas. A origem dos filmes com temática ZUMBI não é precisa. E, é bom destacar aqui não apenas a importância e influência do grande cineasta GEORGE A. ROMERO. Na verdade, há títulos curiosos e que datam muito antes de 1968 e o seminal A NOITE DOS MORTOS-VIVOS (leia AQUI). Por exemplo, O ZUMBI e ou/ DRAGORE, O FANTASMA (The Ghoul, 1933), o clássico estrelado pelo nosso querido Frank BORIS KARLOFF (é sempre bom não esquecer que o Frankenstein é, na verdade, uma espécie de morto-vivo, já que foi reanimado através de raios e que sua anatomia é semelhante da família zumbi), com direção de T. Hayes Hunter é um filme que já tratou do assunto. Porém, também não consegui encontrar qualquer outro registro mais antigo, livro ou filme, que tenha abordado o tema. Certamente, podemos começar pela obra de Mary Shelley, Frankenstein, como precursora. Aliás, o monstro incompreendido foi, sem dúvida, uma fonte de inspiração para esta trama de O Zumbi (e creio que para Romero de algum jeito, se ele assistiu), uma vez que se trata de um ser que voltou à vida, depois de morrer. Os filmes sobre Múmias, também, não podemos ignorar. Falarei delas no próximo capítulo. Na fita de Karloff, isso é possível por causa de uma maldição (nada tem haver com ciência, praga, epidemias) à qual, desgraçadamente, um antropólogo é submetido.

Titulagem principal do clássico com Karloff


 
KARLOFF como ZUMBI. É pra ter pesadelos!

O mesmo astro voltaria em outro filme neste seguimento. THE WALKING DEAD, de 1936, e que no Brasil é conhecido como “O MORTO AMBULANTE” confirmou Karloff como o mais aterrorizante ator de monstros da história do cinema. Na premissa, ele é um criminoso que, depois de executado, volta à vida pelas mãos de um médico insano, lindamente interpretado por Edmund Gwenn. Dirigido por MICHAEL CURTIZ (1886-1962), pasmem é o mesmo diretor de Casablanca!


Os italianos também foram adeptos. LUCIO FULCI (1927-1996), diretor de dezenas de filmes como: Pavor Na Cidade Dos Zumbis (1980), A Casa do Mortos-Vivos (1981), Terror Das Trevas (81), O Estranho Segredo Dos Bosques dos Sonhos (1972), Demonia (1990) e tantos outros (maioria desconhecidos) realiza o ótimo ZOMBIE de 1979, sobre um velho cemitério de conquistadores espanhóis, onde um cadáver putrefato trazido de volta à vida sem maiores explicações, prepara-se para sair em busca de carne fresca.  A Premissa se repete, nós sabemos, mas a maneira como o filme é conduzido. Bom, só devo alertar que é um filme de zumbi para quem tem nervos fortes.

Cena agonizante de ZOMBIE, dirigido por Fulci


Voltando para a década de 30, exatamente em 1936 para ser mais exato, surgiu o segundo filme a usar o termo em seu título: REVOLT OF THE ZOMBIE, com direção de Victor Halperin e de novo, sobre uma expedição internacional que é enviada para o Camboja para destruir uma antiga fórmula que transforma homens em zumbis. Ou seja, finalmente eles perceberam que maldições não funcionam, e que filme de zumbi tende a ser ateísta. Ciência é a pauta.

O “pior cineasta de todos os tempos" ED WOOD (leia o post do filme do Tim Burton, aqui)  também adorava o assunto e recorreu uma trama amalucada fazendo um híbrido com alienígenas para compor seus zumbis de PLANO 9 DO ESPAÇO SIDERAL (Plan 9 from outer space, 1959). O filme apresenta aliens de outro sistema solar que violam as sepulturas e transformam os cadáveres em zumbis. Risos. Todo é realizado de maneira tosca, mas é divertido.

Na produção da inglesa HAMMER filmes como EPIDEMIA DE ZUMBIS (The plague of the Zombies, 1966), dirigido por John Gilling, a explicação para a incógnita população crescente de mortos andantes que começa a afetar moradores de uma pacata cidade, é a magia negra. Sim, os ingleses arriscam mais uma vez no âmbito da maldição. Os vilões praticavam o ritual para criar escravos zumbis que suportem explorar sem pausa uma mina de diamante. No entanto, somente Romero com o primeiro filme da saga dos Mortos-vivos em “A Noite” – The Night of the Living Dead – uma obra –prima, preferiu ser mais ousado, utilizando como pano de fundo o fato extraordinário sem explicação (apesar dos personagens fazerem suposições plausíveis do que possa ter acontecido) para levar os mortos a vagarem pelo planeta e testar a irracionalidade dos vivos.  Romero inteligentemente, com o apoio do roteirista JOHN A. RUSSO, faz de seu filme de terror uma crítica social. Sem o excesso sanguinolento (o que não ocorreu nos filmes sucessores), numa fotografia em preto e branco, foi chocante na época, principalmente pelo fato de ser uma sessão claustrofóbica e que o perigo não são os monstros zumbis, assustadores e seminus, mas um grupo de desconhecidos de diferentes raças e ponto de vista, capazes de tudo para se manterem vivos e protegidos. SOBREVIVÊNCIA do mais forte é a lei irrevogável dos filmes/seriados de zumbi deste então. Caos. Apocalipse. Devastação. Egoísmo. O que movem os vivos contra a ameaça.

Cartaz original de A NOITE DOS MORTOS-VIVOS de George A. Romero
que erroneamente é citado como o primeiro filme de Zumbis, mas de fato, é um dos mais fascinantes e cultuados até mesmo
por seu caráter político e social.
Refilmagem de A NOITE DOS MORTOS....(1990) dirigida por TOM SAVINI, maquiador de filmes de terror como SEXTA-FEIRA 13 (1980) e ator em filmes trash. Ex.: UM DRINK NO INFERNO (1996)
O antológico THRILLER de Michael Jackson e John Landis. O jeito Zumbi de dançar!
A comédia também foi um escapismo para trazer de volta estes famintos e grotescos seres. Quem é que não se lembra do cômico (misturando terror e ficção-científica) filme do roteirista DAN O´BANNON (1946-2009), que fez sua estréia na direção (havia feito anteriormente apenas um curta metragem chamado Blood Bath, 1969) e cultuado A VOLTA DOS MORTOS-VIVOS (The Return of the living dead, 1985)? Uma paródia de A Noite dos Mortos-Vivos e baseando-se em argumento escrito por Russell Streiner e em livro do roteirista do filme original, Russo. Este sim foi um filme que marcou, principalmente a minha geração, que já deve ter visto na televisão inúmeras vezes. Exigentes, esses Zumbis falam o tempo todo que só desejam comer cérebro (BRAINS!) e a fala acabou se tornando antológica fazendo com que as pessoas façam uma associação imediata com mortos-vivos. Gerou uma continuação bacana em 1988

Acidente químico militar desperta os mortos em A VOLTA DOS MORTOS-VIVOS 1 & 2


Na mesma linha entre o medo e o riso, SAM RAIMI utilizou zumbis e criaturas demoníacas no sensacional A MORTE DO DEMÔNIO (The Evil Dead). O primeiro filme de uma espécie de trilogia é ainda mais assustador quando lançado com pouco orçamento em 1981. A segunda versão foi intencionalmente para ser um filme mais engraçado, portanto é um remake do primeiro e não uma continuação como todos pensam que se desdobra naquela parte na Idade Média (Uma Noite Alucinante 3, Army of Darkness, 1992) com o sempre ótimo Bruce Campbell, o eterno Ash. A confusão se dá pelo fato de o título em português ter sido originalmente (e tardiamente) lançado nos cinemas como: “Uma Noite Alucinante Parte 1 – Onde Tudo Começou”. E, o Evil Dead II, de 1987, foi distribuído em vídeo apenas como Uma Noite Alucinante, enquanto nos cinemas, tinha aparecido com um título complementar: “Mortos ao Amanhecer.” Aconteceu deste jeito porque a Parte 2 chegou ao Brasil antes do original.

Outro filme, A MALDIÇÃO DO NECROTÉRIO (The Boneyard, 1991), de James Cummins, foi uma das surpresas que conheci ano passado e esqueci-me de postar no Outubro Das Bruxas. É um interessante filme de terror que se destaca exclusivamente pelos efeitos especiais de maquiagem do artista John Bayless. Na trama, os zumbis são três crianças que saem à procura de carne fresca.

Stephen King também contribuiu quando seu livro CEMITÉRIO DE ANIMAIS foi um enorme sucesso não apenas literário, mas no cinema, através da diretora MARY LAMBERT que imediatamente encomendou uma continuação em 1992 estrelada por Edward Furlong, mas é o filme original CEMITÉRIO MALDITO (Pet Sematary, 1989) que Lambert, de fato, cria uma atmosfera horripilante para contar a história de uma família do Maine, assombrada por um cemitério que traz de volta, aqueles que forem enterrados lá. Óbvio que eles não serão mais os mesmos, no entanto, uma coisa é ressuscitar gatinhos, outra é uma criança tragicamente morta num acidente, deixando pai desolado. O menininho em questão é o sensacional (e assustador mesmo!) MIKO HUGHES, um talento mirim de filmes como: O Novo Pesadelo – O Retorno de Freddy Krueger (1994), de Wes Craven, Código Para O Inferno (1998), com Bruce Willis, fazendo um garotinho autista, na comédia de Ivan Reitman, Um Tira No Jardim de Infância (1990), o molequinho que envergonhava Schwarzenegger com citações sexuais, e muitos outros. Hoje em dia, é um rapaz feito e bonito, mas Hughes ficou famoso como o zumbi-mirim, Cage Creed, que assusta com suas caretas fantásticas de causar pesadelos e fazer dormir de luz acesa por uma semana. Adoro.
Zumbizinho bonitinho e aterrador


Confesso que também sou um fã de alguns filmes que trazem zumbis frenéticos como o ótimo EXTERMÍNIO (28 Days Later..., 2002), de Danny Boyle e refilmagens como MADRUGADA DOS MORTOS (2004), de Zack Snyder, versão moderna do segundo mítico capítulo da saga de Romero, ZOMBIE–  O DESPERTAR DOS MORTOS (Dawn of the dead, 1978), sobre novo grupo de sobreviventes que agora encontram-se encurralados em um Shopping Center. Boyle e Snyder são os responsáveis por uma tendência de filme de zumbi moderno onde tudo é mais assustador, mesmo que pareça improvável, mortos-vivos sob efeito de Red Bull, correndo atrás das vítimas como loucos e fazendo um barulho irritante. O recente GUERRA MUNDIAL Z (World War Z, 2013), de Marc Forster e estrelado por Brad Pitt é um exemplo fresco. Mas, o que funcionou bem com Extermínio, que manteve a trama ainda mais claustrofóbica e sem a grandiloquência tendenciosa de Guerra Mundial Z, um dos erros fatais da polêmica produção de Pitt, no meio termo e ainda fazendo rir novamente, ZUMBILÂNDIA (Zombieland, 2009), de Ruben Fleischer , por exemplo, agrada muito mais por sua originalidade cheia de regrinhas básicas para sobreviver ao holocausto zumbi.

Formigueiro morto-vivo de GUERRA MUNDIAL Z
JESSE EISENBERG e WOODY HARRELSON no delicioso ZUMBILÂNDIA. 

Games e cinema sempre foi uma predileção do diretor Paul W.S. Anderson e o único filme realmente interessante que ele já fez na vida foi o primeiro da franquia lucrativa RESIDENT EVIL: O HÓSPEDE MALDITO (2002) com a mulher e nova musa dos filmes de ação (mas já havia tido mais mérito nas produções do ex Luc Besson: O Quinto Elemento e Joana D´Arc) MILLA JOVOVICH. Ela é a heroína deste universo criado originalmente pela Capcom Games. Um acidente letal envolvendo um poderoso vírus criado em laboratório por uma corporação maligna, Umbrella Corp. faz com que pessoas inocentes morram instantaneamente se transformando em carnívoros mortos-vivos que começam a espalhar a tal doença que rapidamente se alastra pelo mundo. Os filmes seguintes foram ficando cada vez mais absurdos, o quinto lançado dez anos depois em 2012 e um próximo já em andamento para 2014 e se começou com zumbis amedrontadores, cenário fechado (as inúmeras portas e câmaras são um atrativo do primeiro filme) expandiu para algo a mais e muito tosco. Resident Evil é um universo assumidamente de vídeo-game para moleques entre 12-15 anos e todo o terror do primeiro filme - ajudado por uma trilha assustadora de Marco Beltrami e Marilyn Manson – foi substituído por projeções 3D bestas e ação sem parar. Jovovich é mais Rambo do que a tradicional última garota dos filmes de terror.

MILLA é ALice, a caçadora de Zumbis na franquia RESIDENT EVIL

Felizmente o sucesso da série de tv THE WALKING DEAD, lançada pela rede AMC em 2010 baseada numa série de quadrinhos de ROBERT KIRKMAN, TONY MOORE e CHARLIE ADLARD e desenvolvida pelo diretor FRANK DARABONT, trouxe de volta não apenas os mortos, mas o estilo tradicional de trama zumbi. Mescla muito bem, terror, suspense e dramas pessoais numa realidade pós-apocalíptica. Com ótimas primeira, segunda e terceira temporadas, e recentemente numa quarta (com um primeiro episódio, infelizmente sem o mesmo gás), o trunfo da série é ter uma equipe técnica de mestres que inclui o maquiador e também diretor GREG NICOTERO, evitando ao máximo trucagens computadorizadas e utilizando-se das boas e velhas vísceras, muito sangue e verdadeiras mordidas, isto é, tem o suficiente para causar  aflição e nojo no telespectador. O programa é certamente um atrativo para os fãs, além de ser bem recebido com grandes números de audiência e  indicado para importantes prêmios como o Globo de Ouro na categoria de melhor série dramática.

Com passo de tartaruga ou correndo numa maratona, os ZUMBIS serão sempre muito mais do que figurantes ou meros objetos de decoração. Fácil é deter um, o difícil é ficar encurralado por uma centena. Neste caso, a união faz a força.

Cena tensa de MADRUGADA DOS MORTOS (2004)


ROBERT RODRIGUEZ e QUENTIN TARANTINO ressuscitaram os filmes exploitation
no sensacional projeto GRINDHOUSE com um primeiro filme com zumbis: PLANETA TERROR (2007)



O CINE-DOC. CONTINUA...

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